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Luciano Pires -

Então… indo contra a minha regra das 48 horas eu vou fazer esse programa aqui, em cima das horas subsequentes à eleição.

Terminada mais uma eleição, temos uma nova situação, onde o Brasil passa a ter uma nova direção. Ou melhor, uma velha direção. Parece sina, cara… de quando em quando, estamos sob nova direção, que esquece o que foi feito pela anterior, e começa tudo outra vez. Do zero, cara!

Muita, mas muita gente ficou angustiada, amedrontada, decepcionada e agora está preocupada com o futuro. Bom, eu sou uma delas…

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

O comentário do ouvinte hoje será diferente. Eu vou reproduzir um comentário que o Dino Maestrello publicou em um post meu no Facebook na manhã do dia 31 de Outubro de 2022:

“Luciano! Nada mais peculiar que um 31 de outubro para caracterizar a situação do país. Faço uma comparação baseada em vivências práticas, sem a pretensão de generalizar ou iniciar uma guerra de comentários do tipo: “mas…”

Há um bom tempo resido na Europa e a comparação entre as realidades é inevitável. Início com a premissa que o “velho continente” não é um paraíso; está a anos luz de ser o olimpo que muitos pensam. Por aqui existem tendências e comportamentos, sociais e políticos, que remetem a uma mentalidade antiga, ultrapassada e com uma visão de mundo ainda “eurocêntrica”. Apesar disso, é possível observar parâmetros e valores base, que bem ou mal carregam a sociedade pra frente, parâmetros esses que infelizmente são invertidos, diminutos ou inexistentes no Brasil.

A idolatria da pessoa, da figura política em detrimento da nação é um exemplo. Grande parte da população brasileira vê o governante ou o governo como um “paizão”, sempre a espera de algo a receber, alguma benfeitoria, alguma ajuda fácil, desconsiderando que essa figura paterna não produz nada. Essa situação gera uma letargia social, uma nefasta imobilização pessoal que faz a sociedade estagnar, nada almejar e não progredir.

Isso leva a um segundo exemplo – o conceito de povo. Nos últimos meses foi ouvido muito: “e o povo é bom”. Não. Não. Infelizmente não é! Com ínfimas exceções, a verdade é que a população carece de um sentimento de unidade nacional, uma ausência profunda de espírito de corpo em prol da sociedade, resultando em uma massa, uma agremiação que não têm um denominador comum sobre o qual se apoiar.

Há algumas semanas tivemos eleições regionais por aqui. Na segunda-feira pouco ou nada se comentava do resultado. Vitoriosos ou derrotados se encontravam e a vida seguia como sempre, cada um tentando fazer a sua parte.

Finalizo com Jordan Peterson, um estudioso da atualidade que conclui que as maiores tragédias do século XX se concretizaram porque, no final da linha, a menor unidade de uma sociedade, o indivíduo, resolveu se esconder, abster-se frente aquilo que julgava incorreto.

O Brasil é o país mais desperdiçado do mundo… E será assim por muito tempo…

Ps… Parabéns pelo trabalho e pelo conteúdo que você apresenta por aqui…”

Muito bem. O meu comentário foi simples, foi singelo: “excelente comentário, meu caro Dino. “Desperdício” é o sobrenome do Brasil, e concordo com você: será assim por muito tempo…”

Que sina…

Sina
Djavan

Pai e mãe, ouro de mina
Coração, desejo e sina
Tudo mais, pura rotina, jazz
Tocarei seu nome pra poder falar de amor
Minha princesa, art-nouveau da natureza
Tudo o mais, pura beleza, jazz

A luz de um grande prazer
É irremediável neon
Quando o grito do prazer
Açoitar o ar, réveillon

O luar, estrela-do-mar
O Sol e o dom
Quiçá, um dia, a fúria desse front
Virá lapidar o sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom

Pai e mãe, ouro de mina
Coração, desejo e sina
Tudo o mais, pura rotina, jazz
Tocarei seu nome pra poder falar de amor
Minha princesa, art-nouveau da natureza
Tudo o mais, pura beleza, jazz

O luar, estrela-do-mar
O Sol e o dom
Quiçá, um dia, a fúria desse front
Virá lapidar o sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom

Esse é Djavan, com seu megassucesso Sina, que diz assim num trecho da letra

O luar, estrela-do-mar
O Sol e o dom
Quiçá, um dia, a fúria desse front
Virá lapidar o sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom

Muito bem… Quem me ouve há algum tempo sabe qual meu lado, qual meu adversário, o que é que penso sobre o grupo que acaba de ganhar as eleições e que vai dirigir o Brasil durante os próximos quatro anos.

Eu não vou neste episódio retomar tudo que eu já disse antes, nem pintar o cenário que me preocupa. O que eu quero fazer é refletir com você sobre vinte e duas coisas sobre as quais devemos pensar para sobreviver ao dia seguinte, quando o nosso candidato, nosso modelo, nosso plano,  perde a eleição.

Por que Vinte e Duas? Só para deixar os de sempre aí, nervosos.

Vamos lá então… Juntei algumas dicas que vão dos cinco passos do luto às atitudes que promovem a resiliência.

Vamos lá?

Reflexão 1.  A vida continua – Amanhã chegarão os boletos de sempre, que você terá de pagar, como sempre, trabalhando onde trabalhou sempre e com as pessoas de sempre. Toque a vida como sempre. A menos que você seja um militante histérico de algum dos lados, nada deve mudar na sua vida. Se você for um brasileiro comum, é prudente esperar um pouco para ver que tipo de acerto o grupo vencedor terá de fazer para conseguir governar. Só então teremos uma ideia do potencial de estrago.

Reflexão 2.  Aceite o estágio da Negação – Você entrou num processo de luto, e o primeiro estágio é a negação, que nos ajuda a minimizar a dor da perda. Pode levar tempo para nossas mentes se ajustarem à nossa nova realidade. Não caia em armadilhas de gaiatos de redes sociais. E quando estiver no auge da dor, olhe para seus boletos.

Reflexão 3.  No segundo estágio vem a Raiva – Estamos tentando nos ajustar a uma nova realidade (ou à perda da realidade sonhada) e provavelmente passando por um desconforto emocional extremo. Há tanta coisa para processar que a raiva pode parecer uma saída emocional, mais aceitável socialmente do que admitir que estamos com medo. A raiva nos permite expressar emoções com menos medo de julgamento ou rejeição.

A raiva também tende a ser a primeira coisa que sentimos quando começamos a liberar emoções relacionadas à perda. Isso pode nos deixar isolados em nossa experiência. Também pode fazer com que sejamos percebidos como inacessíveis pelos outros em momentos em que poderíamos nos beneficiar de conforto, conexão e segurança. Converse com outros amigos que sofreram a mesma perda. E fale de seus boletos.

Reflexão 4.  Em seguida virá o estágio da Barganha – Ao lidar com a perda, não é incomum sentir-se tão desesperado a ponto de estar disposto a fazer qualquer coisa para aliviar ou minimizar a dor. Tipo cancelar seus planos, postergar iniciativas ou cancelar adversários. A barganha é tentar fazer algo em troca de ser aliviado da dor que sente, e muitas vezes tomar decisões apressadas ou com resultado negativo no futuro. Espere um pouco.

Reflexão 5.  O próximo estágio é o da Depressão – Durante a nossa experiência de processar o luto, chega um momento em que nossa imaginação se acalma e lentamente começamos a olhar para a realidade de nossa situação atual. A negociação não parece mais uma opção e nos deparamos com o que está acontecendo. Nessa fase de luto, a fase da depressão, começamos a sentir mais abundantemente a perda. Nosso pânico começa a diminuir, a névoa emocional começa a se dissipar e a perda parece mais presente e inevitável.

Nesses momentos, tendemos a nos retrair à medida que a tristeza cresce. Podemos nos encontrar recuando, sendo menos sociáveis e falando menos aos outros sobre o que estamos passando. Embora este seja um estágio muito natural no processo de luto, lidar com a depressão após a perda pode nos deixar extremamente isolados. É hora de conversar com pessoas e não de se isolar. Olhe pros boletos.

Reflexão 6.  E então virá a Aceitação – O último dos cinco estágios do luto é a aceitação. Quando chegamos a um lugar de aceitação, não é que não sintamos mais a dor da perda. Em vez disso, não estamos mais resistindo à realidade de nossa situação e não estamos lutando para torná-la algo diferente.

Tristeza e arrependimento ainda podem estar presentes nesta fase. Mas as táticas de sobrevivência emocional de negação, barganha e raiva têm menos probabilidade de estar presentes durante essa fase do processo de luto. É momento de agir, de mergulhar em seus projetos, naquilo que você faz melhor.

Reflexão 7.  Uma vez aceitando a perda, encontre seu propósito – Você está vivo para quê, hein? Em vez de desanimar com seus problemas e com suas perdas, com um propósito definido você ficará mais motivado a aprender com as experiências passadas e seguir em frente. Desde que exista algo maior em que você acredite. Olhe para as pessoas que dependem de você e retome a construção do futuro delas, naquilo que você pode influir.

Reflexão 8.  Acredite e desenvolva suas habilidades – Torne-se mais confiante em suas próprias habilidades, incluindo sua capacidade de responder e lidar com crises. Essa é uma ótima maneira de construir resiliência para o futuro. Leia mais, estude mais, troque mais experiências.

Reflexão 9.  Desenvolva uma rede social – Ter pessoas atenciosas e solidárias ao seu redor atua como um fator de proteção durante tempos de crise. Reveja sua lista de amigos, exclua os que se revelaram canalhas e retome o contato com aqueles que discordaram de você de forma honesta. A amizade tem de estar acima da política.

Reflexão 10. Aceite e abrace a mudança – Ao aprender a ser mais adaptável, você estará mais bem equipado para responder quando enfrentar uma crise na vida. A vida continua, meu caro, e os boletos estão chegando.

Reflexão 11. Seja otimista e positivo – Pensamento positivo não significa ignorar o problema para focar em resultados positivos. Significa entender que os contratempos são temporários e que você tem as habilidades para combater os desafios que enfrentam, sejam eles quais forem.

Reflexão 12. Cuide de sua saúde física e mental – Os últimos meses foram muito complicados, cara. Quando você está estressado, negligencia suas próprias necessidades. Pode perder o apetite, ignorar exercícios físicos e não dormir o suficiente. Essas são reações comuns a situações de crise. Em vez disso, concentre-se em desenvolver suas habilidades de autocuidado, mesmo quando estiver com problemas. Arranje tempo para atividades que você goste.

Reflexão 13. Desenvolva habilidades de resolução de problemas – Sempre que você encontrar um novo desafio, faça uma lista rápida de algumas das possíveis maneiras de resolver o problema. Experimente diferentes estratégias e concentre-se no desenvolvimento de uma maneira lógica de resolver problemas comuns. Ao praticar suas habilidades de resolução de problemas regularmente, você estará mais bem preparado para lidar quando surgir um desafio sério.

Reflexão 14. Defina metas – Situações de crise são assustadoras. Podem até parecer intransponíveis. Pessoas resilientes são capazes de ver essas situações de forma realista e então estabelecer metas razoáveis para lidar com o problema.

Quando você se sentir sobrecarregado por uma situação, dê um passo para trás para simplesmente avaliar o que está diante de você. Faça uma avaliação de possíveis soluções e, em seguida, divida-as em etapas gerenciáveis.

Reflexão 15. Tome uma atitude – Simplesmente esperar que um problema desapareça sozinho apenas prolonga a crise. Em vez disso, comece a trabalhar para resolver o problema imediatamente. Embora possa não haver uma solução rápida ou simples, você pode tomar medidas para tornar sua situação melhor e menos estressante.

Concentre-se no progresso que você fez até agora e planeje seus próximos passos, em vez de ficar desanimado com a quantidade de trabalho que ainda precisa ser realizado.

Reflexão 16. Continue trabalhando em suas habilidades – Todos podem aprender a ser resilientes e isso não envolve nenhum conjunto específico de comportamentos ou ações. A resiliência pode variar drasticamente de uma pessoa para outra.

Reflexão 17. Selecione imediatamente suas fontes de informação – O período pandemia e eleições foi ótimo para derrubas as máscaras de jornalistas, influencers e personalidades que até então julgávamos honestas e empenhadas em informar a verdade. Muitos se revelaram canalhas. Corte-os de sua rede de informações. Alimente seu intelecto com conteúdos nutritivos.

Reflexão 18. Coloque a política no lugar dela – Sua vida é impactada diretamente pelas conexões que você faz, pelas atitudes que toma e pelas pessoas com as quais dispende seu tempo. A política partidária é apenas um aspecto da vida em sociedade, que pelas circunstâncias foi trazido para primeiro plano, ocupando nossa energia e tempo. Devolva as preocupações  políticas ao lugar que elas merecem em sua vida, atrás de sua família, de suas amizades, do seu trabalho, de seus amores, da sua fé.

Reflexão 19. Tire proveito do que você aprendeu – Foram anos de aumento de interesse na política, talvez agora você saiba como funciona e para que serve o ecossistema político. E mais que isso, saiba como é importante valorizar o seu voto, cobrar aqueles que você escolheu como seus representantes e, principalmente, dar apoio a quem está empenhado em melhorar a qualidade dos atores da política.

Reflexão 20. Torne-se um líder influenciador – Alguém que, por suas atitudes e escolhas, impacte de forma positiva na comunidade. Não um influenciador boboca que faz dancinhas no TikTok, mas aquele que compartilha conteúdos que ajudem as pessoas a evoluir em suas vidas, que combate as mentiras e falsidades, que defende a liberdade de expressão e que está interessado em estudar para entender – e explicar – como funciona a sociedade. Não fique quieto!

Reflexão 21. Preste atenção em quem faz a cabeça de seus filhos – A pandemia trouxe à superfície a doutrinação e manipulação que professores, influencers e lideranças diversas fazem sobre as crianças. Especialmente quando os pais não se preocupam em neutralizar os conceitos que vão contra seus valores familiares. Fique ligado, olhe as lições, veja quem seus filhos seguem e, sempre, converse com eles a respeito das mensagens que estão recebendo. Moral e ética precisam estar nas discussões prioritárias.

Reflexão 22. Não abaixe a guarda. Agora você sabe que ladrões estão dentro da nossa casa. Não deixe seu celular solto sobre a mesa, não confie em promessas fáceis, não acredite em conversinhas amorosas. Prepare-se para não ser enganado. Como? Bom… Comece comprando e lendo imediatamente Merdades e Ventiras – meu novo livro, que mostra como se proteger da mídia que faz a sua cabeça.

É assim, ao som de Sina com Caetano Veloso e Djavan, que hoje estão felizes, que vamos saindo preocupados, mas querendo fazer acontecer.

Olha cara: eu já votei um monte de vezes, meus candidatos já perderam, um monte de vezes, algumas vezes eu achei que estava tudo terminado, mas no fundo, no fundo, bicho, a vida continua, o Brasil é grande demais pra ser destruído em quatro anos. Vai ficar tudo um pouco mais difícil, claro que vai, né? Facilidade é que não vem! Vem pra quem acha que o bom, a moleza vai voltar. Não tem mais moleza, cara. O mundo mudou drasticamente, o Brasil está muito mudado e reformas tem que ser feitas. Vamos cruzar os dedos aqui pra que o estrago que vai acontecer nos próximos quatro anos não seja grande. Mas, mais ainda: vamos torcer pra que eu esteja completamente errado. Tomara que eu esteja totalmente errado e que o que vem pela frente aí seja um período aí de crescimento, mudança e estabilidade, tá bom?

Você sabe: eu lancei o meu livro Merdades e Ventiras – Como se proteger da mídia que quer fazer a sua cabeça. Nele eu falo dos truques e estratégias que as mídias usam para manipular a nossa visão de mundo e num projeto de engenharia social nos levar a fazer escolhas que nem sempre são as melhores. E este aqui, este aqui, é o momento exato pra ler esse livro. Já que a mídia, com suas fake news e manipulação evidente, foi um dos principais agentes do resultado dessas eleições.

Você quer entender o que aconteceu? Leia Merdades e Ventiras, em merdadeseventiras.com.br.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, a felicíssima Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, completando o ciclo.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. Acesse também, inscreva-se no nosso grupo aberto do Telegram. É o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma fala de Voltaire:

Aproximo-me suavemente do momento em que os filósofos e os imbecis têm o mesmo destino.