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Julio Bessa -

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Há uma canção composta por Jerry Marcellino, Mel Larson, Don Fenceton e Mike Cannon, chamada Music and Me que Michael Jackson gravou em 1973, quando tinha 15 anos de idade. A letra dizia assim:

Nós estamos juntos há um longo tempo já
A música, a música e eu
Não me importo se todas as nossas canções rimam
Agora a música, a música e eu

Eu sei, onde quer que eu vá
Nós somos tão íntimos quanto dois amigos podem ser
Têm havido outros
Mas nunca (houve) dois namorados
Como a música, a música e eu

Pegue uma canção e venha junto
Você pode cantar sua melodia
Em sua mente, você descobrirá
Um mundo de doce harmonia

Pássaros de uma (mesma) espécie
Voarão juntos
Agora com a música, a música e eu, a música e eu
A música e eu

Então, o que é que a música é para você, hein? Aliás, que tipo de música você consome? E consome para que? Vamos nessa praia hoje…

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Oi Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui que fala é Claudio de Jarinu.

Estou mandando este áudio porque eu tive uma reflexão esses dias, né? Eu tenho ouvido seus podcasts desde o primeiro, principalmente o Cafezinho.

Não era assinante durante muito tempo, né? E como você já mencionou cara, não dá uma bebida, é verdade. É muito barato pela riqueza do conteúdo, realmente eu te vejo como um formador de opinião, admiro seu caráter, sua postura, sua convicção, como pessoa, como profissional.

Contribuo hoje com o Café Brasil e quero continuar contribuindo, quero passar isso à frente pras pessoas que eu conheço também.

Eu estava refletindo sobre um assunto que é assim: você tem bastante frases de efeito, né? Bastante frases legais, que às vezes eu não consigo repetir, não tenho uma memória muito boa ao ponto de colocar no meio de algum assunto, de uma conversa, repetir com a mesma locução que você faz, com a dicção, com a forma que você coloca.

Mas eu tenho percebido que eu tenho mudado meu jeito de agir, de pensar e de me colocar frente às situações do cotidiano, na vida familiar, profissional. Apesar de eu não conseguir repetir alguns assuntos da forma que você coloca, eu consigo expressar com o meu caráter, com o conhecimento que eu adquiri ao longo dos tempos aí, dos anos acompanhando, seguindo alguns conselhos, que você passou e aprofundando mais.

Então, primeiramente eu queria agradecer imensamente por você proporcionar essa melhora cognitiva. Melhorou a minha vida e vai continuar melhorando. Eu te agradeço.

Eu estava ouvindo o seu Cafezinho, o 603, sobre a guerra e você colocou um rapaz, agora eu não me recordo o nome, que mandou o áudio, que ele morava no Brasil, Porto Alegre, ele foi morar em Israel, participou do grupo de paraquedismo e tudo mais.

Eu fiquei extremamente interessado pelo assunto, eu adoro geopolítica, só que assim, o conhecimento que ele passou nesse episódio que você disponibilizou pra gente, que é um conteúdo riquíssimo, riquíssimo. Me abriu a mente para o que acontece no Oriente, nos países que estão ao lado, de uma forma muito rica. E me pôs a entender mais ainda a razão de como as coisas acontecem na região, na Faixa de Gaza.

Então assim, eu compartilhei com as pessoas que eu conheço, tomei a liberdade de baixar, coloquei na nuvem pra poder compartilhar, porque no WhatsApp ele não compartilha 16 megas. E estou colocando pras pessoas que eu conheço você, acompanho o seu trabalho há muito anos e que eles têm que absorver mais um conteúdo como o seu e estou passando pra frente. Isso é muito esclarecedor.

Obrigado pelo conteúdo é só no seu canal, no seu podcast que a gente encontra informação de extrema qualidade. Te agradeço por isso também. Tá bom? Tenha a certeza que você está mudando, aos poucos, a vida de muita gente e isso com certeza vai se multiplicar pra ter um país e uma nação melhor.

Luciano, mais uma vez obrigado. Fica com Deus, um forte abraço.”

Grande Claúdio Roberto… obrigado por entrar no nosso barco, meu caro! É com a ajuda de vocês que a gente vai continuar. O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil, e o Claudio vai ganhar um livro, para enriquecer ainda mais seu interesse, já que ele falou que gostou tanto do episódio sobre combate ao terrorismo, né? O livro será o Judeus Não Contam, de David Baddiel. O livro certo para este momento da história. Pessoas que lutam pelo bem combatem a homofobia, a deficiência, a transfobia e, principalmente, o racismo.

A afirmação do comediante e escritor David Baddiel, porém, deixa claro que um tipo de racismo foi excluído dessa luta. Em sua combinação única de raciocínio, polêmica, experiência pessoal e humor, ele demonstra que aqueles que se consideram do lado certo da história muitas vezes ignoram a história do antissemitismo. Ele descreve porque e como, em uma época de intensa consciência das minorias, os judeus não contam como uma minoria real.

Entre em contato conosco pelo WhatsApp 11 96429 4746, Fabricio, para definir a remessa do livro, meu cara Claudio. Muito obrigado, viu?

Aliás, deixa eu aproveitar aqui uma deixa.

Várias pessoas me escrevem pedindo mais programas musicais, sugerindo temas, variações e tal. Você pensa que eu não preferiria passar o resto da minha vida escrevendo, gravando e distribuindo o Café Brasil, hein? Nada me dá mais prazer. Mas infelizmente, só escrever, gravar e distribuir os podcasts não paga as contas. É tenho que investir um baita tempo criando outros produtos, fazendo marketing digital, viajando para palestrar, fazendo reuniões, contatos… no final do dia, não sobra todo o tempo necessário pra mergulhar de cabeça no Café Brasil.

Sobraria se todos que ouvem o programa – e gostam dele – se tornassem assinantes. De qualquer plano. Se você assinar a Confraria anual, por exemplo, a assinatura sai por ridículos oito reais por mês. O que é que dá pra fazer com oito reais por mês, cara? E mesmo assim, os caras ouvem e não assinam.

Bom, é isso. Pule pro barco, ajude a gente a dedicar mais tempo àquilo que nós e você amamos.

canalcafebrasil.com.br.  Vai lá, a gente espera.

A música é uma linguagem universal que todo mundo entende emocionalmente. Ela nos faz nos sentir mais próximos de nós mesmos e dos outros, criando uma conexão de empatia e entendimento. Às vezes, consegue dizer coisas que não conseguimos expressar com palavras… é como se ela tocasse lá no fundo da alma, mostrando que o outro também sente e entende o que estamos passando.

Seja clássica, jazz, rock, pop, soul, rap, country, eletrônica, reggae, blues, rithm and blues, folk… não importa o estilo cara, a música faz parte da vida de todos nós. Até de quem não gosta.

Neste episódio vou focar mais na música popular, no rock, no pop, no soul e R&B. As décadas de 70, 80 e 90 são consideradas como os bons tempos da música, cheias de estilos diferentes e artistas famosos.

De melodias tranquilas como o pop dos Carpenters

Yesterday once more
Richard Lynn Carpenter
John Bettis

When I was young
I’d listen to the radio
Waitin’ for my favorite songs
When they played I’d sing along
It made me smile.
Those were such happy times
And not so long ago
How I wondered where they’d gone
But they’re back again
Just like a long lost friend
All the songs I loved so well.
Every Sha-la-la-la
Every Wo-o-wo-o
Still shines
Every shing-a-ling-a-ling
That they’re startin’ to sing’s
So fine.
When they get to the part
Where he’s breakin’ her heart
It can really make me cry
Just like before
It’s yesterday once more.
Lookin’ back on how it was
In years gone by
And the good times that I had
Makes today seem rather sad
So much has changed.
It was songs of love that
I would sing to then
And I’d memorize each word
Those old melodies
Still sound so good to me
As they melt the years away.
Every Sha-la-la-la
Every Wo-o-wo-o
Still shines
Every shing-a-ling-a-ling
That they’re startin’ to sing’s
So fine.
All my best memories
Come back clearly to me
Some can even make me cry.
Just like before
It’s yesterday once more.

Ontem novamente

Quando eu era jovem
Eu ouvia rádio
Esperando por minhas músicas preferidas
Quando eram tocadas, eu cantava junto
Isso me fazia sorrir

Eram dias bem felizes
E não há muito tempo
O quanto eu imaginei onde elas teriam ido
Mas elas estão de volta
Simplesmente como velhos amigos perdidos
Todas as músicas que eu tanto amava

Cada sha-la-la-la
Cada ou-ou-ou
Continuam brilhando
Cada shing-a-ling-a-ling
Que começam a cantar
Tão bem

Quando se dividem
Onde ele está quebrando o coração dela
Isso realmente me faz chorar
Como antes
Isso é ontem novamente

Olhando para trás como isso estava
Nos anos que se foram
E os bons momentos que tive
Fazem, hoje, sentir-nos um tanto tristes
Muita coisa mudou

Eram músicas de amor que
Eu cantaria então
Eu memorizei cada palavra
Aquelas velhas melodias
Continuam soando tão bem pra mim
Assim como consumiram os anos

Todas minhas melhores memórias
Voltaram claramente pra mim
Algumas até me fazem chorar
Apenas como antes
Isso é ontem novamente

O balanço do Tim

Gostava tanto de você
Edson Trindade

Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Eu quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
E eu gostava tanto de você
E eu gostava tanto de você

até os hinos épico-rock do Queen,

We will rock you
Brian May

Buddy, you’re a boy, make a big noise
Playing in the street, gonna be a big man someday
You got mud on your face, you big disgrace
Kicking your can all over the place, singin’
We will, we will rock you
We will, we will rock you
Buddy, you’re a young man, hard man
Shouting in the street, gonna take on the world someday
You got blood on your face, you big disgrace
Waving your banner all over the place
We will, we will rock you, sing it
We will, we will rock you
Buddy, you’re an old man, poor man
Pleading with your eyes, gonna make you some peace someday
You got mud on your face, big disgrace
Somebody better put you back into your place
We will, we will rock you, sing it
We will, we will rock you, everybody
We will, we will rock you, hmm
We will, we will rock you
Alright

Nós vamos sacudir você

Companheiro, você é um garoto, faça um barulhão
Tocando na rua, vai ser um grande homem algum dia.
Você tem lama no seu rosto,
Sua grande desgraça.
Chutando sua lata por todo lugar,

Cantando
Nós vamos sacudir você!
Nós vamos sacudir você!

Companheiro, você é cara jovem, cara difícil
Gritando na rua, vai enfrentar o mundo algum dia.
Você tem sangue no seu rosto,
Sua grande desgraça.
Agitando sua bandeira por todo lugar,

Nós vamos sacudir você!
Cante!
Nós vamos sacudir você!

Companheiro, você é um homem velho, homem pobre
Suplicando com seus olhos vai causar
Alguma paz algum dia.
Você tem lama no seu rosto,
Grande desgraça.
É melhor alguém te colocar de volta no seu lugar.

Nós vamos sacudir você!
Cante!
Nós vamos sacudir você!
Tudo bem!

As décadas de 70 a 90 tinham uma cena musical bem variada.

Cantores-compositores como James Taylor,  Billy Joel, Neil Diamond, Elton John… dividiam o palco com lendas do rock como Queen, Led Zeppelin e Fleetwood Mac, sem esquecer dos ritmos disco dos Bee Gees, Chic e Earth Wind and Fire dominando as paradas…

Eu sou das antigas… comecei a curtir música pra valer na segunda metade dos anos 70, uma fase riquíssima. A música estava passando por uma diversificação de estilos, com influências do rock, disco, punk, e outros gêneros.

Você tá sentado, hein? Olha só: Fletwood Mac com Rumours, Eagles com Hotel Califórnia, os Bee Gees com Saturday Night Fever, Pink Floyd com The Wall, Stevie Wonder com Songs in The Key of Life, David Bowie com Ziggy Stardust, Michael Jackson com Off The Wall… No Brasil, Milton Nascimento com Cais, Elis com Falso Brilhante, Belchior com Alucinação, Rita Lee e Tutti Frutti com Fruto Proibido, Chico Buarque com Meus Caros Amigos, Gil com Refazenda e Refavela, Tim na fase Racional, Caetano com Qualquer Coisa, Jóia e Cinema Transcendental, Bethânia com Álibi… Meu cara, é de tirar o fôlego!

E o rock? Cara, se você gosta de música e tem mais de 50 anos, seguraí agora que eu vou te quebrar. Vou te mostrar o áudio de um vídeo de 2018 que é uma delícia! O músico chama-se Deivyd Alves, é de uma banda chamada Santo de Fora, que é de Minas Gerais, acho que da região de Divinópolis. Ele faz 30 riffs de canções que marcaram a vida da gente nos anos 70,80 e 90… Eu aconselho você a parar o que está fazendo e tentar identificar cada uma:

E aí? Como é que você está se sentindo agora, hein? Você está igual ou está um pouco diferente? Se você curte música cara, não tem como estar igual. A música é daquelas coisas que batem lá no fundo. Quando a gente ouve aquela canção que curte, parece que rola uma mágica, mexe com a nossa cabeça e com o nosso corpo.

Você é assim? Eu sou…

Start me up
Mick Jagger
Keith Richards

Start Me Up
If you start me up
If you start me up I’ll never stop
If you start me up
If you start me up I’ll never stop
I’ve been running hot
You got me wrecking, gonna blow my top
If you start me up
If you start me up I’ll never stop
(Never stop, never stop, never stop)

You make a grown man cry
You make a grown man cry
You make a grown man cry
Spread out the oil, the gasoline
I walk smooth, ride in a mean, mean machine
Start it up

If you start it up
Kick on the starter, give it all you got (you got, you got)
I can’t compete with the riders in the other heats
If you rough it up
If you like it, you can slide it up
(Slide it up, slide it up, slide it up)

Don’t make a grown man cry
Don’t make a grown man cry
Don’t make a grown man cry
My eyes dilate, my lips go green
My hands are greasy
She’s a mean, mean machine
Start it up

Start me up
Aah, give it all you got
You got to never, never, never stop
Slide it up, whoo
Oh, baby, just slide it up
(Never, never, never)

You make a grown man cry
You make a grown man cry
You make a grown man cry
Ride like the wind at double speed
I’ll take you places that you’ve never, never seen

Start it up
Let me tell you we will never stop, never stop
Never, never, never stop
Start me up
Never stop, never stop, never

You, you, you make a grown man cry
You, you make a dead man come
You, you, you make a dead man come

Me ligar

Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei
Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei
Eu estou ficando quente
Você está acabando comigo, vou perder o controle
Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei
(Nunca pararei, nunca pararei, nunca pararei)

Você faz um homem crescido chorar
Você faz um homem crescido chorar
Você faz um homem crescido chorar
Espalhe o óleo e a gasolina
Eu ando suavemente, piloto uma máquina malvada
Ligue-a

Se você me ligar
Dê a partida, dê tudo de si (tudo de si, tudo de si)
Eu não posso competir com os pilotos nas outras máquinas
Se você dificultar
Se você gostar, você pode passar
(Pode passar, pode passar, pode passar)

Não faça um homem crescido chorar
Não faça um homem crescido chorar
Não faça um homem crescido chorar
Meus olhos dilatam, meu lábios ficam verdes
Minhas mãos estão suando
Ela é uma máquina malvada, malvada
Ligue-a

Me ligue
Aah, dê tudo de si
Você precisa nunca, nunca, nunca parar
Pode passar, whoo
Ah, meu bem, só passe
(Nunca, nunca, nunca)

Você faz um homem crescido chorar
Você faz um homem crescido chorar
Você faz um homem crescido chorar
Passo como o vento na velocidade máxima
Eu te levarei a lugares que você nunca, nunca viu

Ligue-a
Deixe eu te dizer que nós nunca pararemos, nunca pararemos
Nunca, nunca, nunca pararemos
Me ligue
Nunca pare, nunca pare, nunca

Você, você, você faz um homem crescido chorar
Você, você faz um homem morto gozar
Você, você, você faz um homem morto gozar

Sabe quando entra a gitarra de Start me Up e te dá aquele arrepio gostoso, cara? É a dopamina, um neurotransmissor, substância química produzida pelo cérebro. A dopamina desempenha um papel crucial na transmissão de sinais entre as células nervosas, chamadas neurônios. Ela faz parte do sistema de recompensa do cérebro e está associada a diversas funções, incluindo a regulação do humor, motivação, prazer e movimento. A música é um gatilho poderoso para disparar uma carga de dopamina que traz essa sensação gostosa.

Olha: não é só questão de gosto não, cara: é de química…

A música também consegue nos levar de volta no tempo. Se você ouve uma música que tem um significado especial, é como se voltasse naquela época. É tipo abrir um baú de lembranças. E dificilmente serão lembranças ruins…

Mas tem mais: os caras que criam as músicas, os compositores e músicos, usam uns truques para mexer com a gente. Eles escolhem acordes, ritmos, e outras coisas que fazem a gente sentir emoções específicas. É como se a música tivesse um poder mágico de transmitir sentimentos só com os sons.

E aí tem o ritmo que parece que combina com o nosso corpo… faz a gente se sentir em sintonia, como se o coração e a música tivessem combinando o batimento.

September
Allee Willis
Maurice White
Al Mckay

Do you remember the 21st night of September?
Love was changing the minds of pretenders
While chasing the clouds away
Our hearts were ringing
In the key that our souls were singing.
As we danced in the night,
Remember how the stars stole the night away
Ba de ya – say do you remember
Ba de ya – dancing in September
Ba de ya – never was a cloudy day
My thoughts are with you
Holding hands with your heart to see you
Only blue talk and love,
Remember how we knew love was here to stay
Now December found the love that we shared in September.
Only blue talk and love,
Remember the true love we share today
Ba de ya – say do you remember
Ba de ya – dancing in September
Ba de ya – golden dreams were shiny days

Setembro

Você se lembra da noite de 21 de setembro?
O amor estava mudando a cabeça dos fingidos
Enquanto perseguiam as nuvens
Nossos corações estavam soando
Na mesma nota que nossas almas estavam cantando
Enquanto nós dançamos na noite,
Se lembre como as estrelas roubaram a noite
Ba de ya – diga que se lembra
Ba de ya – dançando em setembro
Ba de ya – nunca houve um dia nublado
Meus pensamentos estão com você
De mãos dadas com seu coração para te ver,
Somente conversa triste e amor,
se lembre como nós soubemos que o amor estava aqui para ficar
Agora dezembro achou o amor de que compartilhamos em setembro.
Somente a conversa triste e amor,
Se lembre do amor verdadeiro que nós compartilhamos hoje
Ba de ya – diga que se lembra
Ba de ya – dançando em setembro
Ba de ya – nunca houve um dia nublado
Ba de ya – sonhos dourados eram dias iluminados

Rararararrara… como não bater o pezinho?

Música é isso, cara. Mexe com a gente. Dá uma sensação de harmonia ou de paz interior. É por isso que, dependendo do tipo de música, ela pode deixar a gente mais relaxado ou até mais agitado, que nem esta aqui do fundo. Tem aquelas que soltam hormônios do estresse e outras que ativam o modo zen. É tipo uma farmácia natural de emoções.

Esse é o Earth Wind and Fire com September. Dá pra resistir?

Pois é. Vou mudar agora o seu mood. Manda ver, Lalá:

I hear you now
Vangelis

After the first embrace from you my senses knew
The look of love was in your eyes
and after we first make love our senses tingle to
Thetouch oh how we hypnotize
Oh, to get the feeling on and on
Oh, just to get the feeling
Holding you closer in my arms we drift to heaven
Bringing in the morning light
And after all is said and done there’s only us
We can make it right
So, our love will carry on and on
Now our love will be free, be free.
And when we play, love don’t delay, I hear you now
For what was then, is what is now, anyhow
As I became a guest of love’s tune hear again
We’ll carry on together like today.
After the first embrace from you I want you too
After the first embrace from you I want you too

Eu te ouço agora

Após o seu primeiro abraço meus sentidos sabiam
Que o olhar do amor estava em seus olhos
E após fazermos amor nossos sentidos formigaram
ao toque, oh como estávamos hipnotizados

Oh, para deixar a sensação se repetir
Oh, Só para ter a sensação

Segurando você próxima a meus braços flutuamos para o céu
Trazendo na luz da manhã
E depois de tudo ser dito e feito, só nós existimos
Podemos fazer certo
Então, nosso amor vai nos carregar e carregar
Agora nosso amor estará livre, estará livre

E quando brincamos, o amor não se atrasa, eu te ouço agora
E o que era então, é o que é, de qualquer maneira
Quando fui convidado a ouvir a melodia do amor novamente
Continuaremos juntos como hoje

Após o seu primeiro abraço eu também te quero
Após o seu primeiro abraço eu também te quero

Rarararrarara… Jon & Vangelis com I hear you now… cara, você também viajou com essa?

A música também é tipo um gatilho para a imaginação. Ela nos leva para lugares que a gente cria em nossa cabeça, que nem você criou agora quando ouviu o Vangelis, cara. Ativa a imaginação. E ainda tem aquele lance de identificação. Quando a letra da música parece que foi escrita pra você, ou quando você se vê naquela situação, aí a música ganha um significado especial. É como se ela contasse a sua história.

Apenas um rapaz latino americano
Belchior

Eu sou apenas um rapaz latino-americano
Sem dinheiro no banco sem parentes importantes
E vindo do interior
Mas trago de cabeça uma canção do rádio
Em que um antigo compositor baiano me dizia
Tudo é divino tudo é maravilhoso
Mas trago de cabeça uma canção do rádio
Em que um antigo compositor baiano me dizia
Tudo é divino tudo é maravilhoso
Tenho ouvido muitos discos conversado com pessoas
Caminhado meu caminho
Papo, som, dentro da noite
E não tenho um amigo sequer
Que ainda acredite nisso não
Tudo muda
E com toda razão
Aliás, eu queria dizer
Que tudo é permitido até beijar você no escuro do cinema
Quando ninguém nos vê
Não me peça que eu lhe faça uma canção como se deve
Correta, branca, suave, muito limpa, muito leve
Sons, palavras, são navalhas
E eu não posso cantar como convém
Sem querer ferir ninguém
Mas não se preocupe meu amigo
Com os horrores que eu lhe digo
Isso é somente uma canção
A vida realmente é diferente
Quer dizer
Ao vivo é muito pior
E eu sou apenas um rapaz latino-americano
Sem dinheiro no banco
Por favor não saque a arma no “saloon”
Eu sou apenas o cantor
Mas se depois de cantar
Você ainda quiser me atirar
Mate-me logo à tarde, às três
Que à noite tenho um compromisso e não posso faltar
Por causa de vocês
Mas se depois de cantar
Você ainda quiser me atirar
Mate-me logo à tarde, às três
Que à noite tenho um compromisso e não posso faltar
Por causa de vocês
Eu sou apenas um rapaz latino-americano
Sem dinheiro no banco sem parentes importantes
E vindo do interior
Mas sei que nada é divino
Nada, nada é maravilhoso
Nada, nada é secreto
Nada, nada é misterioso, não
Na na na na na na na na

Pois é… minha história tá aí…

E a gente não pode esquecer que a música está sempre ligada à cultura e às nossas relações sociais. Aquelas músicas que fazem parte de nossos momentos especiais, que estão no nosso dia a dia, têm um poder de mexer com as emoções por causa dos momentos compartilhados.

Resumindo, a música é um universo à parte, que mexe com a nossa mente, corpo, emoções e até nos faz viajar sem sair do lugar. Uma manifestação incrível do ser humano que toca a vida da gente de um jeito único.

Você entendeu? Se você sai igual de uma experiência musical, é porque você é um ogro.

Então chegamos no século XXI…

Aí rola um sentimento de que a música não tem mais aquela qualidade e diversidade dos anos 70, 80 e 90.  Uma possível explicação é que a música de hoje é limitada, sempre os mesmos artistas dominando e um som que se repete demais, seguindo fórmulas. A pergunta que fica é: será que as mudanças na indústria da música têm a ver com isso, hein? Será que agora é mais foco em batidas, na dança e no vídeo e menos em melodias e acordes, o que acaba resultando em músicas menos interessantes?

No Café Brasil 730 – Um massacre cultural revisitado, eu tratei disso em detalhes. Vai ouvir lá.

Às vezes penso… será que curto tanto os sons antigos porque a música de hoje está uma porcaria, aliás, tá uma merda, ou será que é porque o mundo hoje está diferente agora e a gente quer dar uma escapada pro passado?

Há quem aposte que a inovação na cultura deu uma estagnada. Nas artes, incluindo a música, tem gente que acha que já foi tudo inventado, e agora só dá pra ficar mexendo naquilo que já existe. Isso vai além da música e abrange várias formas de arte, onde o foco em fazer sucesso muitas vezes ofusca a expressão artística.

Ontem, assistindo a um dos canais que falam de filmes de terror, ouvi uma discussão interessante. O apresentador dizia que é normal a gente dizer que filme bom de terror são aqueles do passado, mas aí ele lista uma série de filmes bons de terror de 2020 pra cá. Não faltam coisas boas. O problema é que elas se perdem no mar de porcariada…

Diferenciar entre música comercial e expressão artística é chave pra entender a cena musical de hoje. Música comercial, que muitas vezes some rápido do mapa, serve mais como diversão momentânea. Melodias grudentas ficam na moda por um tempo, mas logo aparece o próximo hit para substituir. O termo legal pra usar, que fica parecendo que sou até um progressista é : impermanência.

A impermanência é um conceito filosófico e espiritual que descreve a natureza transitória e efêmera de todas as coisas na vida. Refere-se à ideia de que tudo no universo está sujeito a mudanças constantes, seja em termos de forma, condição ou existência. Isso acontece em todas formas de entretenimento, onde a originalidade fica meio de lado, perdendo para a repetição das fórmulas. E isso pode ser destrutivo.

Se você ouviu o Café Brasil 900 dos Bee Gees vai lembrar que eu contei que eles entraram em desgraça por causa da Disco Music, que foi tomada por gente ruim repetindo fórmulas, ocupou todos os espaços e criou uma antipatia em todo mundo que curtia rock, pop, RnB… Ninguém aguenta esses pastiches.

E agora eu vou aproveitar a deixa: na minha Mentoria MLA – Master Life Administration, um programa de treinamento contínuo em que a gente reune pessoas interessadas em conversar sobre temas voltados ao crescimento pessoal e profissional. Nela eu dou um imenso foco à questão da diversidade de pensamentos e de manifestações humanas. Porque acredito que é na comparação entre as obras que aprendemos o que é bom e o que é ruim.

O MLA é um Mastermind para profissionais, com encontros mensais presenciais e online, promovendo uma sensação de comunidade e uma troca valiosa de experiência. Há vagas disponíveis, se você se interessa em estar comigo, acesse mundocafebrasil.com e clique no link para saber mais.

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Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós. Qual é o produto que eu escolho, hein? E como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que que eu faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê, hein? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança.

Amortecedores, componentes de suspensão e direção, certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe por quê?

Oras: porque é Nakata!

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Tudo azul, tudo Nakata. 

Mesmo que os anos 70 e 80 sejam venerados pelas suas contribuições únicas para música, é importante reconhecer que a inovação está viva hoje, aqui, no presente. Mas não vai aparecer para você do nada, de graça, cara. No mundo atual, que eu já chamo da Sociedade da Narrativa, cada um de nós tem um papel de protagonismo, Se não for produzindo cultura que presta, é ajudando a disseminar. Você tem de ir atrás, procurar o som que presta, pagar por ele, compartilhar com mais gente, contar que existe.

Nessa paisagem musical em constante transformação, a busca por música excepcional continua, com o passado servindo como uma base pra criatividade que continua a moldar nossas experiências auditivas.

E então, hein? O que é que a música significa para você? Para mim a música é como aquele melhor amigo que fica ao meu lado em todos os momentos, nos bons e ruins, me apoiando não importa o que aconteça.

Quando ninguém me entende, a música me compreende.

Quando estou perdido, ela me encontra.

A música significa o mundo para mim.

Ela me conforta quando estou triste, me acalma e relaxa quando estou ansioso, me faz sentir feliz quando estou alegre, me traz cores quando as coisas estão em preto e branco.

Há músicas que me impactaram de um jeito inexplicável. E que estarão comigo pela vida toda.

Aliás, eu não consigo compreender a vida sem música.

A música e eu.

Music and me.

Music and me
Don Fenceton
Jerry Marcellino
Mel Larson
Michael R. Cannon

We’ve been together for such a long time now
Music, music and me
Don’t care wether all our songs rhyme
Now music, music and me
Only know wherever I go
We’re as close as two friends can be
There have been others
But never two lovers
Like music, music and me
Grab a song and come along
You can sing your melody
In your mind you will find
A world of sweet harmony
Birds of a feather will fly together
Now music, music and me
Music and me

Taí… O garoto Michael Jackson arrancando arrepios do fundo do meu coração.

Olha cara, é isso que nós tentamos fazer no Café Brasil: preparar as pessoas para que apreciem o belo, para que valorizem a expressão humana produzida com honestidade, talento e amor. É isso que o ecossistema do Café Brasil oferece a você. Já sabe, né? mundocafebrasil.com.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa aqui, tem muito, mas tem muito mais, cara. E se você gosta do podcast, imagine uma palestra ao vivo. E eu já tenho mais de mil e cem no currículom cara. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para terminar, uma frase de ninguém menos que o filósofo Friederich Nietzche:

Sem a música a vida seria um erro.