s
Podcast Café Brasil com Luciano Pires
Encontro Roberto Motta e Luciano Pires
Encontro Roberto Motta e Luciano Pires
Roberto Motta e Luciano Pires numa manhã de conversas ...

Ver mais

Corrente pra trás
Corrente pra trás
O que vai a seguir é um capítulo de meu livro ...

Ver mais

O que é um “bom” número de downloads para podcasts?
O que é um “bom” número de downloads para podcasts?
A Omny Studio, plataforma global na qual publico meus ...

Ver mais

O campeão
O campeão
Morreu Zagallo. Morreu o futebol brasileiro que aprendi ...

Ver mais

Café Brasil 931 – Essa tal felicidade
Café Brasil 931 – Essa tal felicidade
A Declaração de Independência dos Estados Unidos foi um ...

Ver mais

Café Brasil 930 – A Escolha de Sofia
Café Brasil 930 – A Escolha de Sofia
Tomar decisões é uma parte essencial do dia a dia, ...

Ver mais

Café Brasil 929 – Desobediência Civil
Café Brasil 929 – Desobediência Civil
O livro "Desobediência Civil" de Henry David Thoreau é ...

Ver mais

Café Brasil 928 – Preguiça Intelectual
Café Brasil 928 – Preguiça Intelectual
Láááááááá em 2004 eu lancei meu livro Brasileiros ...

Ver mais

LíderCast 325 – Arthur Igreja
LíderCast 325 – Arthur Igreja
O convidado de hoje é Arthur Igreja, autor do ...

Ver mais

LíderCast 324 – Cristiano Corrêa
LíderCast 324 – Cristiano Corrêa
Hoje trazemos Cristiano Corrêa, um especialista no ...

Ver mais

LíderCast 323 – Sérgio Molina
LíderCast 323 – Sérgio Molina
O convidado de hoje é Sérgio Molina, – atual CEO do ...

Ver mais

LíderCast 322 – Rodrigo Rezende
LíderCast 322 – Rodrigo Rezende
Rodrigo Rezende, carioca, empreendedor raiz, um dos ...

Ver mais

Segunda Live do Café Com Leite, com Alessandro Loiola
Segunda Live do Café Com Leite, com Alessandro Loiola
Segunda live do Café Com Leite, com Alessandro Loiola, ...

Ver mais

Live Café Com Leite com Roberto Motta
Live Café Com Leite com Roberto Motta
Live inaugural da série Café Com Leite Na Escola, ...

Ver mais

Café² – Live com Christian Gurtner
Café² – Live com Christian Gurtner
O Café², live eventual que faço com o Christian ...

Ver mais

Café na Panela – Luciana Pires
Café na Panela – Luciana Pires
Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

Ver mais

Protagonismo das economias asiáticas
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Protagonismo das economias asiáticas   “Os eleitores da Índia − muitos deles pobres, com baixa escolaridade e vulneráveis, sendo que um em cada quatro é analfabeto − votaram a favor de ...

Ver mais

Criatividade, destruição criativa e inteligência artificial
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Criatividade, destruição criativa e inteligência artificial   “O capitalismo é, essencialmente, um processo de mudança econômica (endógena). O capitalismo só pode sobreviver na ...

Ver mais

Inteligência de mercado (Business intelligence)
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
A importância da inteligência de mercado[1] Considerações iniciais Este artigo tem por objetivo ressaltar a importância da inteligência de mercado no competitivo mundo contemporâneo, por se ...

Ver mais

Americanah
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Americanah   “O identitarismo tem duas dimensões, uma dimensão intelectual e uma dimensão política, que estão profundamente articuladas, integradas. A dimensão intelectual é resultado ...

Ver mais

Cafezinho 629 – O luto político
Cafezinho 629 – O luto político
E aí? Sofrendo de luto político? Luto político é quando ...

Ver mais

Cafezinho 628 – Crimes de Honra
Cafezinho 628 – Crimes de Honra
A Corte Constitucional da França recentemente declarou ...

Ver mais

Cafezinho 627 – O Pum da Vaca
Cafezinho 627 – O Pum da Vaca
O físico Richard Feynman tem uma frase ótima: "A ...

Ver mais

Cafezinho 626 – A Globo já era?
Cafezinho 626 – A Globo já era?
A internet mudou tudo. Ela acabou com os ...

Ver mais

Café Brasil 929 – Desobediência Civil

Café Brasil 929 – Desobediência Civil

Luciano Pires -

Você que pertence ao agronegócio ou está interessado nele, precisa conhecer a Terra Desenvolvimento.

A Terra oferece métodos exclusivos para gestão agropecuária, impulsionando resultados e lucros. Com tecnologia inovadora, a equipe da Terra proporciona acesso em tempo real aos números de sua fazenda, permitindo estratégias eficientes. E não pense que a Terra só dá conselhos e vai embora, não. Ela vai até a fazenda e faz acontecer! A Terra executa junto com você!

E se você não é do ramo e está interessado em investir no Agro, a Terra ajuda a apontar qual a atividade melhor se encaixa no que você quer.

Descubra uma nova era na gestão agropecuária com a Terra Desenvolvimento. Transforme sua fazenda num empreendimento eficiente, lucrativo e sustentável.

terradesenvolvimento.com.br.

Há 25 anos colocando a inteligência a serviço do agro.  

O livro “Desobediência Civil” de Henry David Thoreau é um manifesto atemporal que desafia a autoridade do governo e a legitimidade das leis quando estas se opõem à moralidade individual. Escrito em 1849 após a prisão de Thoreau por se recusar a pagar impostos em protesto contra a escravidão e a Guerra Mexicano-Americana, este ensaio não é apenas um relato pessoal de resistência, mas também uma reflexão profunda sobre os princípios da justiça, do dever cívico e da responsabilidade individual.

O episódio de hoje traz esse Podsumário, Desobediência Civil, que é um chamado para que cada pessoa reflita sobre seu papel na sociedade e sobre como suas ações ou inações contribuem para perpetuar sistemas de injustiça.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Grande Luciano! Aqui quem fala é Guilherme Zavastsky da cidade de Guaíba, Rio Grande do Sul, bem em frente a Porto Alegre, a cidade que leva o nome do famoso lago Guaíba. Estamos aqui no olho do furacão, Luciano.

No momento que eu estou gravando esse áudio pra ti, nós estamos há 23 dias embaixo d’água. Eu estou vendo a enchente que o Brasil todo pode ver, aqui pela minha janela agora e a gente vai passar aí, provavelmente, mais de um mês inteiro cheio de água aqui.

E eu quero te falar umas coisas, Luciano, mas antes, quem sou: além de ser professor de inglês aqui há mais de 13 anos, eu sou comunicador também, sócio da @tvgo.rs que é a TV do Guaíba online, maior portal de notícias, veículo de comunicação aqui das cidades aqui da região, tirando à capital, claro que é maior, e hoje, no dia que eu estou te enviando essa mensagem, nós estamos completando seis anos de vida. Eu completei 33 anos de vida semana passada, no meio dessa água toda.

Eu tenho muita afinidade com o teu trabalho, Luciano, porque eu comecei a TVGO, esse negócio de mídia,  WebTV, site, produção de conteúdo, sozinho lá em 2018 e nós também temos um podcast aqui, o Me diz uma coisa, te convido a acompanhar, e eu te ouço e fico pensando nisso. Porque eu também sei que é difícil fazer esse tipo de negócio ser concreto, dar certo, no nosso país que prefere, em sua maioria, consumir conteúdos idiotas, rasos, ao invés de uma informação bem apurada, trabalhada, isenta, imparcial, que é o que a gente faz aqui desde o início também.

Eu imaginei que tu gostaria aí de receber um áudio, até mesmo não precisaria de um áudio de um gaúcho nesse momento. Acredito que tu deves ter recebido áudios de outros amigos gaúchos também, mas eu precisava te falar uma coisa. Eu comecei a ouvir o Café Brasil há cerca de dez anos. Vários episódios já me marcaram, já indiquei pra várias pessoas, especialmente alunos, naquela tua ideia de despocotizar o Brasil, mas, sem dúvida, os episódios que mais me marcaram foram os musicais, com certeza.

Acho que o Bohemian Rhapsody é uma unanimidade entre os ouvintes, mas pra mim o top um é o 514, lá de 2016, eu acho, que é o Rocket Man. Quando tu completaste 60 anos de vida, Luciano, tô lembrando. E nele tu fazes uma reflexão sobre a vida, e vem com aqueles cubanos do Buena Vista Social Club. Cara, aquilo é uma porrada sensacional. E depois tu entra com o Rocket Man, do Elton John, que é uma das minhas melodias favoritas e aí no último dia de 2020, tu me larga o 750 que é o especial, mas só de Rocket Man, e cara, eu ouço aquilo no último dia do ano, antes de ir pra casa dos meus pais, lá pra comemorar o ano novo e aí eu entro rasgando em 2021, motivado por aquela velocidade do homem foguete.

E num dos últimos episódios eu vi que um ouvinte sugeriu pra tu fazeres um musical sobre o segundo hino do Rio Grande do Sul que é a Querência Amada do Teixeirinha.

E duas coisas, Luciano. Primeira eu posso te afirmar que qualquer gaúcho aqui sabe a letra do hino riograndense de cor sabe? De trás pra frente e a gente canta com vigor, a gente nunca soube explicar o porquê disso, a gente só sente um arrepio em cantar o hino.

E a segunda é que, de fato, quem é daqui, não tem como não se emocionar ouvindo Querência Amada, mas eu te peço que tu adiciones aí o terceiro e o quarto hino do Rio Grande do Sul, que são aí o Céu, sol, sul terra e cor do Leonardo, não o sertanejo, mas o cantor gaúcho e o Canto alegretense, essa já tem uma batida aí mais pra cima, já é mais animada, talvez seja mais conhecida até pelo Brasil.

Então, concluindo a minha mensagem, Luciano, a água chegou aqui a 20 metros da minha casa, ela não atingiu porque eu moro numa parte mais alta aqui da rua, mas eu tô vendo ela agora aqui e estou vendo a situação dos meus vizinhos.

Estou aqui fazendo a minha parte desde o início, e eu não tinha caído na real ainda, sobre a proporção que essa tragédia tomou, nacional e internacionalmente e aí quando eu vejo o Brasil inteiro mandando doações, de alguma forma tentando ajudar, isso renova as esperanças, sabe?

Mesmo eu já tendo dito no passado que talvez a gente deveria assumir esse jeitinho brasileiro e conviver com ele. Veja: o britânico é pontual, o japonês é organizado e o brasileiro é o que?  O cara o jeitinho. Só que nessas horas como agora, eu vejo que ainda dá pra acreditar, que ainda dá pra arrumar a casa.

Então, todo mundo vai sair mais forte ou diferente dessa, com todo respeito às outras tragédias grandes que infelizmente aconteceram no Brasil, mas eu entendo Luciano que essa é o maior desastre da história do nosso país, porque são milhões de pessoas afetadas.

E esse sentimento aí de fortalecer o negócio do outro vem forte agora pra que aqueles que não tinham ainda aberto a visão pra isso, porque a gente fica no piloto automático sem querer, por muito tempo, então assim eu vou sair dessa assinando tudo que tiver que assinar do Café Brasil, porque eu ficava te ouvindo pedir, vai lá, assina, dá uns pilas aí por mês e eu pensava: não adianta, porque eu não tenho tempo de consumir tudo que o Luciano vai me enviar. Simples assim, né?

Só que agora eu estou pensando diferente. Eu vou assinar pra ajudar, em retribuição ao que ele vai fazer pra gente aqui também, nessa ideia de um fortalecer o outro.

Então te peço assim, Luciano, faça esse episódio musical sobre o Rio Grande do Sul e nos dê essa injeção de motivação da forma que eu tive lá também com o Rocket Man e eu acho que gente está precisando disso e aí, puxando pro eterno bairrismo gaúcho, que às vezes chega a beirar a megalomania, eu tenho certeza que esse episódio vai ter tudo pra ser um dos maiores da história do Café Brasil.

Muito obrigado, Luciano, obrigado tua equipe e anota aí: um dia eu ainda vou aí no teu estúdio em São Paulo pra realizar um sonho que é ser entrevistado por ti no LíderCast. Fechou?

Grande abraço aí pra vocês e fiquem bem.”

Caro Guilherme, direto de Guaíba cara, no meio do furacão! Olha, minha solidariedade total a vocês. Eu me lembro muito bem daquele episódio de 2016, o dos meus 60 anos… Nele eu disse assim: “Eu não sei, o futuro é incerto. Mas aos 60 anos, eu estou fazendo como disse Samuel Johnson um dia: trabalhando para não me retirar do mundo antes que ele, o mundo, fique sentido por eu retirar-me dele.” É isso. E o teu conceito de assinatura está perfeito, meu caro. Não se trata de consumir ou não, mas de manter o projeto vivo. Tua sugestão de programa tá anotada. Vamos pra luta, meu caro, sabe por que né?

Não tá morto quem peleia.

O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil e o Guilherme vai 0  meu 11º. Livro, que acaba de ser lançado, o Mínimo Sobre o Medo. Uma boa leitura pra esses momentos aqui, viu? Está à venda na livrariacafebrasil, onde colocamos mais de 15 mil títulos muito especiais. livrariacafebrasil.com.br.

Agora é hora de fazer aquele chamado para que os ouvintes que gostam do Café Brasil tornem-se assinantes. Vocês viram o que o Guilherme falou, não se trata de ah! Não consigo consumir o conteúdo todo… cara, não é pra consumir o conteúdo todo, é pra proporcionar que esse conteúdo todo esteja disponível. O assinante tem acesso a um lugar onde está todo conteúdo guardado. E eu não costumo fazer coisas temporais. O material que eu promovo, que eu construo, ele é atemporal. Você vai poder consumir quando quiser.

Então, vamos lá. O que é que você tem que fazer? Você tem que assinar o Café Brasil, cara, não se acanhe.

Dá uma paradinha aí e acesse canalcafebrasil.com.br, escolha o melhor plano e torne-se um assinante.

Se quiser o plano pra receber o podsumário, tem mais de 50 podsumários lá. Tem que ser o plano Premium ou Academia. Tá bom?

Vai lá, canalcafebrasil.com. br. A gente espera

O podsumário é um sumário de livro que traz ideias básicas do autor, comentadas por mim. Assinantes dos planos Premium e Academia do Café Brasil Premium recebem um Podsumário periodicamente, e de quando em quando abrimos para não assinantes, como este episódio aqui do Café Brasil.

Se você se tornar um assinante, terá acesso imediato a mais de 50 podsumários, a maioria feita a partir de livros que nunca foram publicados em português.

Pra que que serve isso, cara? Primeiro pra você ter contato com um conteúdo que talvez não tenha chegado no Brasil ainda. Segundo, porque você vai ter uma visão do que tem dentro do livro também com comentários que trazem pra realidade brasileira. Você vai gastar menos, você vai poder entender. Se fizer sentido o livro e você gostar demais, só então você compra. Mas a gente entrega pra você o primeiro contato com as ideias do autor.

Hoje é a vez do livro “Desobediência Civil” de Henry David Thoreau, um clássico que trata de cidadania e liberdade.

Ah! E tem uma dica: além da versão em áudio, que os assinantes podem ouvir, ele também recebem uma versão em PDF que podem ler onde, quando e como quiserem, formatada para ler no celular. Arquivos pra ler ou ouvir. Não tem desculpa pra não consumir.

Vamos nessa então?

Podsumário “Desobediência Civil” de Henry David Thoreau.

Like A Rolling Stone
Bob Dylan

Once upon a time you dressed so fine
Threw the bums a dime in your prime,
didn’t you?
People call say:
‘beware doll, you’re bound to fall’
You thought they were all
kidding you
You used to laugh about
Everybody that was hanging out
Now you don’t talk so loud
Now you don’t seem so proud
About having to be scrounging your next meal
How does it feel,
how does it feel?
To be without a home,
Like a complete unknown,
like a rolling stone
Ahh you’ve gone to the finest schools,
alright Miss Lonely
But you know you only used to
get juiced in it
Nobody’s ever taught you how to
live out on the street
And now you’re gonna have to get used to it
You say you never compromise
With the mystery tramp,
but now you realize
He’s not selling any alibis
As you stare into the vacuum of his eyes
And say ‘do you want to make a deal?’
How does it feel,
how does it feel?
To be on your own,
with no direction home
A complete unknown,
like a rolling stone
Ah you never turned around to see
the frowns on the jugglers and the clowns
when they all did tricks for you
You never understood that it ain’t no good
You shouldn’t let other people
get your kicks for you
You used to ride on a chrome horse
with your diplomat
Who carried on his shoulder a Siamese cat
Ain’t it hard when you discovered that
He really wasn’t where it’s at
After he took from you
everything he could steal
How does it feel,
how does it feel?
To have on your own,
with no direction home
Like a complete unknown,
like a rolling stone
Ahh princess on a steeple
and all the pretty people
They’re all drinking,
thinking that they’ve got it made
Exchanging all precious gifts
But you better take your diamond ring,
you better pawn it babe
You used to be so amused
At Napoleon in rags
and the language that he used
Go to him, he calls you,
you can’t refuse
When you ain’t got nothing,
you got nothing to lose
You’re invisible now,
you’ve got no secrets to conceal
How does it feel,
How does it feel?
To be on your own,
with no direction home
Like a complete unknown,
like a rolling stone

Como um andarilho

Houve uma época que você se vestia tão bem
Você atirava centavos pros mendigos no seu auge,
não é?
Pessoas chamavam e diziam:
‘Tome cuidado boneca, você está propensa a cair’
Você pensava que todos estavam
brincando com você
Você costumava rir disso
Todos com quem você saia
Agora você não fala tão alto
Agora você não parece tão orgulhosa
Em ter de pechinchar sua próxima refeição
Qual é a sensação,
qual é a sensação?
De ficar sem um lar,
Como um total desconhecido,
como um andarilho
Ah você frequentou os melhores colégios,
tudo bem Senhorita Solitária
Mas você sabe que só aproveitava disso para
se embebedar
Ninguém jamais te ensinou como
viver lá fora na rua
E agora você vai ter de se acostumar com isso
Você diz que nunca se compromete
Com o ‘misterioso mendigo’,
mas agora você percebe
Ele não está vendendo nenhum álibi
Enquanto você olha dentro do vazio de seus olhos
E diz ‘você quer fazer um acordo?’
Qual é a sensação,
qual é a sensação?
De estar por conta própria,
sem um rumo pra casa
Um total desconhecido,
como um andarilho
Ah você nunca se virou para ver
o olhar com desdém dos malabaristas e palhaços
quando eles faziam truques para você
Você nunca entendeu que isso não é bom
Você não deve deixar que outras pessoas
levem seus pontapés por você
Você costumava andar no cavalo cromado
com seu diplomata
Que carregava em seus ombros um gato siamês
Não é duro quando você descobriu que
Ele realmente não estava onde estava
Depois dele ter tirado de você
tudo o que ele poderia roubar
Qual é a sensação,
qual é a sensação?
De estar por conta própria,
sem um rumo pra casa
Como um total desconhecido,
como um andarilho
Ahh princesa na torre
e todas as lindas pessoas
Estão todos bebendo,
pensando que já têm a vida ganha
Trocando todos os presentes valiosos
Mas é melhor você pegar seu anel de diamante,
é melhor você penhorá-lo, querida
Você costumava ser tão entretida
Pelo Napoleão vestido em trapos
e pela linguagem que ele usava
Vá até ele, ele te chama,
você não pode recusar
Quando você não tem nada,
você não tem nada a perder
Você está invisível agora,
você não tem segredos para esconder
Qual é a sensação,
ah qual é a sensação?
De estar por conta própria,
Sem um rumo pra casa
Como um total desconhecido,
como um andarilho

Muito bem, eu queria terminar este programa, que tem conteúdo de um ícone da cultura norte americana, Henry Thoureau, com outro ícone. E quem melhor que Bob Dylan e Like a Rolling Stone?

“Like a Rolling Stone” de Bob Dylan e “Desobediência Civil” de Henry David Thoreau têm em comum a ideia de rejeitar o conformismo e buscar a autenticidade, mesmo que isso leve à marginalização. Na música de Dylan, a pessoa principal passa a questionar e deixar de lado seu antigo modo de vida confortável. Thoreau, por sua vez, acredita que as pessoas devem resistir a leis injustas e seguir a própria consciência. Ambos destacam a importância de viver de maneira autêntica, fiel a seus princípios, mesmo que isso signifique ficar à margem da sociedade.

Reitero aqui o meu convite: junte-se aos conspiradores do Café Brasil, que abominam a preguiça intelectual. Aqui não tem nãoAcesse canalcafebrasil.com.br. Escolha seu plano e venha para o barco.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais. E se você gosta do podcast, imagine só uma palestra ao vivo. E eu já tenho mais de mil e duzentas no currículo. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para encerrar, uma frase de quem? Henry Thoureau:

Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal, há apenas um atacando as raízes.