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Café Brasil 930 – A Escolha de Sofia

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Luciano Pires -

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Tomar decisões é uma parte essencial do dia a dia, desde escolhas triviais até decisões que mudam o rumo de nossas vidas. Esse processo envolve opiniões formadas, ações escolhidas e é profundamente influenciado por nossos vieses, razões, emoções e memórias. A decisão, em sua essência, reforça a noção de livre arbítrio, quando pesamos os benefícios e custos de cada escolha e enfrentamos as consequências de nossas ações. Mas… vários fatores podem limitar nossa capacidade de tomar boas decisões, como informações incompletas, prazos urgentes e recursos físicos ou emocionais limitados. E nos dias de hoje então cara, na sociedade das narrativas, o medo de falar. O que é que a patota vai pensar de nós, hein?  

Hoje o programa é sobre escolhas.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Boa tarde, Luciano. Cara, eu estava aqui escutando o episódio 692, Jabustiça, não vou entrar em detalhes pra encurtar o áudio, porque eu voltei muito episódios aí pra escutar, eu já estava querendo escutar alguns episódios iniciais do Café Brasil, mas no app vai até esse episódio só. Depois eu vou procurar em outra plataforma aí, entrar no site pra escutar mais pra trás.

Eu comecei a escutar aí do 500, mais ou menos, aí eu escutei esse de novo aqui… ah! É muito engraçado assim, é o destino mesmo. Porque vem a calhar com o momento que o supremo vai lá e absolve todo mundo da lavajato, Marcelo Odebrecht, José Dirceu. E tem uma parte do episódio, lá no final, você mostra uma entrevista do Roda Viva, e um dos repórteres está questionando o ministro e falando que o Zé Dirceu, que todo mundo foi absolvido, que o Moro tentou sentenciar todo mundo, vários foram absolvidos, o Zé Dirceu não, porque ele estava rescindindo.

E agora o cara é absolvido. Dez anos depois. Impressionante. Como dizem, no Brasil até o passado ensina.

Um abraço. Só mandando uma mensagem mesmo pra compartilhar o momento. Bom dia, boa tarde, boa noite, até a próxima.”

Grande André Guimarães! Acho que o melhor comentário é uma música:

Tá tudo dominado
Furacão 2000

-Cadê, o grito da galera?
Ualá!
Eh!
Rebola, rebola
Levantando o dedinho
Rebola, rebola
Dominando esse corpinho
Então!
Aaaaaah!
Eu quero ver tu dominar
Eh!
Aaaaaah!
O Dj já vai soltar
Porque!…

Tá dominado
Tá tudo dominado
(Eu quero ouvir geral!)
Tá dominado
Tá tudo dominado
(Eu quero ouvir vocês!)
Tá dominado
Tá tudo dominado…

Vem gatinha
Dominando
Rebolando até o chão…

Cadê, o grito da galera?
Que lindo! Que lindo!
Cadê, o grito da galera?…

Quero ouvi geral
Geral!
Tá tudo dominado
Geral!

Cá entre nós, não sei como quebrar esse domínio. Tá tudo dominado. Eu só sei que qualquer tentativa vai levar muito, mas muuuuuito tempo. Temos é que continuar nos preparando, aumentando repertório e refinando nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão para fazer melhor as nossas escolhas. Cara, eu não sei se vai resolver não, mas a opção não me agrada.

O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil, e o André vai ganhar um livro… deixa eu ver…. é claro,  é claro, estamos em lançamento, ele vai ganhar  um exemplar de meu 11º livro, que acaba de ser lançado, o Mínimo Sobre o Medo. Faz parte da coleção O Mínimo, que a CEDET publica, da qual eu honrosamente faço parte. É um livrinho para ser lido em menos de uma hora. Está à venda na livrariacafebrasil, onde colocamos mais de 15 mil títulos muito especiais.

André, entra em contato com a gente, manda o seu endereço pra você receber o livro, tá bom? livrariacafebrasil.com.br.

Agora é hora daquele chamado para que os ouvintes que gostam do Café Brasil tornem-se assinantes. Vamos lá, pessoal.

A única forma de manter essa bagaça aqui funcionando, é com o suporte dos ouvintes que se tornam assinantes, cara!

E eu tenho aqui, pelas contas que eu sempre fiz e acho que não mudou nada até agora, nós temos os nossos ouvintes, 0,8% se tornaram assinantes. Menos de 1%, o que significa que 99,2% dos ouvintes, ouvem tudo de graça, consomem tudo de graça. Eu só queria transformar esse 0,8 em 1,6%.

Pra isso você tem que vir também, cara. Vem pra cá.

Você tem que acessar o canalcafebrasil.com.br. Dê uma olhada lá. Tem uma página explicando o que tem em cada plano. Escolha o plano que você mais acha conveniente, desde o menorzinho de R$15 reais até o maior de cento e poucos.

Escolha lá, torne-se um assinante, ajude a gente a continuar produzindo conteúdo de graça pros 99,2%. Vai, vai, a gente espera

https://youtu.be/GUJM6t6_UvA?si=q2Zj5rhRgoDh4jDg

Sophie Zawistowski, é uma sobrevivente polonesa do Holocausto que carrega um drama profundo. Durante a Segunda Guerra Mundial, ela é forçada a tomar uma decisão inimaginável e cruel: escolher qual de seus dois filhos deve sobreviver e qual será enviado para a morte nos campos de concentração nazistas.

Essa escolha devastadora é imposta a Sophie por um oficial nazista quando ela chega em Auschwitz. Essa história está no filme “A Escolha de Sofia” (1982), baseado no livro homônimo de William Styron. A cena da escolha é um dos momentos mais dolorosos e impactantes da história do cinema, mostrando a crueldade da guerra e a brutalidade das circunstâncias que muitas pessoas enfrentaram.

Sophie, desesperada e impotente, numa cena antilógica, é obrigada a fazer uma escolha impossível. Ela decide, com o coração partido, enviar sua filha para a morte na esperança de salvar seu filho.

As consequências dessa decisão permeiam toda a trama do filme e do livro. Sophie é assombrada pela culpa e pelo arrependimento, incapaz de escapar das memórias daquela noite. Sua vida pós-guerra é marcada por essa escolha, afetando profundamente suas relações e seu bem-estar emocional. A decisão que ela foi forçada a tomar não apenas destruiu sua família, mas também deixou cicatrizes psicológicas profundas que nunca se curaram.

A Escolha de Sofia não é apenas um relato sobre os horrores do Holocausto, também é um estudo sobre a condição humana e as ramificações de nossas decisões. Esse filme nos leva a refletir sobre a natureza da escolha e o peso que carregamos com as decisões que tomamos, especialmente em situações de extremo desespero e pressão. Ele ilustra como uma única escolha pode definir o curso de uma vida inteira e as dificuldades que vêm com a tentativa de viver com as consequências dessas escolhas.

O exemplo da escolha de Sofia é um extremo. Mas serve como ponto de partida para uma baita reflexão.

Should I stay or should I go
Mick Jones
Joe Strummer

Darling you gotta let me know
Should I stay or should I go?
If you say that you are mine
I’ll be here ’til the end of time
So you got to let me know
Should I stay or should I go?

It’s always tease tease tease
You’re happy when I’m on my knees
One day is fine, the next is black
So if you want me off your back
Well come on and let me know
Should I Stay or should I go?

Should I stay or should I go now?
Should I stay or should I go now?
If I go there will be trouble
An’ if I stay it will be double
So come on and let me know

This indecision’s bugging me
If you don’t want me, set me free
Exactly who am I supposed to be
Don’t you know which clothes even fit me?
Come on and let me know
Should I cool it or should I blow?

Should I stay or should I go now?
If I go there will be trouble
And if I stay it will be double
So you gotta let me know
Should I cool it or should I blow?

Should I stay or should I go now?
If I go there will be trouble
And if I stay it will be double
So you gotta let me know
Should I stay or should I go?

Devo ficar ou ir embora

Querida você tem que me deixar saber
Devo ficar ou ir embora?
Se você diz que você é minha
Estarei aqui até o fim do tempo
Então você tem que me deixar saber
Devo ficar ou ir embora?

Sempre provocando, provocando, provocando
Você é feliz quando estou de joelhos
Um dia é bom, outro é negro
Então se você quer se livrar de mim
Bem, venha e me diga
Devo ficar ou ir embora?

Devo ficar ou ir embora agora?
Devo ficar ou ir embora agora?
Se eu for haverá problema
E se eu ficar será em dobro
Então vamos lá e deixe-me saber

Esta indecisão está me irritando
Se você não me quer, me liberte
Exatamente quem eu devo ser?
Não sabe quais roupas servem em mim?
Venha e deixe-me saber
Devo esfriar ou devo explodir?

Devo ficar ou ir embora agora?
Se eu for haverá problemas
E se eu ficar será em dobro
Então me deixe-me saber
Devo esfriar ou devo explodir?

Devo ficar ou ir embora agora?
Se eu for haverá problemas
E se eu ficar será em dobro
Então me deixe saber
Devo ficar ou ir embora?

Você está ouvindo “Should I Stay or Should I Go” da banda The Clash, um hino clássico do punk rock que não apenas captura a energia e a rebeldia do gênero, mas também ilustra a importância das escolhas na vida.

Os vocais são crus e enérgicos, transmitindo a sensação de frustração e desafio que frequentemente acompanham decisões difíceis.

“Should I Stay or Should I Go” é um clássico atemporal que continua a inspirar novas gerações de fãs de punk rock e música rebelde, ao mesmo tempo que nos lembra da importância de nossas decisões e o poder e a responsabilidade de fazer escolhas na vida.

Afinal, eu devo ficar ou devo ir?

Você já se sentiu exausto e sobrecarregado, acabando por tomar decisões ruins porque não teve tempo de pensar bem sobre seus objetivos? Esse é um cenário comum, e muitas vezes a raiz disso está na ansiedade que sentimos ao tomar decisões. Para piorar, essa ansiedade nos leva a fazer escolhas impulsivas e, como resultado, nos sentimos ainda mais ansiosos. É um ciclo vicioso.

Algumas pessoas se sentem sobrecarregadas e se estressam facilmente com questões aparentemente pequenas, enquanto outras permanecem focadas e calmas mesmo em situações difíceis.

Um ponto-chave é identificar o gatilho interno que faz você se sentir sobrecarregado. Esse gatilho não é algo que acontece com você, mas algo que você faz consigo mesmo. Entendeu|?

Quando você acredita que qualquer decisão precisa ser a decisão certa, até as escolhas mais simples podem paralisá-lo.

Eu vou repetir: Quando você acredita que toda decisão precisa ser a decisão certa, até as escolhas mais simples podem paralisar você.

Isso acontece porque nosso raciocínio pode se tornar dicotômico, pensando em termos de tudo ou nada, quando a gente está ansioso. É o famoso “oito ou oitenta”: luta ou fuga, certo ou errado, bom ou ruim, preto ou branco. Nessas horas, tudo que é cinza desaparece, e é por isso que acabamos tomando decisões ruins quando nos preocupamos demais com elas.

Para praticar uma tomada de decisões mais confiante, lembre-se de uma simples verdade: você não pode ter certeza absoluta das coisas, cara. E nem precisa dela. Ao aceitar que a certeza não existe e que você não precisa dela, você passará a confiar mais na sua intuição e, consequentemente, ganhará mais confiança.

E aqui está o paradoxo: se você se der um descanso de se preocupar, poderá acessar algo que talvez tenha sido negligenciado – sua capacidade de raciocinar. O raciocínio é o nosso trunfo – nenhum outro animal o possui na mesma medida que nós.  Mas a fonte do raciocínio está localizada no neocórtex, a parte mais tardiamente desenvolvida do cérebro. Todos os mamíferos têm cérebros semelhantes, mas o nosso (e talvez o dos chimpanzés e dos golfinhos) desenvolveu habilidades de raciocínio avançadas. E o que acontece quando a parte antiga do cérebro entra em pânico? Ficamos primitivos e geralmente nos sabotamos.

Muitas vezes é a busca pela certeza que nos paralisa. Aceitar a incerteza e confiar mais na nossa capacidade de adaptação e resposta, faz a gente encontrar um caminho mais tranquilo e menos estressante. Isso não significa ser irresponsável ou negligente, significa equilibrar a razão com a aceitação de que nem tudo pode ser controlado ou previsto.  Cara, isso dá uma liberdade…

A vida é cheia de incertezas e, aprender a navegar por elas com mais leveza pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar. Pratique a aceitação, confie na sua capacidade de resolver problemas à medida que eles surgem e lembre-se de que muitas vezes as melhores decisões são aquelas que tomamos com serenidade e não sob pressão.

Em resumo, para evitar a sensação de exaustão e sobrecarga, é essencial mudar a forma como abordamos a tomada de decisões. Ao identificar e lidar com nossos gatilhos internos, aceitar a incerteza como parte da vida e confiar mais na nossa intuição e raciocínio, podemos quebrar o ciclo de ansiedade e tomar decisões mais claras e equilibradas. Isso não só melhora a qualidade das nossas escolhas, mas também reduzir o estresse e nos ajuda a viver de maneira mais plena e satisfeita.

Nada disso resolve a escolha de Sofia, que é uma situação absolutamente excepcional onde a última coisa que podemos encontrar é equilíbrio ou tranquilidade.

Quando nos encontramos em situações familiares, as decisões tendem a ser rápidas e automáticas. A gente já tem experiência acumulada sobre o que funciona e o que não funciona. Mas quando nos deparamos com situações inéditas, precisamos de tempo para pesar os benefícios e riscos potenciais, aumentando a probabilidade de erros e consequências negativas.

Quando um dono de padaria, por exemplo, precisa decidir sobre a introdução de novos produtos, como doces veganos, ele pode se basear em anos de experiência vendendo produtos tradicionais. Mas quando ele entra no mercado de produtos veganos, um terreno novo para muitos, a decisão requer uma avaliação cuidadosa de mercado, preferências dos clientes e possíveis retornos financeiros.

É aí que entra a habilidade de pensar criticamente, que é fundamental para tomar boas decisões, evitando erros comuns ou vieses. Isso significa não apenas seguir a intuição, mas também identificar e obter o conhecimento necessário. Ao considerar todas as fontes possíveis de informação com uma mente aberta, podemos tomar decisões informadas baseadas em fatos, e não em suposições. Na hashtag da hora ou na opinião da patota.

Por exemplo, durante as eleições, muitos brasileiros enfrentam a difícil 9decisão de votar neste ou naquele candidato. Para tomar uma decisão informada, é essencial buscar informações confiáveis, consultar canais profissionais e considerar os benefícios e riscos apresentados por cada um dos candidatos. Quem se basear em dados verificáveis, sem acreditar em certezas absolutas, será capazes de fazer escolhas mais seguras para si e para suas famílias.

É cara! É sobre pensar direito, sobre a capacidade de julgamento e tomada de decisão que eu construí a minha mentoria MLA – Master Life Administration.

É um programa de treinamento contínuo onde a gente reúne pessoas interessadas em conversar sobre temas voltados ao crescimento pessoal e profissional. Coisas que estão acontecendo no dia a dia, coisas que tem impacto na nossa vida. E a gente se encontra pra dizer: cara, como é que sai dessa? O que aconteceu com você? Como é que foi comigo?

São reuniões deliciosas onde todo mês a gente se encontra. Num mês virtualmente, no outro mês presencialmente. Agora em junho de 2024 a reunião vai abrir com ninguém menos que a professora Lúcia Helena Galvão, falando sobre viver uma boa vida sob o ponto de vista estoico. Do Epiteto. Cara, é uma doidera!

No MLA formamos um círculo de honra e confiança entre pessoas que buscam o bem comum. Um círculo de conspiradores.

Tem vagas disponíveis, cara! Acesse mundocafebrasil.com clique no link pra saber mais.

E se você é assinante do Café Brasil chegou a hora do seu conteúdo extra. Eu vou falar sobre como tomar decisões eficazes é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada. E sobre métodos para a boa tomada de decisão.

Mas, se você não é assinante, que pena! Vamos para a parte final do episódio.

Na vida, muitas vezes não existe uma decisão “certa”. Com uma abundância de opções, é fácil experimentar paralisia decisória, a famosa paralysis by anlysis, ou sentir menos satisfação com suas escolhas. A chave é encontrar maneiras de simplificar a decisão e evitar a ruminação sobre as inúmeras alternativas não escolhidas. Ficar girando em círcuolo cara!

Um exemplo real pode ser visto nas políticas públicas. aqui no Brasil Governos municipais frequentemente enfrentam a decisão de alocar recursos limitados entre várias necessidades críticas, como educação, saúde e infraestrutura. Para tomar uma decisão eficaz, os gestores devem priorizar as áreas mais urgentes, basear-se em dados e feedback da comunidade e estar preparados para ajustar suas estratégias conforme necessário. Que sonho, cara….

A tomada de decisão pode ser estressante, e a capacidade de seguir adiante é essencial. Aceitar que pânico, medo e falta de autoconfiança são partes do processo ajuda a manter a clareza. Mostra que você é normal. É crucial dormir o suficiente para pensar claramente, manter as prioridades em ordem, pesar cuidadosamente nas compensações, comprometer-se com uma decisão e, então, segui-la, cara. tomou a decisão, vai atrás.

A economia comportamental demonstra que as pessoas nem sempre são racionais quando tomam decisões. Felizmente, a maioria das escolhas pessoais e profissionais não tem consequências negativas a longo prazo. Mas, algumas decisões têm um impacto profundo no seu futuro. Nessas situações, é vital evitanr armadilhas comuns, como pouca ou muita pesquisa, confundir opiniões com fatos, fadiga de decisão e falha em aprender com erros passados.

Olha, muitos brasileiros enfrentam a decisão de investir em educação superior. Com o aumento da oferta de cursos online e a variedade de instituições disponíveis, é fundamental evitar decisões impulsivas baseadas apenas em tendências. Na modinha, cara. No grito da patotaa. Em vez disso, realizar uma pesquisa abrangente sobre a qualidade dos cursos, taxas de empregabilidade dos graduados e reputação das instituições pode levar a uma decisão mais sólida e benéfica a longo prazo.

Cara, eu estou aqui usando o exemplo de escolher uma carreira, porque acho que esse é um dos momentos que realmente… são momentos em que a vida da gente vira prum lado, ou  vira pro outro. E pode dar consequências fantásticas ou terríveis lá pra frente.

Vamos resumir antão? A arte de tomar decisões eficazes envolve um equilíbrio entre intuição e racionalidade, informação e ação, reflexão e compromisso. Quando você cultiva essas habilidades, você pode navegar com mais confiança pelas complexidades e incertezas da vida.

In my life
John Lennon
Paul McCartney

There are places I remember
All my life though some have changed
Some forever not for better
Some have gone and some remain

All these places had their moments
With lovers and friends I still can recall
Some are dead and some are living
In my life I’ve loved them all

But of all these friends and lovers
There is no one compares with you
And these memories lose their meaning
When I think of love as something new

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before
I know I’ll often stop and think about them

In my life I’ll love you more

Though I know I’ll never lose affection
For people and things that went before
I know I’ll often stop and think about them
In my life I’ll love you more

In my life I’ll love you more…

Em minha vida

Há lugares de que me lembro
Toda minha vida, apesar de algumas coisas terem mudado
Algumas para sempre, não para melhor
Algumas se foram e algumas permanecem

Todos esses lugares tiveram seus momentos
Com amores e amigos que eu ainda me lembro
Alguns estão mortos e alguns ainda vivem
Em minha vida, eu amei todos eles

Mas de todos esses amigos e amores
Não tem nenhum que se compare a você
E esas memórias perdem o sentido
Quando eu penso no amor como algo novo

Apesar de saber que nunca vou perder o afeto
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amarei mais

Apesar de saber que nunca vou perder afeto
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amarei mais

Em minha vida, te amarei mais

É assim então, ao som de In My Life, dos Beatles, aqui na doce voz de Madison Cunningham, que vamos saindo espero que inspirados.

Essa canção deliciosa reflete sobre a importância das escolhas e da tomada de decisão ao longo da vida. A letra, escrita principalmente por John Lennon,  aborda como nossas decisões moldam nossas memórias e experiências, destacando pessoas e lugares significativos. Ela enfatiza a valorização dessas escolhas e momentos, reconhecendo que todas as experiências contribuem para nossa história pessoal. Além disso, a música ressalta a inevitabilidade da mudança, mas também a constância do amor e das memórias. “In My Life” celebra a vida e as escolhas que fazemos, mostrando seu impacto duradouro em nossa identidade e jornada.

Pois então, cara… Sophie enfrentou uma escolha impossível em “A Escolha de Sofia”, forçada por circunstâncias extremas. Nossas escolhas cotidianas, embora sejam bem menos dramáticas, também carregam consequências importantes. Temos de aprender a navegar por essas decisões com clareza, aceitando a incerteza e confiando na nossa capacidade de adaptação e de resposta.

E para isso cara, só tem um jeito: aprimorar nossas habilidades de julgamento e tomada de decisão. Só assim podemos encontrar um equilíbrio entre razão e emoção, informação e intuição, criando um caminho mais sereno e equilibrado

Entendeu? Estude, aumente seu repertório, conheça ideias diferentes, esteja com gente experiente, abra-se para contatos. Venha pro Café Brasil.

Reitero aqui meu convite: junte-se aos conspiradores do Café Brasil, que abominam a preguiça intelectual e tomam decisões e fazem escolhas  espertas. Acesse canalcafebrasil.com.br. Escolha seu plano e venha para o barco.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa, cara tem muito, muito, muito,  mais. E se você gosta do podcast, imagine uma palestra ao vivo. Eu, Luciano Pires já tenho mais de mil e duzentas no currículo. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para encerrar, a fala do autor, empresário e palestrante americano, Stephen Covey, conhecido principalmente por seu livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”

“Eu sou um produto das minhas decisões, não das minhas circunstâncias.”