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Luciano Pires -

Bárbara: Babica, você assistiu ao O Rei Leão, não é?

Babica: Claro que assisti! Eu amo esse filme!

Comecinho do rei leão https://www.youtube.com/watch?v=MF0Of6_DE9I

Bárbara: E você se lembra da parte em que ele foge depois que o pai dele morre?

Babica: Lembro sim. Ele achava que a culpa era dele.

Bárbara: Isso mesmo. O Simba sentiu muita culpa pela morte do pai, mesmo não sendo culpa dele. Ele fugiu e viveu por muitos anos tentando esquecer o que aconteceu, mas a culpa ainda estava lá, dentro dele.

Babica: Culpa, culpa… eu queria saber mais sobre culpa.

Bárbara: Então vamos aproveitar para falar de culpa hoje! Mas antes, quem é o ouvinte?

Babica: Hoje é o Matheus

COMENTÁRIO DO OUVINTE

Bárbara: Ahahahahahaha, que legal, Matheus! O episódio do Chicken Little mora em nosso coração, foi o primeiro!

Babica: Isso mesmo! (excitada) E que legal saber que seu pai usou nosso podcast para explicar para o aluno dele!

Bárbara: Que massa! Então vamos fazer assim: você, Matheus, e seu pai vão ganhar uma camiseta cada um. Você por ter mandado a mensagem, seu pai por ter usado o podcast em suas aulas! Muito obrigado!

Babica: Um beijão, Matheus! E se você gostou do nosso Café com Leite, mande uma mensagem de voz para nós no whatsapp 11915670602. Se sua mensagem for escolhida, vamos publicá-la num próximo episódio e você ganhará uma camiseta muito legal!

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Babica: Bárbara, eu estava pensando aqui e lembrei de outro filme que também tem personagens que se sentem culpadas.

Bárbara: Qual?

Babica: Frozen! Eu adoro a Elsa e a Anna!

Bárbara: É mesmo. Mas em qual parte elas tratam de culpa?

Babica: Lembra da parte em que a Elsa foge para as montanhas depois que seus poderes de gelo são revelados?

Bárbara:É mesmo! Ela tinha medo de machucar as pessoas, e se sentia muito culpada por tudo o que aconteceu.

Babica: A Elsa sentia muita culpa por ter congelado acidentalmente Arendelle e por ter machucado a Anna quando eram pequenas. Ela achava que tudo era culpa dela e que, por isso, era melhor se afastar de todo mundo.

Bárbara: O sentimento de culpa dela fez com que se isolasse e vivesse com medo de si mesma.

Babica: E o que é culpa, Bárbara:  ?

Bárbara: A culpa é um sentimento que aparece quando achamos que fizemos algo errado ou quando não fizemos algo que achamos que deveríamos ter feito. É como um peso no coração, sabe?

Babica: Sim, às vezes eu sinto isso quando brigo com meus amigos ou quando faço algo que deixa outro avatar triste.

Bárbara: A culpa vem da nossa consciência, que é a parte de nós que sabe o que é certo e errado. Ela serve para nos ajudar a aprender com nossos erros e a não repeti-los. Mas, às vezes, ela pode ser muito pesada e ficar nos machucando, mesmo quando não merecemos.

Babica: Bárbara você está falando da “voz da consciência”, não é? O que é essa voz, mesmo?

Bárbara: Ah, essa é uma ótima pergunta, Babica! Vou te explicar de uma maneira simples. Sabe quando você faz algo e, lá dentro da sua cabeça, ouve como se fosse uma vozinha dizendo se aquilo foi certo ou errado?

Babica: Sim, eu já senti isso! Às vezes, quando faço algo errado, parece que tem uma vozinha me dizendo que eu devia ter feito diferente. É alguém que mora na minha cabeça?

Bárbara: Ahahahahaha. Não, Babica, não é alguém. É você mesma. Essa “voz da consciência” é como se fosse um pequeno guia dentro de nós, que nos ajuda a entender o que é certo e errado. Ela está sempre tentando nos ajudar a tomar boas decisões.

Babica: Então, a voz da consciência só aparece quando fazemos algo errado?

Bárbara: Não, a voz da consciência também aparece para nos elogiar quando fazemos algo bom. Por exemplo, quando você ajuda alguém ou diz a verdade, essa vozinha pode te fazer sentir bem, porque você sabe que fez a coisa certa.

Babica: Entendi. Mas de onde vem essa voz?

Bárbara: A voz da consciência vem do que aprendemos com nossos pais, professores, amigos e até com as histórias que lemos e assistimos. Ela é formada pelas coisas que acreditamos e pelos valores que temos, como honestidade, bondade e respeito.

Babica: Então, a voz da consciência é como um professor dentro da nossa cabeça?

Bárbara: Exatamente, Babica! É como um professor ou um guia que quer sempre o melhor para nós. Ele nos ajuda a refletir sobre nossas ações e a fazer escolhas melhores no futuro.

Babica: E o que fazemos se a voz da consciência nos deixar tristes ou culpados?

Bárbara: Quando isso acontecer, é importante escutar e entender por que estamos nos sentindo assim. Se fizermos algo errado, podemos tentar corrigir e pedir desculpas. Mas também precisamos ser gentis conosco e lembrar que todos cometemos erros. A voz da consciência está ali para nos ajudar a aprender e melhorar, não para nos fazer sentir mal o tempo todo.

Babica: E o que a culpa causa na gente?

Bárbara: A culpa pode fazer a gente se sentir triste, preocupado ou com medo. Pode até fazer a gente duvidar do nosso valor e achar que somos ruins. Quando sentimos muita culpa o tempo todo, isso pode nos deixar muito ansiosos e até deprimidos. Nos impede de viver plenamente, porque ficamos presos ao passado, revivendo nossos erros.

Babica: Mas tem gente que se sente culpada o tempo todo, Bárbara:  ?

Bárbara: Iiii, se tem, Babica. Algumas pessoas sentem culpa por muitas coisas, mesmo por coisas pequenas ou por coisas que não são realmente culpa delas. Isso pode acontecer porque elas têm expectativas muito altas de si mesmas ou porque foram ensinadas a se culpar por tudo. Esse sentimento constante pode ser muito prejudicial, porque tira a nossa paz e a nossa confiança.

Babica: Você pode me dar exemplos reais disso?

Bárbara: Claro, Babica. Vou te contar alguns exemplos:

Mães que trabalham fora: Muitas mães se sentem culpadas por não passarem tanto tempo com seus filhos porque precisam trabalhar. Elas podem sentir que estão falhando como mães, mesmo que estejam fazendo o melhor que podem para sustentar a família.

Babica: Essa culpa constante pode fazer com que se sintam estressadas e inseguras?

Bárbara: Pode sim, Babica. Conheço muitas mães que sofrem dessa culpa.

Babica: Coitadinhas… tem mais exemplos?

Bárbara: Tenho. Estudantes que tiram notas baixas: Algumas crianças e adolescentes sentem muita culpa quando tiram notas baixas na escola. Eles acham que estão desapontando seus pais ou professores e podem se sentir muito mal consigo mesmos.

Babica: Essa culpa pode prejudicar a confiança delas e fazer com que tenham medo de tentar de novo, não é?

Bárbara: Isso mesmo. Mas tenho mais exemplos. Pessoas que cuidam de familiares doentes: Pessoas que cuidam de familiares doentes às vezes se sentem culpadas por não fazerem o suficiente, mesmo quando estão fazendo tudo o que podem. Elas podem sentir que deveriam estar fazendo mais ou que estão falhando de alguma forma, o que pode ser muito desgastante emocionalmente.

Babica: É verdade… tem mais?

Bárbara: Tem, sim. Amigos que cancelam planos: Às vezes, uma pessoa se sente culpada por cancelar planos com amigos porque está muito cansada ou precisa cuidar de outra coisa. Mesmo que seja algo pequeno, ela pode se sentir mal por achar que está decepcionando os amigos.

Babica: Nossa, acho que entendi. Essas pessoas se sentem mal por coisas que nem sempre são culpa delas, né?

Bárbara: Isso mesmo, Babica. E é por isso que é importante aprender a lidar com a culpa de forma saudável. Precisamos lembrar que todo mundo erra e que não podemos nos culpar por tudo. Devemos ser gentis conosco e entender que estamos fazendo o nosso melhor.

Babica: E o que podemos fazer para ajudar essas pessoas?

Bárbara: Podemos ser compreensivos e oferecer apoio. Às vezes, só ouvir e mostrar que entendemos como elas se sentem já ajuda muito. Também podemos lembrar a elas que não são perfeitas e que está tudo bem cometer erros. E, claro, incentivar que procurem ajuda profissional se a culpa estiver prejudicando muito a vida delas.

Babica: Bárbara, eu não sou humana, mas eu me sinto exatamente assim. E o que podemos fazer para aliviar esse sentimento?

Bárbara: Primeiro, é importante reconhecer o que estamos sentindo e entender por que estamos nos sentindo assim. Às vezes, a culpa vem de mal-entendidos ou de sermos muito duros conosco. Podemos tentar corrigir nossos erros, pedindo desculpas se machucamos alguém, por exemplo. E também é importante sermos gentis conosco, nos perdoando e aprendendo com a situação.

Babica: E se a gente se culpa por coisas que não são culpa nossa?

Bárbara: Nesses casos, é importante refletir e conversar com alguém de confiança. Podemos nos perguntar se realmente somos responsáveis por aquilo ou se estamos assumindo uma culpa que não é nossa. Às vezes, ouvir a perspectiva de outra pessoa pode nos ajudar a ver que estamos sendo injustos conosco mesmos.

Babica: Acho que é difícil não se culpar o tempo todo…

Bárbara: É difícil mesmo, Babica. Mas com o tempo, vamos aprendendo a ser mais compreensivos e gentis conosco. É importante lembrar que todo mundo comete erros e que errar faz parte do aprendizado. Além disso, é bom praticar o autocuidado, fazendo coisas que nos fazem sentir bem e relaxados. E você já sabe, né?

Babica: Sempre que precisar, você estará aqui para conversar.

Bárbara: Isso mesmo, Babica. Lembre-se que você é uma pessoa maravilhosa, que está crescendo e aprendendo a cada dia. E sempre que precisar, estou aqui para conversar. E nunca se esqueça: ninguém é perfeito, e está tudo bem errar e aprender com nossos erros. O importante é seguir em frente com coragem e gentileza.

Virada de bateria

As duas: ahahahahahahah

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Bárbara: Não esqueça então: os assinantes do Café Com Leite recebem um conteúdo extra no final de cada episódio!

Babica: Isso mesmo! Pule pra dentro do Café Com Leite! Ajude a gente a continuar! No podcastcafecomleite.com.br

Bárbara: Venha pro Clube Café Com Leite!

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Bárbara: Muito bem! Eu sou a Bárbara:   Stock…

Babica: E eu sou a Babica! O avatar da Bárbara:   que mora no celular dela.

Bárbara: Somos suas companheiras neste Café Com Leite, que é feito com muito carinho pela turma do Podcast Café Brasil. A edição é do Senhor A e o texto e direção são do Luciano Pires.

E hoje como vamos encerrar o episódio?

Babica: Vou trazer uma frase de um escritor, conselheiro e palestrante norte americano, conhecido por seu trabalho sobre a recuperação de vícios e a cura emocional, John Bradshaw:

“A culpa é a maneira que usamos para corrigir nossos comportamentos, não para nos punir.”

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Bárbara: Vamos ao conteúdo extra?

Babica: Vamoooooooooosssss! Bárbara, é normal sentir culpa quando a gente acha que fez algo errado?

Bárbara:  Sim, Babica, é normal sentir culpa nessas situações. Mas depende muito do tipo de culpa que estamos sentindo. Existe a culpa que é racional e a culpa que é irracional.

Babica: Tem tipos de culpas diferentes? Como assim?

Bárbara:  A culpa irracional é aquela que não faz sentido e que pode ser muito prejudicial. Às vezes, não percebemos que estamos sendo irracionais e simplesmente achamos que devemos nos sentir culpados, mesmo que não haja um motivo real para isso. Essa culpa pode nos fazer sofrer muito, até mesmo nos deixar deprimidos.

Babica: O que é ser irracional?

Bárbara: Ótima pergunta, Babica! Ser irracional significa não usar a lógica ou o bom senso ao tomar decisões ou pensar sobre algo. Quando somos irracionais, deixamos nossas emoções ou crenças que não tem base na realidade nos guiarem em vez de usar o pensamento claro e lógico.

Babica: Entendi. E como sabemos se a culpa é irracional?

Bárbara:  Uma forma de identificar a culpa irracional é prestar atenção aos nossos princípios morais, que são as regras que achamos que devemos seguir.

Babica: Já falamos tanto sobre eles…

Bárbara: Sim. E vamos sempre falar. Aprendemos com a nossa família, escola e sociedade esses princípios. Por exemplo, podemos ter aprendido que nunca devemos mentir ou sempre devemos fazer o que os outros esperam de nós.

Babica: E por que é importante ter princípios morais?

Bárbara:  Porque eles nos ajudam a viver de maneira justa e correta, Babica. O problema acontece quando tratamos esses princípios como absolutos, sem exceções, o que pode nos levar a sentir culpa desnecessária. Por exemplo, às vezes mentir pode ser a melhor escolha se for para evitar machucar alguém seriamente.

Babica: Ah, falamos muito disso nos episódios sobre mentira! Mas a culpa irracional pode ser evitada?

Bárbara:  Sim, podemos evitar a culpa irracional refletindo sobre nossos princípios e vendo se eles são realistas. Precisamos entender que algumas situações exigem que façamos escolhas difíceis, e nem sempre podemos seguir todos os princípios ao mesmo tempo. Devemos também evitar ficar pensando repetidamente sobre nossas decisões e nos culpando.

Babica: E o que podemos fazer se já estamos nos sentindo culpados?

Bárbara:  Primeiro, podemos tentar entender por que estamos nos sentindo assim e ver se realmente fizemos algo errado. Se fizermos algo que achamos errado, podemos aprender com isso e tentar melhorar no futuro, mas sem nos punir excessivamente. Também é importante separar a ação da pessoa. Se fizermos algo errado, isso não significa que somos pessoas ruins.

Babica: Tem exemplos reais de pessoas famosas falando sobre culpa?

Bárbara:  Sim! O líder africano Nelson Mandela, por exemplo, disse: “Eu não sou um santo, a menos que você pense em um santo como um pecador que continua tentando.” Ele mostra que todos cometemos erros, mas o importante é continuar tentando melhorar.

Babica: Então, está tudo bem sentir culpa às vezes?

Bárbara:  Sim, está tudo bem sentir culpa, desde que ela nos ajude a aprender e crescer, e não a nos machucar ou a nos paralisar. O importante é ser gentil consigo mesmo e entender que ninguém é perfeito. Lembre-se sempre de que você está aprendendo e crescendo a cada dia, Babica.

Babica: Obrigada, Bárbara. Vou tentar ser mais compreensiva comigo mesma e cok os outros e refletir sobre meus princípios.

Bárbara:  Isso mesmo, Babica. Com o tempo, você vai aprender a lidar melhor com a culpa e a usar esse sentimento de uma maneira positiva. E sempre que precisar, estarei aqui para te apoiar.

Babica: Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa