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Luciano Pires -

Em minhas palestras falo de um estudo que mostra que nos 40 mil anos que se passaram desde o momento em que o homem desceu das árvores até inventar a internet, a humanidade produziu 12 bilhões de gigabytes de informação, isso é algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada. Mas no ano de 2002, sozinho, produzimos os mesmos 12 bilhões de giga! Geramos num ano o mesmo que em 40 mil anos… Em 2007 foram mais de 100 bilhões de giga! E hoje são trilhões!

Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso à informação se não temos repertório para dar um sentido à realidade? O resultado é a geração T, aquela gente antenada que sabe tudo que acontece, mas não tem ideia do por que acontece. Aquela turma que se entrega-se à tecnologia de corpo e alma, como uma “vending machine”, sabe aquela máquina automáticas de vender refrigerantes em lata, sabe? Distribuidores de conteúdo de terceiros, focados no processo de distribuição, mas sem qualquer compromisso com o conteúdo distribuído.

Para não ser apenas testemunha, você tem de conhecer questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados, e assim desenvolver seu senso crítico. Mas, cá entre nós, cara, é muito mais fácil e menos comprometedor simplesmente contar para os outros aquilo que você fica sabendo, não é? Repetindo rótulos e narrativas. Distribuindo a opinião dos outros. A geração T não tem a ver com data de nascimento, mas com visão de mundo. É composta das pessoas que não conseguem praticar curiosidade intelectual, só a curiosidade social. E aí, meu caro, minha cara, só dá pra ser é testemunha mesmo, nunca protagonista.