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Luciano Pires -

https://www.youtube.com/watch?v=umFtIgtyE3o&feature=youtu.be

Em 1953, Edmund Hillary e Tenzing Norgay pela primeira vez colocaram os pés de um ser humano no topo da montanha mais alta do mundo, o Everest, com 8850 metros de altura!

Um feito gigantesco, em nome do qual pelo menos duas centenas de pessoas já morreram.

Que força terá aquela montanha para marcar dessa forma a vida das pessoas?

Ou não será a montanha?

Pois em abril do ano 2000, resolvi que partiria atrás de um sonho antigo: chegar até o Campo Base do Everest, passando por altitudes de até 5.700 metros, na Cordilheira do Himalaia, no Nepal.

Mas eu tinha um problema: era um executivo de uma grande empresa global. Sedentário. Casado. Com filhos. Estressado. Sem tempo…

Minha experiência com caminhadas com mochilas às costas? Nenhuma.

Com altitudes? Bariloche, por volta dos 3 mil metros.

Mas eu resolvi que ia e parti atrás de meu sonho. Coloquei como objetivo viajar em abril de 2001, assim eu teria um ano para me preparar.

E acabei fazendo a maior viagem da minha vida, uma aventura transformadora, que determinou o que aconteceria comigo no futuro.

Um dos pontos altos da viagem foi quando cheguei no mosteiro de Tengboche.No meu diário escrevi assim:

“Quanto tempo passei imaginando este momento… Assistindo aos raios de sol mudando a cor da montanha.

É só um pedaço de pedra, mas deixa todo mundo hipnotizado.

Vejo todos em pé, assistindo em silêncio. De trás das nuvens, vem a lua cheia… Flocos de neve caem sobre a gente.

Agora o sol baixou e a única montanha iluminada é o Everest.

Estou morto de cansaço, com dores pelo corpo, nariz entupido, saudades de casa, mas nada disso impede que eu me deslumbre aos pés do Ama Dablam.”

É tudo isso que pretendo contar no dia 20 de novembro próximo, quando farei a minha palestra O Meu Everest dentro do Positive-se Talks, em São Paulo.

Falarei sobre onde queremos chegar, como vamos para lá e o que é preciso para ir até lá.

Nos livros, isso tem o nome de planejamento estratégico.

Completa-se com motivação e com a capacidade de praticar a “acabativa”, que é sair do sonho e do blábláblá para a ação.

Vamos nessa?

Acesse bit.ly/meueverest19 e participe de uma noite de inspiração, provocação e ação.