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Artigos Café Brasil
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Esperanças perdidas

Esperanças perdidas

Luciano Pires -

É impressionante. O mundo está caindo para o PT e seus amigos, alguns de seus mais importantes membros na cadeia, um escândalo estourando a cada dia, a economia à deriva, promessas de campanha sendo descumpridas a cada segundo, a incompetência explícita a cada ato… é o caos. E muitos LGPTs, ou Leais Guerreiros do Partido dos Trabalhadores, estão pulando fora do barco. Mas há aqueles que insistem em se manter na defesa do indefensável.

As mídias sociais estão infestadas deles. Eu mesmo tenho em minha página no Facebook alguns petistas de estimação que cumprem o precioso papel didático de explicitar as artimanhas da esquerda para praticar seus duplos saltos carpados retóricos, invertendo sentidos, assumindo-se vítimas e justificando crimes com base em crimes anteriores. É até cansativo. Alguns são pessoas inteligentes, articuladas, o que torna ainda mais incompreensível a insistência em justificar o injustificável.

Tentando encontrar uma explicação para essa espécie de psicose, recorri ao trabalho de Elisabeth Kluber-Ross, psiquiatra suíça-americana que estudou o comportamento das pessoas próximas de situações de morte. Elisabeth escreveu um livro famoso chamado Sobre a Morte e o Morrer, no qual apresentou sua teoria sobre os cinco estágios do luto.

Elisabeth explica como as pessoas lidam com as perdas e seu trabalho serve para entender o que acontece com muita gente que acreditou em promessas de políticos e agora se vê diante do esfacelamento dos sonhos, das esperanças perdidas.

Vamos aos cinco estágios:

Fase 1: Negação. A pessoa nega a existência do problema, não acredita nas informações que recebe e busca a todo instante argumentos para provar que a informação não é real. Não adianta mostrar provas irrefutáveis, ela simplesmente não acredita, evita as informações ou até mesmo a falar sobre o assunto. O mote é “Não é possível! Isso não pode estar acontecendo!”

Fase 2: Raiva. A pessoa fica revoltada e manifesta um profundo ressentimento. Projetando sua raiva em terceiros, perde a cabeça ao falar do assunto, se faz de vítima, se diz injustiçada, recusa-se a ouvir conselhos. Ou simplesmente agride o mensageiro das ” más notícias”. O mote é : “Não é justo! Por que só comigo?”

Fase 3: Negociação. A pessoa tenta negociar algum acordo para que as coisas voltem a ser como antes. Normalmente é uma negociação interna, não raro envolvendo aspectos de fé e religiosidade, com promessas e pactos. O mote é: “Vou pensar no lado positivo, nas coisas boas, assim o assunto se resolve.”

Fase 4: Depressão. É quando, diante da absoluta impossibilidade de negar o óbvio, bate o sofrimento, a tristeza, a desolação, o medo. O indivíduo se recolhe, tenta permanecer isolado, em introspecção, sente-se incapaz de lidar com a situação. O mote é: “Nada mais dará certo, não há porque tentar reagir.”

Fase 5: Aceitação. Pronto. Com as emoções não mais à flor da pele, a pessoa se vê em condições de enfrentar o problema, busca ajuda de terceiros e planeja para enfrentar a crise. O mote pode ser: “Aprendi a lição, acho que posso superar isso.”

O processo dos cinco estágios do luto pode ser aplicado aos viúvos e viúvas daquele PT (e afiliados) que prometia o céu, se dizia diferente de todos e agora faz de tudo para se mostrar igual a todos.

Sabe aquele seu amigo nervoso? Ou amiga nervosa? Aplique os cinco estágios do luto nele ou nela. Você vai compreender em que estágio a pessoa se encontra e talvez possa ajudá-la a enfrentar as próximas notícias que vêm por aí. Afinal, são seres humanos e ninguém merece sofrer assim.

Mas fique esperto. Esse processo não é linear, a pessoa pode passar por uma fase e retornar à ela, ou simplesmente permanecer estagnada.

Conheço vários que jamais chegarão à fase da aceitação.