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Luciano Pires -

 

Cara… que tempo louco estamos vivendo, não é? E no meio de uma porção de canalhas que estão tentando tirar proveito, tá cheio de gente do bem, preocupada, angustiada… então em vez de fazer um programa falando das coisas ruins que esfregam diariamente na nossa cara, eu resolvi fazer um Café Brasil diferente.

Mas quem vai fazer este programa… não somos só nos aqui…

Olá, meu nome é Marcelo, falo aqui de Sinop, Mato Grosso. Estou falando com você através do Café Brasil. Aqui em quarentena, no entanto buscando aí executar minhas tarefas profissionais, buscando soluções pequenas que estejam ao meu alcance, mas eu acredito que se todo mundo fizer a sua parte da melhor maneira possível, vamos sair dessa e vamos nos recuperar brevemente.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Olha, essa música que você acaba de ouvir, e que neste momento específico, em meio à quarentena do Coronavírus, é emocionante, é do pernambucano Jeorge Segundo. Ela chegou pra mim pelo Instagram cara, e me pegou num momento de angústia, na hora de dormir, depois de um dia de terror pelas emissoras de rádio, TV e as mídias sociais, cara. Por causa dessa música eu resolvi fazer este programa, que é uma homenagem a você aí, tão preocupado, angustiado e ao mesmo tempo esperançoso como nós…

Vem com a gente…

Olha, este programa aqui não vai ter Kit DKT para KIT DKT para ouvintes, não. Nem vai ter propaganda da Sika nem do Itaú Cultural. A gente vai fazer diferente. Em vez de Kit para ouvinte, vamos ajudar um povo aí…

O que precisamos é boas novas, não é? E de solidariedade.

Você reparou na letra da canção do Jeorge, hein? Ela chama-se Me mande notícias boas. é novinha, foi composta agora, durante essa angústia do Coronavírus. A letra diz assim, ó:

Decidi parar de assistir o jornal
É que o mundo ali tem me feito mal

Me mande notícias boas
Fala que a vó ta bem
Mande notícias boas
O pai e a mãe também
Me mande notícias boas
Se o abraço… já não tem

Oi Luciano. Aqui é a Elaine. Apesar do sotaque misturado uma paulistana que mora em Maceió, Alagoas há 30 anos já. Estamos juntos neste momento, cidade parada, praias vazias, tudo vazio, trabalhando em casa e ” vamo que vamo”. Deus no comando. Vai dar tudo certo.


Olá Luciano, Ciça, Lalá. Bom dia, boa tarde, boa noite. Essa mensagem aqui é uma mensagem positiva. Nós vamos passar por essa. Vamos fazer de tudo pra minimizar os impactos dessa crise. Vamos ficar em casa, não vamos colaborar com a propagação desse vírus pra que a economia e a saúde voltem a funcionar normalmente. Fiquem em alerta com as fake news. OK? Abraço.


Oi. Eu sou o Walter Rufino de São Paulo, Cidade Dutra, periferia de São Paulo. Estou conectado com vocês através do Café Brasil, ouvindo, na quarentena, no mínimo 40 programas Café Brasil podcast, LíderCast. Estamos junto com vocês todos conectados.


Olá Luciano. Aqui é o Victor Sena. Eu sou de Mariana, mas estou em Brasília, porque meu filho nasceu aqui e está na UTI. Então vim acompanhar ele aqui com a minha esposa. Estou conectado com vocês através do Café Brasil e pra pegar uma mensagem da minha região, de Minas Gerais, tem aquela música do Pato Fu que diz: tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo. Um abraço pra vocês todos.


Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano. Bruno Coelho aqui de Serra no Espírito Santo. Acabei de pegar meu computador pra trabalhar remoto em casa, tentando não entrar nessa histeria, saindo do supermercado agora, vendo muita gente de máscara, gente com cara de medo mesmo, um negócio estranho pra gente. Mas estou aqui. Tentando cuidar da minha casa, dos meus filhos e não deixar o pânico tomar conta, pesando o que comprar, pra não estocar, pra não comprar demais, mas também pra não voltar no supermercado, é sempre um dilema. Estamos aí. Continuar trabalhando, cuidando da família e rezando pra que tudo dê certo. Até.


Olá Luciano. Meu nome é Monique, eu conheço o Café Brasil faz uns, sei lá, dois anos, mais ou menos e fiz já várias maratonas, vários Café flix. Vira e mexe eu estou retornando aqui pra continuar, pra assistir, pra escutar e tal. E meu…

Lembrei muito de várias coisas ontem, numa experiência que eu tive, eu fui tentar fazer a minha primeira travessia em mar aberto. Eu faço natação em piscina faz dois anos, mas nunca de maneira contínua, eu nadava, parava um pouco… E faz um ano que eu estou fazendo treinos regulares, intensos, enfim e pensei que eu tinha muita vontade de fazer travessia em mar aberto e ontem foi minha primeira tentativa numa praia aqui do Paraná.

E as pessoas, quando eu falava que ia fazer minha primeira travessia pros meus professores, pras pessoas mais experientes, elas faziam uma cara assim, do tipo, nossa! É isso é? Olha, ás vezes a praia é….. mas vai, vai que dá.

E eu cheguei ontem no mar, estava extremamente mexido, super complicado, bastante gente não conseguiu fazer a prova, fiquei sabendo que teve um monte de nadadores que passaram mal no meio do mar, vomitaram, precisaram voltar de barco. E era a minha primeira travessia. Eu não consegui concluir a prova, não consegui passar a arrebentação, primeira arrebentação, né? São duas. Porque o mar te puxa pro lado e você precisa furar as ondas. E quando você está brincando no mar, de férias ali, se o mar começa a puxar muito, você começa a voltar, né? E na prova não, muito pelo contrário. Você precisa ir em direção ao fundo, e óculos, você mergulha, você não vê nada, o vento  te puxando prum lado, …… te puxando do outro, você batendo nas pessoas e tal. Então voltei e falei: não dá pra mim ir hoje e tal, tudo bem, enfim, vida que segue.

E ontem eu cheguei em casa, fiquei no Instagram, a gente descansa no Instagram hoje em dia e comecei a me deparar com aquelas mensagens motivacionais: você consegue, você é melhor, se desafie, ultrapasse seus limites… eu comecei a dar risada, sabe? Porque eu… no momento ali da prova, eu não consegui ultrapassar os meus limites, eu não consegui vencer quem estava me vencendo. E eu falei: esse aqui é o meu limite, esse aqui é o meu momento de parar.

E eu lembrei muito, eu fiz muito correlação com muitas coisas que eu ouvi você falando sobre empreendedorismo de palco: você consegue, você arrasa, você é tudo de bom. E também numa outra trilogia que você fez da lagarta e da borboleta. E o The deep também, do Seth Godin que a gente diz quando que é a hora de parar. E cara! A gente não sabe quando é a hora de parar. E olhando em retrospectiva, em alguns momentos eu me peguei pensando: ah! eu acho que se eu tivesse tentando um pouco mais eu tinha conseguido.

Isso é minha fantasia de onipotência, achar que eu posso, achar que eu consigo, achar que eu sou foda! E na verdade, com a natureza e com a vida real, a gente faz o que a gente pode. A gente não faz o que a gente imagina. E é isso.

Cara! Obrigada. Eu me lembrei muito de tudo que você falou assim, sabe. eu não sei como consigo aplicar o que eu escuto na sua vida mesmo, eu achei muito fantástico. É isso,Luciano. Obrigada. Um beijo.


Olá. Sou o Carlo de Brasília, estou conectado com vocês através do Café Brasil. Vamos usar o nosso tempo com criatividade pra restabelecer nosso trabalho, cuidar da nossa saúde e viver melhor. Chega de notícia de Coronavírus. Vamos trabalhar para frente.


Aqui é o Alexandre Gomes de Recife. Eu estou conectado com você através do Café Brasil e entre um podcast e outro vá ler um clássico. 


Pois é… a gente está toda conectado, não é? Eu vou deixar que vocês façam este programa junto conosco, tá bom? Vou até repetir algumas mensagens, que tem de entrar neste programa… gente que já foi pro ar mas precisa voltar outra vez.

Fala Luciano. Aqui é Luiz Braga de Curitiba. Tudo bem, cara? 

Meu! Eu precisava falar, desabafar aqui com você o seguinte: nessa segunda feira ai tivemos o acidente com o Boechat né? Era um cara que eu… cara, admirava demais, pagava muito pau pra ideia do cara, pro que ele pensava, pro que ele representava e foi uma das pessoas que… sabe aquelas pessoas que são seus amigos e ela nem sabe, né? 

E cara, porra! Por incrível que pareça, a primeira coisa que me veio à cabeça depois que eu vi a notícia do acidente, porra cara! Eu pensei em você véio. Eu pensei em você que… eu perdi a oportunidade de um dia, simplesmente porra: dar um abraço no Boechat, que porra, era um cara que me representava, que me trazia uma tranquilidade, uma paz. E você entra nesse rol, entendeu? De pessoas que eu admiro e que eu pô, não podia perder a oportunidade de um dia te dar um abraço cara! 

Você representa basante na  minha vida, no meu crescimento pessoal. E eu não podia deixar, de jeito nenhum de passar essa oportunidade de te dizer que… porra… um dia eu quero te conhecer pessoalmente e que você saiba da importância que você faz na minha vida. Que você fez na minha vida, que você representa. 

Meus heróis estão indo e você é um deles e eu não quero me arrepender um dia de não fazer que você saiba da importância e da relevância que você fez e faz na minha vida, como homem, como pai de família, como profissional, assim como o Boechat também, assim como outras… outras… outros representantes que passam pela nossa vida e que você admira, respeita e quer levar… quer levar no coração pra sempre.

Então, eu precisava que você soubesse disso. Só isso que eu tinha pra falar. E se Deus quiser, um dia ainda vou ter oportunidade de te dar um abraço. Afinal, saber você já sabe. Mas, de repente, te conhecer pessoalmente. Assim como eu gostaria de ter feito com o Boechat. 

Um grande abraço pra você, fica com Deus e quem sabe, numa oportunidade breve, eu possa te dar esse abraço pessoalmente. Grande abraço, meu amigo. Fica com Deus.


Aqui é a Célia de Florianópolis. Logo que a gente soube que São Paulo tinha decretado quarentena a gente já veio pra Praia do Rosa aqui, que a gente tem uma casa, em Pituba que fica a 100 km de Florianópolis, porque aqui a gente sabia que ia ter mais contato com a natureza. Estou aproveitando aí a quarentena pra pintar a casa, cuidar do jardim e como eu não sei quanto tempo vai durar isso, também estou desengavetando um projeto mais longo de escrever um livro. Tá bom? Desejo boa sorte aí pra todo mundo e muita serenidade.


Aqui é o Rodrigo Klim do Rio de Janeiro, eu estou aproveitando essa quarentena pra deixar meu cérebro tanquinho, na Confraria Café Brasil. Valeu!


Grande Luciano. Aqui é o Juliano Gadotti de Rio do Sul, Santa Catarina. Cara! Eu estou conectado com o Café Brasil, com o Cafezinho e, interessante: desde que eu te conheci, via podcast, sempre que eu estou meio malandro, meio desanimado, eu busco um episódio e sempre é um soco na boca do estômago, seja de ânimo, seja de ensinamento, de reflexão. Cara! Episódios perfeitos. Segue o barco! E como a gente diz por aqui, “táca-le pau”! Até o teu livro O meu Everest continua servindo de ensinamento. Forte abraço!


Olá, ouvintes do Café Brasil. Eu sou o Paulo Oliveira, eu falo de São Paulo. Estou falando aqui  hoje, na véspera do início da quarentena decretada pelo governador. E no meio dessa pandemia, não só do vírus, a gente está sofrendo de outras pandemias também. Pandemia de fake news, pandemia de ideias e ações desconcertadas dos governantes e autoridades competentes, É bom saber que eu posso contar com o conteúdo  do Café Brasil e também com a comunidade que foi criada lá na Confraria Café Brasil. Um abraço a todos.


Bom dia Luciano, turma do Café Brasil, meu primeiro… segundo… terceiro áudio. Nunca deu certo. Tomara que este aqui dê certo. É o professor Renato Silva de São Paulo. Acompanho o seu trabalho há muitos anos. É fato que o Café Brasil e suas inúmeras reflexões me ajudaram e continuam me ajudando a melhorar a qualidade dos meus pensamentos e consequentemente, a qualidade das ações também.

Entre as dicas de ouro que eu recomendo em todos os meus cursos, certamente aparece o Café Brasil. E no último início de turma, Luciano, eu fazia uma reflexão com os meus alunos sobre a… os nossos pensamentos e os resultados que nós temos em nossa vida. Então, eu lhes perguntava o seguinte: escutem, quando vocês nasceram, o que é que havia na mente de vocês? E aquilo que foi colocado na mente de vocês, foi colocado e qual forma? Qual o mecanismo que foi utilizado pra introduzir informações na mente de vocês?

E depois de alguns segundos de silêncio, um ou outro aluno acaba mencionando a palavra certa. Palavra, que é a matéria prima do nosso pensamento. Logo, são as  palavras que formam nosso pensamento e, obviamente, da qualidade dos nossos pensamentos vão ser os resultados na nossa vida também.

Porque os pensamentos acabam por percorrer um caminho onde os pensamentos se transformam em sentimentos, os sentimentos se transformam em emoções e as emoções se transformam em ações. E após isso, o ciclo continua indefinidamente.

Mas a questão é: as palavras e toda a matéria prima que compõe nosso pensamento, foi colocada na nossa mente através do que e por quem? E por que a gente mantém algumas coisas na nossa mente, mesmo que a gente entenda e saiba que aquelas coisas não são efetivamente verdadeiras ou, pelo menos, guardam alguma coerência com a realidade?

Eu queria assim, Luciano, compartilhar esse pensamento, essa ideia, e quem sabe, de repente isso possa inspirar você a fazer um Cafezinho sobre a matéria prima do nosso pensamento? Quando e como as informações entram na nossa mente por quem e a importância de, constantemente, nós fazermos um inventário na nossa cabeça para jogarmos o lixo fora e colocarmos coisas novas no lugar.  E haja lixo pra jogar fora, né, Luciano?

Bom. É isso. Agradeço profundamente aí pelo seu trabalho. O Café Brasil, realmente, me ajuda a tornar-me uma pessoa melhor, a pensar com mais clareza e, consequentemente, ter atitudes mais  acertadas perante a vida. Força e muitos anos de vida pro nosso Cafezinho. Grande abraço Luciano, Lalá e Ciça. Vida longa do Cafezinho.


Olá Luciano. Aqui é o Rony Clayton de Cerquilho. Nesse tempo de quarentena, nada melhor do que estar conectado junto aí com você no Café Brasil. E aí eu posso Cafezinho, eu posso zerar o Café Brasil, zerar o LíderCast, porque tem muito conteúdo, muita coisa pra fazer, sem contar que lá no Premium também está cheio. Então, muito obrigado. por preparar tudo isso. Quarentena com CAfé Brasil é muito mais fácil.


Olá. Eu sou a Bárbara aqui do Rio de Janeiro, e eu estou conectada com você através do Café Brasil. Vamos aproveitar esse período pra gente ficar mais resiliente, mais forte, mais unido e fazendo nosso fitness intelectual de cada dia com o Luciano. Vamos juntos que já já a gente vai poder comemorar essa vitória. 


Fala galera! Aqui é o Bruno, diretamente de Doha, no Qatar e eu estou conectado com vocês através do Café Brasil. Agora, todo mundo contra o Coronavírus, hein? E a gente vai vencer essa. Então, fica em casa, se cuidem e vamos lavar as mãos, hein? Abraço. 

Frédéric Bastiat escreveu O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ, onde diz que na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Mas só o primeiro efeito é imediatamente visível. Os outros só aparecem depois.

A chuva que faz um lamaceiro. O prefeito asfalta as ruas, o povo fica feliz. Mas o asfalto é impermeabilizante, quando a chuva cai outra vez, em vez de barreiro vem uma enchente e a situação fica muito pior. O que se vê? O asfalto, o fim do barreiro e gente feliz. O que é que não se viu? Todas as consequências daquela melhoria.

O mau planejador se detém no efeito que se vê, o bom planejador leva em conta aqueles que só dá para prever.

Bastiat diz que, quase sempre, quando a consequência imediata – aquilo que você vê – é favorável, as consequências posteriores, que não se veem – são funestas. E vice versa.

O mau planejador, ao perseguir um benefício no presente, gera um mal no futuro. O bom planejador, ao perseguir um benefício no futuro, corre o risco de provocar um mal no presente.

Agora, quando para deter uma epidemia os planejadores congelam as cadeias logísticas de suprimentos, de medicamentos e até de alimentos, fechando até mesmo creches e entidades de assistência aos necessitados, ler Bastiat faz explodir os miolos.

Tá todo mundo assustado com o que se vê.

Eu tenho medo é do que não se vê.

A segunda parte da música do Jeorge diz assim, ó:

Cuida de mim daí
Aqui eu cuido de ti
Vou rezando vou lembrando
De vcs por aqui

Se nas prateleiras faltarem esperança
Quero resistir feito criança
Onde a tristeza não pega
Ouço o som da janela
Onde alegria dança

Olá Luciano. No meu caso é boa madrugada. São duas e meia da manhã do dia 20 de março de 2020, eu me chamo Alcides, sou policial militar, estou falando da cidade de Manaus, estou de serviço aqui no presídio de Puraquequara e em meio a toda essa, não sei se essa seria a palavra correta, histeria, mas acho que medo também, apreensão do Coronavírus, eu decidi mandar esse áudio aqui depois de muito tempo, em agradecimento pelo teu programa,
Cara! Graças a um grande amigo meu, José Fernando, vulgo Soneca, há uns dois anos atrás, me falava sobre o podcast Café Brasil. Falou que foi um presente que ele ganhou do amigo. Ele me falou tão bem que eu passei a ouvir os programas do Café Brasil. E acabei me deliciando.

Quero dizer que eu sou um disseminador também do seu programa. Em serviços da madrugada, patrulhando a cidade, sempre são repletos dos podcasts do Café Brasil. Graças ao teu programa, eu cresci muito como pessoa, me tornei uma pessoa melhor, me ttornei uma pessoa que pensa um pouco mais na hora de falar, na hora de agir,na hora de dar minha opinião. Me tornei uma pessoa mais madura graças ao programa A crisálida, que eu acho que de todos é o programa que eu mais ouvi. todas as vezes que eu ouvia e que eu ouço o programa A crisálida, eu cresço um pouco mais. Eu me torno uma pessoa melhor.

Peço a Deus que ele te ilumine, te abençoe, que ele te dê discernimento e intelecto pra nos presentear com muitos e muitos programas do Café Brasil. Em meio a todo esse medo também do Coronavírus, eu pedi a Deus que ele abençoe a vida do nosso presidente, que lhe dê sabetoria também, discernimento pra ele tomar as decisões corretas nesse momento tão delicado. E pelo também que ele dê um pouco de consciência e juízo para nós brasileiros porque eu vejo tanta cobrança por parte do brasileiro, eu vejo tanta cobrança por parte da mídia, tanta cobrança ao nosso presidente e eu não vejo esse povo fazendo muita coisa de útil pra ajudar nessa guerra.

Um forte abraço do seu seguidor e admirador e vida longa ao Cafezinho. Bom dia, boa tarde, boa noite e até uma próxima, se Deus quiser.


Oi Luciano, oi Confrades. Quem fala aqui é a Gabriela. Eu estou falando de Curitiba, sou uma mineira que está vivendo em Curitiba, com saudades da família que está lá em Minas, porém estou aqui com vocês e juntos no Café Brasil e aproveitando a quarentena pra exercitar a mente. É isso aí. Força pra nós. 


Aqui é o Márcio de São Paulo, Capital. E como um ouvinte apaixonado pelo Café Brasil, estou junto com vocês neste momento, aproveitando pra exercitar a minha despocotização nesta grande família, com muita confiança que este momento é passageiro e em breve sairemos desta muito melhor. Forte abraço paulistano a todo Brasil. 


Oi. Sou Gisleine Nicácio aqui de Taboão da Serra, São Paulo, estou conectada com  vocês através do Café Brasil praticando fitness intelectual pra não me contaminar com tanta fake news nesses períodos de quarentena. 


Pedro Reis falando  de Uberlândia, Minas Gerais. Eu sou paulistano e vivo aqui há 20 anos. Estou de quarentena de boa, porque eu acredito que é uma forma inteligente de controlar a propagação. Mas eu acho que tem informação demais e conteúdo de menos. Seria legal que as informações da imprensa brasileira fossem mais técnicas, objetivas e menos alarmistas. Grande abraço. Sucesso. 


Bom dia Luciano. Eu sou Tiago aqui de Indaiatuba, São Paulo e acabei de ouvir o podcast 71 que você me enviou pelo Whatsapp. Obrigado por isso, obrigado por essa dedicação por esse coração. 

Eu ouvi esse podcast aqui, reenquadrando o hater e eu achei fantástico. eu queria dizer pra você que isso possa de repente encorajar, que essa visão tua é uma visão pro momento de hoje que nós estamos passando. Talvez os nossos políticos, os nossos governantes enxergassem dessa forma, tivessem a visão não no limão, mas na limonada, a gente estaria bem melhor. O nosso sistema de governo estaria bem melhor.

Hoje você, com esse podcast, você me motivou, me impulsionou. Eu tenho essa mesma visão, já queima muito forte no meu coração, mas eu tenho certeza que eu preciso fazer mais e que eu posso fazer mais.

Então, eu quero agradecer por isso, porque isso me trouxe vida agora, cara! Me trouxe vida mesmo. Trouxe vida pra minha mente, trouxe vida pro meu coração e eu vou compartilhar disso, você pode ter certeza, que eu vou compartilhar desse trabalho, eu vou compartilhar de tudo que você tá gerando em mim. Muito obrigado. Quero deixar aqui a minha humilde contribuição aí pra você e dizer que a gente tá fazendo algo muito parecido aqui em Indaiatuba. Queria que você tivesse a oportunidade de nos conhecer, a gente trocar umas ideias e trocar também as nossas dores. 

Eu acredito que muitas das tragédias da nossa vida, se nós olharmos com os bons olhos, que é muito difícil por causa da dor, por causa de tudo que a tragédia traz, de tudo que a crítica traz. Ela pode transformar isso em destinos, né? Isso pode ser o destino da nossa vida. Então, acredito muito do que você colocou desse podcast hoje, cara! Meu coração já ferve há muito tempo por isso e a gente luta pra tá fazendo, né? Eu não estou falando de algo único. Eu estou falando de algo compartilhado, né? To falando de algo que possa gerar vida no coração de outras pessoas, assim como você. Beleza?

Cara! Sou muito grato por isso, obrigado por tudo. Abraço à família do Café Brasil.


Oi pessoal. Aqui é Carla Braga falando de Portugal, conectada com vocês ai do mundo inteiro através do Café Brasil. A minha dica de hoje é pra vocês realmente escutarem o episódio do Café Brasil do copo meio cheio e colocarem isso em prática. Vamos usar esse tempo de quarentena pra nos qualificarmos, pra lermos bastante, fazermos o fitness intelectual que o Luciano prega tanto. Então um beijo e vamos batalhar.


Oi Luciano. Aqui é o Plínio, de Nova Andradina. Sigo trabalhando, em casa, nessa quarentena e também acompanhando ativamente o maior checador de fatos da atualidade, que é, claro, a Confraria, a nossa Confraria Café Brasil. Aqui, Luciano, a gente não deixa passar  uma fake news. Tudo é debatido ao limite. A gentte leva a discussão pra outro nível. Sem dúvida a Confraria hoje é a maior fonte de informações e também de desenvolvimento do senso crítico do Brasil Obrigado, Luciano. 


Olá. Bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui é o Carlos Baraúna, falo de Salvador, estou junto com os outros ouvintes amigos, ouvindo aprendendo, lendo e descobrindo novas formas de apreciar a nossa cultura com o nosso Cafezinho. Vida longa ao nosso Cafezinho e que Deus nos dê forças e acima de tudo, que tenhamos paciência pra poder passa por esse momento que estamos passando agora. Um abraço e até mais. 


Todo mundo junto
Filipe Trielli
Daniel Galli

Sozinho sem sair do prédio
Às vezes bate aquele tédio
Mas isso tem remédio
Tá todo mundo junto separado
Que todo cuidado é pouco
E pra não ficar louco
A gente canta
Então escuta mais alguém
Que canta
A rua deserta inteira
Canta
E misturada na tristeza
O que é que a gente encontra
Tanta saudade
Tanta gente na cidade
Que se importa
Um dia a gente vai abrir a porta
E sair
E finalmente, de repente
O céu vai se abrir
Em cada estranho a gente vai se ver
E sentir
Que tava todo mundo junto

Pois é. É assim então com TODO MUNDO JUNTO, do meu amigo Filipe Trielli, que vamos caminhando para o final deste programa, ainda em quarentena…

O Café Brasil é produzido por milhares de pessoas, cara! Sou eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, você, você também, numa corrente do bem que é o que fará a diferença nestes tempos tão assustadores.

Você ouviu várias vozes de gente como a gente, de todos os lugares do Brasil, e até de outros países. Estamos unidos, e eu fico imensamente feliz de servir de alguma forma para fazer essa conexão.

A gente não tem força para mudar leis, para enquadrar os malfeitores, não dá pra salvar o mundo. Mas dá pra tratar bem do nosso mundo, este que nos rodeia.

Comece parando de assistir o jornal com seus mortômetros, saia das redes sociais venenosas, não dê confiança para quem politiza este momento. Tire de sua vida os monstros da negatividade.

Não dá pra se desligar, mas  cara, seja muito criterioso. Não só com o tempo que você gasta diante dessas tragédias da televisão como quem é que você tá ouvindo, quem é que você tá buscando pra te informar.

O mundo onde essa gente, os monstros da negatividade vivem, tem nos feito muito mal.

Ligue pra seus amigos, ajude quem você puder.

E se der tempo, ouça um podcast…

É assim, juntos,  que a gente vai sair dessa.

Olha! Eu convidei alguns amigos para participar de um projeto que eu chamei de Cafezinho Live, serão bate papos que vão ao ar ao longo dos próximos dias, com a intenção de nos ajudar a refletir sobre esta crise e o que cada um está fazendo para sair dela. Fique esperto em minhas redes sociais e no portalcafebrasil.com.br para saber os dias. O horário é sempre o mesmo: 20:30 hs. Exatamente na hora do Jornal Nacional. Por que será, hein?

Olha! E a turma que vem é de peso, cara. Eu voou conversar com o Gustavo Cerbasi, o Adalberto Piotto, o Murilo Gun, o Bruno Garschagen, o Ricardo Jordão Magalhães e o Dado Schneider.

E quando você quiser, mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de Jeorge Segundo:

Meu! Me mande notícias boas.