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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

O médico Joseph Giordano esperava um dia tranquilo de trabalho naquele longínquo 30 de março de 1981, como cirurgião-chefe da equipe de traumatologia da Universidade George Washington, situado na capital de mesmo (sobre)nome.

Perto dali, Ronald Reagan, presidente dos EUA, acabara de ser baleado em plena rua por um psicopata; a limusine presidencial arrancou em direção à Casa Branca, onde uma equipe cirúrgica estava à espera. Entretanto, o agente do serviço secreto Jerry Parr notou que o sangue de Reagan espumava pelo buraco de entrada do projétil. Sabendo que isso significava pulmão perfurado e, conhecedor da urgência e gravidade disso, Parr ordenou ao motorista que desviasse a Limusine para o hospital mais próximo – o da Universidade George Washington.

Já na sala de cirurgia, Reagan gracejou com Giordano e os demais médicos: “Por favor, digam que vocês são todos republicanos.” Giordano, convicto seguidor do partido Democrata, de oposição a Reagan, declarou: “Nós somos todos republicanos hoje, presidente.”

                                   A isso tudo dava-se o nome de Coletivo. Do pensamento coletivo, de consciência coletiva, de unidade nacional, de abandonar divergências políticas em prol de todo um país num momento de grande perigo. Giordano, que nem político era, sabia muito bem que o paciente deitado com uma bala no peito era o presidente da República, e não um inimigo ideológico. O povo americano seguiu o exemplo do cirurgião. Bons tempos, aqueles.

Hoje, o particular se sobrepõe nos EUA. Os atuais democratas transformaram seu partido numa espécie de Psol gringo, que abriga comunistas, anarquistas, Black Blocs, vândalos, muçulmanos ultrarradicais, e outros tipos de aproveitadores, cuja função primordial é implodir o pais mais rico do mundo em defesa de um certo “coletivo”, como eles denominam a si próprios e a essas panelinhas de vagabundos, sempre se fazendo de coitadinhos e exigindo dinheiro para si. Dinheiro do dos pagadores de impostos, obviamente.

Aqui os fatos não discrepam.

Conseguimos seguir ainda pior que os americanos. Aqui na Banânia, é o “salve-se quem puder”, de preferência com o bolso cheio de dinheiro dos pagadores de impostos. Sim, pois “dinheiro público” não existe. Quem paga as contas somos nós. E esse fato incontestável não significa absolutamente NADA para as cúpulas dos 3 poderes dessa nau dos insensatos que convencionou-se chamar de Brasil. Aqui, onde o coisa-ruim assopra, todo mundo acha que merece grana e vantagens sem fazer força ou demonstrar mérito, por vários motivos: desde alguma “reparação histórica”, tão conveniente quanto absurda, até justiça divina ou outra alegação qualquer para desviar grana para o próprio bolso, sempre fingindo estar em busca de justiça social para algum “coletivo”.

Coletivo. Essa palavra foi tão torturada nos últimos anos, que, usada como bandeira, passou a ser confirmação clara de algum grupo que quer tudo para si sem deixar nada para os outros. Viraram a palavra do avesso. Vantagem para algum grupo que é tudo, menos parte da coletividade. O exclusivismo se disfarça, escondido atrás de intenções ditas igualitárias, mas não passa de “ódio do bem” a justificar violência contra qualquer um que ouse pensar diferente dos tais coletivistas, que adoram socializar a pobreza como meio de sobrevivência política.

Os “esquerdistas amantes da paz”, com seu abjeto “ódio do bem” são os mesmos que crêem muito justo, muito correto, desejar em jornais de tiragem mundial a morte do presidente da República, sendo dos EUA ou não. Aconteceu aqui na Banânia, via Folha de São Paulo (já foi um jornal; hoje não passa de um panfleto lulista: https://www.youtube.com/watch?v=4YTmoMHC5s0&app=desktop ) e no New York Times, de mesmo triste fim. Implore pela morte de Donald Trump e será guindado às nuvens celestiais através do “ódio do bem”, essa autoridade moral superior, da qual a esquerda se acha imbuída.

Mas vá desejar mal a alguém da esquerda ou de algum “coletivo” idem… Ai você será coletivamente xingado, agredido, torturado, fuzilado e esquartejado, tudo em nome da paz, do amor e da igualdade social. Que lindo.

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