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Artigos Café Brasil
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Pelo exemplo

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Luciano Pires -

As mídias sociais entram em polvorosa com o vídeo do morador de rua apanhando do guarda municipal em São Paulo. É realmente uma das imagens mais angustiantes que vi nos últimos tempos: a desesperança de quem nada tem vendo suas “traia” sendo levadas, enquanto é agredido por uma força, sem ajuda, sem dó. Cara, que porrada…

E as mídias sociais pegam fogo com as acusações à guarda, à polícia e ao Doria.

E o que é que o Doria faz? Publica um vídeo no mesmo dia manifestando sua indignação, dizendo que pediu para o guarda agressor ser afastado, que mandou investigar.

No vídeo, Doria diz o nome do morador de rua, informa que ele está recebendo cuidados e que isso não vai se repetir.

Vai sim, prefeito. Mas esse não é ponto deste post.

Imediatamente após o vídeo do Doria, as mídias sociais fervem novamente: “populista”, “demagogo”, “marqueteiro”!

Doria volta à carga com novo vídeo no dia seguinte: arrumou emprego na prefeitura para o morador de rua e para sua esposa.

E as mídias sociais enlouquecem: “populista”, “demagogo”, “marqueteiro”!

O que chama atenção é a simples comparação entre as respostas de Doria e as que estamos acostumados a ouvir: a culpa é da sociedade; tem de acabar com a polícia; tem de aumentar os impostos; vamos criar um grupo de estudos; estamos mandando uma comissão para aprender na Finlândia; isso é o capitalismo etc e tal.

O Doria faz como um gestor no setor privado: reconhece a cagada, pune o culpado e tenta compensar a vítima. É assim que se faz “gestão”. Quem não está acostumado diz que ele é “populista”, “demagogo”, “marqueteiro”…

É assim que se faz “gestão”: reconheça o erro + puna o culpado + compense a vítima. Repita o procedimento e conte para todo mundo. Dê o exemplo.

Dá pra fazer o que o Dória fez, com os 35.865,36 casos que acontecem todo dia em São Paulo? Não. Mas dá para criar uma cultura pelo exemplo, dá para fazer com que seus subordinados façam o mesmo. Inclusive o chefe da Guarda Municipal.

Isso é um processo de educação contínua, de mudança cultural, lento, penoso, e que exige especialmente a coerência nas atitudes do líder.

Em vez de ficar vociferando nas mídias sociais, deveríamos estar é elogiando a atitude do Dória, quem sabe assim estimulamos mais gente a fazer o mesmo.

E quando ele fizer uma cagada, a gente critica.

Na verdade, você deve ficar é preocupado com o que acontecerá se o Dória sair. Em seu lugar entra Bruno Covas, um perfeito representante da velha, ultrapassada, enferrujada e odiosa política, que provavelmente pouco ou nada terá para deixar como exemplo.

Todo líder é um professor de ética. Para o bem e para o mal.

Escolha com qual você quer aprender.