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Artigos Café Brasil
Nem tudo se desfaz
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Vale muito a pena ver a história da qual somos ...

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Henrique Viana
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O convidado para o LíderCast desta vez é Henrique ...

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Deduzir ou induzir
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Veja a quantidade de gente que induz coisas, ...

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Origem da Covid – seguindo as pistas
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Café Brasil 793 – LíderCast Antônio Chaker
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Hoje bato um papo com Antônio Chaker, que é o ...

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Café Brasil 792 – Solte o belo!
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A beleza existe? Ou é só coisa da nossa cabeça? E se ...

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Café Brasil 791 – Tempo Perdido
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Café Brasil 790 – Don´t be evil
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Existe uma preocupação crescente sobre o nível de ...

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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Hoje bato um papo com Osvaldo Pimentel, CEO da ...

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Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
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Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

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Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
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Um papo muito interessante com Henrique Viana, um jovem ...

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Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
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Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

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Café na Panela – Luciana Pires
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Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

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Sem treta
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A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

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O cachorro de cinco pernas
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Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

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Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
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A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

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A aparente contradição entre desemprego e escassez de mão de obra
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Esclarecendo a aparente contradição entre desemprego e escassez de mão de obra “Antes, as habilidades não eram tão amplas. Hoje, o profissional precisa conhecer e estudar a fundo vários assuntos. ...

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Pax Aeterna
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
Maquiavel é, com alguma freqüência, considerado o primeiro cientista político moderno: nas suas análises, ele teria sido um dos primeiros a rejeitar tanto uma concepção metafísica da natureza ...

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Trivium: Capítulo 4 – Regras de Definição (parte 5)
Alexandre Gomes
  Para cumprir a função de DEFINIÇÃO, esta deve atender alguns requisitos. Do contrário, será apenas enrolação ou retórica vazia. Os requisitos são: 1. CONVERSÍVEL em relação ao sujeito, à ...

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O Brasil e o Dia do Professor
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Cafezinho 432 – O vencedor
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As pessoas não se importam com o que você diz, desde ...

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Cafezinho 431 – Sobre Egosidade
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Descobri o que acontece com aquela gente enfática, que ...

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Cafezinho 430 – A desigualdade nossa de cada dia
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Gritaria ideológica em rede social, sustentada em ...

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Cafezinho 429 – Minha tribo
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E no limite, a violência, o xingar, o ofender, o ...

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Coragens

Coragens

Luciano Pires -

Os deputados Raul Jungman e Fernando Gabeira me deixaram perplexo quando participaram daquela confusão na entrada do Congresso, no dia do julgamento de Renan Calheiros. Tentaram entrar no plenário do Senado e foram impedidos pelos seguranças, entre gritos e empurrões… Nunca imaginei vê-los saindo no tapa. Não combina com eles…
Pois naquele dia, como em tantos outros, assistimos a um confronto entre coragens. De um lado a coragem moral impelindo os deputados para dentro do plenário para fiscalizar uma votação que prometia ser – como foi – vergonhosamente arranjada. De outro lado a coragem física dos seguranças a serviço dos covardes morais impedindo-os de entrar.
No campo das discussões ideológicas, coragem física é arma de quem não tem capacidade para enfrentar desafios intelectuais. Faltam argumentos? Porrada! E em nossa sociedade, infelizmente, a coragem física é mais aceita e incentivada que a coragem moral.
A coragem física tem beleza plástica. Motiva. Faz história, recebe medalhas, aparece na mídia, produz heróis. A coragem física de um bombeiro que arrisca a vida, por exemplo. A coragem do policial que combate o criminoso. A coragem do soldado que enfrenta as balas do inimigo. A coragem do domador diante do leão. Do trapezista lançando-se no espaço. A coragem do atleta que se expõe a contusões em busca da vitória. A coragem de seu filho ou sobrinho, que tira as rodinhas de apoio da bicicleta e sai equilibrando-se pela primeira vez….
Já a coragem moral não é transmitida ao vivo pela televisão. E, se for, raramente é compreendida. Coragem moral é discreta, virtualmente invisível. É muito comum que seja exercida de forma solitária. Não dá pra sentir sua força . A coragem moral raramente dá medalha, pódio ou estatuetas. Não pode ser comprada nem emprestada. E por isso as pessoas não vêem importância nela.
Já a coragem física todo mundo vê. Implica numa certa truculência. Em treinamento incansável. No desenvolvimento de reflexos. No condicionamento para responder aos momentos de pressão. E pode ser comprada. Aqueles leões-de-chácara que quebram braços são comprados pelos covardes morais. E ganham sempre, na porrada, no curto prazo.
O que acontece hoje no Congresso brasileiro é uma luta quase impossível de três ou quatro dezenas de corajosos morais contra centenas de covardes morais, que atuam com portas fechadas, bem distantes de nossos olhos. O irônico é que nos bastidores do embate moral, a coragem física é mero instrumento, o que torna a coragem moral mais importante. No entanto… Como dar valor a uma coragem que ninguém vê? Ou entende? Que não interessa à mídia? Que não se aprende na escola? Que não é referência?
Talvez os corajosos morais devessem comprar uns corajosos físicos e organizar uma militância para impor a moral na porrada.
 
– Mas isso é imoral!
 
Pois é…