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Artigos Café Brasil
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O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Trivium: Capítulo 4 – Definição dos Termos (parte 4)
Alexandre Gomes
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Enquanto isso
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Déjà Vu

Déjà Vu

Luciano Pires -

Ando envolvido com o Everest outra vez, acompanhando a aventura de um amigo que está a caminho do topo da maior montanha do mundo. Você também pode acompanhar em www.omeueverest.com.br/blog .

Quando eu era garoto, lá pelos meus 10 ou 12 anos, em Bauru, tive um sonho. Não me lembro de detalhes, a única coisa que guardei foi a visão de uma vila na encosta de uma montanha, com gramados verdes e casinhas. Algo inesperado de se encontrar na encosta de uma montanha a três mil metros de altitude. Não sei por que, achei que aquilo era no Tibet e que um dia eu iria até lá e veria aquela cena. Não me lembro de mais nada do sonho, só a visão da vila.

Depois disso o Tibet passou a ter um significado especial para mim, que sempre vi com curiosidade aquele país, aquela cultura.

Mais de trinta anos depois, aos 44 anos de idade, realizei a minha aventura de caminhar até o campo base do Everest em 2001. E logo no início da caminhada tive uma surpresa que me deixou sem fôlego.

Já caminhando na trilha, a cerca de 2.600 metros de altitude, próximo da vila de Pahkding, faço uma curva e o que vejo? Na encosta de uma das montanhas uma pequena vila com a vegetação verde parecendo gramados. E as casinhas. Era exatamente aquele sonho de 30 anos atrás.

Era a vila do meu sonho! Entre 12 e 15 casinhas tendo em frente um gramado com a característica geografia local: a grama, ou seja lá o que fosse aquela vegetação verde, disposta em platôs como uma grande escada.

Exatamente como vi em meu sonho. E os raios de sol entrando através das nuvens davam àquela visão um sentido mágico. Veja se você acredita na foto que publiquei em http://www.omeueverest.com/diario/3.asp .

Mas o mais interessante – e daí o inexplicável – foi que, assim que entrei na trilha tive uma sensação estranha. Eu sabia que ia ter a visão de meu sonho. A cada curva, esperava por ela. Não me pergunte a razão, era aquela intuição, sabe? Depois descobri que aquela era a vila de Chourikharka, onde moravam dois dos sherpas que nos acompanharam e com os quais mais me identifiquei. Só soube disso no final da viagem…

Muito louco. Esse tipo de coisa já aconteceu com você?

Émile Boirac, um francês que viveu entre 1851 e 1917, foi quem utilizou pela primeira vez um termo para designar essa sensação: déjà vu, que quer dizer “já vi” em francês. O termo déjà vu implica em uma sensação de passado: já vi essa cena, esse lugar… Já estive aqui antes. Se assumirmos que o déjà vu é uma recordação, então temos que acreditar que já estivemos por ali antes, que já vivemos a mesma situação antes.

Mas eu nunca estive no Nepal antes, tenho certeza disso.

Procurando uma explicação científica li que o déjà vu provavelmente vem de uma experiência original que não foi completamente codificada. Um acontecimento, um som, uma visão, um cheiro no presente podem ativar um fragmento de recordação daquele acontecimento do qual temos apenas uma vaga memória.

Quem já experimentou a sensação sabe do impacto que ela é capaz de causar.

Outra explicação é fisiológica: uma ação neuroquímica no cérebro dispararia lembranças de algo que jamais aconteceu, mas que parece ser familiar.

A ciência explica. Mas não é muito mais interessante imaginar que você já esteve ali mesmo, em outra vida? Ou dimensão? Ou que de alguma forma você viu o futuro?

Pois é. Às vezes a ciência pode ser muito sem graça…