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Artigos Café Brasil
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Meu herói está lá, a Copa de 1970 está lá, o futebol ...

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Meu nome é Amyr Klink, tenho 65 anos e eu construo viagens.

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LíderCast 216 – Denise Pitta
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LíderCast 214 – Bianca Oliveira
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Jornalista e apresentadora, hoje vivendo na Europa, ...

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Sem treta
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A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

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Leitura cafezinho 303 – Cérebro médio
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John Williamson e o Consenso de Washington
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John Williamson e o “Consenso de Washington” “O Consenso de Washington já foi “aquela babaquice” reproduzida por Marcos Lisboa no início do governo Lula, citando a famigerada entrevista de Maria ...

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Comércio Eletrônico no Brasil e que fazer em 2021
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No início de abril passávamos pela primeira experiência de fechamento do comércio na maioria das cidades no Brasil em função da pandemia do COVID-19. Esse grande desafio global estava apenas ...

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Três livros sobre corrupção e como combatê-la
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Richard Feynman desancando a universidade brasileira… de 1951
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É preciso lançar pontes.
Como acabar com o mito de que a educação brasileira dos anos 50 tinha boa qualidade…   Em 1951, o físico norte-americano Richard Feynman (que posteriormente ganharia o Nobel de Física) veio ...

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Cafezinho 376 – Amizades supérfluas
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Não tenho tempo de vida para amizades supérfluas.

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Cafezinho 375 – As Mídias E Eu
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Dias 26, 27 e 28 de abril vai acontecer o DESAFIO AS ...

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Cafezinho 374 – Amizades perdidas
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Não brigue com seu amigo por causa da política. Depois ...

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Cafezinho 373 – oladocheio.com
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Venha para o lado dos que querem construir.

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Escrever rasoavel é errado, mas…

Escrever rasoavel é errado, mas…

Luciano Pires -

Ando cismado com o “mas”, aquela conjunção coordenativa adversativa que liga duas orações ou palavras e expressa a ideia de contraste, de diferença. Olha só:

“FHC saneou o sistema bancário, corrigindo problemas históricos que impediam o desenvolvimento do Brasil, e Lula ampliou políticas sociais que fizeram com que o país evoluísse ao longo da primeira década do milênio.”

Agora com uma pequena mudança:

“FHC saneou o sistema bancário, corrigindo problemas históricos que impediam o desenvolvimento do Brasil, mas Lula ampliou políticas sociais que fizeram com que o país evoluísse ao longo da primeira década do milênio.”

Notou diferença? No primeiro enunciado, um ““e”” significa que FHC e Lula estão juntos no trabalho de desenvolvimento do país. No segundo enunciado, aquele “mas” anuncia que Lula é o único responsável pela evolução do Brasil. A diferença entre os dois enunciados é a troca do ““e”” pelo “”mas””.

“O brasileiro Neymar é o mais habilidoso jogador de futebol do mundo e o argentino Messi é o que mais faz gols.” Opa! Quero os dois no meu time!

“O brasileiro Neymar é o mais habilidoso jogador de futebol do mundo, mas o argentino Messi é o que mais faz gols.” Humm… Prefiro o Messi no meu time.

Eu tinha um colega de trabalho que respondia a todos os argumentos que ouvia com um “”Sim, mas...” Era irritante, ele nem precisava continuar, todos sabiam que o “sim” era apenas uma forma de atenuar a discordância anunciada pelo “mas”.

Mas o “mas” como oposto, como contraste, conhecemos de sobra. O problema é que nestes tempos de pandemia de mentiras, o “mas” vem ganhando outras dimensões. Passou a ser aquilo que chamo de Conjunção Coordenativa Escusativa.

De novo: Conjunção Coordenativa Escusativa. “Os mensaleiros meteram a mão no dinheiro público, mas foi por uma boa causa.” “O MST invadiu e destruiu a fazenda, mas aquelas terras são consideradas improdutivas.” “A corrupção no governo da Dilma é imensa, mas no governo de FHC também era.” Lula falou um monte de coisas censuráveis nas escutas, mas o juiz não podia tê-las divulgado.

O “mas” como Conjunção Coordenativa Escusativa prepara a escusa, a desculpa. Transfere responsabilidades para terceiros, justifica desmandos, atenua consequências e torna normal e aceitável aquilo que deveria ser rechaçado por imoral, ilegal e desonesto. E então temos o

“”roubou, mas quem não roubou antes?””,

““A boate pegou fogo, mas os que morreram sabiam que era um local arriscado””;

““A moça foi estuprada, mas estava usando uma saia curtíssima””;

““O sujeito morreu no assalto, mas estava usando um relógio Rolex e dirigindo com o vidro aberto””;

““Osama Bin Laden jogou dois aviões nas torres gêmeas, mas Bush invadiu o Afeganistão””;

““Ainda morrem presos políticos em Cuba, mas lá todas as crianças estão na escola””, e assim vai.

Entendeu? O ““mas”” como Conjunção Coordenativa Escusativa funcionando como uma espécie de compensação, que livra a cara dos criminosos.

Se você gosta de usar o “mas”, preste bem atenção para não usar como desculpa. Jamais perca de vista que quem escolhe, defende e protege o ruim porque antes era pior, continua escolhendo o ruim.

Mas tem gente que nem percebe…