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Artigos Café Brasil
Nem tudo se desfaz
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Henrique Viana
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Deduzir ou induzir
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Existe uma preocupação crescente sobre o nível de ...

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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
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Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

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Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
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Um papo muito interessante com Henrique Viana, um jovem ...

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Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
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Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

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Café na Panela – Luciana Pires
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Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

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Sem treta
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A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

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O cachorro de cinco pernas
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Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
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Trivium: Capítulo 4 – Regras de Definição (parte 5)
Alexandre Gomes
  Para cumprir a função de DEFINIÇÃO, esta deve atender alguns requisitos. Do contrário, será apenas enrolação ou retórica vazia. Os requisitos são: 1. CONVERSÍVEL em relação ao sujeito, à ...

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O Brasil e o Dia do Professor
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Iscas Econômicas
O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Trivium: Capítulo 4 – Definição dos Termos (parte 4)
Alexandre Gomes
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Enquanto isso
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Em setembro do ano passado o STF julgou um processo muito interessante, sobre a propriedade do Palácio Guanabara, sede do governo do Estado do Rio de Janeiro. Foi decidido que o palácio pertence ...

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Cafezinho 431 – Sobre Egosidade
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Cafezinho 430 – A desigualdade nossa de cada dia
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Cafezinho 429 – Minha tribo
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Cafezinho 428 – A cultura da reclamação
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O ser humano, naturalmente, só confia em membros de sua ...

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Facefamily

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Luciano Pires -

Esta semana tive uma experiência deliciosa. Minha mãe, aos 80 anos de idade, criou uma página no Facebook! E no mesmo instante os filhos, netos e sobrinhos começaram a aparecer na página da dona Helena. Uma prima publicou uma foto dos primos, cerca de 40 anos atrás lá em Bauru. Uma foto deliciosa, a molecada de pés no chão e roupa suja, com expressões de… crianças. Imediatamente publiquei outra foto que tiramos quatro anos atrás, na comemoração de 80 anos de meu pai, com as mesmas pessoas, na mesma ordem. Em minutos a família estava curtindo, outras pessoas comentando, um acontecimento! Criado num lampejo, usando a tecnologia das redes sociais.

Confesso que nunca entendi direito essas tais redes. Afinal, para que serve o Facebook? O Twitter? Aquela história de “seguidores”, “curtir”, “compartilhar”, tinha cara de coisa de desocupados. Com o tempo fui me familiarizando, aderindo e descobrindo essa nova “mídia” que toma de assalto a humanidade. Como a televisão, o cinema, o rádio e os jornais e revistas, as redes sociais servem para transmitir informações de forma indireta para as pessoas. Mas diferente das mídias tradicionais, que tem mão única, as sociais tem mão dupla. A informação vai e vem, permitindo o diálogo e o controle das informações que queremos receber.

Quando faço uma comparação rápida entre o número de pessoas com as quais eu me relacionava quanto tinha 25 anos de idade (1981) e o número que pessoas que hoje fazem parte de meu círculo de contatos, chega a ser absurdo. Em 1981 eram 10, 20 ou no máximo 30 familiares, amigos e colegas de trabalho, pessoalmente, por telefone ou por carta. Hoje – graças às redes sociais – consigo dialogar com 10 mil pessoas, bastando apertar o “enter”. Fascinante!

Pois é. Mas ter 3.000 seguidores no Facebook não significa “manter relações” com 3.000 pessoas. As mídias sociais continuam sendo apenas mídias: uma forma indireta, ainda nascente, de trocar informações. É então que surge a mágica do Facebook: ele começa a unir familiares. Primos, tios, irmãos que não se veem há anos surgem repentinamente com um pedido de amizade na sua página. Em minutos você está dentro da pagina daquele parente, apreciando as fotografias e revendo pessoas com as quais tinha perdido o contato. É fascinante. E o Facebook passa a desempenhar uma função social que só ele – graças à tecnologia – pode desempenhar: o agregador familiar.

É claro que nada substitui um encontro pessoal, os olhos nos olhos, o tocar e os gestos, expressões e entonação da voz. Mas quando a distância – ou a preguiça – impedem que isso aconteça, as redes sociais aparecem! Sorte de quem souber aproveitá-las!

O desafio é dar aos encontros superficiais das redes sociais a mesma profundidade que eu dava naquelas cartas que eu escrevia 30 anos atrás para meus 10 amigos.

Bem, a foto que eu publiquei é a que você vê ilustrando este texto. Eu sou o garoto de camiseta listrada na parte de cima. E apareço na parte de baixo, 80 quilos depois… Concluí que não estou nem melhor nem pior. Estou diferente.

Fascinante.

Luciano Pires