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Artigos Café Brasil
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Deduzir ou induzir
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Origem da Covid – seguindo as pistas
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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
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Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

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Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
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Um papo muito interessante com Henrique Viana, um jovem ...

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Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
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Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

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Café na Panela – Luciana Pires
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Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

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Sem treta
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A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

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O cachorro de cinco pernas
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Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
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Trivium: Capítulo 4 – Regras de Definição (parte 5)
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O Brasil e o Dia do Professor
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Iscas Econômicas
O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Trivium: Capítulo 4 – Definição dos Termos (parte 4)
Alexandre Gomes
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Enquanto isso
Fernando Lopes
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Em setembro do ano passado o STF julgou um processo muito interessante, sobre a propriedade do Palácio Guanabara, sede do governo do Estado do Rio de Janeiro. Foi decidido que o palácio pertence ...

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Cafezinho 430 – A desigualdade nossa de cada dia
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Cafezinho 428 – A cultura da reclamação
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O ser humano, naturalmente, só confia em membros de sua ...

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O fundo do poço

O fundo do poço

Luciano Pires -

Esta semana um incêndio irrompeu na favela México 70, em São Vicente, cidade no litoral de São Paulo. As chamas consumiam 80 barracos e eram combatidas pelos bombeiros. A Polícia Militar estava no local dando apoio. Lá pelas tantas, em meio ao incêndio e fumaça, alguns moradores se desentenderam e acabaram sendo dispersos pela polícia, com bombas de efeito moral e balas de borracha. Nada de novo, portanto, e provavelmente essa versão de que “moradores se desentenderam” será desmentida pelos de sempre. Mas durante o incêndio acontece o inusitado: bandidos assaltam os bombeiros que estavam trabalhando, roubando relógios, carteiras e celulares sob a mira de armas. Este é o depoimento de um dos bombeiros assaltados:

“Quando chegamos ontem do incêndio na favela do México 70, como todo incêndio em favela, difícil acesso, muita gritaria, muita tristeza, porém chegamos, viaturas de todos os lados da região, Cubatão, Praia Grande, Santos e São Vicente, bombeiros trabalhando muito para controlar o enorme incêndio. MAS PARECE QUE TUDO ISSO não é suficiente para os moradores do local. Durante minha atuação na ocorrência, estava me deslocando com caminhão mais de 20 toneladas (at 06101 do jd castelosantos) indo pela quarta vez abastecer d’ água, QUANDO FUI SURPREENDIDO POR 06 MARGINAIS, ONDE FIQUEI COM DUAS ARMAS APONTADAS EM MEU PEITO, ENQUANTO LEVAVAM MINHA ALIANÇA, CELULAR, RELÓGIO E MAQ. FOTOGRÁFICA E O TEMPO TODO SENDO AMEAÇADO DE MORTE.

Então para tudo e vamos refletir. EU Cb PM Petrin, depois de horas de combate ao incêndio na favela, sou ASSALTADO/ROUBADO pelos mesmos ocupantes da favela para quem estou trabalhando. ACABOU TUDO, É O FIM DO MUNDO, e por um minúsculo gesto desses marginais, quase entro na estatística de PM morto.

As emissoras de TV divulgaram uma simples nota dizendo que um bombeiro foi assaltado… porque essa imprensa tendenciosa não vem me ouvir, será que tenho algo a falar, foi uma experiência horrível, pois é moralmente um absurdo o acontecido. Agradeço ao oficial de área (…) e em especial o Posto de Bombeiros de São Vicente, Prontidão Azul, que não mediu esforços em tentar localizar e resgatar os meus pertences. Mas o maior bem que me levaram, FOI A ALEGRIA DE TRABALHAR SEM OLHAR ‘ONDE E PRA QUEM’.

Comprovação, porém graças a Deus, foi somente eu o bombeiro assaltado, é que a mídia não consegue ler corretamente, mas é revoltante o espaço dado ao favelado falando mentiras sobre a PM e o espaço zero de resposta à PM. Como sempre o Estado sendo indiretamente massacrado pela mídia…

Eu e muitos outros bombeiros estávamos lá quando iniciou o confronto e presenciamos uma quantidade enorme de favelados com garrafas de vidro sendo arremessadas nos policiais, paus e pedras sobrevoavam… e com tudo isso continuamos o combate ao incêndio, para logo após eu ser assaltado por seis marginais com duas armas no peito… mídia hipócrita.

Peço o apoio de meus amigos para divulgação e conhecimento…

Um grande abraço. F. P. – Corpo de Bombeiros.”

Que tal? “Me levaram a alegria de trabalhar sem olhar onde e para quem.” Na boca de um bombeiro, como seria na de uma enfermeira, de um policial, de um carteiro ou de um professor, essa frase representa sim o fundo do poço.

Mas ruim mesmo é esta impressão de que ainda dá para descer mais.

Luciano Pires