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Artigos Café Brasil
Nem tudo se desfaz
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Vale muito a pena ver a história da qual somos ...

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Henrique Viana
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O convidado para o LíderCast desta vez é Henrique ...

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Deduzir ou induzir
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Veja a quantidade de gente que induz coisas, ...

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Origem da Covid – seguindo as pistas
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Tradução automática feita pelo Google, de artigo de ...

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Café Brasil 799 – Essa tal meritocracia
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Meritocracia, meritocracia... meritocracia... como tem ...

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Café Brasil 798 – Raciocínios Perigosos – Revisitado
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O Café Brasil de hoje é a releitura de um programa de ...

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Café Brasil 797 – ‘Bora pra Retomada – com Lucia Helena Galvão
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Tenho feito uma série de lives que chamei de ‘Bora pra ...

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Café Brasil 796 – Maiorias Irrelevantes
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Outro daqueles acidentes estúpidos vitimou mais uma ...

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Café Brasil 793 – LíderCast Antônio Chaker
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Hoje bato um papo com Antônio Chaker, que é o ...

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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
Hoje bato um papo com Osvaldo Pimentel, CEO da ...

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Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

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Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
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Um papo muito interessante com Henrique Viana, um jovem ...

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Café na Panela – Luciana Pires
Café na Panela – Luciana Pires
Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

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Sem treta
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A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

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O cachorro de cinco pernas
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Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

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Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
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A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

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Trivium: Capítulo 5 – Proposições e sua Expressão Gramatical (parte 1)
Alexandre Gomes
DEFINIÇÕES E DISTINÇÕES Proposição e relação de termos. A proposição AFIRMA uma relação de termos. Em uma estrutura de palavras compostas de: um sujeito, uma cópula e um predicado. Os termos ...

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A catástrofe circular da escola brasileira
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
A catástrofe circular da nossa escola: temos professores de fraca formação acadêmica, com salários miseráveis. Eles oferecem aos seus alunos pouca cultura e, por isso, não os elevam acima da ...

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Quadrinhos em alta
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Quadrinhos em alta Apesar do início com publicações periódicas impressas para públicos específicos, as HQs não se limitam a atender às crianças. Há quadrinhos para adultos, de muita qualidade, em ...

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Trivium: Capítulo 4 – Tipos e Regras de Divisão Lógica (parte 7)
Alexandre Gomes
Antes de tratar das regras da divisão lógica – pois pode parecer mais importante saber as regras de divisão que os tipos de divisão – será útil revisar alguns tópicos já tratados para ...

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Cafezinho 444 – Congestão mental
Cafezinho 444 – Congestão mental
Quanto de alimento intelectual você consegue entuchar ...

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Cafezinho 443 –  O crime nosso de cada dia
Cafezinho 443 –  O crime nosso de cada dia
A sociedade norte americana está doente. E eles somos ...

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Cafezinho 442 – Por que cultura é boa?
Cafezinho 442 – Por que cultura é boa?
A cultura é boa porque influencia diretamente a forma ...

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Cafezinho 441 – Qual cultura é melhor?
Cafezinho 441 – Qual cultura é melhor?
A baixa cultura faz crescer a bunda, melhorar o ...

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O surfista

O surfista

Luciano Pires -

Uma notícia me chamou a atenção hoje: de nada adiantou o protesto contra o Uber feito por dezenas de taxistas no Rio de Janeiro, que bloquearam diversos pontos da cidade recentemente, inclusive agindo com violência contra quem tentava romper as barricadas. Na semana seguinte, uma juíza decidiu que o aplicativo continuará funcionando até que a atividade seja regulamentada oficialmente pelo Poder Público do Estado.

Para a juíza, o fato de que os táxis, além de se beneficiarem da mesma tecnologia do Uber através de apps como Easy Taxi e 99, possuem a alternativa de conquistar clientes nas ruas. Um motorista do Uber não pode fazer o mesmo. “Trata-se da concorrência assimétrica, identificada nos setores de telecomunicações, energia e portos, que admite e estimula a concorrência entre os distintos regimes”, disse a juíza.

Enquanto isso as manifestações contra o Uber continuam por todo país. Aliás, em várias cidades do planeta.

Três anos atrás, se você dissesse “Uber”, “Waze” ou até mesmo “Netflix”, quase ninguém saberia do que você estava falando. Hoje, para algumas pessoas como eu, a vida sem esses aplicativos está se tornando impensável, tipo “como é que eu vivia sem isso?”.

Essas tecnologias disruptivas (que rompem, alteram, inovam) chegam para tomar conta por uma razão fundamental: facilitam as vidas dos usuários e criam valor de uma forma visível e imediata. E é impossível contê-las, mesmo com a força da lei. Essas tecnologias são como aquelas plantinhas que nascem em qualquer rachadura do concreto. Quando a vida se manifesta, é impossível pará-la.

Foi assim com os programas que baixam músicas pela internet: quando surgiram, a indústria fonográfica caiu matando com ajuda da justiça, mas era suspender um para surgirem quatro ou cinco no minuto seguinte. E a indústria não encontrou outra saída a não ser partir na direção que os sistemas disruptivos apontavam. Hoje os sistemas de venda de música online atropelaram todos os outros e os CDs estão se tornando peças de museus.

Ontem chamei um Uber e me surpreendi quando chegou um carro preto com placas vermelhas. Perguntei ao motorista, Vagner, o que era aquilo e ele me disse:

Eu sou Uber, sou Táxi Comum, sou 99, sou Easy Taxi, sou qualquer sistema de transporte que o senhor conhece. Tudo regularizado, com as licenças necessárias. Trabalho com qualquer um.

– Mas você tem taxímetro?

– Tenho e uso conforme o chamado que atendo. Comigo não tem tempo quente.

– Pô, mas você gastou dinheiro pra ter tudo isso, não é?

– É. Mas eu acredito que vou compensar com o volume de trabalho que eu consigo. Posso pegar até cliente na rua. E não corro risco de ser atacado pelos que não querem o Uber, afinal, sou um taxista regularizado.

Confesso que não entendi muito bem, não sei se um carro preto com placas vermelhas pode ter taxímetro, mas uma coisa ficou na minha mente desde ontem: no meio do tiroteio o Vagner fez sua escolha, em vez de optar por um lado ou outro, abraçou tudo aquilo que todos os lados têm de melhor.

Em vez de nadar contra a onda, o Vagner está surfando nela.

Isso é ser disruptivo.