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Ô Tédio…

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Luciano Pires -



Ô TÉDIO…



E a turma da área de comunicação decidiu inovar e criou uma mensagem de espera telefônica diferente. Aproveitando umas propagandas de rádio bem humoradas, fez com que quem ligasse para a empresa, ouvisse uma mensagem alegre, engraçada e diferente daquela musiquinha de crematório que outras empresas escolhem… Resultado?


Alguns diretores da empresa entraram em pânico. Onde já se viu? Uma mensagem alegre e bem humorada para quem liga para uma empresa séria como a nossa? Depois de muita pressão, a mensagem foi retirada do ar e substituída por algo mais… digamos… normal.


Agora, quem liga para a empresa ouve uma mensagem de gente séria…


Essa história me faz lembrar de como é perigoso atender às expectativas de nossos clientes. No caso da chamada telefônica, os diretores não entenderam que os clientes não eram eles, os diretores, mas sim os clientes externos da empresa. E deram vazão a seus preconceitos.


A mensagem telefônica bem humorada foi feita para superar, quebrar, e não simplesmente atender, as expectativas. Quando atendemos expectativas, somos previsíveis. Fazemos o esperado, o “normal”. Falamos o que os outros querem ouvir… Sabe que estratégia é essa?


É a estratégia do cagaço.


É mais seguro fazer o que as pessoas acham que é normal. Isso evita que elas pensem a respeito. Evita o risco de alguém não gostar. É a estratégia da previsibilidade, da aposta só na segurança, Do tédio…


Ser tedioso é transmitir falta de sensibilidade, de garra, de coração. Falta de alma, de tesão, de entusiasmo: cagaço!


Pense bem, ao botar a cabeça no travesseiro para dormir e repassar o seu dia, do que é que você se lembra? Das coisas rotineiras? Ou das coisas que quebraram a rotina?


Garanto que você só vai se lembrar das quebras da rotina. Afinal, como diz Washington Olivetto, “se ninguém se incomoda, todo mundo acha que está tudo correto, tudo certinho, a chance de não acontecer nada é muito grande”.


Vou mais longe. Além de não acontecer nada, a inteligência é deixada de lado. Tudo fica no automático. Seguem-se as regras e o que temos é:


“Você ligou para a empresa tal. Nossa empresa é o máximo. Sua ligação é muito importante para nós. Aguarde que um de nossos colaboradores vai atendê-lo assim que possível”.


É chato, né? Igual a todos os outros, né? Previsível, né?


É. Mas é seguro.


Ô tédio…