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Artigos Café Brasil
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Henrique Viana
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Sem treta
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Enquanto isso
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Agronegócio, indústria e mudança de mindset
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Cafezinho 429 – Minha tribo
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Cafezinho 427 – Política e histeria
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Os Ecos Do Grito

Os Ecos Do Grito

Luciano Pires -

Escrevi um artigo chamado “De onde virá o grito?”, sobre as impressões que tive em Pernambuco e no Rio Grande do Sul, que me deram a certeza de que daqueles estados sairá o grito contra a esculhambação e a corrupção que tomam conta do país. Eu comentava que São Paulo perdeu a capacidade de liderar essa mobilização. O texto transformou-se numa daquelas correntes da internet e muitos gaúchos e pernambucanos orgulhosos escreveram. E vários paulistas loucos da vida também… Um quer que eu vá morar no Rio Grande do Sul ou em Pernambuco pra ver que lá “não é nada disso”. E outro me escreveu dizendo:


“Talvez você não se lembre que o grito contra o jugo português  nasceu em São Paulo (Bonifacio) e tomou corpo no Rio de Janeiro, em lojas maçônicas. O grito contra a baderna em 32 foi dado por brasileiros paulistas (MMDC) e deu no todos sabem…”.


Eu me lembro, sim. E esse é o problema. Estamos acomodados nas façanhas de nossos avós ou bisavós. Sempre que provocados para a reação, buscamos na memória uma explicação. Um dia, 70, 50, 40 anos atrás combatemos, fomos às armas, derramamos sangue na luta por ideais. Um dia. No passado.
Mas hoje, de alguma forma aquela capacidade de transformar a indignação em ação ficou para trás. Hoje o máximo que conseguimos é descrever a situação ruim em que nos encontramos. Nos transformamos nos campeões do nhém-nhém-nhém, incapazes de tirar o traseiro da cadeira.
Também fui acusado de passivo, por ficar “esperando o grito dos gaúchos ou pernambucanos”. Lembro que o filósofo Hegel um dia escreveu:


“A maldição que persegue a existência social, é a separação entre ação e pensamento. De um lado, o intelectual sem capacidade política; do outro, o político sem capacidade intelectual. A isso se dá o nome de diálogo de surdos.”


Pois estamos metidos nesse diálogo até o pescoço. Indo pra lugar nenhum. E, como não sou o político sem capacidade intelectual, corro o risco de ser o intelectual sem capacidade política, um ressentido passivo. Pode ser. Mas não estou esperando, não. Estou provocando. Conectando pessoas. Sou um conspirador. Minhas palavras são minha espada, meu texto é meu grito. E por enquanto peço a vocês que “ouçam” bem o e-mail que acabo de receber, assinado por José Paulo Dornelles Cairoli , presidente da Federasul, a Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul:


“Em todo o País, a indignação chegou ao seu limite máximo. Nunca se viu tanta corrupção, tantos escândalos envolvendo aqueles que deveriam servir de exemplo. Os brasileiros sentem-se envergonhados cada vez que abrem o jornal ou assistem o noticiário. E pior: mesmo quando a corrupção é descoberta, logo em seguida vem a impunidade para aqueles que deveriam pagar o preço pelo mal que causam ao Brasil. Chega! É hora de a sociedade reagir de verdade!  A OAB/RS, juntamente com todas as suas 104 subseções, diante deste triste quadro, reúne-se com as entidades mais representativas do Rio Grande do Sul para convocar a população gaúcha a participar do lançamento  do Movimento contra a Impunidade e a Corrupção. Uma ampla mobilização contra esses expedientes já enraizados em diferentes esferas administrativas nesse país. Vamos mostrar que temos a capacidade de interferir nos fatos que fazem a história do Brasil! “


O ato acontecerá ao meio-dia da sexta feira, 13 de julho, na esquina Democrática, em Porto Alegre… Humm…. E este outro e-mail que recebi na semana passada?


“Para seu conhecimento estamos aqui no RS vivendo um momento de crise profunda do setor público estadual, a qual, afeta toda a economia do RS. Assim sendo, a sociedade gaúcha se mobilizou e está desenvolvendo uma proposição de democracia criativa através de um projeto denominado Agenda 2020 (www.agenda2020.org.br).”.


Ora, ora… São os gaúchos gritando…
Com certeza tem mais gente gritando em outros estados. Gente à qual podemos nos conectar, criando massa crítica. E quem sabe mudando isso que está aí. Pela conectividade. Co-ne-cti-vidade.
Não dos gaúchos, dos pernambucanos ou dos paulistas.
Mas dos brasileiros.