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Parpites

Parpites

Luciano Pires -

Abro minha palestra GERAÇÃO T com uma provocação composta por três enunciados que invariavelmente deixam a plateia babando. Olha só:

“Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus.”

“Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível.”

“Essa juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura.”

Esses textos pesados circulam pela internet há anos. O primeiro é atribuído a Sócrates, 400 anos antes de Cristo; o segundo a Hesíodo, 720 anos antes de Cristo; e o terceiro estaria escrito num vaso de argila descoberto nas ruínas da Babilônia, que tinha mais de 4000 anos de idade…

Pô, mas se há pelo menos 4000 anos a humanidade vem ficando mais bruta, mais burra, mais ignorante, mais preguiçosa, mais maligna, como é que o mundo ainda não acabou? Talvez a coisa não seja tão ruim.

George Orwell disse uma vez que “cada geração imagina-se mais inteligente que a geração que veio antes, e mais sábia que a geração que vem depois.” Fosse não só imaginação, deveríamos estar melhorando, não é? Mas achamos que não.

O fato é que antes de professores, somos alunos. Aprendemos com a garotada que aí está a sermos pais, educadores, formadores e mentores. E se achamos que o resultado é ruim, a culpa é nossa, que fomos maus alunos e maus professores!

Volto então à questão do início: se o mundo vem ficando mais bruto, mais burro, mais ignorante, mais preguiçoso, mais maligno, como é que ainda não acabou? Bem, talvez ele não esteja ficando tão ruim assim. Ruim ficou para quem ainda vive um passado idílico. O mundo da nova geração está diferente. Nele eu só posso dar, como se dizia em Bauru, “parpites”.

Lamento por muitas das coisas que vivi e que meus filhos não viverão, mas invejo o tanto que eles tem e terão e que eu nem consigo imaginar. Basta dar uma olhada na história para verificar que, mesmo com essa impressão da burrice e ignorância crescentes, cada geração obteve conquistas tecnológicas, morais e sociais fabulosas, que levaram a humanidade a um estágio de conforto, conhecimento e harmonia muito superior ao que existia 4000, 1000, 500 ou 100 anos atrás.

Meus filhos são melhores que eu, meus parpites surtiram efeito! E tenho visto uma moçada muito interessante aparecendo, com idéias próprias, senso crítico, propostas e atitudes que me enchem de orgulho. Aprenderam com os parpites de outros…

– Ah , mas são minoria!

Claro que são. Mas nos últimos 40 mil anos, quando é que não foram?

Agora pare e pense: nesse contexto, qual é seu papel?

Luciano Pires