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Sexta Feira 13 e o impeachment

Sexta Feira 13 e o impeachment

Luciano Pires -

Quem assistiu Sexta Feira 13 sabe como funcionam os filmes de horror produzidos em série: Jason Voorhees, o monstro, mata um monte de gente até ser derrotado. Mas quando achamos que está tudo bem e o mocinho beija a mocinha, Jason levanta e ataca outra vez para ser morto pelo mocinho mais uma vez. E no próximo filme ele volta. Mais forte.

Publiquei esta semana em meu Facebook um artigo de Dora Kramer chamado “Calma no Brasil” em que ela defende que “a interrupção de um mandato de um presidente da República não é assunto a ser tratado à luz de vontades. Requer consistência, fundamento, seriedade.”. E manifestei que fazia minhas as palavras dela.

Pronto! Em segundos chegaram dezenas de comentários de gente furiosa, me condenando por não querer tirar a Dilma de lá, por “jogar água na fervura”, por proteger o PT e outras acusações sempre embasadas na emoção. Mas em questões políticas eu não me baseio em emoção, veja só:

O Jurista Ives Gandra publicou um artigo sobre seu parecer de que há elementos suficientes para começar um processo de impeachment contra Dilma Rousseff, baseado na omissão, imperícia, imprudência ou negligência da presidente. Pronto, todo mundo ficou assanhado. Mas poucos repararam na forma como ele encerra o artigo: “Não deixei, todavia, de esclarecer que o julgamento do ‘impeachment’ pelo Congresso é mais político que jurídico, lembrando o caso do Presidente Collor, que afastado da presidência pelo Congresso, foi absolvido pela Suprema Corte.”.

Impeachment é política, não é matemática, muito menos emoção. Fernando Collor, além de perder todo apoio, tinha contra si um PT raivoso e um PSDB muito diferente desse saco de bundões de hoje. Caiu, pois havia forças muito maiores que as que o apoiavam.

Não é o caso de Dilma que, apesar de parecer sozinha, tem sim o apoio do PT com todos seus tentáculos. E seu marqueteiro.

Se o pedido de impeachment não for embasado com consistência, fundamento e seriedade em provas concretas e não apenas em indícios, o PT e seus serviçais terão munição para começar uma guerra política, com Dilma (e Lula, é claro) como mártir e você como golpista. E terão dezenas de milhões de brasileiros com eles. Quase conseguiram isso com o Mensalão, mesmo com a tonelada de provas em mãos! Imagine com um processo baseado em indícios…

Um processo baseado na omissão, imperícia, imprudência ou negligência da presidente vai gerar discussões por anos a fio e o que sairá daí é imprevisível. E cá entre nós, em termos de organização política o PT dá de relho em todo mundo. Estamos diante da possibilidade de repetir o que aconteceu na Venezuela, quando um movimento afoito derrubou Hugo Chávez, que voltou em seguida com mais força e transformou o país num inferno.

Jason ressuscitou. Mais forte.

Quem leu o texto de Dora Kramer sem derrubar o disjuntor, leu isto: “Se mais adiante vierem a aparecer fatos que indiquem a responsabilidade da presidente em quaisquer crimes serão outros quinhentos”. Taí. Não é para não ir às ruas, não é para ficar de braços cruzados esperando, não é para poupar o PT. É para focar a energia onde o resultado é certo,  na pressão para a revelação de provas concretas, para a aceleração das investigações, para o surgimento de fatos indiscutíveis que não deem aos estrategistas do PT, que são muito melhores que eu, você e todos os opositores juntos, tudo que eles querem para iniciar sua “guerra santa”.

Todo esse barulho, gritaria, emoção é lindo de ver, serve como instrumento de pressão e cria um clima importante, mas só os bobinhos acham que impeachment é decidido nas ruas.

Não é.

Meu imperativo categórico é tirar o PT do poder, mas quero fazer direito, com fogo, água, serra elétrica e estaca.

Ou o Jason volta. Mais forte.

Quer que eu desenhe?