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Artigos Café Brasil
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Café Brasil 789 – LíderCast Osvaldo Pimentel – Monetizze
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Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
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Café na Panela – Luciana Pires
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Sem treta
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Trivium: Capítulo 4 – Regras de Definição (parte 5)
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  Para cumprir a função de DEFINIÇÃO, esta deve atender alguns requisitos. Do contrário, será apenas enrolação ou retórica vazia. Os requisitos são: 1. CONVERSÍVEL em relação ao sujeito, à ...

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O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Trivium: Capítulo 4 – Definição dos Termos (parte 4)
Alexandre Gomes
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Enquanto isso
Fernando Lopes
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Em setembro do ano passado o STF julgou um processo muito interessante, sobre a propriedade do Palácio Guanabara, sede do governo do Estado do Rio de Janeiro. Foi decidido que o palácio pertence ...

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Cafezinho 429 – Minha tribo
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Cafezinho 428 – A cultura da reclamação
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#VemPraRua

#VemPraRua

Luciano Pires -

Domingo, 15 de março de 2015, está programada uma manifestação popular que promete tomar as ruas do país. Uma leitora de meu Facebook, a Ana Paula Maia, mandou um texto tão interessante sobre o assunto que decidi aproveitar algumas partes para este artigo da semana. O texto original da Ana, se você quiser ler, é um comentário neste post http://on.fb.me/1F3JuDX:

Nós, cidadãos, temos o direito e o dever de exercer a democracia. O movimento #VemPraRua, que é suprapartidário, tem objetivos muito claros: é a favor da retirada do PT e do seu projeto de poder do planalto central; é contra o desrespeito à constituição e às leis; é contra a roubalheira e corrupção institucionalizadas no Brasil; é a favor da apuração dos fatos e punição dos culpados pelos sucessivos assaltos cometidos contra o patrimônio brasileiro; é contra o aumento da inflação, alta descontrolada do dólar, maiores juros do mundo, resultados da incapacidade administrativa do governo do PT; é a favor da DEMOCRACIA.

Se no domingo você não vai pra rua por esses motivos, não vá.

Se o que você quer é que os militares assumam o poder, não vá pra rua. Ditadura não é democracia.

Se é pra tomar uma cerveja com os amigos ou estrear uma roupa nova, não vá pra rua. Existem momentos mais adequados.

Pela legalização da maconha? Por direitos iguais para mulheres, negros, pobres, homossexuais? Não vá pra rua. Promova outra manifestação, outro dia, com esse fim.

Não vá pra rua porque é flamenguista, corintiano, vascaíno ou tricolor. Fique em casa assistindo um jogão na TV.

Não vá para roubar, saquear ou destruir o patrimônio público ou privado.

Não vá para brigar. Se você está satisfeito com o governo e não concorda com os que não estão, não vá pra rua. Não vale o risco.

Mas se você vai pra rua, lembre-se que para que seu projeto de perpetuação no poder siga em frente, o PT precisa de tensão, precisa de brasileiros lutando contra brasileiros, classe contra classe, região contra região. Seu líder, Lula, tem como princípio não ter princípios, pensa apenas em seu projeto pessoal. E quem pensa assim, antes de ser brasileiro é um oportunista.

É hora de mostrar que queremos um país unido. Que temos todas as condições de voltar a crescer, acabando com a corrupção, tendo um projeto econômico, um congresso que trabalhe com independência e em harmonia com o poder executivo. E uma justiça que cumpra com suas atribuições.

É fundamental ficar atento às tentativas de sabotagem. É preciso se diferenciar daqueles que querem a barbárie, a anarquia. Quem defende a democracia e a liberdade o faz através da lei, da constituição. É possível mudar assim. É possível mudar, sim.

O trabalho de contrainformação está pegando fogo. Boatos correm por todos os lados com o objetivo de amedrontar as pessoas para que não saiam às ruas. A movimentação das milícias do MST pelo Brasil, com imagens de seus integrantes invadindo áreas portando foices, facões e bandeiras vermelhas são claramente intimidatórias. Indivíduos estarão infiltrados nas manifestações para as desestabilizar pela violência, pelo desvio de foco, pelo conflito. Jornalistas a serviço dos que querem que tudo fique como está estarão nas ruas à cata de gente caricata, com discursos extremistas, para assim caracterizar o movimento como “fascista, golpista, direitista” e outros istas.

Não entre no jogo dessa gente. Se você vai pra rua, faça mais que simplesmente caminhar ou gritar palavras de ordem. Fiscalize. Denuncie aos organizadores e à polícia os que estiverem promovendo enganação, vandalismo e violência.

Vá de cara limpa, leve um sorriso no rosto. Cante, abrace os outros brasileiros e mantenha a perspectiva de que você não está lá para odiar, para dividir, mas para construir o Brasil com o qual você sonha.

Se é esse seu entendimento, vem pra rua!

Que Deus, Maomé, Budha, Iemanjá ou simplesmente você, estejam conosco.