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Iscas Intelectuais
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Bananas 2

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

O cineasta Woody Allen fez ótimos filmes, como Bananas, de 1971: Nessa comédia, um bobalhão novaiorquino tenta impressionar uma sexy militante de esquerda e acaba envolvido na revolução comunista de um fictício país latino-americano. O próprio Allen interpreta o protagonista; Mellish, um ingênuo, que acredita na vitória dos revolucionários de esquerda para encerrar uma ditadura cruel. Ao fim e ao cabo, vitoriosa a revolta armada, os comunistas impõe ao país uma ditadura muito pior do que a anterior. Uma das cenas antológicas é o discurso de vitória do novo ditador, informando à população miserável que, a partir daquele momento, a língua oficial da ilhota seria o sueco e todos usariam as cuecas por cima das roupas, entre outras sandices. Para os recalcitrantes, prisão, tortura e fuzilamento. Mellish tentava buscar alguma razão, um significado para tais atos, ou mesmo justificá-los, até finalmente perceber a insanidade em que se envolvera por alegados “bons sentimentos” – que nada mais eram do que pura ingenuidade a serviço de um monstruoso ditador comunista que se fingia de amiguinho dos fracos e oprimidos.

O filme se baseia no livro Don Quixote, USA, de Richard P. Powell, mas poderia ser uma imagem espelhada de toda e qualquer revolução comunista ocorrida no mundo, da revolução soviética, passando pela chinesa (a maior matança da História humana) a cubana, a cambojana, a nicaraguense, e todas as demais do mesmo tipo, incluindo as africanas, num rio de sangue sem fim. O tragicamente engraçado é que os admiradores dessas monstruosidades fingem enxergar a queda do muro de Berlim (e a ruína de todo o império soviético) apenas como um sucesso mal explicado, e não a demonstração inconteste do fracasso dessa ideologia carcomida e cruel.

O Brasil vive hoje uma continuação da comédia de Allen. Um verdadeiro “Bananas 2”.

Lula foi eleito com um discurso fofo, bem lindinho, prometendo picanha, cerveja, muito dinheiro, muito amor e felicidade geral à nação; de quebra, ia acabar com a guerra na Ucrânia numa mesa de bar e garantiria a paz mundial. Nunca explicou como chegaríamos a esse paraíso terreno, e quem ousasse perguntar como essa proeza se realizaria, imediatamente seria tachado de fascista, nazista, pessimista, inimigo dos pobres e outras gentilezas típicas dessa gente amorosa e compreensiva da extrema esquerda.

Evidentemente, como dinheiro não dá em árvore (muito menos picanha), a dura realidade está nos calcanhares de Lula, exigindo explicações e um mínimo de trabalho sério. Mas os lulistas são refratários a isso, como as personagens de Bananas. Basta o caso do vai-não-vai da taxação das importações Xing-ling: Há um ano, o ministro Paulo Guedes sugeriu a cobrança de impostos para compras da China via internet. Foi chamado de monstro, assassino, bandido, vampiro de pobres, etc. A lulada gastou as digitais vermelhas teclando em todas as redes sociais, furiosos com a medida, que acabou não ocorrendo. Há um mês, Lula e sua tropa de perdidos resolveram taxar as compras dos brasileiros, exatamente do mesmo jeito. A lulada correu às redes para urrar de alegria, comemorando a taxação de “contrabandistas” (!) que lesavam o Estado com suas vigarices pelo correio. Quinze dias depois, nova reviravolta; não ia mais ter taxação. Nova comemoração, uivos de alegria e comemoração pela sensibilidade do grande mestre, aliviando o povo pobre e sofrido. Uma semana depois, o perdido da Fazenda, Fernando Haddad, disse que ia ter imposto, mas não ia. E que talvez fosse criada uma tal de digital tax, que foi definida pelos gênios canhotos como uma espécie de tributo que não tributa, que aumenta a arrecadação mas ninguém precisa pagar, e que enche os cofres públicos sem aumento de preços. Ou seja, um milagre fiscal com nome gringo. A seita lulista aplaudiu muito novamente, mesmo sem entender nada. E não há o que entender mesmo. Estão jogando para a plateia com uma irresponsabilidade sem limites, e os fanáticos acham ótimo. 

Idem para as declarações desastrosas de Lula sobre a “culpa” da Ucrânia na guerra. “Quando um não quer, dois não brigam”, argumentou o gigante de araque da diplomacia; realmente, dois não brigam, mas um apanha. E a Ucrânia decidiu não apanhar, com o apoio de praticamente todo o Ocidente. Lula não compreende nada, mas seus bananeiros seguidores aplaudem até sangrar as mãos, enquanto ele brinda com todas (atenção, TODAS) as ditaduras do mundo.

Não há coerência entre essa gente. É mais fácil chover picanha. Ainda não fomos obrigados a falar sueco, mas o “todes” tá aí, pra quem duvida do hospício que se instala no País, comandado por mentes que pararam nos anos 80. A lulada acha o máximo – mesmo que ele diga, hoje, exatamente o contrário do que disse ontem. Vem pra cá, Allen.

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