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Luciano Pires -

Xiiii… a bateria do seu celular acabou no momento mais inconveniente? Quem nunca? Pensando nisso, nasceu a Santa Carga, uma solução inovadora para esse problemão! A Santa Carga é uma microfranquia de totens carregadores de celular que têm grande tela onde são transmitidas mensagens publicitárias em vídeo e notícias em tempo real.

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Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós: qual produto eu escolho, hein? Como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança. Amortecedores, componentes de suspensão e direção. Certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe porquê?

Porque é Nakata!

Assine gratuitamente o boletim em nakata.com.br e receba as últimas novidades em seu e-mail.

Tudo azul, tudo Nakata

Em 1938 iniciou-se um estudo chamado Harvard Study of Adult Development. Ao longo de mais de 80 anos, o Estudo da Universidade de Harvard tem rastreado os mesmos indivíduos e suas famílias, fazendo milhares de perguntas e centenas de avaliações – desde exames no cérebro a análises hematológicas – com o objetivo de descobrir o que realmente contribui para uma vida (mais) feliz. E a conclusão é a importância do outro…

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você estará no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano, Ciça, Lalá e toda equipe do Café Brasil, o meu nome é Luís Rodrigo, eu falo daqui de Curitiba e tomei a liberdade de mandar esse áudio a vocês logo após a minha inscrição no Café Brasil Premium.

Mas eu já faço uso do material de vocês, aí os podcasts, há mais de dez anos e senti a vontade de transmitir um agradecimento em forma de áudio, o tanto que vocês foram importantes no meu enriquecimento intelectual, nas minhas argumentações, no pensamento analítico, no meu senso crítico, enfim, infinitas melhorias aí, eu pude contar com vocês na hora em que precisei.

Sem contar o embasamento musical, isso me toca demais, como um roqueiro assim como eu, é uma viagem inexplicável entrar nos detalhes de alguns episódios que vocês preparam e que eu já ouvi mais de vinte vezes o Bohemian Rhapsody é um deles.

Sem contar também o Vai viver, cara, que na minha vida isso foi um divisor de águas. É engraçado, mas sempre que eu preciso de um estímulo eu consulto esse episódio como se fosse uma pílula de motivação. Então pra mim, isso é muito importante.

Enfim, eu só tenho que agradecer a vocês pelo trabalho de alto nível que vocês preparam, as boas energias que vocês transmitem e as verdades também que são ditas.

Dizem que o caminho correto sempre é mais desafiador, mas eu ainda prefiro continuar nesse caminho a ser levado pela manada. Então, o Café Brasil convida muito a gente fazer sempre essa análise.

E o melhor de tudo isso é compartilhar com a minha família, transferir isso tudo pro meu filho, o Leozinho de 8 anos que sempre se interessa pelo conteúdo, a gente entra em discussões ali mais profundas do porquê das coisas e o Café Brasil me dá muito embasamento pra isso.

Ou seja, eu queria transmitir o meu muito obrigado pra cada um de vocês por vocês fazerem parte das nossas vidas. E a missão de vocês é muito, muito especial porque ela transforma muito a vida de cada um de nós ouvintes, assim como transformou a minha vida.

Então, agradeço a cada um, novamente. Queria agradecer também ao meu grande amigo, meu irmão Wilson, lá do sul de Minas Gerais, que foi quem me apresentou o Café Brasil, levando alguns mp3, na época, isso mexeu muito comigo, numa fase muito difícil e foi um gatilho pra que eu me reerguesse e pudesse ter um estímulo.

Mais uma vez obrigado e vida longa ao nosso Café. Um abraço.”

Grande Luis Rodrigo, muito obrigado, viu? Seja bem-vindo ao Premium, meu caro! Esse seu comentário nos dá força pra seguir adiante, sabe… é exatamente para isso que estamos aqui, meu caro, pra seguir junto, jogando uma luz aqui, uma provocação ali. Eu acho que tá na hora de revisitar o Vai Viver Cara… Muito obrigado. Manda um beijo pro Leozinho, espero que ele esteja ouvindo o Café Com Leite!

E você aí que está ouvindo a gente, hein? Acha que o nosso trabalho traz algum valor para sua vida? Deve trazer, senão você não estaria aí dedicando tempo para ouvir o Café Brasil. Nós precisamos crescer e precisamos que todos que dão valor ao nosso trabalho, façam mais do que agradecer, façam como o Luís Rodrigo, tornem-se assinantes. Assim ajudam a gente a financiar o nosso trabalho. Olha, pra te dar uma ajuda aí, a gente vai esperar uns segundos, tá bom?

Orfeu era um talentoso músico e poeta, conhecido por sua música encantadora, enquanto Eurídice era sua amada esposa.

Quando Eurídice morreu tragicamente após ser picada por uma cobra, Orfeu ficou devastado pela perda. Movido pelo amor profundo que sentia por ela, ele decidiu descer ao submundo, o reino dos mortos, para tentar trazê-la de volta à vida.

Com sua música, Orfeu conseguiu comover os deuses do submundo, que concordaram em permitir que Eurídice retornasse à Terra, sob uma condição: enquanto Orfeu caminhasse de volta à superfície, ele não poderia olhar para trás para ver se Eurídice o seguia.

Num momento de dúvida e ansiedade, no entanto, Orfeu cedeu à tentação e olhou para trás antes de chegar ao mundo dos vivos. Como resultado, Eurídice foi puxada de volta para o submundo, e Orfeu a perdeu para sempre.

Esse mito grego ressalta a importância dos relacionamentos, mostrando como o amor e a conexão profunda entre duas pessoas podem levar alguém a superar obstáculos aparentemente impossíveis. Também destaca a importância da confiança e do compromisso nos relacionamentos, demonstrando as consequências trágicas que podem surgir quando esses elementos são quebrados.

O mito de Orfeu e Eurídice fala sobre a natureza fugaz e vulnerável dos relacionamentos humanos, lembrando-nos de valorizar e apreciar aqueles que amamos enquanto estão presentes em nossas vidas. Ele ressoa com a ideia de que os relacionamentos são preciosos e requerem cuidado, comprometimento e atenção contínua para florescerem e prosperarem.

É isso, ó. A importância dos relacionamentos humanos está na história, nas artes, em todo lugar. Aliás, teve uma pandemia aí mostrando como os relacionamentos são importantes, não é?

I’ll be there for you
David Crane
Marta Kauffman
Michael Skloff
Allee Willis

So no one told you life was gonna be this way
Your job’s a joke, you’re broke, your love life’s D.O.A
It’s like you’re always stuck in second gear
When it hasn’t been your day, your week, your month
Or even your year, but

I’ll be there for you, when the rain starts to pour
I’ll be there for you, like I’ve been there before
I’ll be there for you, ’cause you’re there for me too

You’re still in bed at ten, and work began at eight
You burned your breakfast so far, things are going great
Your mother warned you there’d be days like these
But she didn’t tell you when the world has brought
You down to your knees that

I’ll be there for you, when the rain starts to pour
I’ll be there for you, like I’ve been there before
I’ll be there for you, ’cause you’re there for me too

No one could ever know me, no one could ever seem me
Seems you’re the only one who knows what it’s like to be me
Someone to face the day with, make it through all the mess with
Someone I always laugh with, even at my worst
I’m best with you, yeah

It’s like you’re always stuck in second gear
When it hasn’t been your day, your week, your month
Or even your year

I’ll be there for you, when the rain starts to pour
I’ll be there for you, like I’ve been there before
I’ll be there for you, ’cause you’re there for me too

I’ll be there for you
I’ll be there for you
I’ll be there for you

‘Cause you’re there for me too

Eu estarei lá por você

Então ninguém te disse que sua vida seria assim
Seu trabalho é uma piada, você está quebrado, sua vida amorosa é um desastre total
É como se você estivesse sempre preso na segunda marcha
Mas quando não for o seu dia, sua semana, seu mês
Ou até mesmo o seu ano

Eu estarei lá por você, quando a chuva começar a cair
Eu estarei lá por você, como estive antes
Eu estarei lá por você, porque você está lá por mim também

Já são dez horas e você ainda está na cama, o trabalho começou às oito
Você queimou seu café da manhã, até agora está tudo ótimo
Sua mãe avisou você que você passaria por dias como esse
Mas ela não disse que quando o mundo trouxer
Situações difíceis de enfrentar

Eu estarei lá por você, quando a chuva começar a cair
Eu estarei lá por você, como estive antes
Eu estarei lá por você, porque você está lá por mim também

Ninguém podia me conhecer, ninguém podia me ver
Parece que você é o único que sabe o que é ser eu
Alguém com quem encarar o dia, para enfrentar com você todas as confusões
Alguém para rir junto em todas as situações, mesmo nos piores momentos
Eu sou melhor com você, sim

É como se você estivesse sempre preso na segunda marcha
Mas quando não for o seu dia, sua semana, seu mês
Ou até mesmo o seu ano

Eu estarei lá por você, quando a chuva começar a cair
Eu estarei lá por você, como estive antes
Eu estarei lá por você, porque você está lá por mim também

Eu estarei lá por você
Eu estarei lá por você
Eu estarei lá por você

Porque você está lá por mim também

Que tal, hein? Uma versão de Boyce Avenue de I´ll Be There For You, tema da série Friends… agora eu quebrei as pernas de um monte de Millennials…

O “Harvard Study of Adult Development” (Estudo de Desenvolvimento Adulto de Harvard, em uma tradução bem livre, é um dos estudos mais longos e abrangentes sobre o desenvolvimento humano já realizados.

Os pesquisadores acompanharam originalmente 724 homens desde a juventude até a idade adulta avançada, coletando informações detalhadas sobre diversos aspectos de suas vidas, incluindo saúde física e mental, relacionamentos, trabalho, família, satisfação pessoal e qualidade de vida. Ao longo dos anos, 80 anos cara, o estudo expandiu-se para incluir também as esposas e filhos dos participantes originais.

O principal objetivo do estudo é identificar os fatores que contribuem para um envelhecimento saudável e bem-sucedido, bem como compreender os impactos de eventos e experiências precoces na vida adulta. Além disso, os pesquisadores têm interesse em investigar os efeitos de fatores sociais, econômicos e psicológicos no desenvolvimento humano ao longo do tempo. E como a maioria dos participantes já morreu, os dados que continuam a ser recolhidos são de seus filhos.

É uma aventura científica extraordinária, liderada pela Harvard Business School e pelo Massachusetts General Hospital, que tem estudado as vidas de mais de duas mil pessoas no projeto de pesquisa longitudinal, o qual começou em Boston com dois grupos, ou estudos, em que um não fazia ideia da existência do outro.

As histórias pessoais dos participantes no Estudo de Harvard e os seus principais frutos são reforçados pelos resultados de investigação de muitos outros estudos que, de uma maneira geral, concluem que são as relações, em todas as suas formas – amizades, parcerias românticas, famílias, colegas de trabalho, parceiros de tênis, membros de clubes de leitura, etc. – que mais contribuem para uma vida mais feliz e mais saudável.

Depois de estudar centenas de vidas “inteiras”, é possível confirmar que uma enorme variedade de fatores contribui para a felicidade de uma pessoa. E que o delicado equilíbrio das questões econômicas, sociais, psicológicas e de saúde é muito complexo e está em constante mudança. Raramente se pode dizer, com absoluta confiança, que um único fator contribui para qualquer que seja o resultado. Mas se olharmos para os mesmos tipos de dados repetidamente ao longo do tempo, através de um grande número de pessoas e estudos, os padrões começam a emergir e tudo se torna mais claro.

Entre os muitos elementos de saúde e felicidade, desde uma boa dieta ao exercício físico até ao nível econômico, uma vida de relações boas destaca-se pelo seu poder e consistência. E cinco lições foram retiradas daquela experiência quase centenária. São elas que vou relatar a partir de agora.

Lalá, muda o clima aí….

Primeira lição: As relações com outros nos mantêm mais felizes e saudáveis durante toda a nossa vida, ao mesmo tempo que a solidão corrói a nossa saúde mental e física.

Se recuarmos e olharmos para os 80 anos do Estudo de Harvard e reduzirmos as conclusões a um único princípio de vida, temos o seguinte: boas relações nos mantêm mais saudáveis e mais felizes, sem qualquer sombra de dúvida.

A ciência também nos mostra que a ausência de boas relações diminui a nossa saúde e bem-estar. As pessoas que estão mais isoladas são mais propensas a ter problemas de saúde do que as pessoas que se sentem ligadas aos outros. As pessoas solitárias têm também vidas mais curtas. A solidão crônica – e que está crescendo em todo o mundo – aumenta as probabilidades de morte de uma pessoa em 26%. Assim, e como diz a ciência, cultivar relações calorosas é a resposta para uma vida saudável e mais feliz.

Segunda lição: As relações não “cuidam” de si mesmas e requerem manutenção e renovação ativas.

Temos tendência a pensar que uma vez estabelecidas as amizades e as relações íntimas, elas “cuidarão” de si próprias. Mas, assim como os músculos, as relações negligenciadas atrofiam.

Quando os participantes do Estudo de Harvard atingiram os seus 70/80 anos, perguntaram pra eles se sentiam algum arrependimento por algo que tivessem ou não feito durante suas vidas. E foram muitos os disseram que lamentavam não ter tido mais cuidado com as suas relações. Falaram de amigos com quem perderam contato e de familiares próximos com os quais desejavam ter passado mais tempo.

Afirmações como “quem me dera ter passado muito mais tempo com os meus filhos e menos tempo no trabalho” foram comuns.

Já nas camadas mais jovens estudadas, é comum ouvir pessoas na casa dos 20 anos (e um pouco mais velhas) declarando que “é tarde demais para mim porque eu não sou bom em construir relações. Nunca vai acontecer comigo e por isso, eu desisto”. Foram várias as pessoas no Estudo de Harvard que realmente desistiram, e quando menos esperavam, algo de bom aconteceu.

Os autores chamam também a atenção para o fato de que saber como melhorar as nossas ligações sociais – a nossa aptidão social – não é fácil.

Devemos nos afastar das distrações da vida moderna, fazer um balanço de nossas relações, e sermos honestos conosco. Em que é que estamos dedicando nosso tempo,, hein?  Estamos cuidando das ligações que nos ajudam a prosperar? O que achamos mais problemático nas relações? Como podemos nos empenhar para fazer melhor?

Terceira lição: As relações de todos os tipos são importantes, mas todas têm desafios complexos.

Não é preciso estar casado ou ter um companheiro/a para colher os benefícios das relações e levar uma boa vida. Uma parceria íntima pode trazer grande alegria, e obtemos benefícios de todos os tipos de relações. Podemos nos beneficiar de amizades próximas, ligações com familiares – pais, tias, primos, crianças – pessoas com quem trabalhamos, e até de relações casuais como a pessoa que vemos no  todo dia,  a caminho do trabalho ou então a pessoa que entrega o nosso correio.

O fato é que é muito pouco provável, e também pouco saudável, que consigamos tudo o que precisamos numa só pessoa.

Embora seja evidente que as relações são críticas para o nosso bem-estar, muitos lutamos com “detalhes” nas relações. As relações são frequentemente confusas e desafiadoras, para além de imprevisíveis. As diferenças de opinião ou de preferências são quase inevitáveis nas relações, assim como os sentimentos de desilusão ou de vulnerabilidade.

As relações, tal como a própria vida, são complicadas. Podem ser envoltas em alegria ou amor, mas também em dor. É quase impossível ter uma sem a outra. Uma boa vida, de fato, é forjada precisamente a partir das coisas que a tornam difícil. Os desafios são oportunidades de crescimento e há que saber lidar com os mesmos para melhorar os relacionamentos.

Quarta lição: A nossa atenção é o nosso recurso mais precioso.

Vixe… que acompanha o Café Brasil sabe que falo isso há quase 20 anos… Como devemos gastar o nosso tempo e atenção? Por causa da brevidade e incerteza da vida, esta é uma questão que tem profundams implicações na nossa saúde e felicidade. Os autores citam um adágio budista que diz: “Se apenas a morte é certa e a hora da morte é incerta, então o que devo fazer”?

Os autores sugerem que paremos um minuto para pensar num amigo ou parente que apreciamos, mas com o qual não passamos tanto tempo como gostaríamos. Pense agora na frequência com que vê essa pessoa. Todas as semanas? Uma vez por mês? Uma vez por ano? Pode fazer as contas e projetar quantas horas num único ano você acha que passa com essa pessoa. Seja qual for esse número, contraste com a quantidade de tempo que a pessoa média gasta hoje em dia diante das telas da vida, cara.

Só em 2018, segundo os autores, os americanos passaram onze horas todos os dias interagindo com os meios de comunicação, desde a televisão à rádio até aos smartphones e redes sociais. Dos 40 aos 80 anos de idade, este tempo traduz-se em dezoito anos de vida acordada, cara.

Dezoito anos na frente das telas…

A sugestão é decidir a quem e ao que damos a nossa atenção, conferindo prioridade às relações. E escolher estar com as pessoas que importam. Desenvolvendo a nossa curiosidade e estendendo a mão aos outros – familiares, entes queridos, colegas de trabalho, amigos, conhecidos ou mesmo estranhos, reforçamos os alicerces da “boa vida”.

Quinta lição: Nunca é tarde demais para melhorar as nossas relações com os outros.

Uma das histórias da pesquisa conta a vida de Andrew Dearing, descrita como a mais difícil e isolada comparativamente à de qualquer participante no estudo. Quando era criança, a família de Andrew mudou de residência muitas vezes, o que se traduziu na falta de envolvimento com amigos duradouros. As suas lutas com ligações significativas continuaram mesmo depois de ter casado na casa dos 30 anos. Quando pediram a ele, em meados dos anos 60, para descrever os seus amigos mais próximos na vida e o que significaram para ele, Andrew simplesmente disse:“ninguém”.

Quando Andrew tinha 67 anos, atacado por problemas de saúde, foi forçado a aposentar-se de um emprego que era uma das poucas fontes de prazer e ligação na sua vida. Ao mesmo tempo, decidiu terminar seu casamento. Estava mais solitário do que nunca. E foi quando decidiu começar a frequentar uma academia perto da sua casa. Três meses mais tarde, Andrew conhecia toda a turma que frequentava a academia. Ele descobriu que alguns deles partilhavam o amor por filmes antigos, e começaram a se reunir para ver filmes. Quando os autores falaram com Andrew nos seus 80 anos, perguntaram com que frequência ele saía de casa para ver outras pessoas ou se as pessoas o visitavam. E ele respondeu, “diariamente”, o que foi uma grande mudança em relação à sua resposta anterior.

Vivemos num mundo que anseia por uma maior ligação humana. Por vezes podemos sentir que estamos à deriva na vida, que estamos sozinhos e que já passamos o ponto em que podemos fazer qualquer coisa para mudar isso.

Andrew tinha-se sentido assim, mas ele estava errado. Não era demasiado tarde. Porque a verdade é que nunca é tarde demais.

O “Harvard Study of Adult Development” é considerado um marco na pesquisa do desenvolvimento humano e continua em andamento até os dias atuais, com a terceira geração de participantes sendo acompanhada. Os dados e descobertas desse estudo têm sido amplamente utilizados em diversas áreas, como psicologia, medicina, sociologia e saúde pública, contribuindo para uma melhor compreensão dos fatores que promovem uma vida longa e saudável.

Mas…vamos ao resumo, então?

Primeira lição: as relações nos mantêm mais felizes e saudáveis durante toda a nossa vida, ao mesmo tempo que a solidão corrói a nossa saúde mental e física. Portanto, invista em conexões significativas com outras pessoas, buscando relacionamentos saudáveis e cultivando um senso de pertencimento.

Segunda lição: as relações não “cuidam” de si mesmas e requerem manutenção e renovação ativas. Invista tempo e energia para nutrir e renovar seus relacionamentos.

Terceira lição: as relações de todos os tipos são importantes, mas todas têm desafios complexos. Seja mais compreensivo, paciente e disposto a trabalhar nas áreas problemáticas. A construção de relacionamentos saudáveis ​​envolve enfrentar esses desafios e aprender com eles.

Quarta lição: a nossa atenção é o nosso recurso mais precioso. Esteja presente, ouça ativamente, demonstre interesse genuíno e invista tempo de qualidade nas interações com os outros.

Quinta lição: nunca é tarde demais para melhorar as nossas relações com os outros. Independentemente de qualquer histórico ou dificuldades passadas, sempre temos a capacidade de trabalhar em nossas relações e fazer mudanças positivas. Isso envolve autoreflexão, autoconsciência, disposição para mudar padrões negativos e buscar o crescimento pessoal e interpessoal.

Que tal, cara? Como é que andam as suas relações, hein?

You’ve got a friend in me
Randy Newman

You’ve got a friend in me
You’ve got a friend in me
When the road looks rough ahead
And you’re miles and miles from your nice warm bed
You just remember what your all pal said
Boy, you’ve got a friend in me
Yeah, you’ve got a friend in me

You’ve got a friend in me
You’ve got a friend in me
You got troubles, then I got ’em too
There isn’t anything I wouldn’t do for you
If we stick together, we can see it through
‘Cause you’ve got a friend in me
Yes, you’ve got a friend in me

Now, some other folks might
Be a little bit smarter than I am
Bigger and stronger too, maybe
But none of them will ever love you the way I do
Just me and you, boy

And as the years go by
Our friendship will never die
You’re gonna see, it’s our destiny
You’ve got a friend in me
You’ve got a friend in me
Yes, you’ve got a friend in me

Você tem um amigo em mim

Você tem um amigo em mim!
Você tem um amigo em mim!
Quando a estrada em frente parece difícil
E você está a milhas e milhas da sua cama boa e quentinha
Lembre-se do que seu velho camarada disse
Garoto, você tem um amigo em mim!
Sim, você tem um amigo em mim!

Você tem um amigo em mim!
Você tem um amigo em mim!
Você tem problemas, eu também
Não há nada que eu não faria por você
Se continuarmos juntos, podemos atravessar tudo
Porque você tem um amigo em mim!
Sim, você tem um amigo em mim!

Agora, outras pessoa podem
Ser um pouco mais espertos do que eu
Maiores e mais fortes também, talvez
Mas nenhum deles nunca vai te amar do mesmo jeito que eu
Só eu e você, garoto!

E com o passar dos anos
Nossa amizade nunca vai morrer
Você vai ver, é o nosso destino
Você tem um amigo em mim!
Você tem um amigo em mim!
Sim, você tem um amigo em mim!

E é assim então, ao som de You´ve got a friend in me, de e com Randy Newman, que vamos saindo com saudades de nossos amigos, cara… Essa é a canção tema de Toy Story, lembra? Ela diz assim, ó:

Você tem um amigo em mim!
Você tem problemas, eu também
Não há nada que eu não faria por você
Se continuarmos juntos, podemos atravessar tudo
Porque você tem um amigo em mim!
Sim, você tem um amigo em mim!

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

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Para terminar, uma frase da atriz Audrey Hepburn:

A melhor coisa a se segurar na vida é o outro.

Após décadas aprendendo e praticando a arte da liderança, duas perguntas me incomodam.

Por que tanta falta de líderes se nunca se falou tanto sobre liderança como hoje?

E por que alguns líderes são agradáveis, úteis e atraentes, mas outros são desagradáveis, inúteis e repulsivos?

Bem, ou ninguém está entendendo nada ou está aprendendo coisas erradas.

Com o Café Brasil Premium eu ensino você a se desenvolver como líder que não apenas lidera, mas atrai, inspira, educa e serve como modelo. Um Líder Nutritivo. Você acessará textos, livros, palestras, cursos, podcasts, jornadas de aprendizado exclusivas e uma comunidade de líderes e empreendedores nutritivos. O lugar ideal para você deixar de gastar tempo de vida sendo apenas mais uma pessoa “normal” e previsível.

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