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Podcast Café Brasil com Luciano Pires
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Café Brasil 889- Os livros e eu

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Luciano Pires -

Olha: você tem o sonho de se transformar num empreendedor, hein? O dono do seu negócio, com liberdade para correr riscos e tomar decisões por conta própria? Que sonho, né?

Sabe que uma das maneiras para fazer isso é tornar-se um franqueado de uma marca conhecida. O problema é que franquias são caras!

Então eu vou lhe dar uma dica: conheça a Santa Carga, que é uma microfranquia que oferece totens carregadores de celular com tela grande para  exibir anúncios em vídeo e notícias em tempo real. Também, além disso, os totens fornece acesso à internet por WiFi.

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E depois, o que é que você faz? Vende para os comerciantes da região a veiculação de  mensagens  em vídeo ali no totem.

Quem produz o vídeo é a própria Santa Carga que dá pra você todo o suporte. Olha, tem gente ganhando uma grana aí, cara, que já tem três, quatro, seis, dez totens!

Tudo isso sem estoque, sem funcionários, sem aluguel. Com possibilidade de ganho  de R$ 8.300,00 por mês.

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Santa Carga. Abra o seu negócio com uma das franquias que mais crescem no Brasil.

Livros fazem parte da vida de quase todo mundo, não é? Da minha, são parte fundamental, sempre como um ávido leitor, mais depois como um escritor. E ao mergulhar no mundo do fazer livros, eu me deparei com uma realidade que explica muito do porque o Brasil é como é. Vamos falar sobre livros e anunciar uma baita novidade.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Grande Luciano! Rafael Baltresca por aqui, e eu estou mandando esta mensagem por duas razões: a primeira pra te parabenizar pelo árduo esforço que você vem fazendo aí há décadas pra trazer informação e verdade, formação útil, verdades e não merdades para o seu público. Então, você é uma referência, te admiro demais, você sabe disso.

Segundo, pra falar sobre um livro que eu vou lançar agora, próxima quinta-feira, vai ser o lançamento oficial, mas ele já está impresso e várias pessoas já receberam, o seu logo logo tá aí, que é o livro “O poder é seu”, um livro sobre a auto motivação, sobre protagonismo, sobre mentalidade.

E esse livro faz mais ou menos um ano que eu estou empreendendo energia nele, é um livro que eu peguei do zero e coloquei muito amor, todos os dias. É um livro que não teve ajuda de ghost writer, ele foi escrito tim-tim por tim-tim.

Eu imaginava que depois de tanto tempo, ter colocado energia, afeto, ter colocado a minha vida nele, eu tinha certeza absoluta que no final, ia ser muito fácil, as editoras iam querer abraçar meu livro, me levar pra todas as livrarias do planeta, que eu ia aparecer até nos melhores aeroportos do Brasil, aquelas livrarias chiques de aeroporto, mas a verdade não foi bem essa não, viu?

Depois de ter colocado tanta energia, investido tanto tempo, eu vi todas as editoras que eu andei, acho que recebi uns dois ou três nãos e o resto, nem o não eu recebi. Como foi difícil, difícil chegar numa editora, conversar, explicar muito, mesmo tendo recebido várias indicações de amigos, né?

Aí, eu resolvi fazer então uma auto publicação. Cem porcento, tanto da parte editorial quanto revisão, capa, diagramação, foi cem porcento do meu bolso. E também a impressão. E hoje ele está sendo impresso, vendido, mas cem porcento com auto publicação.

Agora, alguns amigos, depois vieram me perguntar: e aí, Baltresca, como é que eu faço, que é que você acha, como é que é esse mercado, hein?

O que eu digo é assim: olha, faça o livro, escreva, mas faça-o pensando no legado, no que que você vai deixar quando você se for.

Legado. Pra mim hoje, o livro é pra isso. Porque se for pra ganhar dinheiro… eu não sei, se é o melhor caminho não, viu?

Bom, você é o cara dos livros, eu sempre vou ouvir também a sua opinião.

Grande abraço, Lu, até a próxima. Valeu, Tchau”.

Raraarrarara… Grande Rafael Baltresca, meu amigo de palco, lançando seu primeiro livro e aprendendo na pele como é complicada a vida de escritor aqui no Brasil. É, Rafa, é uma loucura esse lance do “nem sequer não eu recebi.” É isso mesmo, meu caro. Esse é o mercado. Se você não é uma celebridade, ninguém quer saber do seu livro. E essa conclusão sobre o livro como legado eu tive lá atrás, quando lancei meu quarto, quinto ou sexto livro, não lembro direito, eu percebi que ganhar dinheiro com livro é para muito pouca gente. Desde então tenho encarado livros como isso mesmo: como meu legado. Quando eu me for, eles permanecerão. É uma maneira de eu me eternizar. Manda bala no seu, meu caro, foco nele, e logo mais você partirá para o próximo! Isso é uma cachaça!

Para comprar o livro O poder é seu – Mentalidade, automotivação e protagonismo, do Rafael Baltresca, acesse rafaelbaltresca.com.br/livro. Ah, o livro vem com áudio-book, viu?

Então vamos lá… se você vê valor no trabalho que a gente faz aqui no Café Brasil, torne-se um assinante. E se gosta de livros então, compre os nossos! É só acessar canalcafebrasil.com.br e escolher seu plano. Vai lá, cara. A gente espera.

Desde garoto eu me interesso por livros. Foram eles os responsáveis pela minha percepção de que eu não era mais uma criança, mas um cidadão. Lá em Bauru, cerca de 55 anos atrás, eu resolvi assinar o Clube do Livro, uma iniciativa que remetia todo mês, pelo correio, exemplares de livros para os assinantes. Chegava uma caixinha com três ou quatro livros cuidadosamente escolhidos. Eu devo ter visto o anúncio em alguma revista e eu assinei.

E de repente, o carteiro bateu em casa, com uma caixinha em meu nome.

Cara, não era uma caixa que chegou para meus pais, era para mim!!!!!

Eu me lembro de atender à campainha e receber das mãos do carteiro aquela caixa. Com meu nome nela! Eu, aquele fedelho, passava a existir como cidadão! A sensação de orgulho foi uma delícia. Corri para dentro e abri a caixa. Eu não vou lembrar quais títulos recebi, mas eu sei que enquanto fui assinante do Clube do Livro, recebi diversos clássicos como Moby Dick, Dom Quixote, Os Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, O Morro dos Ventos Uivantes e muito mais. Aquela decisão, como garoto, de assinar o Clube do Livro certamente é responsável por muito do que sou hoje. Que sorte a minha!

Por isso eu não me conformo hoje em dia em ver a molecada de 12 anos criando uma espécie de ojeriza a livros. Parece que as novas tecnologias acabaram com o hábito de leitura e roubaram da garotada o prazer que eu tive lá atrás, de mergulhar em mundos inimagináveis e, com a minha imaginação, completar aquilo que os escritores descreviam. É muito mais fácil assistir um filme ou jogar um game, não é? Já está tudo imaginado lá…

Pois é. E isso é um baita problema.

Ler livros é importante por uma série de razões, desde o desenvolvimento pessoal até o enriquecimento cultural e intelectual. Olha só:

Livros são uma das principais fontes de informação e conhecimento. Eles abrangem uma ampla gama de tópicos, permitindo que você aprenda sobre história, ciência, filosofia, cultura e muito, muito mais. Através das experiências dos autores ou das situações descritas, você reflete sobre decisões tomadas, enriquece o seu repertório e ganha mais chances de fazer escolhas certas em sua vida.

No “Um Conto de Natal” de Charles Dickens, o personagem Ebenezer Scrooge, é um homem avarento, egoísta e insensível, que valoriza apenas o dinheiro e despreza o espírito natalino e a generosidade. Mas após ser visitado por três fantasmas em uma noite de Natal, ele testemunha um futuro solitário e sombrio causado por suas próprias escolhas. Ao ler sobre Scrooge se arrepender de sua avareza e se tornar uma pessoa generosa e compassiva, eu aprendi que a compaixão e a mudança podem transformar vidas e mostrar como as escolhas individuais afetam as pessoas ao meu redor.

Livros também servem para expansão do vocabulário e linguagem. A leitura regular ajuda a aumentar seu vocabulário e a melhorar suas habilidades de linguagem. Quanto mais você se expõe a diferentes estilos de escrita, mais rico e variado seu uso da língua se torna.

Por exemplo, “Grande Sertão: Veredas” de Guimarães Rosa, é um livro brasileiro que ajuda a expandir o repertório de linguagem. O texto é narrado por Riobaldo, um jagunço, explorando o sertão e suas reflexões sobre a vida, amor e violência. Guimarães Rosa usa uma linguagem rica e complexa, cheia de neologismos e expressões regionais, uma ampla variedade de palavras e estruturas gramaticais. É um livro desafiador, mas que enriquece o vocabulário e a apreciação pela língua portuguesa.

Quem leu vai lembrar, por exemplo, do uso do terno “nonada” para designar algo que é tão insignificante, mas tão insignficante, que é menos que nada…

E de onde você acha que veio o termo Big Brother, hein? De um livro, é claro. 1984, de George Orwell.

Livros são um tremendo estímulo mental. A leitura desafia seu cérebro. Ela exige que você compreenda conceitos complexos, faça conexões entre ideias e acompanhe tramas. Isso mantém seu cérebro ativo e ajuda a melhorar suas habilidades cognitivas.

Eu não sei se acontece com você, mas com alguns livros, eu estou lendo e, de repente, tenho de parar a leitura, colocar o livro sobre o peito e ficar refletindo sobre o que eu acabei de ler. Imagino a tempestade dentro de minha mente, seguida de conclusões, descobertas e ideias, muitas ideias.

Livros ajudam no desenvolvimento do pensamento crítico. Eles frequentemente apresentam diferentes perspectivas e argumentos. Ao ler, você é exposto a várias opiniões e é incentivado a pensar criticamente sobre os temas abordados.

O livro “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago, explora a deterioração da sociedade após um surto de cegueira repentina. A história questiona a moralidade, a civilização e a natureza humana. Esse livro estimula o leitor a refletir sobre as ações individuais e coletivas.

Os livros Brasileiros Pocotó, Nóis…Qui Invertemo as Coisa e Me Engana que eu Gosto, de um tal de  Luciano Pires, estimulam a questionar a forma como as coisas são feitas na sociedade…

Quem lê livros tem as habilidades de escrita melhoradas ao ver como os autores constroem frases, desenvolvem argumentos e criam histórias. É assim que a gente pode melhorar nossas próprias habilidades de escrita e comunicação. Me lembro que quando comecei a escrever eu o fazia em frases curtíssimas. Tudo picadinho. Só fui melhorar com a leitura de clássicos, notando como os autores desenvolviam o pensamento em frases longas e fluídas, que davam ritmo à leitura.

Livros ajudam a empatia e compreensão, especialmente a leitura de ficção, que pode ajudar a desenvolver a empatia ao permitir que você entre nas mentes de personagens diferentes e compreenda suas emoções e experiências.

Pense n´O Diário de Anne Frank, por exemplo. É impossível não criar empatia com aquela garota judia que se escondeu num sótão durante o Holocausto. O livro oferece uma visão íntima de sua vida e emoções. Impossível não desenvolver empatia em relação aos desafios enfrentados por Anne e sua família.

Livros são ótimos para ajudar a redução do estresse. A leitura pode ser uma forma eficaz de escapar das preocupações do dia a dia. Cara, um bom livro pode proporcionar entretenimento e relaxamento, fazendo a gente viajar por outros mundos, se divertir, imaginar cenários, aliviando o estresse. Livros proporcionam fuga e imersão, atenção plena, relaxamento, redução da pressão, identificação com personagens, aprendizado e crescimento pessoal…

Livros ajudam na imaginação e criatividade. A leitura, especialmente de ficção e fantasia, estimula a imaginação e a criatividade, transportando a gente para mundos e cenários completamente novos.

Eu estou lendo Nas Montanhas da Loucura, de H.P.Lovecraft… numa edição maravilhosa da DarkSide Books. Cara, os ambientes descritos no livro, que inspiraram filmes como O Enigma de Outro Mundo e, especialmente, Prometheus, são sensacionais. Não tem como não viajar… especialmente com as ilustrações de François Baranger. É daqueles que fazem a gente não ver a hora de voltar pra casa pra continuar a leitura.

Livros nos trazem história e cultura. Através da leitura, você pode aprender sobre diferentes culturas, épocas históricas e perspectivas sociais. Isso amplia sua compreensão do mundo ao seu redor.

Quem é que não leu a série do Eduardo Bueno sobre a história do Brasil? A Viagem do Descobrimento, Náufragos, traficantes e degredados, Capitães do Brasil… cara, o mergulho na nossa história pela prosa do Eduardo é fascinante! Ninguém sai da leitura dos livros dele da mesma forma que entrou…

Além de tudo, cultivar o hábito de ler regularmente pode levar a um estilo de vida mais saudável e produtivo. A leitura pode ser uma atividade relaxante e edificante, substituindo o tempo que você gasta em distrações menos enriquecedoras. Troque os minutos que você gasta em redes sociais pela leitura de algumas páginas de um livro bom… Calcula-se que o tempo que você joga fora todo mês navegando pelas redes sociais sem chegar a qualquer coisa útil, daria para ler um livro com 100 a 200 páginas.

Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós. Qual é o produto que eu escolho, hein? E como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que que eu faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê, hein? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança.

Amortecedores, componentes de suspensão e direção, certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe porquê?

Oras: porque é Nakata!

Assine gratuitamente o boletim em nakata.com.br e receba as últimas novidades em seu e-mail.

Tudo azul, tudo Nakata.

Resumindo: livros ajudam no desenvolvimento pessoal. A leitura pode inspirar novas ideias, desafiar suas crenças e levar você a refletir sobre sua própria vida e valores. A leitura contribui para o crescimento pessoal e a autodescoberta.

Eu tenho alguns livros que posso dizer que, ao final de sua leitura, saí mudado. Se você acompanha o Café Brasil há muito tempo, já me ouviu far deles. Um chama-se “Cool It – Muita Calma Nesta Hora”, de Bjorn Lomborg, o livro que mudou minha forma de encarar a questão das mudanças climáticas.

Outro livro que me impactou enormemente foi “O roubo do espírito”, de Carl Hammerschlag. Usando a experiência nativa americana como exemplo, o autor fornece conselhos sobre como viver sabiamente, bem e espiritualmente em um mundo cada vez mais materialista.

Outro que canso de recomendar: Por Um Educação Romântica, de Rubem Alves, um livro sobre educação, mas que me abriu a mente num momento em que eu estava interessado em questões de liderança.eu

Olha: tem muitos mais, que ficaria até chato aqui… mas deixa agora eu aproveitar e falar de outra coisa.

Lalá, muda o clima aí, por favor…

Depois da aventura como leitor, me tornei escritor. Meu primeiro livro chama-se Ninhal, que eu escrevi para uma ação especial de Marketing da Dana, empresa na qual eu trabalhava. Um livro de fotos de uma expedição ao Pantanal do Matogrosso. O segundo livro foi Lendas Brasileiras, da mesma maneira, uma ação de marketing da empresa.

Foi uma curtição, sem nenhum problema… até o meu terceiro livro, Meu Everest, que então passou a ser um projeto pessoal com pretensões comerciais. Aí o bicho pegou, porque eu tomei contato com a realidade do segmento editorial brasileiro, que é um desastre, cara. Percebi ali que a coisa seria muito complicada, até mesmo para encontrar uma editora. O caminho só foi achado por interferência de um amigo que me levou para outro amigo, dono de editora, que topou publicar o meu livro.

O que se seguiu foi uma coleção de frustrações, sem esforço de lançamento, distribuição mal feita, nenhuma agressividade e, o que mais me incomodou, os caras totalmente conformados. Eu descobri que para o livro aparecer em destaque na livraria tinha de pagar, e quem tinha que pagar eura eu, que era tudo um comércio que tinha absolutamente nada a ver com o conteúdo do livro. Essa foi minha grande frustração.

Na sequência eu vim com o Brasileiros Pocotó, num lançamento quase independente, em parceria com o Irineu Toledo e seu programa de rádio, que foi um baita sucesso, cara. Foi tão bom que eu tive de transferir para uma editora, que tinha estrutura para levar o livro adiante. Mas eu fiquei tão desgostoso que suspendi meus projetos de livros, só retomando cinco anos depois com o Nóis… Qui Invertemo as Coisa, totalmente independente. Foi aí que passei a encarar livro como legado, não mais como projetos comerciais. Depois veio o Diário de Um Líder, Café Brasil Dez Anos, Me Engana que Eu Gosto, Cafezinho e o mais recente, o Merdades e Ventiras. Já são dez livros, e tenho pelo menos uns cinco engatilhados. Eu sou teimoso, cara, eu não vou parar.

Bem, agora vem a notícia, a novidade. Nos últimos meses andei conversando e negociando com o pessoal da CEDET, que algum tempo atrás, também inconformado com o manicômio que é o sistema de publicação e distribuição de livros no Brasil, resolver botar mãos na massa.

A CEDET nasceu para revolucionar esse mercado, e não parou mais de crescer. Eles são odiados pela máfia editorial brasileira, porque quebraram uma série de paradigmas, do contrato e remuneração dos autores ao processo de distribuição, os caras mudaram tudo, e têm crescido.

Fechei com eles um contrato, passei-lhes todo meu estoque de livros e, a partir de hoje, estou lançando a…

livrariacafebrasil.com.br

Uma livraria virtual, com todos meus livros e, mais legal, com milhares de outros livros de autores diversos, escolhidos a dedo.

livrariacafebrasil.com.br

Assim eu entrego os esforços editoriais para gente profissional e foco no que sei fazer melhor: gerar conteúdo. A CEDET a partir de agora é a minha editora e gestora da livrariacafebrasil.com.br.

Convido você a visitar a livraria, a curtir os títulos que lá existem e a se preparar porque a partir de agora eu vou falar sempre da livrariacafebrasil.com.br.

Cara, eu fiquei muito orgulhoso. Agora, além de ler e escrever livros, coisa que eu amo fazer, vou também divulgar e vender livros! Ou seja, agora eu abracei de vez todo o processo editorial. E vai funcionar se você, como meu ouvinte, lembrar sempre de comprar na livrariacafebrasil.com.br.

Vai lá. Já está no ar e funcionando. Nela, se você procurar livros do influenciador Felipe Netto ou da ex-BBB ou algum desses best sellers de baixaria, não vai encontrar. Mas em compensação, cara…

Venha conhecer o mundo dos livros da livrariacafebrasil.com.br 

Ramble on
Jimmy Page
Robert Plant

Leaves are falling all around, it’s time I was on my way
Thanks to you, I’m much obliged
For such a pleasant stay, but now it’s time for me to go
The autumn moon lights my way

For now I smell the rain
And with it pain, and it’s headed my way
Sometimes I grow so tired
But I know I’ve got one thing I got to do

Ramble on and now’s the time, the time is now, to sing my song
I’m going around the world, I got to find my girl, on my way
I’ve been this way ten years to the day ramble on
Gotta find the queen of all my dreams

Got no time to for spreading roots
The time has come to be gone
And to our health we drank a thousand times
It’s time to ramble on

Mine’s a tale that can’t be told, my freedom I hold dear
How years ago in days of old when magic filled the air
T’was in the darkest depths of Mordor, I met a girl so fair
But Gollum, and the evil one crept up and slipped away with her, her, her, yeah

Gonna ramble on, sing my song, gotta keep-a-searching for my baby
Gonna work my way, around the world
I can’t stop this feeling in my heart, gotta keep-a-searching for my baby
I can’t find my bluebird

Perambular

As folhas estão caindo por toda parte, é hora de pegar o meu caminho
Graças a você, eu sou muito grato
Por essa estadia agradável, mas agora é hora de ir
A lua do outono ilumina meu caminho

Pois agora eu cheiro a chuva
E com ela a dor, que está caminhando em minha direção
Às vezes estou tão cansado
Mas eu sei que tem uma coisa que preciso fazer

Perambular e agora é a hora, a hora é essa, para cantar minha canção
Estou indo ao redor do mundo, preciso encontrar minha garota, pelo meu caminho
Eu ando desta maneira a exatos dez anos perambulando
Preciso encontrar a rainha de todos os meus sonhos

Não tenho tempo para espalhar raízes
O tempo veio para logo ir embora
E à nossa saúde nós bebemos mil vezes
É hora de perambular

A minha é uma história que não pode ser contada, minha liberdade eu guardo com apreço
Como nos anos passados, em dias de outrora, quando a magia enchia o ar
Foi nas profundezas mais obscuras de Mordor, Eu conheci uma garota tão atraente
Mas Gollum, e o maligno se aproximaram sorrateiramente e fugiu com ela, ela, ela, yeah

Vou perambular, cantar minha canção, preciso continuar procurando pela minha garota
Vou forçar o meu caminho, ao redor do mundo
Não consigo parar este sentimento em meu coração, preciso continuar procurando pela minha garota
Não consigo encontrar meu pássaro azul!

E é assim então, ao som de Ramble on com o Led Zepelin, que vamos saindo inspirados.

Led Zeppelin e J.R.R. Tolkien não parecem ser uma combinação natural, mas essa é exatamente a inspiração por trás de sua faixa de 1969, Ramble on. A canção faz menção a caminhar até Mordor e conhecer “Gollum e o maligno”, presumivelmente uma referência a Sauron. Também parafraseia o poema Namárië, de Tolkien, na linha “As folhas estão caindo por todos os lados”.

Robert Plant e Jimmy Page do Led Zepelin eram grandes fãs dos romances de Tolkien, considerando o nível de detalhes que a faixa apresenta.

Viu só? Um livro tendo esse efeito no rock and roll?

Ah sim, todas as canções usadas no episódio de hoje foram inspiradas por livros.

Mostre que você está empenhado em ampliar a sua inteligência natural e invista num conteúdo que vale a pena, realmente. Assine o Café Brasil em canalcafebrasil.com.br

Ah, os assinantes terão um bônus especial depois do final deste episódio aqui. Mas é só pra assinantes, tá?

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, acesse canalcafebrasil.com.br e torne-se um assinante.

E se você gosta do podcast, imagine só uma palestra ao vivo, cara. E eu já tenho mais de mil e cem palestras no currículo. Conheça os temas que eu abordo no lucianopires.com.br.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para terminar a parte gratuita deste episódio, já que os assinantes vão receber um bônus na sequência, uma frase da autora Betty Rosenberg

“Jamais peça desculpas pelo seu gosto em leitura”