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Luciano Pires -


Cara, tem coisa mais desagradável do que ficar sem bateria do celular? Pois é, a Santa Carga criou um negócio inovador para acabar com essa dor, e se transformou na microfranquia de crescimento mais rápido no Brasil: já são quase 600 totens recarregadores de celulares espalhados pelo país.

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Baita padaria em Moema, em São Paulo. Me encontro com um amigo para um café, e levo meu livro Merdades e Ventiras de presente. Na hora de escrever a dedicatória, nem eu nem ele temos caneta. Chamamos a garota que atende as mesas. Bem jovem, quando peço a caneta, ela diz: “não tenho”. E aí chama a outra atendente, que vem até nós e diz: “ eu não tenho. Aqui marcamos tudo pelo aparelhinho”. E me mostrou uma espécie de celular. “Consegue uma caneta pra nós?”, eu digo. E lá vai a menina, para não mais voltar.

Ficam as duas em pé lá no fundo, sem qualquer retorno. Passam-se alguns minutos, chamamos as meninas: “Conseguiram?” “Não. Não tem caneta”.

Com o sangue subindo à cabeça, eu digo: “Pô, pede lá no caixa!” Eu vejo que as meninas ficam reticentes. Então me levanto: “Se vocês não pedem, peço eu!”. E me dirijo ao caixa.

– Pode me emprestar uma caneta?

– Não tenho.

– Mas não é possível! Não tem uma caneta na padaria?

A moça da caixa fica me olhando como se eu tivesse pedido um ornitorrinco. Uma pessoa na fila do caixa viu a cena e me emprestou sua caneta BIC. Problema resolvido. Mas…

Olha só: se eu sou uma das meninas que atende às mesas, vou fazer de tudo para atender o cliente. Não tenho a caneta? Vou no caixa. Não tem no caixa? Vou na administração. Não tem? Pergunto na fila do caixa. Mas meu cliente jamais ficará sem uma singela caneta.

No entanto, essa visão de atender ao cliente, está fora do horizonte daquelas garotas. O problema para elas terminou quando elas disseram: “Não tenho”. Só faltou um “Foda-se” para completar.

Quem ouviu meu relato no Café Brasil 875 sobre o que passei no INSS com um atendimento péssimo por jovens sem iniciativa, deve se lembrar da minha busca desesperada por um adulto capaz de encaminhar as coisas.

Meu, o que se passa com a prestação de serviços neste país aqui? É um problema de novas gerações? Ou será de treinamento?

Talvez estejamos com um excesso de adolescentes tardios que não entram na adultescência….

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Olá Luciano. Bom dia, boa tarde, boa noite. Tudo bem?

Apenas eu gostaria de fazer uma sugestão. No Cafezinho, por exemplo, você publica ele, normalmente, no Youtube, e sempre você comenta da sua plaquinha de papel aí, que acho interessante que logo você comenta que estagnou o número de uns 40.000, então falta ainda bastante pra 100.000.

Mas o que que eu percebo, enquanto assinante Premium. Eu entro na plataforma, assisto o Cafezinho e acho que seria interessante você colocar o link do Youtube na descrição do vídeo dentro da plataforma do Premium, pra pessoa pelo menos ir lá e dá um joinha, sabe?

Eu sei que você não fica mendigando essas questões, mas acho que seria interessante, porque acho o maior engajamento são os próprios assinantes. É só uma sugestão.

Um abraço.”

Grande Fagner! Que ótimo esse seu comentário, muito obrigado! É com atitudes como a sua de consumir nosso conteúdo, mas de pular para dentro do barco como um assinante, que a gente vai conseguir continuar. Você sabe como é que é, a gente depende de trazer a turma pra dentro do barco. E que sabe assim, a gente até cresce, cara!  Muito obrigado mesmo, viu?

O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil, e o Fagner ganhou um livro! Deixa ver… será o Contra toda censura: Pequeno tratado sobre a liberdade de expressão, do Gustavo Maultasch.

Para articular a defesa contra a censura, os defensores da liberdade de expressão precisam voltar aos fundamentos: afinal, por que a liberdade de expressão é tão importante, hein?Com clareza, precisão e diversos exemplos históricos, Gustavo Maultasch explora esses temas e explica por que precisamos, agora mais do que nunca, realizar um debate amplo e corajoso sobre o tema da liberdade de expressão.

Entre em contato conosco pelo whatsapp 11 96429 4746, Fagner, para definir a remessa do livro. E, de novo, muito obrigado, viu?

Então vamos lá… se você vê valor no trabalho que a gente faz aqui no Café Brasil, faça como o Fagner, torne-se um assinante. E se gosta de ler, compre nossos livros na livrariacafebrasil! É só acessar mundocafebrasil.com. Vai lá. A gente espera.

Rarararraa… a trilha sonora de hoje vai pegar várias gerações de adolescentes…

Quando se fala de adolescência, é natural que recordemos nossos anos de adolescência e o que aquele período representou para nós e para as pessoas que conhecíamos naquela época.

A simples menção da palavra “puberdade” pode nos trazer lembranças de acne, do primeiro encontro amoroso, ou de como nos sentíamos desconfortáveis, extremamente sensíveis ou desafiados diante da autoridade adulta. Era uma fase em que nos encontrávamos em algum lugar entre a idade adulta e a infância, sem ter certeza de onde nos encaixávamos. Isso soa familiar para você? Talvez sim.

A adolescência, que é o período de desenvolvimento entre a infância e a idade adulta, especialmente entre os 10 e 19 anos, pode ser uma experiência difícil para algumas pessoas, e mais tranquila para outras. Os anos da adolescência costumam estar repletos de inseguranças e dúvidas para quem vivencia a angústia associada ao processo de amadurecimento. Sob circunstâncias normais, os adolescentes geralmente aprendem a se adaptar e se ajustar à medida que envelhecem. Mas alguns demoram muiiiitoooooo para a transição. É o que eu sinto quando vivo experiências como a da caneta BIC e a do INSS.

A adolescência é uma fase de crescimento e desenvolvimento surpreendentemente rápido. E não apenas em relação ao crescimento físico, mas também ao desenvolvimento de ideias, crenças fundamentais, valores e a atitude geral em relação à vida.

É quando a moçada perde a paciência rapidamente por algo trivial. No dia seguinte é dominada por sentimentos de indiferença e não consegue nem mesmo levantar a cabeça do travesseiro… Mas isso tende a passar com o amadurecimento. Bem… tendia…

O que vemos hoje são adultos, jovens ou velhos, com dificuldade de controlar suas emoções em situações de mudança repentina, quando não conseguem o que querem ou durante uma explosão de temperamento. Vemos gente que não consegue entender porque as coisas acontecem. Gente com a qual geralmente é impossível raciocinar em conjunto. Tem emoções demais envolvidas.

Pois é… É muito fácil ouvir meus comentários e achar que sou só um velho implicando com os jovens, não é? Recebi diversos comentários dizendo que fui muito duro com a menina da padaria, que eu preciso entender os jovens dinâmicos do INSS no celular, que esse é o novo mundo, etc e tal. Bom, eu acho que estou falando de um problema que é histórico. Falta de comprometimento e compromisso sempre existiram na história. O que parece ser novidade é a quantidade de adolescentes tardios que entraram no mercado de trabalho.

– Ô Luciano: adolescentes tardios?

Sim. Gente com 25, 30, 40 e até 50 anos que se comporta como adolescente.

Mas afinal, a partir de quando alguém se torna adulto, hein? Essa questão tem se tornado tema de debate entre os jovens, suas famílias, a mídia e as instituições sociais nos últimos anos. Muitos acham que as coisas que costumavam marcar a passagem para a vida adulta, como terminar a escola, sair de casa, casar, ter filhos e arrumar um emprego, já não são suficientes para definir a transição da adolescência para a adultescência.

Nos últimos tempos, mudanças significativas na sociedade têm feito com que as pessoas se casem, tenham filhos e iniciem suas carreiras muito mais tarde do que as gerações anteriores. Isso levou alguns psicólogos, como Jeffrey Jensen Arnett, a argumentar que os anos entre 18 e 29 anos não são apenas uma fase de transição para a vida adulta, mas sim uma nova etapa de desenvolvimento chamada “adultez emergente”. Que eu prefiro chamar de adultescência.

A adultescência é uma fase de transição entre a adolescência e a idade adulta completa, e é marcada por várias mudanças psicológicas, sociais e econômicas. Não é algo que todo mundo vivencia da mesma forma, pois sua manifestação pode ser influenciada por fatores culturais, sociais, individuais.

Na adultescência acontece a exploração de identidade. Muitos jovens adultos estão em busca de se descobrir, tentando entender seus valores, crenças e metas de vida. Isso pode envolver explorar diferentes carreiras, relacionamentos e interesses pessoais.

É um período de profunda instabilidade, os jovens adultos emergentes frequentemente passam por muitas mudanças na vida, como, de novo, sair da casa dos pais, arrumar ou trocar de emprego e estabelecer e encerrar relacionamentos. Essa fase costuma ser marcada por um certo grau de instabilidade e imprevisibilidade.

Também é um período de foco em si mesmo. As pessoas nessa fase priorizam o desenvolvimento pessoal e a independência. Elas podem adiar ou optar por não casar, ter filhos ou assumir responsabilidades tradicionais de adultos.

Também é uma fase de ambiguidade. Muitos jovens adultos emergentes se sentem incertos sobre seus caminhos de vida e podem ter sentimentos mistos sobre a vida adulta, desejando independência, mas também apreciando a segurança da infância.

A “adultescência” é vista como um momento de amplas possibilidades. Jovens adultos emergentes têm potencial para explorar e crescer, o que pode levar a um desenvolvimento pessoal significativo.

A adultescência representa um período único de desenvolvimento durante o qual os jovens adiam marcos tradicionais da vida adulta, de novo, casamento, paternidade e emprego estável, por conta de uma crescente complexidade da sociedade moderna e a busca por educação superior.

A experiência da adultescência varia muito entre diferentes culturas e indivíduos. Fatores como status socioeconômico, origem cultural e escolhas pessoais podem influenciar como as pessoas navegam por essa fase de transição. Além disso, o conceito de adultescência ainda é um tópico de pesquisa e debate contínuo no campo da psicologia, Ainda não é um estágio universalmente aceito de desenvolvimento em todas as culturas e sociedades.

Ô Lalá, essa trilha tá muito anos 80. Bote aí alguma coisa pra quem entrou na adultescência na metade dos anos 70:

Putz… aí também já deu um nó na garganta…

Eu fiz minha transição para adulto aos 18 anos, quando escolhi sair de Bauru para vir morar sozinho em São Paulo. Não me lembro de ter ficado agoniado com a escolha. Na época, eu havia passado no vestibular de engenharia em Bauru e de comunicação no Mackenzie em São Paulo. Meu pai me disse: “Se você ficar em Bauru, vai morar conosco, tem todo o conforto e ainda dou um carro pra você. Se quiser ir para São Paulo, vou garantir seus estudos, mas você estará por sua conta.” Bom, eu escolhi ficar por minha conta.

No início de 1975, com 18 anos de idade, desembarquei em São Paulo, para morar num quarto alugado num apartamento de uma família perto do Mackenzie. E me lembro que minha primeira providência foi abrir uma conta no Banco Real. Saí da agência todo orgulhoso com um talão de cheques e ali a minha vida começou a mudar para valer. Caíram no meu colo responsabilidades que eu nunca tinha tido. E eu amadureci alguns anos em semanas.

Eu ainda tinha papai e mamãe a quem recorrer, mas eles estavam a mais de 300 quilômetros de distância, numa época em que não havia telefones celulares, só orelhões…

Agora a saída da adultescência era por minha conta.

Para quem tem consciência, a adultescência é um momento em que as pessoas começam a perceber o desejo e as oportunidades de contribuir para suas famílias, comunidades e sociedade. Mas isso só acontece com quem tem consciência, e saiu da adolescência tardia, que é outro nome da adultescência.

Parece jogo de palavras, mas não é, viu? Você prefere se ver como um adolescente tardio ou como um adulto emergente? O adolescente tardio quer adiar as responsabilidades tradicionalmente associadas à idade adulta. O adulto emergente quer abraçar essas responsabilidades. Um parece estar preso ao passado, enquanto o outro se abre para o futuro.

Tá bem, não é tão simples assim, mas acho que você entendeu o meu ponto: relacionar-se com adolescentes tardios é o fim da picada.

Aproveitando a deixa, é isso que a gente tem feito com a criação da minha Mentoria MLA – Master Life Administration, um programa de treinamento contínuo em que reunimos pessoas interessadas em conversar sobre temas voltados ao crescimento pessoal e profissional. Focadas no mundo adulto, e tambéem em como educar seus filhos. Comunidades online oferecem conexão, compartilhamento, apoio, aprendizado e segurança. E o MLA é um Mastermind para profissionais, com encontros mensais presenciais e online, promovendo uma sensação de comunidade e uma troca valiosa de experiência. Ainda tem vagas disponíveis, se você se interessa em estar comigo, acesse mundocafebrasil.com e clique no link para saber mais.

E se você é assinante do Café Brasil agora vem o conteúdo extra. Se não é assinante, vamos pro fechamento.

Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós. Qual é o produto que eu escolho, hein? E como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que que eu faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê, hein? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança.

Amortecedores, componentes de suspensão e direção, certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe porquê?

Oras: porque é Nakata!

Assine gratuitamente o boletim em nakata.com.br e receba as últimas novidades em seu e-mail.

Tudo azul, tudo Nakata.

O mundo é um moinho
Cartola

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Presta atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
Em cada amor, tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés

Cazuza interpretando O Mundo é um moinho, do grande Cartola, que compôs essa canção para a afilhada de sua primeira mulher. A garota foi criada por Cartola e sua esposa como uma filha. A letra é uma reflexão sobre a vida e as preocupações do mestre com as paixões e escolhas da menina, que entrava na adultescência. 

Talvez seja hora de considerar um sexto elemento da adultescência: a contribuição. Uma espécie de generosidade que só surge em quem tem consciência de seu impacto e influência nas pessoas que lhe cercam.

Quem não tem consciência disso cara, tá fechado no teu mundinho, tá preocupado com o seu metro quadrado, tá preocupado com as coisinhas que ela tem que fazer, somente e exclusivamente aquilo que ela foi contratada pra fazer, quem nem as meninas da BIC e que nem a molecada do INSS.

Bilú teteia
Mauro Celso

Quando eu era criança mamãe dizia: bilú, bilú, bilú… bilú teteia
Pegava eu no colo mostrava pra vizinha: bilú, bilú, bilú… bilúzinho teteia.
Que me segurava, e dizia que gracinha: bilú, bilú, bilú… bilú teteia.
E o tempo foi passando e eu fui crecendo bilú, bilú, bilú… bilú teteia
E de faze bilú mamãe foi se esquecendo bilú, bilú, bilú… bilú teteia
E agora eu estou grande estou barbadinho e não encontro ninguém pra me faze um bilúzinho
Bilú, bilú, bilú… bilú teteia
Brincava de casinha e ninguém dizia nada bilú, bilú, bilú… bilú teteia.
E a filha da vizinha era minha namorada bilú, bilú, bilú… bilú teteia
Agora eu estou moço não tenho liberdade bilú, bilú, bilú… bilú teteia.
Pra fala com a vizinha é uma calamidade, se eu quize um bilúzinho tenho que faze sozinho
Bilú, bilú, bilú… bilú teteia

Rarararararrarar… e ao som então do clássico de Mauro Celso, Bilu Teteia, na intepretação de Sérgio Mallandro que vamos saindo animados…

Tá claro pra você que à medida que as pessoas entram na fase adulta, desempenham um papel fundamental no desenvolvimento positivo de outros jovens? Eu não tenho dúvida que as garotas da caneta BIC e os jovens do INSS não tiveram em quem se espelhar.

Nenhum modelo a seguir.

Bom é isso que nós tentamos fazer no Café Brasil: preparar as pessoas para que se tornem exemplos. É isso que o ecossistema do Café Brasil oferece a você. Já sabe, né?  mundocafebrasil.com.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais. E se você gosta do podcast, imagine uma palestra ao vivo. E eu já tenho mais de mil e cem palestras no currículo. Já aprendi um pouco a falar sobre sistemas importantes pra crescimento pessoal e profissional. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para terminar, uma frase do poeta russo Vladimir Maiakóvski:

Se a criança é um porquinho, quando adulta não poderá ser outra coisa senão um porco.