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Luciano Pires -

Anos atrás, eu creio que por volta de 2003, após ler um livro do escritor e educador Rubem Alves que me deixou fascinado, chamado “Por Uma Educação Romântica” -, entrei em contato com ele e consegui marcar uma visita à sua casa em Campinas. Foi num dia de semana, peguei o carro e fui pra lá. Rubem me recebeu gentilmente, almoçamos num restaurante que ele tinha ao lado de sua casa e depois fomos bater um papo em sua sala biblioteca. Ali permanecemos por algumas horas falando de tudo um pouco, eu fascinado e ele certamente sentindo o prazer que os educadores têm quando ensinam.

Lá pelas tantas, falávamos da necessidade de algum tipo de mobilização para implementar mudanças no Brasil, alguma forma de juntar as pessoas interessadas em discutir soluções para os nossos problemas. Após discutirmos sobre as dificuldades de mobilização das pessoas, sobre a forma como a cultura sindical parece ter o domínio dos militantes sempre truculentamente a serviço de um projeto de poder, Rubem veio com a seguinte sugestão:

– Precisamos de conspiradores.

Conspiradores. Aqueles que tramam secretamente, que não são os black blocs que saem dando porrada e quebrando coisas. Não são os mártires que recebem as balas da situação ou da oposição. Não são os braços das operações, mas os cérebros, as pessoas inteligentes que, nos bastidores, teorizam, planejam, criam estratégias, definem como as coisas devem ser para que outros as executem. Conspiradores são os que têm a inteligência. E segundo Rubem, era isso que estava faltando.

Você às vezes se sente assim, hein? Meio impotente? Incapaz de provocar alguma mudança em torno de si, afundado na mediocridade, calado pela burrice? Bom, você não está sozinho, cara. A questão é: onde estarão os outros que pensam como você, hein? Será que eles não deveriam se reunir? Fazer como fazem os conspiradores?

O programa de hoje é uma revisita a um episódio de 2015… nove anos atrás.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

“Olá, Luciano, Ciça, Lalá. Bom dia, boa tarde, boa noite. Aqui é o Gabriel, eu estou aqui gravando esta mensagem pra compartilhar aqui uma situação que eu acabei de vivenciar que poderia estar no Merdades e Ventiras.

Eu estava no meu carro agora e estava escutando uma rádio famosa, uma rádio de notícias, alguma coisa News FM e nessa rádio eles deram uma notícia que um dos ministros do atual presidente tinha viajado, sem autorização do atual presidente pra Arábia, pra assistir o jogo que vai acontecer agora à tarde entre Fluminense e Manchester City.

Esse ministro é fluminense roxo e ele foi sem autorização. E aí depois ele disse que esses dias que ele vai perder a última reunião ministerial, isso foi dito na rádio, que esses dias que ele vai ficar fora, obviamente, ele vai ressarcir os cofres, né? Do salário dele, ele não vai receber essa parte do salário, óbvio, porque ele é um cara muito correto, ele vai ressarcir os cofres e puxa vida!

Ele arriscou perder o emprego dele, será que o presidente vai perdoar, puxa né? Nessa situação será que valeria a pena?

E deram a notícia de uma forma leve, como se fosse super normal um ministro deixar o posto dele de trabalho, fora da época de férias, pra assistir um jogo de futebol que não interessa que ele é fluminense, vascaíno, flamenguista, piraporense roxo. Ele está indo, deixando o posto de trabalho dele pra assistir o time dele….não pode fazer isso, ainda mais sem autorização.

Se você trabalha numa empresa e você deixa a sua empresa pra assistir um jogo de futebol, seja aonde for, você é mandado embora. Esse cara tem que ser limado do ministério o quanto antes. Ah! Mas ele é um bom ministro. Não interessa olha atitude desse cara.

Isso me revoltou muito ver a naturalidade como deram a noticia e assim, me veio uma certeza, quase que absoluta, que se isso acontecesse no governo anterior, seriam trinta minutos só detonando o ministério inteiro e o ex presidente. Eu tenho uma certeza quase que absoluta.

Me veio uma revolta, e eu tomei uma decisão que eu não vou mais escutar essa rádio porque é melhor eu ficar desinformado, entre aspas do que mal informado. Ou informado de forma enviesada.

Então, estou aqui compartilhando e me veio até um pensamento: será que a repórter que deu a notícia ela sabe que ela teve um ato canalha? Não é possível que ela saiba. É muito descarado, é muito descarado. Tudo bem, eu estou com o Café Brasil já há muito anos, então pra mim é mais fácil perceber esse tipo de situação, mas não é possível que ela faça, sabendo que ela está sendo canalha.

E fez pensar que talvez ela tenha sido dominada pelo meme, não o meme da internet, mas o conceito de meme explanado no livro O gene egoísta, do Richard Dawkins, talvez seja isso, né? Talvez essa ideia tenha vida própria e entre na cabeça das pessoas e domine o intelecto delas. Não é possível. Não é possível.

E será que nós temos isso também? Esse meme dominando a nossa mente? Porque não é possível tanta canalhice e tanta parcialidade e falar de um ministério de um governo que já foi provado que é absolutamente corrupto com tanta naturalidade.

Estão fazendo mal pra sociedade que não está se importando absolutamente nada com isso. É impressionante.

Bom, mas fica aqui o meu registro, agradeço mais uma vez aí a equipe por tanto trabalho e tanta riqueza de conteúdo e desejo a todos aí um feliz Natal e um excelente ano novo.

Grande abraço, pessoal. Vida longa ao Cafezinho”

Grande Gabriel cara, eles não tem jeito, bicho. Esses jornalistas estão a serviço de conspiradores, recebem uma pauta e cumprem a parte que lhes cabe. Eu não vejo nenhuma ingenuidade neles, mas canalhice pura e simples. E são bem sucedidos junto às pessoas que não estão acostumadas com seus truques e manobras. Eu tentei colocar tudo isso a limpo em meu livro Merdades e Ventiras… Falta muita gente ler…. Boas festas, meu caro!

O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil, e o Gabriel ganhou um livro. É claro que não vou perder a chance de mandar o meu Merdades e Ventiras, e versão capa dura, meu caro! Quem quiser comprar, o livro está em promoção na livrariacafebrasil.com.br.

Gabriel, entre em contato conosco pelo whatsapp 11 96429 4746, Gabriel, para definir a remessa do livro. Muito obrigado!

Olha, várias pessoas me escrevem pedindo mais programas musicais, sugerindo temas, variações e tal. Você pensa que eu não preferiria passar o resto da minha vida escrevendo, gravando e distribuindo o Café Brasil, hein? Totalmente dedicado a ele, cara? Isso é o meu sonho! Não tenho nada que me dê mais prazer. Mas ficar aqui, escrevendo, gravando e distribuindo podcasts não vai pagar minhas contas. Eu tenho que investir um baita tempo criando outros produtos, fazendo marketing digital, viajando para palestrar Brasil afora, fazendo reuniões, contatos… no final do dia, não sobra todo o tempo necessário pra mergulhar de cabeça no Café Brasil e fazer aqueles programas que te derrubam, sabe como é?

Sobraria tempo se todo mundo que ouve o programa – e gosta dele – se tornasse assinante. Não tem outra saída, cara! Assinante de qualquer plano. Se você assinar a Confraria anual, por exemplo, a assinatura sai por ridículos oito reais por mês. Dá até vergonha. O que é que dá pra fazer com oito reais por mês, hein? E mesmo assim, a turma ouve e não assina.

Olha, cara: pule pro barco, ajude a gente a dedicar mais tempo àquilo que nós e você amamos.

canalcafebrasil.com.br.  Vai lá, a gente espera.

E é com PAU NO BURRO, do grande Raul de Barros, que vou lembrando que saí da reunião com o Rubem Alves com a cabeça fervilhando.

Onde estariam os conspiradores? De que forma reuni-los? Como fazer para atrair as pessoas interessadas em propor as soluções para um país melhor? Será que estariam em partidos políticos? Nas escolas? Onde, hein?

Eu comecei a procurar. E encontrei muita gente em diversos tipos de associações, mas nada daquilo que eu esperava.

Nos partidos políticos estavam pessoas interessadas, mas totalmente dominadas por grupos de interesses, por projetos de poder, por panelinhas que se utilizavam da energia dos que queriam fazer para buscar mais poder. Sempre o poder. A função do poder é obter mais poder. E mesmo aqueles que sinceramente estavam interessados no bem estar social, perdiam seu tempo e energia na luta contra os que estavam interessados em dinheiro e poder. Não me servia.

Nas escolas encontrei grupos absolutamente contaminados por ideologias marxistas, interessados em construir um tipo de sociedade que nunca deu certo em nenhum tempo, nenhum lugar do planeta, incapazes de abrir a mente para ideias diferentes das suas. E o que é pior, sob o manto de educadores, fazendo a cabeça da garotada que não resistia à ideia de um mundo melhor, magicamente justo e igualitário. Imagine all the people… E ai de quem resistisse a se submeter aos que sabem o que é melhor para a humanidade. “Tribunais democráticos” a serviço da hegemonia de uma ideia se encarregariam de julgar e condenar os rebeldes. Não me servia.

Nos sindicatos encontrei uma combinação explosiva: ignorância com truculência. Havia ali conspiradores sim, em núcleos sempre fechados, até mesmo escondidos, que acionavam suas redes de militantes para botar para quebrar e conseguir seus objetivos na porrada. Mesmo naqueles em que eu encontrei gente interessada e interessante, grupos lutavam pelo poder, pelo poder, usando das armas mais baixas. Não concorda comigo? Quebro seu braço. Não. Não me servia.

Pensei nas igrejas, mas nunca consegui combinar as ideias religiosas com as ações pragmáticas. Não que eu as ache ruins, especialmente no necessário “não faça para os outros o que você não gostaria que fizessem a você”, mas o foco na religião tira do homem a responsabilidade por seus atos, transfere para deuses e santos os louros das vitórias e, de certa forma, a responsabilidade pelas derrotas, cria nos devotos uma sensação imensa de culpa, demanda um tempo muito grande com ritos e mitos… e em muitos casos as organizações religiosas lutam primeiro por dinheiro e poder. Não me serviam.

Eu parti então para a ação individual. Comecei a escrever, em 2004 lancei o meu livro Brasileiros Pocotó e daí deu nisto aqui, ó: o Café Brasil, que acabou reunindo um monte de gente interessada em ideias diferentes das que vão por aí. Mas faltou sempre o passo seguinte, a constituição de um grupo de conspiradores capaz de provocar ações efetivas.

Olha, é impossível criar uma resistência organizada à mediocridade, sem um pensamento embasado, sem planejamento, sem gente disposta a investir tempo e – porque não? – dinheiro, em ações que causam impacto na sociedade.

Combater a mediocridade tem sido a missão de muitos homens e mulheres ao longo da história. Desde o começo da humanidade o homem se preocupa com a mediocridade, a estupidez, a idiotice. E muita gente famosa dedicou horas de reflexão sobre o tema. Quer ver?

Sigmund Freud disse: “Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra é ser um idiota.”…

Mario Vargas Llosa disse: “Só um idiota pode ser totalmente feliz.”

Voltaire disse: “A idiotice é uma doença extraordinária, não é o doente que sofre por ela, mas os outros.”

Albert Einstein disse: “Existem duas coisas infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas não tenho certeza sobre o universo.”

O político e escritor espanhol Francisco de Quevedo y Villegas disse: “Todos que parecem estúpidos o são e também a metade dos que não parecem.”

Goethe disse: “Contra a estupidez, até os deuses lutam em vão.”

Kant disse: “Nunca discutas com um idiota. As pessoas podem não notar a diferença.”

O escritor norte americano Harlan Ellison disse: “Os dois elementos mais comuns no universo são o hidrogênio e a estupidez.”

O músico norte americano Anton Lavey disse: “É uma pena que a estupidez não doa.”

Jean-Paul Sartre disse: “Faz falta um sol duplo para iluminar o fundo da estupidez humana.”

O sociólogo espanhol Armando de Miguel disse: “Saber-se gênio é sintoma de idiotice.”

Martin Luther King disse: “Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez minuciosa.”

Albert Einstein outra vez: “Somos todos muito ignorantes. O que acontece é que nem todos ignoramos as mesmas coisas.”

E por fim, o físico dinamarquês Niels Bohr disse: “Um idiota sempre encontra outro mais idiota que o admire.”

Que tal?

https://www.instagram.com/reel/C0zNRv5rXjv/?igshid=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D

Música sem nome
Manda

Será que vão ouvir o que eu tenho pra dizer
Se eu não quiser rebolar a minha bunda
Será que ainda tem espaço pra mim
Se eu só quiser cantar e fazer a minha música
Será que vao me ignorar se eu não tiver afim de fazer uma dancinha
Pra esse som que eu fiz
Será que vai tocar no rádio a minha canção
Se eu não mandar sentar, descer e ir até o chão
Nada contra, eu até gosto,
Mas tudo tem o seu lugar
Mas agora só tem isso, gente, vamos variar
Eu nasci tarde demais, será?
Alguém ainda tem alguma história pra contar?
É só senta, senta, senta, toma, toma, toma e vamos lá.
Eu vou pagar pra ver o que vai acontecer
O som do meu tambor não é de fazer bum bum mexer
Eu vou pagar pra ver o que vai acontecer com a minha carreira
Se eu não fizer o bum bum mexer

Pronto. Essa é a Manda, que você encontra como @eumanda no Instagram com sua Música sem nome… Olha, eu não preciso nem dizer nada, né? 

Então… Provocar ações efetivas… afinal de contas o que é isso? Bem, é basicamente tirar a bunda da cadeira e trabalhar para que os escritos e os falados se transformem em realidade. Pessoalmente me sinto satisfeito, porque  recebo várias mensagens de gente que partiu para a ação inspirada pelo Café Brasil, por meus escritos, por minhas palestras, pelas indicações que eu faço. Mas ainda é pouco. Essas iniciativas individuais estão dispersas, eu não consigo vê-las como um todo, que passe a sensação de que nosso trabalho aqui está rendendo frutos. Que estamos conseguindo realizar aquela missão iniciada lá em 2004, de despocotizar o Brasil…

Nestes vinte anos que se passaram depois daquela conversa com Rubem Alves, vi surgir um mundo de gente interessada, grupos de estudos, associações, publicações e, mais recentemente, os espaços nas mídias sendo ocupados por gente que defende ideias próximas daquelas que eu julgo que vale a pena serem defendidas. Comecei a ver alguma luz em meio à estupidez e tenho certeza que os grupos de conspiradores estão se constituindo por aí. Ainda falta vencer batalhas de egos e a incapacidade de falar a linguagem que as pessoas comuns entendem, mas eu sinto que vêm novidades por aí, que podem provocar mudanças.

Será que os conspiradores vão vencer a truculência? Será que lucidez seletiva vai acabar com a estupidez generalizada? Não sei. Mas to tentando fazer a minha parte. E sei que mais gente também!

Você que está aí me ouvindo, fique esperto. Quando eu descobrir onde estão esses conspiradores do bem eu aviso. Quem sabe a gente se junta a eles?

Eu não posso deixar de aproveitar a deixa, começamos 2024 com tudo com minha Mentoria MLA – Master Life Administration, um programa de treinamento contínuo em que reunimos pessoas interessadas em conversar sobre temas voltados ao crescimento pessoal e profissional. No MLA formamos um círculo de honra e confiança entre pessoas que buscam o bem comum. Um círculo de conspiradores.

Ainda temos vagas disponíveis, se você se interessa em estar comigo, acesse mundocafebrasil.com e clique no link MLA – master mind para saber mais.

E se você é assinante do Café Brasil agora vem o conteúdo extra. Se não é assinante, vamos ao fechamento

Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós. Qual é o produto que eu escolho, hein? E como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que que eu faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê, hein? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança.

Amortecedores, componentes de suspensão e direção, certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe por quê?

Oras: porque é Nakata!

Assine gratuitamente o boletim em nakata.com.br e receba as últimas novidades em seu e-mail.

Tudo azul, tudo Nakata. 

Muito bem. Mas se você não tem paciência, acha que tudo tem que ser feito já, é um dos que pretende sair às ruas pra botar pra quebrar, queimar, bater, apanhar, uma recomendação: vá se tratar. Você estará a serviço justamente dos que buscam um pretexto para manter as coisas como estão, para tolher liberdades, para usar a força bruta. Você joga o jogo que agrada a eles.

Espero que você esteja cumprindo seu papel, refletindo, manifestando de forma civilizada a sua indignação, fazendo cabeças, compartilhando ideias e juntando-se a outros conspiradores. Cara, eu sei que demora um pouco, que não dá ibope, que não produz heróis… mas ao menos me asseguro de não estar criando outros monstros.

Tá entendido então, hein? Ser medíocre é uma opção. Você pode muito bem passar a vida toda no meio do rebanho, indo para onde querem que você vá, fazendo o que os outros fazem, sem se preocupar em estar à frente, em levar a primeira porrada, em ser chamado de louco. Acredite, a maioria absoluta das pessoas é assim eu acho até que são felizes por serem assim.

Mas para certas pessoas, especiais, a resignação bovina não serve. Para elas, a vida é e pode ser mais que isso. Essas pessoas têm fogo no rabo, precisam se expressar, querem ser livres, querem provocar a diferença, querem moldar o mundo a si e não serem moldadas pelo mundo. É claro que não vão conseguir fazer isso todo o tempo, mas a simples sensação de que estão fazendo algo já basta para dar conforto e tesão.

Vivemos numa sociedade repleta de regras, de leis, de convenções. Temos que seguir essas leis, sim senhor. Isso nos obrigará a muitas vezes fazer aquilo que a manada faz. Teremos que ser parte da manada e seguir bovinamente o que o mestre mandar. Não fazendo assim quebraremos as leis e talvez as consequências não valham a pena. O problema é se conformar com isso e ser sempre assim. Pelo menos para mim, isso não é uma opção.

Mas não posso induzir que ser o bovino resignado seja uma opção pra você. Posso só fazer a seguinte dedução: se você está aqui,  ouvindo o Café Brasil, é muito grande a chance de que seja um daqueles inconformados, não é?

Daqueles malucos que querem mudar o mundo, sabem que não vão conseguir, mas teimam assim mesmo?

Você é um desses, é?

Então, seja bem-vindo

Não pode
Tony Bizarro

Se você pensar que, não pode
É ruim dizer que não pode
ter sua imagem caida
Ter sua paz destruida
Para viver tentando
Coisas que não dão certo
Não pode, não pode

Se você pensar que, não pode
É ruim dizer que, não pode
ter sua imagem caida
Ter sua paz destruida
Para viver tentando
Coisas que não dão certo
Não pode, não pode

É assim então ao som de Não Pode, com o balanço delicioso de Tony Bizarro, que vamos saindo, eu acho que pensativos, viu?

Reitero aqui meu convite: junte-se aos conspiradores do Café Brasil: canalcafebrasil.com.br. Escolha seu plano e venha para o barco.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais. Cara, se você gosta do podcast, imagine uma palestra ao vivo. Vamos dar um pontapé inicial em 2024, arrebentar com a tua equipe, hein, cara? Eu já tenho mais de mil e cem palestras no currículo. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para terminar, uma frase do abolicionista e escritor norte amricano Frederick Douglas:

Onde a justiça é negada, onde a pobreza é imposta,  onde a ignorância prevalece e onde qualquer classe é levada a sentir que a sociedade é uma conspiração organizada para oprimi-la, roubá-la e degradá-la, nem as pessoas nem a propriedade estarão a salvo.”