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Café Brasil 908 – A inveja e o campeão

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Luciano Pires -

Você que pertence ao agronegócio ou está interessado nele, precisa conhecer a Terra Desenvolvimento.

A Terra oferece métodos exclusivos para gestão agropecuária, impulsionando resultados e lucros. Com tecnologia inovadora, a equipe da Terra proporciona acesso em tempo real aos números da sua fazenda, permitindo estratégias eficientes. E não pense que a Terra só dá conselhos e vai embora, não. Ela vai até a fazenda e faz acontecer! Ela executa junto com você!

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Há 25 anos colocando a inteligência a serviço do agro.

Mário Jorge Lobo Zagallo morreu semana passada, aos 92 anos. O conheci no dia primeiro de setembro de 2004, quando realizei minha palestra O Meu Everest para a Seleção Brasileira de Futebol. Seria uma forma de motivar os jogadores para o jogo contra a Bolívia pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006. Custei a acreditar no convite… E numa quarta-feira, por volta de oito da noite, eu entrava na Granja Comari, em Teresópolis – RJ, num carro da CBF.

Quando a van parou e me preparei para descer com o equipamento, a primeira surpresa. Carlos Alberto Parreira veio me receber, seguido por Zagallo. Pessoas gentilíssimas, que rapidamente nos encaminharam para a sala onde eu faria a apresentação.

O que se seguiu foi uma das maiores experiências da minha vida. E o mais brincalhão, o mais acessível, o mais acolhedor naquela sala era ele, Mario Jorge Lobo Zagallo. Sua energia e bom humor me encantaram, já estava com idade, cara. Ao final da palestra ele veio me dar um abraço e agradecer. Jantamos juntos. Que privilégio!

Zagallo era o único tetracampeão mundial de futebol. Teve uma carreira excepcional, que o levou a cometer um pecado capital no Brasil: ele teve sucesso. Como dizia Tom Jobim: No Brasil, sucesso é ofensa pessoal.

Vamos nessa praia hoje.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Posso entrar?

Fala Lu, fala pessoal todo aí do Café Brasil, meu nome é Tomás Balza. Acho que é a segunda vez que eu estou te mandando áudio em todo tempo que eu te acompanho e é uma situação completamente diferente da primeira.

Eu trabalhava na empresa da minha família, estava na linha sucessória e dado à pandemia e uma série de coisas que aconteceram, eu resolvi tentar um sonho de adolescência. Hoje eu estou trabalhando como videomaker, troquei de carreira aos 30, 31 anos de idade e eu estava escutando o Cafezinho agora do final do ano, Não desista, cara!

E esse me acertou, esse me acertou pesado, cara! Porque é uma jornada muito complexa você mudar de carreira, totalmente diferente, eu sou formado em administração de empresas e tenho meus últimos anos me educado, aprendido, treinado, pra essa vida de videomaker, filmaker e as coisas estão começando agora, depois de quase dois anos a clarear, sabe?

Mas, muitos momentos dá um medo, dá um medo grande, sabe? Ouvir  esse …., me pegou, cara! Me pegou.

Uma promessa que eu lhe faço aí, que se as coisas clarearem de fato, estarei assinando o Café, assim que a grana estiver sobrando bacana, pra ajudar de alguma forma. Você foi e é uma referência em muita coisa.

Um abraço gigante pra você pra todo mundo, em 2024 vamos pra cima, vamos pra luta, não vamos desistir não.

Um abraço, meu irmão, valeu, feliz ano novo!

Grande Tomás,  olha, a jornada é assim mesmo, meu caro, cheia de riscos e de medos! E o sucesso é medido não pelo dinheiro no banco, mas pela forma como vencemos esses medos. Insista, meu caro. Você já deve ter percebido que a coisa pega não é na sua capacidade de fazer um bom trabalho, mas é no marketing e vendas do seu trabalho, não é? É aí que você tem de buscar se tornar um craque.

O comentário do ouvinte agora é patrocinado pela Livraria Café Brasil, e o Tomás ganhou um livro, para enriquecer ainda mais seu conhecimento!

Será o livro Marketing e comunicação na era pós-digital – As regras mudaram, de Walter Longo. Estamos vivendo um novo momento em que a novidade virou commodity e o que fascinava ou amedrontava é lugar-comum. Walter Longo apresenta com maestria ideias, dados relevantes, cases e conceitos interessantes que servirão de inspiração. A era digital já era, meu! Bem-vindo ao mundo pós-digital.

Entre em contato conosco pelo whatsapp 11 96429 4746, Tomás, para definir a remessa do livro, viu? Muito obrigado!

Então, diversas pessoas me escrevem sempre, entram em contato comigo e falam: cara, faça mais programas musicais, faça de tema xpto, varia os programas.

Vem cá: você pensa que eu não preferia passar o resto da minha vida, escrevendo, gravando, distribuindo o Café Brasil só pra você, hein? Com aqueles temas, malucos, aqueles musicais maravilhosos. Cara, a minha vida seria maravilhosa se eu pudesse me dedicar totalmente a isso. Isso é um sonho.

Mas não dá pra fazer, cara. Eu tenho que ganhar dinheiro e só com o Café Brasil é impossível. Só seria possível se todo mundo que ouve e adora o Café Brasil virasse um assinante, cara!

Se você virar um assinante você consegue fazer uma onda que me ajuda a financiar esse trabalho aqui.

E aí, eu posso largar uma pancada de coisa que eu não gosto de fazer pra mergulhar de cabeça em produzir o Café Brasil.

É cara. Não é todo mundo que vem, não. Mas quem vem está conosco aqui e eu agradeço de coração, viu?

Se você assinar a Confraria anual, por exemplo, a assinatura sai por ridículos oito reais por mês, cara. Dá até vergonha. O que é que dá pra fazer com oito reais por mês, hein? E mesmo assim, a turma ouve e não assina.

Olha, cara: pule pro barco, ajude a gente a dedicar mais tempo àquilo que você e nós amamos.
canalcafebrasil.com.br. Vai lá, a gente espera.

“Outro dia eu estava refletindo, por que o Brasil não tem nenhum premio Nobel? A Argentina tem, o Chile tem, Venezuela, Colômbia, e muitos países do mundo, mais de trezentos, México e assim por diante. E nós não temos prêmio Nobel. Por que?

Exatamente essa pergunta, numa oportunidade que eu tive num jantar em Estocolmo, eu vi que, de repente, eu tinha na minha frente três membros do comitê que indica os prêmios Nobel.

Daí, fiz esta pergunta para eles. Eles não responderam imediatamente, porque acho que ficaram meio embaraçados, mas acho que, depois de umas doses de vodca e coisas desse tipo, um deles falou o seguinte:’ vou responder sua pergunta. Vocês brasileiros são destruidores de heróis.’

Olha, foi uma pancada no estômago. Falei ‘por quê?’ Ele falou que todos os candidatos brasileiros que apareceram, contrariamente aos dos outros países, em particular os Estados Unidos, quando aparece um candidato brasileiro, todo mundo joga pedra do Brasil. Não tem apoio da população.

Parece que o brasileiro desconfia do outro ou tem ciúmes do outro, sei lá o que acontece.”

Você acaba de ouvir o ex Ministro e fundador da Embraer Ozires Silva numa entrevista no Roda Viva. A fala dele me lembrou de um Café Brasil, o 674, Balde de Caranguejos, onde eu dizia assim:

Se você jogar um monte de caranguejos dentro de um balde, sempre que um estiver para escapar, uma garra de outro caranguejo o puxará para baixo, de volta pra dentro do balde. E assim nenhum caranguejo consegue sair.

Essa é a metáfora do balde de caranguejos: não deixar que o outro seja mais que nós, que prove que estamos errados, que revele como somos menos preparados, menos inteligentes. Para muita gente essa constatação de inferioridade é insuportável, cara.

Em vez de focar em nossas limitações, preferimos trabalhar para reduzir a autoconfiança dos que estão progredindo. Você já viu isso, hein? Já foi vítima disso?

Esse é um problema de caráter, mas a coisa fica mais grave quando a mentalidade de caranguejo domina grupos, se transformando em leis, regras e normas que, a pretexto de promover igualdade, servem apenas para puxar para baixo quem está tentando se destacar.

A mentalidade de caranguejo só serve para alimentar inseguranças e baixa autoestima. E mesmo que você sinta algum prazer, que alimente seu ego com alguma sensação positiva, torcer e trabalhar para o insucesso dos outros não é uma estratégia viável para o bem-estar no longo prazo. Aonde é que isso leva você, hein?

Sempre, eu repito, sempre haverá gente mais inteligente, mais bonita, mais rica, mais forte, mais preparada, mais agradável, mais sortuda que você. Se você ficar se comparando, a única coisa que acontecerá é que será cada vez mais difícil aumentar a sua autoestima. Seu perdedor! Aliás, seu merda!

Em vez da união para atingir um bem comum, temos o conflito e o confronto, a quebra do tecido social.

Para com isso, meu. Qualquer um que estiver contribuindo para o progresso, de forma genuína e moral, está fazendo algo positivo por você. É alguém como você, vivendo uma experiência que você gostaria de viver. Tente se mostrar satisfeito por ela ou por ele.

Agora eu preciso trabalhar.

Tem mais um monte de bandido pra botar na cadeia e um país inteiro pra reconstruir.

Invejoso
Arnaldo Antunes
Fernando Catatau

O carro do vizinho é muito mais possante
E aquela mulher dele é tão interessante
Por isso ele parece muito mais potente
Sua casa foi pintada recentemente
E quando encontra o seu colega de trabalho
Só pensa em quanto deve ser o seu salário
Queria ter a secretária do patrão
Mas sua conta bancária já chegou no chão
Na hora do almoço vai pra lanchonete
Tomar seu copo d’água e comer um croquete
Enquanto imagina aquele restaurante
Aonde os outros devem estar nesse instante
Invejoso
Querer o que é dos outros é o seu gozo
E fica remoendo até o osso
Mas sua fruta só lhe dá caroço
Invejoso
O bem alheio é o seu desgosto
Queria um palácio suntuoso
Mas acabou no fundo desse poço
Depois você caminha até a academia
Sem automóvel e também sem companhia
Queria ter o corpo um pouco mais sarado
Como aquele rapaz que malha do seu lado
E se envergonha de sua própria namorada
Achando que os amigos vão fazer piada
Queria uma mulher daquelas da revista
Uma aeromoça, uma recepcionista
E quando chega em casa e liga a TV
Vê tanta gente mais feliz do que você
Apaga a luz na cama e antes de dormir
Fica pensando o que fazer pra conseguir
Tu quer dos outros
Querer o que é dos outros é o seu gozo
E fica remoendo até o osso
Mas sua fruta só lhe dá caroço

Você está ovindo Invejoso, de Arnaldo Antunes e Fernando Catatau, com o próprio Arnaldo Antunes.

Você já notou que apenas uma pequena quantidade de pessoas realmente apoia seu sucesso sem ressentimento ou egoísmo, hein?

É lamentável, mas é verdade: o sucesso pode incomodar as pessoas. É possível que elas experimentem sentimentos de inadequação ou ciúme quando veem alguém avançar em sua carreira ou vida pessoal para atingir seus objetivos.

Além disso, é lamentável que alguns indivíduos não sejam capazes de ignorar esses sentimentos e celebrar verdadeiramente seus resultados.

Ao atacar o que a faz sentir “menos que”, a pessoa invejosa pode fazer com que o outro se sinta mal, de modo que ele possa finalmente começar a se sentir “mais que”. É uma forma instável de construir a autoestima, mas é como se a pessoa invejosa precisasse absorver um pouco da energia do outro para se sentir inteira e funcional. Só que o efeito ‘se sentir bem’ nunca dura, e eles podem precisar subir o nível para continuar a se sentir melhor consigo mesmos.

Pessoas invejosas podem ser competitivas. Mais do que isso, elas podem parecer ter prazer na desgraça alheia. Vemos esse tipo de ataque invejoso realizado nas redes sociais diariamente, onde a aparência e o comportamento das celebridades são criticados – e o menor deslize é ampliado e vilipendiado.

Como é que eu lido com isso? Bem, considero que a quantidade de pessoas que me apoiam não é o que importa; é a qualidade que importa.

Eu me concentro nos poucos que estão ao meu lado e sempre torcendo por mim. Essas pessoas estarão lá em todos os momentos, celebrando meus sucessos e me ajudando nas lutas.

Sacou? Quantidade não interessa, estou focado na qualidade. Se quisesse quantidade meu, tinha virado digital influencer…

Os sete pecados capitais são a luxúria, gula, avareza, ira, inveja, preguiça e orgulho. Se você optar por pecar, escolha algo como luxúria ou gula. Assim, você terá alguma coisa para lembrar do final de semana. Pode-se tolerar a arrogância, a avareza, a luxúria, a raiva, a gula e a preguiça, e até se vangloriar delas. Mas a inveja, cara… Ninguém reconhece o pecado mais grave, a inveja. Este é o pecado obscuro e escondido por toda a vida. Tentamos escondê-lo usando vários meios.

É muito estúpido sentir inveja de alguém. Sentir inveja não tem nenhum benefício e não prejudica a pessoa invejada, cara. A inveja gentil não existe. Pessoas invejosas não querem diminuir a diferença de seus colegas mais bem-sucedidos por meio de determinação e esforço. Elas querem que os ricos e bem-sucedidos fiquem piores, por exemplo, tirando parte de sua fortuna.

A inveja é, sem dúvida, uma das emoções mais comuns, de acordo com as experiências diárias. A maioria das pessoas diz que a inveja é algo que outras pessoas têm sobre elas, e não elas mesmas. As pessoas negam que sentem inveja de pessoas bem-sucedidas, mais do que qualquer outra emoção. Os psicólogos até podem explicar por que.

18.000 adultos australianos foram entrevistados por pesquisadores em 2005, 2009 e 2013. Os participantes da pesquisa foram questionados sobre seu grau de inveja usando uma escala de 1 a 7. Quase 54% deram a si mesmas as notas mais baixas para a inveja. Além disso, pouco mais de 72% receberam uma classificação de 1 a 3. Por outro lado, pouco mais de 3,6% deram notas de 6 ou 7 e disseram que sentiam inveja.

Essas pesquisas demonstram o que os pesquisadores sociais chamam de “viés de desejo social”. Mesmo em pesquisas anônimas, as pessoas não respondem sinceramente sobre tópicos tabu. Em situações como essa, é necessário que os pesquisadores usem perguntas indiretas para determinar os verdadeiros sentimentos e opiniões das pessoas. Mas afinal, por que as pessoas não admitem a inveja como uma emoção negativa?

Uma razão para isso é que, quando alguém admite publicamente que é motivado pela inveja, qualquer ação que a pessoa tome para eliminar a motivação de sua inveja, seria considerada socialmente ilegítima. Quando a inveja de alguém é identificada como tal ou expressa abertamente, ela automaticamente desqualifica qualquer tentativa de satisfazê-la ou eliminá-la. As pessoas que têm inveja social nunca falam sobre isso. Em vez disso, elas afirmam defender a “justiça social”. Mas quando falam de “justiça social”, o que realmente querem dizer é “igualdade”, que elas acreditam ser alcançada apenas roubando os ricos…

E por falar em riqueza… no caso, a intelectual… começamos 2024 com tudo em minha Mentoria MLA – Master Life Administration, um programa de treinamento contínuo em que reunimos pessoas interessadas em conversar sobre temas voltados ao crescimento pessoal e profissional. No MLA formamos um círculo de honra e confiança entre pessoas que buscam o bem comum. Um círculo de conspiradores do bem.

Há vagas disponíveis, se você se interessa em estar comigo, acesse mundocafebrasil.com e clique no link para saber mais.

E se você é assinante do Café Brasil agora vem o conteúdo extra. Se não é assinante, vamos continuar para o fechamento.

Cara, sempre que é hora de manutenção do meu veículo eu tenho aquelas dúvidas de todos nós. Qual é o produto que eu escolho, hein? E como eu não sei muito sobre manutenção de automóveis, sabe o que que eu faço? Eu procuro quem me traz confiança.

Por isso, quando se trata de peças para automóveis, motos e caminhões, eu vou de Nakata, sabe por quê, hein? Porque a Nakata entrega alta performance na reta, na curva, na subida…em qualquer caminho. E principalmente porque não sou só eu que estou falando, não. Pode perguntar para o seu mecânico de confiança.

Amortecedores, componentes de suspensão e direção, certeza que ele vai dizer que a marca é Nakata. Sabe por quê?

Oras: porque é Nakata!

Assine gratuitamente o boletim em nakata.com.br e receba as últimas novidades em seu e-mail.

Tudo azul, tudo Nakata. 

Resumindo: ser invejoso é medir-se em relação às habilidades, status ou bens de outra pessoa. O ciúmes e a inveja estão ligados. Você não apenas quer essas coisas para si mesmo, mas também quer tirá-las de alguém. Como resultado, a inveja e o ciúmes são formas de poder, mas são ineficazes e prejudiciais porque você deseja privar os outros do que têm.

A inveja é um resultado de uma sensação de inadequação, vazio e falta de valor. Fortalecer a si mesmo à custa de outra pessoa é uma empreitada arriscada quando você fecha a fronteira entre o que os outros têm e o que você deseja, fazendo com que eles percam o que eles têm.

A inveja é uma fome insaciável. Não é possível obter felicidade e bem-estar à custa de outra pessoa.

Final da Copa América de 1997 em La Paz na Bolívia. Zagallo desabafa, dando um recado indireto a jornalistas por críticas no período de preparação da seleção para a Copa América. Zagallo contou depois que havia uma onda muito grande para colocar o Luxemburgo em seu lugar e ele não podia falar nada. Teve de esperar acontecer, e aconteceu e ele disse assim:

“O título veio, e aí eu dei uma explosão”.

Os gregos criaram o conceito da húbris, ou hybris, que é tudo aquilo que passa da medida, é o descaso que alguém tem pelos outros, a auto-confiança que desafiava os deuses e que, muitas vezes, acabava em tragédia. Quem conhece a história de Prometeu, sabe do que estou falando. Quem não conhece, vai no Google.

Os psicólogos hoje definem dois tipos de orgulho: o orgulho autêntico, que tem a ver com o sentir-se bem consigo próprio, confiante e produtivo; e o outro orgulho, o “orgulho hubristico“, que envolve a egolatria, a arrogância, o descaso… a vaidade.

Zagallo tinha o orgulho autêntico. Por isso chorava, brigava, se entregava. E com isso se tornou uma lenda.

Os milionários garotos da seleção de hoje e os perdidos dirigentes atuais da CBF, têm o orgulho hubristico. Por isso não choram, não se envergonham, não se desculpam.

E aqueles que, a despeito de todo o sucesso, o criticaram, têm inveja…

Na cadencia do samba (Que bonito é)
Luiz Bandeira

Que bonito é
Ver o samba no terreiro
Assistir um batuqueiro numa roda improvisar
Que bonito é
A mulata requebrando, os tambores repicando
Uma escola a desfilar
Que bonito é
Pela noite enluarada, numa trova apaixonada
Um cantor desabafar
Que bonito é
Gafieira, salão nobre
Seja rico seja pobre
Toda gente a sambar
O samba é romance
O samba é fantasia
O samba é sentimento
O samba é alegria

Bate que vaitendo a cadência boa que o samba tem
Bate que repicando o pandeiro vai tamborim tambem

É a som de Na Cadência do Samba/Que Bonito é, de Luiz Bandeira, na voz de Nelson Gonçalves, que vamos saindo desta homenagem a um grande brasileiro.

Morreu Zagallo. Morreu o futebol brasileiro que eu aprendi a admirar. O que ficou é outra coisa.

Siga em paz, mestre. E muito obrigado.. 

Reitero então aqui meu convite: junte-se aos conspiradores do Café Brasil: canalcafebrasil.com.br. Escolha seu plano e venha para o barco. Comece 2024 com o pé direito.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, que completa o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais. E se você gosta do podcast, imagine só uma palestra ao vivo. Vamos começar2024 arrebentando? Já tenho mais de mil e cem palestras no currículo, cara. Conheça os temas que eu abordo no mundocafebrasil.com.

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

E para terminar, uma frase do neurologista, fisiologista e antropólogo italiano Paolo Mantegazza:

A inveja nada mais é que ódio à superioridade.