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Luciano Pires -

Publiquei um post de uma amiga argentina e vive no Brasil há uns 4 ou 5 anos, chamado 20 razões para amar o Brasil e os brasileiros (https://www.facebook.com/luciano.pires/posts/897325193755023). Os comentários começaram legais, lembrando que temos mesmo que valorizar nossas virtudes. Mas logo chegaram os comentaristas que não conseguem admitir que possa existir algo de bom no Brasil. E o exercício de ler o post e os comentários nos provoca dissonância cognitiva, aquela sensação desagradável de conviver com duas ideias contraditórias ao mesmo tempo. Sabe quando você olha aquele franguinho a passarinho que sua mãe preparou com tanto carinho e lembra do documentário sobre matadouros de animais? Pois é. Dissonância cognitiva.

A dissonância cognitiva torna tudo absoluto, não existem mais meios termos. Desaprendemos a usar “talvez”, “alguns”, “a maioria”, ” a minoria”, evitando os malefícios da generalização. Surgem então os justiceiros sociais, aquela gente  mal humorada que exibe virtudes, princípios, credos e valores morais que na verdade não possui. Que pratica a censura para garantir a liberdade de opinião. Mata em nome da paz. Rouba em nome da justiça social. Agride em nome da democracia. Quebra a Constituição em nome da segurança jurídica. Diz uma coisa e age ao contrário. E na busca de uma utopia nos perdemos em confrontos. No “nós” contra “eles”. Que porre, meu!

Dá para dar um tempo e apreciar as 20 razões da minha amiga para amar o Brasil e os brasileiros? Dá para respeitar a opinião dela? Acho que dá para ter 40. 100. 1000 razões para amar o Brasil, sem imaginar que vivemos num paraíso. O Brasil pode ser céu e inferno ao mesmo tempo, aqui e agora.

Ler aquele post da minha amiga me fez muito bem ao trazer de volta coisas das quais eu posso me orgulhar. Por alguns segundos me vi refletindo a respeito, especialmente pelas palavras ditas por alguém que vivem em vários países e que não está aqui apenas em visita, mas vivendo e trabalhando.

Mas logo chegaram os que me acordaram daquele sonho e me esfregaram na cara a merda de país no qual vivemos. Será que tem de ser assim? 8 ou 80? Sempre? Será que cabe um “talvez”? Um “alguns”? ou “algumas vezes”? Cara, se dê ao direito de curtir coisas boas. Um pouco de mel em vez de só fel.

Vai mudar a realidade? Não. Mas seu coração agradece.