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Luciano Pires -

Bárbara: Babica, a gente falou no episódio anterior do escritor Monteiro Lobato.

Babica: Siiiiiimmmmm!!! Eu adorei, já fui atrás e já li três livros dele!

Bárbara: Como assim três? Em uma semana?

Babica: Ah, Bárbara, esqueceu que eu sou um avatar? Sei ler muito rápido.

Bárbara: Puxa, que inveja! Pois hoje vamos falar de livros!

Babica: Ebaaaaaaaaaaaa.

Bárbara: Meu nome é Bárbara Stock e este é o Café Com Leite, um podcast para famílias com crianças inteligentes e para pais que se importam.

Babica: E eu sou a Babica, o avatar da Bárbara que vive dentro do celular dela! Também estarei aqui com você!

Bárbara: Babica, quem é o ouvinte de hoje?

Babica: Hoje são Helbert, Arthur e Rafael.

COMENTÁRIO DO OUVINTE

Bárbara: Ah, que legal!!!! Eu amo quando recebemos áudios de pais e mães junto com os filhos! Obrigado Helbert, Arthur e Rafael!

Babica: E o Rafael sabe direitinho a nossa melô! Obrigado meninos! Um beijo pro Helbert, que é um pai inteligente, outro por Arthur e mais um pro Rafael!

Bárbara: Os três ganharam uma camiseta cada um! Entrem em contato conosco pra gente combinar a remessa, tá bem?

Babica: E se você gostou do nosso Café com Leite, mande uma mensagem de voz para nós no whatsapp 11915670602. Se sua mensagem for escolhida, vamos publicá-la no próximo episódio e você ganhará uma camiseta muito legal!

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Bárbara: Babica, você já parou para pensar na história dos livros?

Babica: Puxa vida, nunca pensei. Mas os livros sempre existiram, não é?

Bárbara: Na verdade, os livros têm uma história fascinante. Eles não existiam desde sempre. No passado, as pessoas não tinham livros como temos hoje.

Babica: Sério, Bárbara? Como elas aprendiam e se divertiam então?

Bárbara: Antes dos livros, as histórias eram transmitidas oralmente, de geração em geração.

Babica: Oralmente?

Bárbara: É, via oral, pela voz. As pessoas contavam histórias ao redor de fogueiras. Era uma forma de compartilhar conhecimento e entretenimento.

Babica: Mas não escreviam em nenhum lugar?

Bárbara: Ah Babica. Antes de ser inventada a escrita, no máximo as pessoas faziam uns desenhos nas paredes das cavernas.

Babica: Puxa, tinha de ser tudo na memória?

Bárbara: Tinha. Por isso é tão complicado saber das histórias muito antigas. Foi somente com o desenvolvimento da escrita que os primeiros registros escritos surgiram. Eles eram feitos em tábuas de argila, papiros e pergaminhos, que eram os papéis antigos.

Babica: Argila, papiro e pergaminho?

Bárbara: Com argila, que é um tipo de barro, eles faziam umas espécies de tábuas. Escreviam no barro mole e ele endurecia. O papiro era feito com uma planta, cortada em tirinhas que eles prensavam e formavam uma folha. E o pergaminho era feito com pele de animais, especialmente ovelhas e cabras.

Babica: Nossa, mas isso devia ser difícil.

Bárbara: Se era, Babica! Por isso havia poucos, e apenas alguns privilegiados tinham acesso a eles. Tanto o papiro quanto o pergaminho eram materiais valiosos e usados ​​para a produção dos primeiros livros, rolos e documentos escritos à mão. Eles desempenharam um papel essencial na preservação e disseminação do conhecimento durante séculos, antes da invenção da imprensa e da produção em larga escala de livros de papel.

Babica: Então, como os livros se tornaram tão populares?

Bárbara: A grande mudança ocorreu com a invenção da prensa de tipos móveis por um alemão chamado Johannes Gutenberg, no século XV. Essa invenção permitiu a impressão em massa de livros. Foi como uma revolução, pois os livros se tornaram mais acessíveis e puderam ser produzidos em maior quantidade.

Babica: Como assim? O que ela faz?

Bárbara: Antes da prensa de Gutenberg, os livros eram escritos e desenhados à mão um por um.

Babica: Um por um? Mas isso levava muito tempo!

Bárbara: Levava anos! E era muito caro, impossível fazer cópias suficientes para que todos pudessem ter um livro.

Babica: Mas e a prensa de Gutenberg? O que ela faz de diferente?

Bárbara: A prensa de Gutenberg usava letras de metal, chamadas de tipos móveis. Para escrever Babica, eles tinham de colocar lado a lado cada letrinha de metal, o B, o A, o outro B, o I, o C e o A, formando Babica. Aí eles passavam uma tinta sobre as letras e colocavam um papel em cima. Uma prensa pressionava o papel sobre as letras e isso fazia com que as palavras ficassem impressas no papel.

Babica: Nossa, parece tão tosco!

Bárbara: E era, Babica, mas a prensa de Gutenberg mudou a história da humanidade.

Babica: Por quê?

Bárbara: Porque com essa máquina, eles podiam fazer muitas cópias dos livros de forma mais rápida, Babica. E muito mais barata. Assim, os livros podiam ser impressos em grandes quantidades de uma vez só. Isso tornou a produção dos livros muito mais rápida e acessível para as pessoas.

Babica: E mais pessoas podiam ter livros, aprender e se divertir com histórias.

Bárbara: Exatamente! A invenção da prensa de Gutenberg ajudou a espalhar o conhecimento e a cultura para mais pessoas. Foi um marco na história dos livros e da comunicação.

Babica: Uau, isso deve ter sido incrível! E os livros continuaram evoluindo?

Bárbara: Sim, com o tempo, os livros foram ganhando diferentes formatos e estilos. Surgiram as enciclopédias, os romances, os livros infantis… E com o avanço da tecnologia, surgiram os e-books, que são livros digitais.

Babica: Ah, eu sei. Mas mesmo com a tecnologia, os livros de papel ainda são importantes, não é?

Bárbara: Importantíssimos, Babica! Os livros de papel têm um charme especial. Sentir o cheiro das páginas, virar cada uma delas, é uma experiência única. Além disso, eles não dependem de eletricidade ou baterias, estão sempre prontos para serem lidos.

Babica: Entendi. Os livros têm uma história incrível e são muito importantes para a nossa cultura e conhecimento. Mas eles são só histórias legais para ler, não é?

Bárbara: Eles são muito mais do que isso, Babica. Os livros têm um papel fundamental em nossa vida. Eles nos ensinam, nos fazem sonhar, nos levam para outros lugares e nos ajudam a entender o mundo ao nosso redor.

Babica: Sim! Quando você diz que eles nos levam para outros lugares, é por causa da nossa…

Bárbara: … imaginação!

Babica: Imaginação! Claro! Mas por que quem já vai à escola ainda precisa ler?

Bárbara: Ler vai além do que aprendemos na escola, Babica. Os livros ampliam nosso conhecimento, nos apresentam a diferentes culturas, nos ensinam sobre a história e nos ajudam a desenvolver habilidades como a imaginação e a criatividade.

Babica: Ah, entendi. E o que mais os livros podem fazer?

Bárbara: Eles podem fazer a gente sentir emoções, como alegria, tristeza e até medo. Através das histórias, nos identificamos com personagens e suas experiências, o que nos ajuda a desenvolver empatia e compreender melhor as pessoas ao nosso redor.

Babica: Mas eles têm essa força toda?

Bárbara: Se tem força? Babica, existem livros que mudaram a história da humanidade.

Babica: Nossa! Quais?

Bárbara: Ah, na parte exclusiva para assinantes, no final deste episódio vamos dar uma olhada em alguns livros importantes, tá bem?

Babica: Mas é exclusivo para assinantes! Tem de entrar no canalcafebrasil.com.br e assinar o plano Café Com Leite.

Bárbara: Isso. Assim vai ser possível ouvir o episódio com esses extras, que são a forma da gente agradecer às pessoas que nos ajudam assinando o podcast.

Babica: canalcafebrasil.com.br

Bárbara: Voltando à importância dos livros, o Tio Luciano, por exemplo, já escreveu dez! Um deles se chama O Meu Everest. Uma porção de pessoas já disse para ele que resolveu ir para o Everest depois de ler o livro dele.

Babica: Nossa, viajaram para o Nepal? Mas livros são poderosos mesmo!

Bárbara: Claro que são! Eles trazem o conhecimento humano, Babica!

Babica: Mas eu também gosto de ver filmes e desenhos animados. Eles não são suficientes?

Bárbara: Filmes e desenhos animados são ótimos, Babica. Mas os livros têm um poder especial. Lembra do nosso episódio sobre o Lobisomem e a imaginação?

Babica: Claro que lembro.

Bárbara: Então, livros trabalham com a nossa imaginação. Eles nos dão a oportunidade de imaginar os personagens, os lugares e as aventuras. Cada pessoa pode criar sua própria versão da história em sua mente, e isso é muito especial.

Babica: Bárbara, tive uma ideia…

Bárbara: Lá vem…

Babica: Vamos lançar um livro do Café Com Leite?

Bárbara: Olha! Que boa ideia! Se os ouvintes disserem que querem, eu tô dentro!

Babica: eu também!

Virada de bateria

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Bárbara: Não esqueça então: agora os assinantes do Café Com Leite recebem um conteúdo extra no final de cada episódio!

Babica: Isso mesmo! Pule pra dentro do Café Com Leite! Ajude a gente a continuar! No canalcafebrasil.com.br

Bárbara: Venha pro Clube Café Com Leite!

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Bárbara: Muito bem! Eu sou a Bárbara Stock…

Babica: E eu sou a Babica! O avatar de Bárbara que mora no super celular dela.

Bárbara: somos suas companheiras neste Café Com Leite, que é feito com muito carinho pela turma de super heróis do Podcast Café Brasil. A edição é do Senhor A e o texto e direção são do Luciano Pires.

E hoje como vamos encerrar o episódio?

Babica: Ah, eu tirei uma frase do livro O Pequeno Príncipe.

“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou.”