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Luciano Pires -

Babica: Bárbara, sabe que eu tenho um sonho?

Bárbara: Outro, Babica?

Babica: É. Comer conchiglioni!

Bárbara: Aquela massa que parece uma conchinha? Que delícia!!!

Babica: Huuuuummmmmmm!

Bárbara: E tem de ser Franccini!

Babica: Franccini?

Bárbara: Babica, pensa numa massa fresca perfeita, recheada, daquelas que a avó da gente faz… as Massas Franccini são incríveis!

Babica: Onde tem? Onde tem??

Bárbara: Eles têm uma loja on-line que dá água na boca: franccini.com.br . Lá tem todo tipo de massas recheadas, caneloni, rondelli, nhoque, molhos…

teclados

Babica: Tô vendo aqui! São muito fáceis de preparar, Bárbara! Com as massas Franccini, a gente fica menos tempo na cozinha! Sobra tempo para a família se curtir!

Bárbara: E agora a Franccini está patrocinando o Café Com Leite, Babica!

Babica: Que legal! Então as famílias vão poder ouvir o Café Com Leite e comer a melhor massa juntas?

Bárbara: Isso mesmo! Alimento para o corpo e para a mente! Compre as massas Franccini em Franccini.com.br. E sabe da maior?

Babica: O quê?

Bárbara: Se você usar o cupom CAFÉCOMLEITE, tudo me maiúsculas, na hora da compra na loja da Franccini, terá um descontão de 20%!

Babica: Quanto?

Bárbara: Vinte por cento!

Babica: Ebaaaaaaaaaaaaa! Vou realizar o meu sonho comendo conchiglioni Franccini!

Bárbara: A massa mais saborosa que você já provou!

Babica: Lembre-se: Franccini se escreve com dois cês e com i no final: Franccini.com.br

___________________________________

Babica: Bárbara, andei pesquisando sobre matemática e descobri uma coisa legal!

Bárbara: O quê, Babica?

Babica: Que o Monteiro Lobato escreveu um livro sobre o assunto. Chama-se A aritmética da Emília!

Bárbara: Ah, é verdade. É um livro muito antigo, mas que já tem uma edição revista e comentada. Tá à venda na livrariacafebrasil.com.br

Babica: Que legaaaaalllllll! Vamos falar mais sobre Matemágica hoje?

Bárbara: Vamoooosssss! Meu nome Bárbara Stock e este é o Café Com Leite, um podcast para famílias com crianças inteligentes e para pais que se importam.

Babica: E eu sou a Babica, o avatar da Bárbara que vive dentro do celular dela! Também estarei aqui com você!

Bárbara: Babica, quem é o ouvinte de hoje?

Babica: Hoje é a Isis, de João Pessoa!

COMENTÁRIO DO OUVINTE

Bárbara: Que legal, Isis! Sabe que eu conheço João Pessoa? É uma cidade linda!

Babica: Deve ser mesmo, dei uma olhada aqui no Google, praias cheias de coqueiros! Que inveja, Isis! Um beijão pra você!

Bárbara: Um beijão para você Isis! Olha, você ganhou uma linda camiseta do Café Com Leite! Entre em contato conosco pra combinarmos o envio. Muito obrigada pela mensagem!

Babica: E se você gostou do nosso Café com Leite, mande uma mensagem de voz para nós no whatsapp 11915670602. Se sua mensagem for escolhida, vamos publicá-la no próximo episódio e você ganhará uma camiseta muito legal!

____________________________________________

Bárbara: Então, Babica, no episódio anterior aprendemos que ao longo da história, os números foram desenvolvidos em resposta às necessidades humanas, surgindo como uma maneira de representar quantidades, Lembra?

Babica: Lembro sim. As primeiras formas de representação numérica surgiram para contar animais! Eu adorei aquela ideia dos pastores, de contar os animais com pedrinhas num saco! Mas tenho uma dúvida…

Bárbara: Qual?

Babica: Por que nuns lugares está escrito matemática e em outros aritmética?

Bárbara: Boa pergunta, Babica. A Matemática é a ciência que trata das grandezas, das quantidades e dos números. Aritmética é a parte da matemática que lida com as operações numéricas: soma, subtração, divisão e multiplicação.

Babica: Então a aritmética está dentro da matemática?

Bárbara: Isso mesmo!

Babica: E esses números que a gente usa hoje em dia? Vieram de onde? Dos gregos?

Bárbara: Os números que usamos atualmente foram criados pelos indianos, no Norte da Índia, por volta do século 5 depois de Cristo.  Suas inscrições eram semelhantes à forma como os escrevemos hoje, e eles descobriram a importância das posições para formar números maiores.

Babica: Ah, eu tinha visto que os árabes também tiveram parte nisso, não?

Bárbara: Quem espalhou esse sistema de contagem foram os árabes. Por isso são conhecidos como indo-arábicos, de Índia + Arábia. E teve um matemático… desse você vai gostar, Babica

Babica: Lá vem…

Bárbara: … chamado al-Khwārizmī…

Babica: Al o quê?

Bárbara: Al-Khwārizmī…

Babica: Não é possível…

Bárbara: Ahahahahaha eu adoro ver você implicando com os nomes, Babica! O nome completo dele era Abu Abdallah Muḥammad ibn Mūsā al-H=Khwārizmī. O nome ocidental é Al-Khwarizmi (Al-Cuarismi, em português). Ele viveu aproximadamente entre os anos 780 e 850. Al-Cuarismi descreveu a ideia revolucionária de que é possível representar qualquer número desejado com apenas 10 símbolos simples.

Babica: Algarismo vem do nome de um matemático árabe?

Bárbara: Sim! Algarismo vem de Al-Cuarismi.

Babica: Puxa. Podia ser Joãorismo, Mariorismo, Pedrorismo, né?

Bárbara: Ahahahahaha Pois é. Mas ficou “algarismo”.

Babica: Não dava pra ser Barbarismo, ahahahahahaha

Bárbara: Não achei graça!

Babica: Algarismo então é o nome que damos aos números?

Bárbara: Não é tão simples, Babica. Um número é como uma ideia que usamos para contar coisas e medir coisas. É como uma ferramenta que nos ajuda a dizer quantas coisas temos. Agora, um algarismo é como um super-herói que representa essas ideias de números. Os algarismos mais famosos são: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Esses caras estão sempre prontos para formar qualquer número, só mudando de lugar!

Babica: Mas eu já vi outros tipos de algarismos por aí.

Bárbara: Sim. Tem os Algarismos Romanos, por exemplo, que fazem a representação dos numerais por meio de sete letras do alfabeto latino: I, V, X, L, C, D e M. Equivalem, respectivamente, aos algarismos indo-arábicos 1, 5, 10, 50, 100, 500 e 1000.

Babica: Ah, é por isso que toda hora eu vejo escrito Século XXI? Cada X é um dez e o I é o um? XXI é 21?

Bárbara: Exatamente, Babica!

Babica: Ah, eu prefiro os algarismos Indu-arábicos, mesmo, 1, 2, 3… E se todo mundo conhece os algarismos, então a matemática é uma linguagem universal?

Bárbara: Sim! Ela é uma ferramenta poderosa com o mesmo significado em todo o mundo.

Babica: Embora as línguas dividam nosso mundo, os números nos unem!

Bárbara: Sim! Mas mesmo assim, muitos estudantes ficam se perguntando, durante as aulas de matemática, quando vão usar essas coisas que estão aprendendo. Mal sabem eles que muitas vezes suas habilidades matemáticas serão necessárias na vida adulta. A matemática pode ajudá-los até a ter sucesso profissional e emocional.

Babica: Mas por quê?

Bárbara: Quando os alunos entendem algoritmos e problemas mais profundamente, conseguem entender os fatos e resolver o problema mais facilmente. Soluções da vida real são encontradas com matemática e lógica.

Babica: Algoritmos? (falar com misto de medo e preocupação)

(música de tensão)

Bárbara: Sim, Babica, algoritmos. são conjuntos de instruções que orientam passo a passo a realização de uma operação ou processo.

Babica: Acho que não entendi.

Bárbara: Vamos imaginar uma operação algorítmica simples na vida real, como fazer um sanduíche. Como você faz?

Babica: Ué? Primeiro tenho de pegar os ingredientes, como pão, queijo, presunto, alface e tomate.

Bárbara: E o picles?

Babica: Arrrgghhhhh! Eu tenho horror de picles, Bárbara!

Bárbara: Ahahahahah… eu também não gosto. E não conheço nenhuma criança que gosta de picles, Babica. E depois?

Babica: Organizar os ingredientes. Coloco o pão na mesa e organizo os ingredientes para pegar com facilidade.

Bárbara: isso mesmo. E depois?

Babica: Aí tenho de montar o sanduíche. Sigo uma ordem para colocar cada ingrediente no pão. Uma fatia de queijo, uma de presunto, alface e tomate… e finalizo com outra fatia de pão.

Bárbara: Muito bem. Tá até apetitoso. O que mais?

Babica: Ah, se preferir, você pode cortar o sanduíche ao meio para facilitar na hora de comer.

Bárbara: Muito bem. Olha o que você disse: pegar ingredientes, organizar os ingredientes, montar o sanduíche e cortar o sanduíche. Esses passos formam um algoritmo.

Babica: E cadê a matemática?

Bárbara: Ué? Você teve de contar quantas fatias queria, teve de calcular a metade do pão para cortar… tudo isso é matemática.

Babica: E eu que pensava que algoritmo era coisa de computador!

Bárbara: Ah, mas também é! Algoritmos são como receitas mágicas para o computador. Imagina que você quer ensinar ao seu robô (computador) como fazer um desenho. Você dá instruções passo a passo, como “desenhe um círculo”, “pinte de azul”, e assim por diante. Essas instruções que você dá para o robô são como um algoritmo! Então, algoritmo é como uma receita de mágica que faz as coisas acontecerem nos computadores

Babica: Então quem entende como os algoritmos funcionam, tem melhores condições de resolver problemas.

Bárbara: isso mesmo! Entender como as coisas funcionam. É aí que a matemática ajuda muito. A matemática apoia o raciocínio lógico e o pensamento analítico. Ela nos ajuda a ver os caminhos para uma solução.

Babica: Entendi.

Bárbara: A matemática ainda desenvolve o pensamento flexível e a criatividade. Ela obriga a gente a olhar os problemas de mais de uma maneira, Babica. O primeiro jeito de resolver pode não funcionar. Precisamos de flexibilidade e criatividade para pensar em novos caminhos para a solução.

Babica: Presidentes usam matemática para analisar finanças. Carteiros usam para calcular quanto tempo levará para percorrer sua nova rota. Designers gráficos usam matemática para determinar as proporções em seus designs.

Bárbara: A matemática melhora a alfabetização financeira. Calcular preços e economizar é um grande desafio. Como o orçamento as ajudará a alcançar seus objetivos financeiros? Elas podem pagar essa nova compra agora?

Babica: Tô lembrando do Matheus calculando quanto precisa juntar para comprar seu novo vídeo game…

Bárbara: Ah, ele faz as contas todo dia! Por isso é importante para os adultos entenderem como empréstimos e juros funcionam antes de comprar uma casa ou carro. E provavelmente precisarão avaliar salários e benefícios antes de escolher seu primeiro emprego.

Babica: E aí é pura matemática.

Bárbara: Isso mesmo. E a matemática ainda afia a memória!

Babica: Como assim?

Bárbara: Começa na escola primária. Os alunos aprendem a somar, depois subtrair, multiplicar e dividir. Conforme dominam essas habilidades, começarão a memorizar mais dicas e truques. Os alunos memorizarão algoritmos e processos ao longo de sua educação.

Babica: E com isso praticam a memorização!

Bárbara: Isso mesmo. Usar a memória frequentemente a mantém afiada. Conforme a criança cresce e continua a usar habilidades matemáticas na vida adulta, sua memória permanecerá em ótima forma.

Babica: Que aula legal, Bárbara! Eu fico empolgada sempre que entendo e domino um novo conceito!

Bárbara: Essa empolgação ficará na sua memória. E você se lembrará dela quando estiver lutando com uma habilidade nova e mais difícil.

Babica: Saberei que posso continuar tentando até ter sucesso! Porque já tive antes!

Bárbara: É isso aí!

Babica: Puxa vida, a partir de hoje eu vejo matemática de um jeito diferente, Bárbara. Vou me dedicar mais à ela.

Bárbara: Muito bem! Assim você poderá gritar…

Babica: Eu tenho a forçaaaaaaa

As duas: ahahahahahahahah

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Bárbara: Não esqueça então: agora os assinantes do Café Com Leite recebem um conteúdo extra no final de cada episódio!

Babica: Isso mesmo! Pule pra dentro do Café Com Leite! Ajude a gente a continuar! No canalcafebrasil.com.br

Bárbara: Venha pro Clube Café Com Leite!

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Bárbara: Muito bem! Eu sou a Bárbara Stock…

Babica: E eu sou a Babica! O avatar de Bárbara que mora no celular dela.

Bárbara: somos suas companheiras neste Café Com Leite, que é feito com muito carinho pela turma do Podcast Café Brasil. A edição é do Senhor A e o texto e direção são do Luciano Pires.

E hoje como vamos encerrar o episódio?

Babica: Ah, vou com uma frase de um filósofo inglês chamado Roger Bacon

“A matemática é a chave e a porta para a ciência.”