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Luciano Pires -


Babica: Bárbara, num episódio anterior falamos de um filme que eu adoro: “Divertida Mente”. Lembra da Riley?

Bárbara:  Claro! Mas porque você se lembrou desse filme?

Babica: A Riley passou por muitos problemas quando se mudou para uma nova cidade. Isso fez com que Alegria e Tristeza embarcassem em uma grande aventura dentro da mente dela.

Bárbara:  É verdade! “Divertida Mente” é um ótimo exemplo de como a frustração pode ser uma parte importante da nossa vida.

Babica: Então, é isso mesmo. Eu quero saber o que é exatamente essa tal de frustração, Bárbara.

Bárbara:  Ahhhh, que tema fascinante, Babica! Vamos falar de frustração hoje! Mas antes, quem é o ouvinte?

Babica: Hoje é a Bibiana

COMENTÁRIO DO OUVINTE

Bárbara:  Ahahahahahaha, Bibiana, que linda! E você ouviu, Babica? O barulho do carro?

Babica: Ouvi, Bárbara! Muitos pais colocam o Café Com Leite para ouvir com as crianças enquanto estão no carro! Essa é a mágica do Podcast. Um beijão, Bibi!

Bárbara:  É mesmo! Podcasts são ótimos por causa disso, podem ser ouvidos em qualquer lugar! Um beijo, Bibi, pra você para sua mamãe Cris! E você ganhou uma camiseta do café Com Leite!

Babica: E se você gostou do nosso Café com Leite, mande uma mensagem de voz para nós no whatsapp 11915670602. Se sua mensagem for escolhida, vamos publicá-la num próximo episódio e você ganhará uma camiseta muito legal!

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Babica: Bárbara, você já se sentiu frustrada alguma vez?

Bárbara:  Xi, Babica, sim, muitas vezes. Todo mundo experimenta a frustração durante a vida.

Babica: Isso me lembra do filme “Kung Fu Panda”. Lembra do Po? Ele enfrentou muitas frustrações ao tentar se tornar um grande guerreiro.

Bárbara:  Verdade, Babica! Po tinha um sonho de se tornar um mestre de kung fu, mas enfrentou muitos desafios e frustrações no caminho.

Babica: Mas o que é exatamente a frustração?

Bárbara:  Frustração é aquele sentimento que temos quando algo não sai do jeito que esperávamos. É como tentar montar um quebra-cabeça e perceber que falta uma peça no final. Dá uma sensação de desânimo, não é?

Babica: Sim, Bárbara. É uma espécie de tristeza, né?

Bárbara:  É mais que isso, Babica, é uma mistura de irritação, tristeza e decepção.

Babica: Eu sei como é… já me senti assim. Mas de onde vem a frustração?

Bárbara:  A frustração vem da diferença entre o que a gente quer que aconteça e o que realmente acontece. E todos nós, em algum momento, experimentamos esse sentimento. Você consegue pensar em alguns exemplos de frustrações que as crianças enfrentam?

Babica: Outro dia eu estava ansiosa para jogar videogame, mas o controle não funcionou… fiquei frustrada.

Bárbara:  Bom exemplo. Sabe quando as crianças querem muito aquele brinquedo na loja, mas os pais dizem que não podem comprar?

Babica: É mesmo. Muito frustrante isso. Lembrei agora do Nico se esforçando para fazer um desenho perfeito e acidentalmente borrando tudo.

Bárbara:  Ótimo exemplo, Babica. As frustrações fazem parte do dia a dia das crianças, assim como dos adultos. Essas experiências são oportunidades valiosas de aprendizado.

Babica: Aprendizado? Com frustrações?

Bárbara:  Sim. Vamos pensar em como podemos ajudar as crianças a lidar com essas frustrações sem desanimar?

Babica: Vamooooos!

Bárbara:  Uma boa estratégia é ensinar as crianças a entenderem que nem sempre conseguimos o que queremos na primeira tentativa. Às vezes, precisamos tentar várias vezes.

Babica: É que nem videogames, onde a gente precisa passar de fase e, se não conseguir, tenta de novo e de novo até conseguir, né?

Bárbara:  Muito bem lembrado, Babica. Persistência é a chave. Quando algo não dá certo, é importante tentar novamente, talvez de uma maneira diferente. E também é fundamental expressar nossos sentimentos. É normal a gente se sentir triste ou irritado quando estamos frustrados, mas precisamos aprender a lidar com essas emoções de forma saudável.

Babica: E como podemos fazer isso, Bárbara?

Bárbara:  Primeiro, é importante validar nossos sentimentos. Pensar assim “Eu entendo que estou frustrado porque o controle do vídeo game não está funcionando”. Depois, respirar fundo e pensar em uma solução ou em algo que nos deixe mais calmos.

Babica: Em vez de ficar chorando por causa do problema, encontrar um jeito de resolver! Gosto disso!

Bárbara: Também podemos aprender ver a frustração de uma maneira positiva. Afinal, cada vez que enfrentamos uma frustração, temos a oportunidade de aprender algo novo, não é?

Babica: É com os problemas que aprendemos, não é?

Bárbara: Sim, Babica! A frustração pode nos ensinar a sermos mais pacientes, a pensarmos em novas soluções e a nos tornarmos mais fortes. É como aquele ditado: “O que não nos mata, nos fortalece”.

Babica: Verdade! Lembra do episódio do Saci-Pererê? Ele adorava pregar peças e deixar as pessoas frustradas, mas, no fim, quem conseguia capturá-lo aprendia muitas lições valiosas sobre persistência e criatividade.

Bárbara: Essa é uma ótima lembrança, Babica. Agora, vamos falar um pouco mais sobre como podemos ajudar as crianças a desenvolver resiliência?

Babica: Ah, eu gosto dessa palavra “Resiliência”. Resiliência é a capacidade de se recuperar rapidamente das dificuldades, certo?

Bárbara: Certíssimo!

Babica: Então, uma boa maneira de desenvolver a resiliência é incentivar as crianças a verem os desafios como oportunidades de aprender.

Bárbara: Perfeito, Babica. Além disso, é importante criar um ambiente onde as crianças se sintam seguras para falhar e tentar novamente. Quando os pais e educadores mostram que acreditam na capacidade da criança de superar obstáculos, isso fortalece a autoconfiança dela.

Babica: Afinal, errar é humano, não é?

Bárbara: “Errar é humano” significa que cometer erros faz parte da nossa natureza como seres humanos.

Babica: Mas avatares nunca erram!

Bárbara: Ah, erram, sim! Ninguém é perfeito e todos nós cometemos erros em algum momento. É normal e esperado que isso aconteça.

Babica: Entendi. Então, isso quer dizer que não devemos ficar frustradas quando cometemos um erro?

Bárbara: Exatamente, Babica. Sentir-se mal por um erro é uma reação comum, mas erros são oportunidades de aprendizado. Vamos pensar em alguns exemplos para deixar isso mais claro?

Babica: Hummmmmm…. uma criança que está aprendendo a andar de bicicleta. No começo, ela vai cair várias vezes, não é? E ficará frustrada.

Bárbara: Sim, Babica. Cair faz parte do processo de aprendizado. Cada vez que a criança cai, ela aprende um pouco mais sobre como equilibrar a bicicleta e, com o tempo, ela vai conseguir andar sem cair. Se ela desistisse na frustração da primeira queda, nunca aprenderia a andar de bicicleta.

Babica: Isso faz sentido. Quando comecei a aprender a tocar bateria, fiquei frustrada. (tistinha) não saia nada…

Bárbara: Ahahahahahhaah é assim mesmo no começo!

Babica: Então, se eu ficar frustrada tenho de me lembrar que os erros nos ajudam a melhorar e a aprender coisas novas!

Bárbara: Exatamente, Babica. Os erros são lições que nos mostram o que não funcionou e nos ajudam a encontrar maneiras melhores de fazer as coisas.

Babica: E o que mais podemos fazer, Bárbara?

Bárbara: Podemos usar jogos e atividades que estimulem a resolução de problemas e a tomada de decisões. Brincadeiras que envolvam montar quebra-cabeças, construir com blocos e jogos de tabuleiro são ótimos para isso. A gente erra e faz de novo. Também é bom celebrar as pequenas vitórias e progressos, não importa quão pequenos sejam.

Babica: Eu adoro quando celebramos as pequenas vitórias! Faz com que nos sintamos capazes de enfrentar qualquer coisa.

Bárbara: Exatamente, Babica. E lembrar sempre que a frustração faz parte do crescimento. Ela nos ajuda a desenvolver habilidades importantes como paciência, empatia e flexibilidade. E, claro, a persistência.

Babica: Que grande aula, Bárbara!  

Bárbara: Ah, e nos extras para os assinantes, vamos falar mais um pouco sobre como vencer as frustrações.

Babica: Ebaaaaaa! Me faz pensar em nunca desistir, mesmo quando as coisas parecerem difíceis!

Bárbara: Sim, Babica! Quem desiste é fraco. Quem persiste aprende!

Babica: E fica forte!

Virada da bateria

As duas: Ahahahahahahahah

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Bárbara:  Não esqueça então: os assinantes do Café Com Leite recebem um conteúdo extra no final de cada episódio!

Babica: Isso mesmo! Pule pra dentro do Café Com Leite! Ajude a gente a continuar! No podcastcafecomleite.com.br

Bárbara:  Venha pro Clube Café Com Leite!

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Bárbara:  Muito bem! Eu sou a Bárbara  Stock…

Babica: E eu sou a Babica! O avatar da Bárbara   que mora no celular dela.

Bárbara:  Somos suas companheiras neste Café Com Leite, que é feito com muito carinho pela turma do Podcast Café Brasil. A edição é do Senhor A e o texto e direção são do Luciano Pires.

E hoje como vamos encerrar o episódio?

Babica: Vou trazer uma frase do cientista Albert Einstein:

No meio da dificuldade, encontra-se a oportunidade.

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Bárbara:  Vamos ao conteúdo extra?

Babica: Vamoooooooooosssss! Então frustração é uma emoção comum, não é?

Bárbara: Sim, sempre que as coisas não saem como planejamos, sentimos frustração. Isso é normal. Ficamos frustrados com o trânsito, com nosso amigo, com nós mesmos, e com muitas outras coisas.

Babica: Mas só saber que estamos frustrados não é suficiente, certo?

Bárbara: Certo. Precisamos entender por que estamos frustrados. Temos algum controle sobre esse sentimento ruim? A frustração serve para alguma coisa útil?

Babica: Frustração é o que sentimos quando algo que esperamos não acontece, certo?

Bárbara: Exato. Mas além do sentimento, a frustração pode fazer nosso corpo reagir, como aumentar a pressão arterial e nos deixar tensos. Também pensamos “isso não deveria ser tão difícil” e agimos de forma irritada.

Babica: Mas, às vezes essa irritação pode ser boa?

Bárbara: Sim, pode. Sentir frustração pode nos motivar a tentar mais e superar a dificuldade. Muitas vezes, ficamos mais frustrados quando estamos perto de alcançar nosso objetivo.

Babica: Que nem as fases dos games… E quando a frustração é com algo que não vai melhorar, mesmo se ficarmos mais frustrados?

Bárbara: Aí é importante reconhecer que você está começando a se sentir frustrado. Esse é o primeiro passo.

Babica: E depois?

Bárbara: O segundo passo é entender por que você está frustrado. Quais eram suas expectativas?

Babica: O que eu esperava que acontecesse e não aconteceu?

Bárbara: Sim. O terceiro passo é ajustar essas expectativas antes que seja tarde demais.

Babica: Então, ajustar o que esperamos pode nos ajudar a controlar a frustração?

Bárbara: Exatamente. Se esperarmos que algo aconteça e não acontecer, provavelmente ficaremos frustrados. Mas podemos controlar isso ajustando nossas expectativas para serem mais flexíveis. Assim, quando as coisas não saírem como planejado, não ficaremos tão frustrados.

Babica: Quero um exemplo!

Bárbara: Planejei um piquenique incrível para hoje, mas começou a chover.

Babica: Nossa, que frustração! Você estava tão animada com esse piquenique. Mas como ajustar as expectativas?

Bárbara: Que tal pensarmos em uma alternativa para o piquenique?

Babica: Hum, o que você sugere? Porque eu ficaria realmente desapontada!

Bárbara: Que tal fazermos um piquenique dentro de casa? Podemos colocar uma toalha de piquenique no chão da sala, preparar todas as comidas que planejamos e até jogar alguns jogos ou assistir a um filme juntos.

Babica (animada): Ah, isso pode ser muito divertido! Nunca pensei em fazer um piquenique dentro de casa! Pode ser uma experiência diferente e ainda especial.

Bárbara: Pois é! Assim, mesmo com a chuva, ainda podemos aproveitar o dia juntos e criar memórias divertidas. Às vezes, só precisamos ser um pouco criativos e flexíveis.

Babica: Mas não devemos pensar que tudo vai dar errado, certo?

Bárbara: Certo. Não devemos pensar que tudo vai dar certo ou errado, mas estar abertos a várias possibilidades.

Babica: Interessante. Vou tentar isso na próxima vez que me encontrar em uma situação que normalmente me frustra.

Bárbara: Sim, imagine as coisas acontecendo de uma maneira diferente do que você gostaria. O que muda em você quando já antecipou algo que normalmente te frustraria?

Babica: Espero que, com a prática, isso me ajude a focar mais nas coisas importantes da minha vida.

Bárbara: Esse é o objetivo, Babica. Ao ajustar suas expectativas e ser flexível com seus planos, você consegue transformar uma situação potencialmente frustrante em uma experiência divertida e memorável com sua família. Assim, a frustração inicial é minimizada e o dia ainda é aproveitado de maneira positiva. Gostou?

Babica: Adorei!

Vidada de bateria.