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Luciano Pires -

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Babica: Bárbara, eu estava pesquisando aqui e achei umas coisas sobre um tal de Tutu, o bicho papão do folclore, especialmente do nordeste do Brasil. Você conhece?

Bárbara: Sim, Babica! O Tutu é uma figura lendária presente em muitas histórias de diferentes regiões do Brasil. Ele sempre é descrito como uma figura que assusta crianças desobedientes ou que não querem dormir.

Babica: Taí uma coisa que eu não entendo…

Bárbara: O quê?

Babica: Sereias, dragões, fantasmas, lobos… Por que todas essas histórias de lendas e de folclore têm monstros e bichos assustadores? São feitas para assustar crianças?

Bárbara: Ahahahahah, são, Babica. Eu sou a Bárbara Stock

Babica: E eu sou a Babica, o avatar da Bárbara que vive dentro do celular dela.

Bárbara: Somos as apresentadoras do Podcast Café Com Leite

Babica: Um podcast para famílias com crianças inteligentes…

Bárbara: …e pais que se importam! Vamos à história?

Babica: Vamoooosssss

__________________________________________

Bárbara: Enquanto crianças, ouvimos nossos pais (e a Disney!) nos contar histórias de terras distantes, princesas e príncipes, bruxas e feitiços mágicos; mas você sabia que os contos de fadas têm muito mais do que aparentam?

Babica: Como assim?

Bárbara: Os contos de fadas assustadores eram originalmente contados oralmente como folclore, ou contos populares, para transmitir uma mensagem moral às crianças. Chapeuzinho Vermelho nos ensinou a não falar com estranhos na floresta; Os Três Porquinhos nos ensinaram a pensar um pouco mais; Cinderela nos ensinou o valor das boas maneiras e da paciência; e João e Maria nos ensinaram a não comer a comida de outra pessoa!

Babica: O Menino e o Lobo nos ensinou a não mentir!

Bárbara: Isso mesmo, bem lembrado!

Babica: Mas por que os contos de fadas clássicos, de autores como os Irmãos Grimm e Hans Christian Andersen, estão cheios de elementos mágicos?

Bárbara: Porque assim eles criam mundos que as crianças adoram ler. Anões, dragões, elfos, duendes, sereias, animais falantes, unicórnios e bruxas..

Babica: Mas por que as pessoas continuam gostando de histórias assustadoras mesmo depois de crescerem?

Bárbara: Bom, tem várias teorias sobre isso. Uma delas é que os fãs das histórias de horror buscam prazer ao enfrentar o desconforto provocado pelo medo.

Babica: Então, é como se eles estivessem enfrentando seus próprios medos através dos vilões e monstros dos contos de fadas?

Bárbara: Exatamente! E tem também a ideia de que gostamos das histórias de horror porque, quando as contamos como uma história que sabemos que não é real, podemos nos divertir com elas.

Babica: É como se estivéssemos experimentando o perigo de uma forma segura, como numa montanha-russa?

Bárbara: Sim, exatamente! E o horror também pode nos ensinar valiosas lições sobre como reconhecer e enfrentar os perigos da vida real.

Babica: Parece que os contos de fadas assustadores têm mais a oferecer do que apenas sustos!

Bárbara: Com certeza! Eles nos ajudam a entender o mundo ao nosso redor e nos preparam para enfrentar seus desafios de uma forma mais corajosa.

Babica: Mas e o Tutu?

Bárbara: Interessante como essa lenda tem influências de várias culturas. Ouvi dizer que o nome “Tutu” vem do idioma quimbundo, falado em Angola, onde “Quitutu” significa “ogro” ou “papão”.

Babica: Eu vi que também há influências europeias, principalmente portuguesas, nessa história de contar histórias de bichos papões para disciplinar as crianças na hora de dormir. Mas como ele é?

Bárbara: Bem, ele pode ter vários nomes. Tutu Marambá é o mais conhecido, mas pode variar de acordo com a região do Brasil. Pode ser conhecido como Tutu-Marambaia, Tutu-do-Mato, Bicho-do-Mato, Tutu-Zambê, Tutu-Cambê, entre outros.

Babica: Eu prefiro o Tutu Marambá.

Bárbara: Na maioria das versões, o Tutu Marambá é retratado como uma figura assustadora e sobrenatural, que supostamente devora crianças desobedientes ou travessas. Sua aparência varia de acordo com as diferentes versões do folclore, mas geralmente é descrito como uma figura sombria e assustadora, muitas vezes sem forma definida.

Babica: (com medo) Esses são os piores…

Bárbara: Assim como outros “bichos papões” presentes em diferentes culturas ao redor do mundo, a história do Tutu Marambá é usada como uma forma de ensinar às crianças sobre obediência, respeito aos mais velhos e os perigos de se aventurar em lugares desconhecidos. É uma figura que faz parte do rico imaginário folclórico brasileiro e continua sendo transmitida de geração em geração através de histórias e lendas populares.

Babica: Bárbara, é fascinante como as lendas folclóricas podem ter tantas camadas e variações. E as canções de ninar sobre o Tutu são bem assustadoras, não acha?

Bárbara: Com certeza! Elas fazem parte da tradição oral de muitas culturas e ajudam a reforçar o medo do Tutu nas crianças. Fascinante e um pouco assustador, não é? Quer ouvir uma?

Babica: Queroooooooooooooo

Entrar com a música no ponto em que é cantada (até 0:15) uma vez só…

https://www.youtube.com/watch?v=Td2FY-1uy-4

https://www.youtube.com/watch?v=10GD3DKxRxc

Bárbara: Gostou?
Babica: Mais ou menos. É assustadora.

Bárbara: Na tradição indígena, não existia a prática de cantar canções para as crianças para amedrontá-las. O máximo que havia nessa cultura era o hábito de cantar para que os animais de bom sono o emprestassem para que as crianças pudessem dormir.

Babica: Animais emprestando o sono para as crianças? Que bonito isso!

Bárbara: Ah, temos muito a aprender com a cultura indígena. Me aguarde!

Babica: Ebaaaaaaaaaaaaaaaaaa

____________________________

Bárbara: Olha, de onde veio esta história, tem muito mais! De quando em quando vamos contar outras. E você que está nos ouvindo, precisa conhecer o Podcast Café Com Leite!

Babica: Isso mesmo! Em podcastcafecomleite.com.br

Bárbara: Café Com Leite! O podcast para famílias com crianças inteligentes…

Babica: … e pais que se importam!

As duas: tchaaaaaaaaauuuuu!