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Big Brother Brasil

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Luciano Pires -

O programa teve a sua primeira temporada realizada em 2002. É a versão brasileira do reality show Big Brother, cuja primeira temporada mundial foi realizada em 1999 nos Países Baixos.

O programa consiste no confinamento de um número variável de participantes em uma casa cenográfica, sendo vigiados por câmeras 24 horas por dia, sem conexão com o mundo exterior: os participantes não podem falar com seus parentes e amigos, não podem ler jornais ou usar de qualquer outro meio para obter informações externas. Tais participantes são escolhidos pela produção do programa, mas podem escolher se querem ou não entrar na casa e têm o direito de desistir no meio do programa. No Brasil, o programa, além das transmissões diárias na Rede Globo, é exibido em pay-per-view no canal por assinatura Premiere Shows e com flashes no Multishow.

O nome do programa deve-se ao livro 1984, escrito em 1948 por George Orwell, no qual o Big Brother (ou Grande Irmão, como foi traduzido nas versões lusófonas do livro) é o ditador que tudo vê da distópica Oceania, líder este que governa o mundo ocidental em um futuro fictício. Representado pela figura de um homem que provavelmente na trama não exista, vigia toda a população através das chamadas teletelas, governando de forma despótica e manipulando a forma de pensar dos habitantes.

O Big Brother orwelliano, na verdade, é o apresentador do programa. Ele é o único contato que os participantes tem com o mundo fora da casa. Além disso, como por exemplo na versão brasileira com Pedro Bial, o apresentador também assume a função de grande irmão ao instruir psicologicamente os participantes. É curioso notar que, como em 1984, quando os participantes do Big Brother veem a imagem do apresentador na tela, esses o enaltecem da mesma forma que os habitantes da Oceania fazem com o Grande Irmão. Há diversas semelhanças entre o programa e o romance.

O líder nada mais corresponde do que uma fração que tem o poder inserida na sociedade dentro da casa. Neste caso ele é análogo aos membros do Partido Interno do livro de Orwell. Detém o poder e são subordinados apenas ao Grande Irmão (Bial e Boninho, generalizando a direção do programa). Vale lembrar que a atual existência do G.I no livro é de caráter duvidoso.

A edição do programa, que se assemelha ao papel do Miniver. A “verdade” transmitida às grandes massas que não possuem Pay Per View é totalmente controlada e manipulada, podendo criar heróis e/ou vilões apenas pela disposição das imagens na tela, e pela ordem na qual estas são exibidas.

O quarto branco nada mais é do que uma das celas do Ministério do Amor. Estas possuem apenas uma teletela e mais nada, e sua análoga televisiva, o quarto branco, apenas câmeras e a comunicação com o diretor Boninho.

A casa foi construída em 55 dias úteis para o primeiro programa, com 2.300 metros quadrados, e sofreu várias alterações desde sua aparição na primeira temporada do programa. Ela é construida em painéis cimentícios revestidos conforme indicação dos projetistas. Ela fica localizada num lugar isolado do Projac, central de estúdios da Rede Globo em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

Desde a primeira temporada, a casa usada é a mesma, que conta com corredores internos não acessíveis aos participantes, chamados pela produção de “camera cross” que são reservados para as câmeras que registram o que acontece na casa por detrás dos espelhos. As câmeras, que não são fixas, deslizam sobre trilhos que seguem em uma plataforma junto às paredes da casa e se posicionam em frente aos vidros espelhados para acompanhar os participantes. As imagens são controladas na central de edição do programa que fica em um anexo à casa.

A casa conta atualmente com quatro quartos, sendo três de todos os participantes e um exclusivo do líder, que conta com televisão, DVD player, frigobar e outras mordomias. Excluindo a primeira edição do programa, quando os quartos eram identificados por cores, as temporadas seguintes costumaram adotar decorações temáticas, como “zen”, “tropical”, “urbano”, “2 Filhos de Francisco” e “TV Colosso”. Na terceira temporada do programa os quartos seguiam uma classificação por estrelas conforme seu tamanho e conforto.

As maiores mudanças na casa incluem a troca de lugar do quarto do líder da semana, que tem o seu local exclusivo: na primeira e segunda temporadas, o quarto ficava ao lado do confessionário onde hoje é a dispensa, mas o quarto foi movido para o pátio da casa a partir da terceira temporada.

Outras modificações maiores foram feitas no pátio da casa, com a inclusão de academia na quarta temporada do programa. A lavanderia ficava na ponta norte da varanda, mas na quinta temporada do programa foi movida para o canto da casa, no outro lado do pátio. Até a quinta temporada, a casa contava com três quartos, sendo dois públicos e um do líder, ganhando um terceiro quarto público na sexta temporada. A partir da sétima temporada, a casa passou a contar com um teto retrátil na área externa para permitir a realização de provas externas em dias chuvosos.

O confessionário é uma sala especial e apenas um participante de cada vez pode entrar lá, onde são feitas as votações individuais, conversas com os psicólogos e com a direção do programa e a movimentação da conta bancária, via caixa eletrônico.

Desde o BBB 8, todos os cômodos da casa receberam monitores LCD, utilizados para a comunicação entre a direção do programa e os participantes.

A partir do BBB 9, a casa ganhou mais um quarto, o Quarto Branco, onde participantes podem ser mandados através do Big Fone como punição ou não.

No BBB 10, o quarto do líder passa a ser na casa principal. Na área externa, onde era o quarto do líder, passa a ficar o “Puxadinho”.

No BBB 11, a casa passa a ter 2 andares.

Em 2008, a Rede Globo renovou o contrato com a Endemol para a exibição dos programas até 2014.

www.globo.com/bbb

http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Brother_Brasil