s
Portal Café Brasil
Isca Intelectual – O Tema da Vitória
Isca Intelectual – O Tema da Vitória
Senna foi o típico exemplo de que para saber algo, só ...

Ver mais

5o. Sarau Café Brasil
5o. Sarau Café Brasil
Depois da Pandemia, está de volta o #Sarau Café Brasil, ...

Ver mais

Isca Intelectual: o poder da autenticidade
Isca Intelectual: o poder da autenticidade
Coisas que só acontecem quando somos autênticos, quando ...

Ver mais

Isca Intelectual: a emoção de se mostrar humano
Isca Intelectual: a emoção de se mostrar humano
É a emoção de se mostrar humano que fará com que você ...

Ver mais

Café Brasil 821 – O amor que nunca morre
Café Brasil 821 – O amor que nunca morre
A Pandemia causou prejuízos em todas as esferas de ...

Ver mais

Café Brasil 820 – My Generations
Café Brasil 820 – My Generations
O conflito de gerações está presente desde o princípio ...

Ver mais

Café Brasil 819 – Num sei por que tô tão feliz
Café Brasil 819 – Num sei por que tô tão feliz
E aí? Como é que você tá, hein? Apanhando da vida? Ela ...

Ver mais

Café Brasil 818 – A cultura do cancelamento
Café Brasil 818 – A cultura do cancelamento
Você sabe o que é cultura do cancelamento? Na ...

Ver mais

LíderCast 235 – Gilberto Lopes
LíderCast 235 – Gilberto Lopes
Hoje a conversa é com Gilberto Lopes, o Giba, que é CEO ...

Ver mais

LíderCast 234 – Danilo Cavalcante
LíderCast 234 – Danilo Cavalcante
Hoje o convidado é o Danilo Cavalcante, que se diz ...

Ver mais

LíderCast 233 – Flavia Zülzke
LíderCast 233 – Flavia Zülzke
Flavia Zülzke é Head de Marketing, Branding, ...

Ver mais

LíderCast 232 – Giovanna Mel
LíderCast 232 – Giovanna Mel
Hoje a convidada é Giovanna Mel, comunicadora e ...

Ver mais

Café na Panela – Luciana Pires
Café na Panela – Luciana Pires
Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

Ver mais

Sem treta
Sem treta
A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

Ver mais

O cachorro de cinco pernas
O cachorro de cinco pernas
Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

Ver mais

Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

Ver mais

Trivium: Capítulo 7 – Silogismo Simples (parte 1)
Alexandre Gomes
Como mencionado na lição anterior, vamos agora tratar de silogismo – que é o raciocínio mais associado à lógica.   Definição: O silogismo é um ATO DE RACIOCÍNIO pelo qual a mente ...

Ver mais

Ser ou não ser criativo: eis a questão
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Ser ou não ser criativo? Eis a questão  “Criatividade é a inteligência se divertindo.” Albert Einstein Nos eventos voltados ao lançamento do livro Economia + Criatividade = Economia Criativa, ...

Ver mais

Diferentes gerações, diferentes traumas
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Inflação e crescimento: diferentes gerações, diferentes traumas “Vejo o Brasil como um país que viveria os ideais do crescimento sustentável. É o lugar mais bonito do mundo e integrar o mundo ...

Ver mais

Segura o Tchan
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
O Carnaval de 1996 coroou o sucesso da banda de axé É o Tchan/Gera Samba, liderada por Compadre Washington, com a música-chiclete Segura o Tchan. Além da letra – digamos – exótica, a dançarina ...

Ver mais

Cafezinho 490 – Seja ignorante, por favor!
Cafezinho 490 – Seja ignorante, por favor!
A única certeza que podemos ter é que nas questões ...

Ver mais

Cafezinho 489 – Lucrando na crise
Cafezinho 489 – Lucrando na crise
Há muito tempo compreendi que as pessoas apreendem ...

Ver mais

Cafezinho 488 – Quanta porcaria.
Cafezinho 488 – Quanta porcaria.
Parece que estamos sob um surto psicótico planetário, ...

Ver mais

Cafezinho 487 – A ditadura de precisão
Cafezinho 487 – A ditadura de precisão
Foi-se o tempo da truculência, do tiro, porrada e ...

Ver mais

Bill Evans

Bill Evans

Luciano Pires -

Considerado um dos mais importantes músicos de jazz da história, sendo até hoje uma das referências do piano de jazz pós-50.

Seu uso da harmonia impressionista, suas interpretações inventivas do repertório tradicional de jazz e suas linhas melódias sincopadas e polirrítmicas influenciaram toda uma geração de pianistas, incluindo Herbie Hancock, Denny Zeitlin, Chick Corea e Keith Jarrett. Seu trabalho continua a influenciar jovens pianistas como Fred Hersch, Esbjörn Svensson, Bill Charlap e Lyle Mays, e músicos que tocam outros instrumentos, como o guitarrista John McLaughlin.

Sua mãe era pianista amadora com interesse em compositores clássicos modernos, o que originou sua formação clássica ao piano aos 6 anos de idade. Aprendeu flauta aos 13 anos e também tocava violino.

Nos anos 40, tocou boogie woogie em vários clubes novaiorquinos. Recebeu uma bolsa na Southeastern Louisiana University e se formou em 1950 em piano e ensino de música. Mais tarde, estudou composição na Mannes College of Music. Após algum tempo no exército, tocava em vários clubes de dança com clarinetistas e guitarristas de jazz.

Trabalhando em Nova Iorque nos anos 50, Evans ganhou fama como sideman em bandas tradicionais e as chamadas Third Stream.
Durante esta época, ele teve a oportunidade de gravar em vários contextos com alguns dos maiores nomes do jazz, entre eles George Russell, Charles Mingus, Oliver Nelson e Art Farmer.

Em 1956 lançou seu álbum de estréia, New Jazz Conceptions, para a Riverside Records, já incluindo aquela que se tornaria a sua mais conhecida composição, “Waltz for Debbie”.

Em 1958, Evans era o único músico branco no afamado sexteto de Miles Davis. Apesar da pouca duração ( foram só 8 meses) foi uma das colaborações mais frutíferas da história do jazz. Fruto dessa colaboração é o álbum Kind of Blue (lançado em 1959), do qual participaram também Cannonball Adderley (saxo alto), John Coltrane (saxo tenor), Paul Chambers (baixo) e Jimmy Cobb (bateria). A Kind of Blue é o álbum mais vendido da história do jazz. Evans deixou o sexteto por conta de seu desejo de trabalhar em projetos próprios, pelos problemas com o uso de drogas e conflitos com outros membros da banda.

No começo dos anos 60 Evans liderou um trio com o baixista Scott LaFaro e o baterista Paul Motian, um dos mais aclamados trios de jazz de todos os tempos. Gravaram Portrait in Jazz, (1959), Explorations, Sunday at the Village Vanguard e Waltz for Debby, todos em 1961.

A morte prematura de LaFaro, aos 25 anos de idade, num acidente automobilístico, lançou Evans e Motian numa profunda crise, com uma interrupção no trabalho em trio, da qual começaram a sair com a chegada do contrabaixista Chuck Israels.

Bill tocou também com Jim Hall, Freddie Hubbard, Stan Getz, com orquestras dirigidas por Claus Ogerman, e com Tony Bennett.

Sua carreira foi encurtada devido a problemas com drogas, que minaram severamente sua saúde; no entanto, Evans conseguiu manter um alto padrão de qualidade musical em sua discografia.

De acordo com o famoso crítico de jazz Joachim E. Berendt, Evans foi o primeiro pianista moderno “modal”. Seu fraseado elegante e suas harmonias sofisticadas indicam influências de Debussy, Ravel e, recuando um pouco no tempo, até mesmo Chopin.

Morreu de insuficiência hepática e hemorragia interna prococadas pelo uso continuado de heroína e cocaína.

http://va.mu/Bu4T – Bill Evans no E-jazz


Bill Evans

[youtube]a2LFVWBmoiw[/youtube]
[youtube]mRhVI7cpcS4[/youtube]
[youtube]VigOzx_8BbU[/youtube]