s
Portal Café Brasil
Isca Intelectual sobre talento
Isca Intelectual sobre talento
O que tinham feito suas mãos?

Ver mais

Arremessando Alto (Hustle) na NetFlix.
Arremessando Alto (Hustle) na NetFlix.
Um filme para cima, focado na busca pelo sucesso mesmo ...

Ver mais

Planejamento Antifrágil – Aula gratuita!
Planejamento Antifrágil – Aula gratuita!
Planejamento Antifrágil é a capacidade de incorporar o ...

Ver mais

Ensaio sobre Palestras e Palestrantes
Ensaio sobre Palestras e Palestrantes
Depois de realizar mais de 1000 palestras no Brasil e ...

Ver mais

Café Brasil 828 – O catalisador
Café Brasil 828 – O catalisador
Todo mundo tem alguma coisa que quer mudar. Os ...

Ver mais

Café Brasil 827 – A complicada arte de ver – Revisitado
Café Brasil 827 – A complicada arte de ver – Revisitado
A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo ...

Ver mais

Café Brasil 826 – Os fatos? Ora, os fatos…
Café Brasil 826 – Os fatos? Ora, os fatos…
O mundo anda mesmo louco. Vira e mexe eu encontro ...

Ver mais

Café Brasil 825 – Precisamos falar sobre o medo
Café Brasil 825 – Precisamos falar sobre o medo
Coragem não é atributo apenas dos heróis. O medo é uma ...

Ver mais

LíderCast 235 – Gilberto Lopes
LíderCast 235 – Gilberto Lopes
Hoje a conversa é com Gilberto Lopes, o Giba, que é CEO ...

Ver mais

LíderCast 234 – Danilo Cavalcante
LíderCast 234 – Danilo Cavalcante
Hoje o convidado é o Danilo Cavalcante, que se diz ...

Ver mais

LíderCast 233 – Flavia Zülzke
LíderCast 233 – Flavia Zülzke
Flavia Zülzke é Head de Marketing, Branding, ...

Ver mais

LíderCast 232 – Giovanna Mel
LíderCast 232 – Giovanna Mel
Hoje a convidada é Giovanna Mel, comunicadora e ...

Ver mais

Café na Panela – Luciana Pires
Café na Panela – Luciana Pires
Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

Ver mais

Sem treta
Sem treta
A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

Ver mais

O cachorro de cinco pernas
O cachorro de cinco pernas
Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

Ver mais

Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

Ver mais

Os novos clubes de Lula
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Há alguns dias, o convenientemente descondenado Lula da Silva afirmou: Se eleito, fechará todos os clubes de tiro do Brasil, substituindo-os por “clubes de leitura”. Primeiramente, seria ...

Ver mais

Tentação perigosa
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Tentação perigosa   “O tabelamento de preços é como o segundo casamento: é a vitória da esperança sobre a experiência.” John Kenneth Galbraith   Depois de quase trinta anos de relativa ...

Ver mais

A ignorância como motor do conhecimento e da ciência
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
A ignorância como motor do conhecimento e da ciência “Para quem busca o conhecimento, surpresas são achados valiosos. A descoberta de um fato surpreendente leva à procura de novos fatos e suscita ...

Ver mais

Trivium: Capítulo 7 – Silogismo Simples (parte 1)
Alexandre Gomes
Como mencionado na lição anterior, vamos agora tratar de silogismo – que é o raciocínio mais associado à lógica.   Definição: O silogismo é um ATO DE RACIOCÍNIO pelo qual a mente ...

Ver mais

Cafezinho 504 – (Des)honestidade intelectual
Cafezinho 504 – (Des)honestidade intelectual
Mesmo num debate entre pontos de vista diferentes, tem ...

Ver mais

Cafezinho 503 – Quantos anos tenho?
Cafezinho 503 – Quantos anos tenho?
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o ...

Ver mais

Cafezinho 502 – Prenda o elefante!
Cafezinho 502 – Prenda o elefante!
Cinco fundamentos morais para o comportamento das ...

Ver mais

Cafezinho 501 – Libere o elefante!
Cafezinho 501 – Libere o elefante!
Na sociedade, o ginete são as minorias militantes que ...

Ver mais

Billy Blanco

Billy Blanco

Luciano Pires -

Atraído pela música desde criança, quando começou a compor tinha cuidado ao escrever seus sambas, com letras elaboradas, assuntos e composições das canções. Nos anos 1940, quando cursava o segundo ano de Engenharia, foi para São Paulo, para fazer o curso de Arquitetura, ingressou no Mackenzie College em 1946. Foi para o Rio de Janeiro, e estudou na Faculdade de Arquitetura e Belas Artes, em 1948. Graduou-se em 1950 em Arquitetura.

Tem um estilo próprio, descrevendo os acontecimentos a sua volta, com humor ou no gênero de exaltação, falando de amor e das desilusões; onde seu samba sincopado, que fugia da cadência vigente do estilo, passou a chamar a atenção dos cantores da época. Sua primeira composição foi “Pra Variar”, em 1951. Nos anos 1950 e 1960 seus sucessos foram gravados por Dick Farney, Lúcio Alves, João Gilberto, Dolores Duran, Sílvio Caldas, Nora Ney, Jamelão, Elizeth Cardoso, Dóris Monteiro, Os Cariocas, Pery Ribeiro, Miltinho, Elis Regina e Hebe Camargo. Seu primeiro sucesso foi “Estatutos da Gafieira”, na voz de Inesita Barroso, em gravação da RCA Victor de 1954.

Entre seus parceiros estiveram Baden Powell, em “Samba Triste”, Tom Jobim, em “Sinfonia do Rio de Janeiro” (suíte popular em ritmo de samba, de 1960) e João Gilberto, em “Descendo o Morro” e “A Montanha/O Morro”, onde os dois doutores do asfalto homenageiam o samba de gente simples e de favela. Foram 56 parcerias com o violonista Sebastião Tapajós e com outros compositores, num total de quinhentas músicas, sendo que trezentas já gravadas.

Entre seus sucessos destacam-se “Sinfonia Paulistana”, “Tereza da Praia”, “O Morro”, “Estatuto da Gafieira”, “Mocinho Bonito”, “Samba Triste”, “Viva meu Samba”, “Samba de Morro”, “Pra Variar”, “Sinfonia do Rio de Janeiro” e “Canto Livre”. “Sinfonia do Rio de Janeiro” é composta por dez canções, escritas em parceria com Tom Jobim, em 1960. As canções que formam a suíte são “Hino ao Sol”, “Coisas do Dia”, “Matei-me no Trabalho”, “Zona Sul”, “Arpoador”, “Noites do Rio”, “A Montanha”, “O Morro”, “Descendo o Morro” e “Samba do Amanhã”.

“Sinfonia Paulistana” foi concluída em 1974, depois de dez anos de trabalho. É composta por quinze canções, cantadas por Elza Soares, Pery Ribeiro, Cláudia, Claudette Soares, Nadinho da Ilha, Miltinho e pelo coro do Teatro Municipal de São Paulo. A produção foi de Aloysio de Oliveira, com orquestra regida pelo maestro Chico de Moraes. As músicas se chamam “Louvação de Anchieta”, “Bartira”, “Monções”, “Tema de São Paulo”, “Capital do Tempo”, “O Dinheiro”, “Coisas da Noite”, “O Céu de São Paulo”, “Amanhecendo”, “O Tempo e a Hora”, “Viva o Camelô”, “Pro Esporte”, “São Paulo Jovem”, “Rua Augusta” e “Grande São Paulo”. Em “Monções, destaca-se o carimbó épico, e em “O Tempo e a Hora”, a fusão entre bossa e pop. O jornal O Estado de S. Paulo definiu o refrão de “Tema de São Paulo” como o “que mais define o paulistano. Desde o ano em que foi concluída a suíte, essa música, a mais famosa da suíte, faz parte da trilha sonora do Jornal da Manhã, noticiário matutino da Rádio Jovem Pan.

Depois de passar uma temporada no Forte de Copacabana durante a ditadura brasileira, Billy Blanco compôs “Canto Livre”.

Estava em plena atividade até sofrer um derrame e ser internado no Rio de Janeiro no segundo semestre de 2010. Apesar do quadro estável, em dezembro ainda não conseguia se comunicar oralmente.

http://www.musicabrasileira.net/billyblanco/

http://www.dicionariompb.com.br/billy-blanco

[youtube]4PSPgpg8MUk[/youtube]
[youtube]EEjDTIhfTmc[/youtube]
[youtube]-ll-h4-WKKI[/youtube]
[youtube]OYSP0NtsB3E[/youtube]