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Henrique Viana
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Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
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Sem treta
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Percepções diferentes na macro e na microeconomia
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Percepções diferentes na macro e na microeconomia “Na economia, esperança e fé coexistem com grande pretensão científica e também um desejo profundo de respeitabilidade.” John Kenneth Galbraith ...

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Não pode nem rir
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Cafezinho 422 – A política do ódio
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Não siga a maioria só porque é maioria. Não siga a moda ...

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Há quem chame isso de dissonância cognitiva, mas não é. ...

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Edvaldo Santana

Edvaldo Santana

Luciano Pires -

Os primeiros acordes foram dados no velho violão do pai no final da década de 60, com influências que vão de Manezinho Araújo e Jackson do Pandeiro à Torquato Neto, Hendrix. A partir daí, Edvaldo participa de vários festivais estudantis e cria seu primeiro grupo, o Caaxió. É nessa época que a necessidade de ajudar a família o leva ao seu primeiro emprego numa fábrica de brinquedos, deixando os finais de semana para os ensaios com a banda, mas sempre objetivando a profissionalização como músico. Em 1973, Edvaldo conhece Tom Zé que os convida para acompanhá-lo em alguns shows. O músico destaca esta fase de convivência com Tom Zé como muito importante para sua formação.

No final dos anos 70 acontece o ressurgimento dos movimentos populares e sindicais em todo país, com destaque às greves do ABC, antecedendo e sinalizando a abertura política e o fim da ditadura militar. Edvaldo, seu grupo e outros amigos músicos, poetas e artistas plásticos de São Miguel Paulista, atentos aos acontecimentos, resolvem se mobilizar e criam o Movimento Popular de Arte (MPA) promovendo eventos com música, teatro, poesia e oficinas de cultura. Foi um movimento espontâneo e pioneiro que serviu como orientação para muitos outros projetos de casas de cultura em São Paulo.

Edvaldo Santana faz desde 2001 a direção musical da Missa Afro Brasileira,realizada na cidade de Itu-SP,organizada pela União Negra Ituana,(UNEI),entidade representativa da comunidade negra da região da Sorocabana.Em 2003, produz o primeiro disco do violonista caipira de 70 anos,”Ico Almiro”.

Em 2006 é lançado,”Reserva de Alegria”, quinto cd solo do cantor e compositor paulistano Edvaldo Santana,que é fruto da trajetória do artista que sai da periferia,trava conhecimentos com outras vertentes da arte, em outros espaços, equaliza estas informações e leva-as de volta para o seu habitat de origem em forma de música, fundindo a naturalidade e o suingue de seus ancestrais nordestinos de negros e índios com a rigidez da disciplina organizacional que os europeus trouxeram para o Brasil.

http://www.edvaldosantana.com.br/

[youtube]01Nh-9WNXzU[/youtube]

[youtube]SxUaLwAVlyM[/youtube]

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