s
Portal Café Brasil
Henrique Viana
Henrique Viana
O convidado para o LíderCast desta vez é Henrique ...

Ver mais

Deduzir ou induzir
Deduzir ou induzir
Veja a quantidade de gente que induz coisas, ...

Ver mais

Origem da Covid – seguindo as pistas
Origem da Covid – seguindo as pistas
Tradução automática feita pelo Google, de artigo de ...

Ver mais

Palestra Planejamento Antifrágil
Palestra Planejamento Antifrágil
Aproveite o embalo, pois além de ouvir a história, você ...

Ver mais

Café Brasil 787 – Reações ao Cuzão
Café Brasil 787 – Reações ao Cuzão
O Café Brasil anterior, o 786 – O Cuzão, rendeu, viu? ...

Ver mais

Café Brasil 786 – O cuzão.
Café Brasil 786 – O cuzão.
Cara, como é complicada a vida de podcaster, bicho! A ...

Ver mais

Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

Ver mais

Café Brasil 784 – Avatar
Café Brasil 784 – Avatar
Se você está achando complicado lidar com ...

Ver mais

Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Café Brasil 785 – LíderCast Leandro Bueno
Sabe quem ajuda este programa chegar até você? É a ...

Ver mais

Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
Café Brasil 775 – LíderCast Henrique Viana – Brasil Paralelo
Um papo muito interessante com Henrique Viana, um jovem ...

Ver mais

Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Café Brasil 771 – LíderCast Aurelio Alfieri
Aurélio Alfieri é um educador físico e youtuber, ...

Ver mais

Café Brasil 766 – LíderCast Ilona Becskeházy
Café Brasil 766 – LíderCast Ilona Becskeházy
E a educação brasileira, como é que vai, hein? Mal, não ...

Ver mais

Café na Panela – Luciana Pires
Café na Panela – Luciana Pires
Episódio piloto do projeto Café na Panela, com Luciana ...

Ver mais

Sem treta
Sem treta
A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

Ver mais

O cachorro de cinco pernas
O cachorro de cinco pernas
Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

Ver mais

Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

Ver mais

Menos Marx, mais Mises
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Menos Marx, mais Mises  “Apesar de ainda ser muito pouco conhecido entre os jovens brasileiros em comparação com Karl Marx, o nome do economista austríaco Ludwig von Mises se tornou um dos ...

Ver mais

Você ‘tem fé’ no Estado democrático de direito?
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
Hoje, num grupo de professores, um velho colega me escreveu que “tem fé” no “Estado democrático de direito” e na “separação dos poderes”. Mas com uma ressalva: ...

Ver mais

Percepções diferentes na macro e na microeconomia
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Percepções diferentes na macro e na microeconomia “Na economia, esperança e fé coexistem com grande pretensão científica e também um desejo profundo de respeitabilidade.” John Kenneth Galbraith ...

Ver mais

Não pode nem rir
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Todo mundo (ou quase) viu nas redes sociais e nos grupos de whatsapp; vídeo de uma mulher careca de ares muito sérios discorrendo didaticamente sobre a necessidade de mudarmos nossa forma de ...

Ver mais

Cafezinho 421 – A normose
Cafezinho 421 – A normose
É confortante saber que somos normais, não é? Pois é. ...

Ver mais

Cafezinho 420 – A regra dos 30
Cafezinho 420 – A regra dos 30
Pé quente, cabeça fria, numa boa. Mas cuidado porque ...

Ver mais

Cafezinho 419 – Pau que só dá em Chico.
Cafezinho 419 – Pau que só dá em Chico.
Há quem chame isso de dissonância cognitiva, mas não é. ...

Ver mais

Cafezinho 418 – Na esquina da sua rua.
Cafezinho 418 – Na esquina da sua rua.
Você pode causar um impacto imediato, poderoso e ...

Ver mais

Paulo Padilha

Paulo Padilha

Luciano Pires -

Paulo Padrilha segundo ele mesmo

Sou um brasileiro típico, vira-lata nascido em Sampa , em 09/08/1964, filho das duas maiores correntes migratórias que passaram por aqui. Meu pai é descendente direto de italianos, vindos de uma pequena cidade ao sul da Itália chamada Tito, daí a origem do meu sobrenome “Lotito”. Minha mãe é mulata de pele clara, baiana de Salvador, filha de múltiplas e indecifráveis misturas, provavelmente negro, índio e português ou espanhol, de quem emprestei o “Padilha”.

De minha mãe herdei canções de Luiz Gonzaga, marchinhas de carnaval, histórias de tradição oral, o gosto pelo canto e por picadinho de carne de segunda com quiabo, além de vatapá, farinha e pimenta.

Do meu pai, um engenheiro que toca violino, pinta, desenha e escreve, trago talvez o bom humor, o espírito curioso, humanista, ateu e multidisciplinar. Além, é claro, da macarronada e outras delícias culinárias preparadas pela minha avó Antonieta e minha tia Nilza.

Tive uma infância de classe média absolutamente normal, no bairro do Campo Belo, onde brinquei na rua de esconde-esconde, rolimã, pipa, futebol, taco, bicicleta e tudo mais.

Minha lembrança mais remota ligada à música são as canções de ninar que minha mãe cantava, e uma viagem que fizemos de carro à Salvador.

Eu tinha sete anos. Minhas irmãs queridas, Denise e Márcia, tinham, respectivamente, 5 e 2 anos. A Marta, nossa babá/empregada, que devia ter uns 14 anos, também foi. A viagem durou três dias… Imagina a zona!

Não sei se havia carro com toca-fitas na época, mas tenho certeza que no nosso não tinha. Para passar o tempo, minha mãe cantava e meu pai batucava com a aliança no volante do carro, o volante duro e sonoro de uma Volks Wagen Variant bege. Aprendi muitas canções nesta viagem. Lembro de várias até hoje, acho que era basicamente Luiz Gonzaga e Braguinha, canções da juventude da minha mãe. Provavelmente escolhia as mais alegres, deixando de lado as da Ângela Maria, que ela também adorava.

Aos 10 anos, descobri um violão velho em casa e comecei a estudar com uma professora do bairro. Tinha facilidade para tocar e cantar. Durante a adolescência passei por vários professores de violão. Estudava um semestre, enjoava, parava um semestre, mudava de professor.

Ouvia muita MPB, deitado no sofá com o encarte do vinil na mão. Chico, Caetano, Gil, Gal, Bethânia, e uma coletânea de sambas em fita cassete que tinha Novos Baianos (Besta é Tu), Paulinho da Viola (Foi um Rio…), Martinho da Vila( Pagode do Vavá) e outros. Abri o pulso de tanto batucar no criado-mudo do quarto dos meus pais ouvindo esta fita.

Mas o que eu adorava mesmo era o Milton Nascimento. Especialmente uma coletânea da Abril, que vendia nas bancas de jornal, acompanhada de um encarte/revista. Era um vinil menor que os outros, com umas quatro faixas de cada lado. Tinha Milagre dos Peixes, Travessia, Meu Pai Grande, Aviões da Panair e outras. Eu cantava o disco inteiro, tentando imitar os falsetes e agüentar as notas longas do Milagre dos Peixes (“…a nossa doooooooor…”). Ouvia também o que tocava no rádio. Disco Music (Donna Summer, Chic e muitos outros). Ia gravando da rádio FM, novidade da época!

http://www.lastfm.com.br/music/Paulo+Padilha

alt
Paulo Padilha

[youtube]H2vdZ4V6Z9g[/youtube]
[youtube]hCatfoX-V9g[/youtube]
[youtubed]HsMZVvB3wJY[/youtube]