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Sherpas

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Luciano Pires -

 

Na China, eles são conhecidos comp Xiaerba, apesar de o governo chinês classificá-los como membros do povo tibetano. Na língua xerpa, shyar significa “leste”; pa é o sufixo significando ‘povo’: daí a palavra shyarpa ou xerpa. Nos anos recentes, muitos xerpas migraram para a Índia.

A maioria dos xerpas vive nas regiões orientais do Nepal: Solu, Khumbu ou Pharak. No entanto, alguns vivem mais a oeste, no vale Rolwaling e na região de Helambu, ao norte de Katmandu. Pangboche é a mais antiga vila xerpa do Nepal, e acredita-se ter sido construída há mais de 300 anos. Os xerpas falam sua língua própria, que se assemelha a um dialeto do tibetano. Eles são por tradição comerciantes e fazendeiros, cultivando seus campos de batatas, cevada e trigo. Alguns vivem perto de Namche Bazaar. Os Jirels, povo originário de Jiri, têm parentesco étnico com os xerpas. Diz-se que os Jirels são descendentes de uma mãe xerpa e de um pai Sunuwar (outro grupo étnico da parte oriental do Nepal. Na Índia, os xerpas também vivem nas cidades de Darjeeling e Kalimpong, bem como no Estado indiano de Sikkim.

Tradicionalmente (embora não seja seguido sempre), os nomes dos homens sherpa refletem freqüentemente o dia da semana em que nasceram:

Os sherpas foram de um valor incomensurável para os primeiros exploradores da região do Himalaia, servindo de guias e carregadores nas altitudes extremas dos picos e passos da região. Hoje em dia, o termo foi estendido para se aplicar a praticamente qualquer guia ou carregador empregado pelas expedições que se aventuram pelo Himalaia. No entanto, no Nepal, os sherpas insistem freqüentemente em fazer uma distinção entre eles mesmos e os carregadores normais, já que eles têm também um papel de guias e reclamam salários mais elevados e maior respeito da comunidade. É freqüente ver-se o termo genérico “sherpa”, significando “guia”, escrito em minúsculas, em contraste com o termo “Sherpa”, com inicial maiúscula, significando o grupo étnico.

Os sherpas são conhecidos no mundo da montanha e da escalada por sua resistência, conhecimento e experiência em altas altitudes. Eles ganharam tal reputação principalmente porque, apesar do valor de seus serviços, o pagamento é insuficiente para muitos deles comprarem os modernos apetrechos de escalada utilizados pelos alpinistas ocidentais.

Muitos especularam que parte da capacidade extraordinária dos sherpas para o alpinismo deve-se a uma capacidade pulmonar superior adquirida geneticamente, permitindo um desempenho bem melhor a altas altitudes. Também sugeriu-se que uma das razões pelas quais eles eram largamente empregados como carregadores deve-se ao fato de terem menos restrições dietéticas do que as outras etnias da região, e estavam preparados para comer qualquer coisa que lhes fosse dada a comer durante as expedições.

Historicamente, o sherpa mais famoso é Tenzing Norgay, que escalou o monte Everest com Edmund Hillary pela primeira vez em 1953.

Dois sherpas, Pemba Dorjie e Lhakpa Gelu, competiram recentemente para determinar quem conseguiria escalar o Everest mais rapidamente. Em 23 de maio de 2003, Dorji alcançou o topo em doze horas e 46 minutos. Três dias depois, Gelu bateu esse recorde de duas horas, alcançando o pico em dez horas e 46 minutos. Em 21 de maio de 2004, Dorjie novamente melhorou a marca em mais de duas horas, com um tempo total de oito horas e dez minutos. Este feito pode ser considerado como uma das maiores façanhas da história do alpinismo.


Um Sherpa


Pemba Dorjie