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Luciano Pires -

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Um amigo, produtor de conteúdo das antigas, escreve dizendo que está jogando a toalha. Não aguenta mais atirar pérolas aos porcos. Inconformado com um público que só quer saber de superficialidades, de modismos e celebridades e de “parecer bem”, ele quer parar tudo, se aposentar e cuidar da própria vida.

Respondi assim: “Meu caro, estamos num vácuo neste momento. Velhos demais para esse mundo, apegados a valores que não têm mais importância. Não sei quanto mais vale a pena batalhar. Quem deveria estar conosco, não engaja. Quem deveria dar suporte, vira as costas… concluí que se eu chamar aqui um consultor, ele mandará eu fechar o Café Brasil imediatamente e ir criar galinhas de angola no interior do Espírito Santo. Antes que eu termine de dilapidar todo meu patrimônio. É foda…”

Na réplica ele escreve uma frase que ficou ecoando na minha mente: “Quem quiser tomar conta de tudo, não vai ter trabalho nenhum.”

Entende a profundidade disso? “Quem quiser tomar conta de tudo, não vai ter trabalho nenhum”, indica que não há mais resistência contra o mal. Que não existe mais inteligência na turba. Eu respondi assim:

“Eu acho que é uma questão de definir público alvo e esquecer o resto, meu caro. Acho que existem 5% de brasileiros que nos servem como público. Isso dá 11 milhões de pessoas. Um Portugal… Uma Suécia… Mais que um Israel, uma Suíça, quase dois Paraguais, 4 Uruguais… temos é de achar esses 5% e focar neles.”

O que eu quis dizer: há uma minoria capaz de resistir, e todos os grandes movimentos sempre começaram com uma minoria que não desistiu. O que podemos fazer? Nos juntarmos a essas minorias e montar nossa resistência. Sim, o inimigo está mais forte, tem gente defendendo terrorista abertamente, tem gente defendendo, elegendo e comemorando o sucesso de bandidos, tem gente namorando a ideia de genocídio de Judeus, tem gente sapateando sobre a Constituição, tem gente usando a Justiça como ferramenta de poder, e assim vai. Sem resistência, os planos dessa gente são implementados com facilidade.

Por isso é importante continuar resistindo, seguindo uma recomendação que a Paula Schmitt, que é uma resistente, fez em seu twitter: “Quando o Brasil e o mundo descem pelo ralo: caminha com o cachorro, anda descalço, vê o mar, observa o azul infinito, agradece a vida por essa experiência, transforma o pesadelo em sonho e faz tua passagem por aqui algo relevante, trazendo amor ou justiça aos que estão a tua volta.”

Estamos melhor em vários pontos. Caíram as máscaras de centenas, milhares de canalhas que nos enganaram por muito tempo. Ano que vem tem eleições, temos de continuar a limpeza, expulsando aos poucos os canalhas do poder.

Vai demorar, é frustrante, exige uma tremenda capacidade de motivação, mas é aquilo que eu disse: só precisamos de 5% de pessoas com capacidade de defender seus valores. Isso é suficiente para mudar a vida dos outros 95%.

O outro lado lá sabe muito bem disso. Por isso quer nos calar.