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Luciano Pires -

“Toda guerra tem um vilão e um mocinho? Todo conflito é dicotômico? Ou se está de um lado ou de outro? Eu, sendo o sulfato do pó da bosta de um macaco, tenho que me importar com tudo que acontece no mundo? Tô nessa vibe ultimamente.”

Esse foi o desabafo de um dos participantes da Confraria Café Brasil, um grupo de debates composto por assinantes, onde rolam discussões diárias. Ele estava gritando: “será que todo mundo tem de ter opinião sobre tudo?”. Não é melhor dizer que não sabe e deixar assim? O benefício da ignorância.

Pois é… A ignorância é geralmente vista como algo negativo, mas existem situações em que ela pode ter vantagens. Por exemplo, evitar o estresse e a ansiedade quando conhecemos certas informações. Se uma pessoa é ignorante sobre um problema global complexo, ela pode não se preocupar com isso e levar a uma vida mais tranquila e despreocupada.

Outra vantagem da ignorância é a liberdade de opinião. Quando não sabemos muito sobre um assunto, não temos preconceitos ou ideias preconcebidas, podemos formar opiniões mais abertas e imparciais. Ver diferentes perspectivas sem sermos influenciados por informações prévias.

A ignorância também é fonte de criatividade. Não sabendo que era impossível, foi lá e fez, lembra disso? Sem as restrições impostas pelo conhecimento prévio, a gente explora novas possibilidades e abordagens. Podemos quebrar a cara, mas também ir onde ninguém jamais foi.

Além disso, a ignorância pode nos proteger de informações desnecessárias ou prejudiciais. Em um mundo onde somos constantemente bombardeados por informações, ser ignorante sobre certos assuntos pode nos ajudar a filtrar o que é realmente importante e relevante para nós. Isso nos permite focar em coisas que realmente importam e evitar distrações desnecessárias.

Por fim, quando não sabemos tudo sobre o mundo ao nosso redor, podemos experimentar as coisas com uma mente aberta e curiosa. Isso nos permite apreciar as pequenas coisas e nos maravilhar com as descobertas, como uma criança que vê algo pela primeira vez. Essa sensação de maravilha pode trazer alegria e felicidade em nossa vida cotidiana.

Resumindo: na Sociedade das Narrativas, a ignorância pode ser uma bênção. Sem a tirania de ser obrigado a opinar sobre tudo, nos vemos livres para dizer “não sei”, e escolher qual caminho tomar enquanto os histéricos gritam nas extremidades.

Que tal? Escolher aquilo que você não precisa saber?

Esse é um caminho para a liberdade.