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Cafezinho 626 – A Globo já era?

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Luciano Pires -

A internet mudou tudo. Ela acabou com os intermediários, seja em comunicação, política ou qualquer outro campo. Num mundo onde não precisamos mais de intermediários ninguém sofre tanto quanto os jornais, partidos políticos e sindicatos. As próprias organizações políticas estão perdendo força, com os cidadãos agindo por conta própria. A relação entre a imprensa e a política não é novidade, mas agora tudo é instantâneo, global e a capacidade de transmitir informações é enorme, o que dá um poder incrível a alguns influenciadores e jornalistas independentes que já têm audiência maior do que grandes redes de comunicação.
Estamos acostumados com um mundo organizado, com o Estado, a Igreja e os partidos políticos no comando. Mas a internet criou um mundo onde não há uma hierarquia clara. Agora, precisamos nos encontrar neste novo espaço, onde todo mundo tem voz ativa e as regras tradicionais não se aplicam.
Na internet, não é a lei que guia, mas o algoritmo.
Os jornais como conhecíamos acabaram. Eles não vão desaparecer, mas já não fazem parte do nosso mundo da mesma forma que antes. Saímos da era industrial e entramos de cabeça na digital. Muitos jornais fecharam no mundo todo, inclusive alguns muito tradicionais. No Brasil a revista Veja viu sua tiragem cair de mais de um milhão e duzentos mil exemplares semanais para pouco mais de 100 mil. E não compensou com a audiência no digital, como alguns ingênuos dizem.
Geralmente, esses jornais começavam com um propósito político e se mantinham com receitas de publicidade, ganhando uma força imensa ao pautar as discussões nacionais. Construíam e destruíam reputações conforme sua conveniência. Mas esse poder, estão perdendo para as redes sociais.
O que precisamos pensar é que tipo de jornalismo deve ser praticado na internet. Quem quiser se destacar no jornalismo digital, terá de investir em profissionais qualificados que entendam as complexidades de um cenário global e possam conectar fatos de maneira que ressoem para um público diversificado. Isso exige que os jornalistas se adaptem rapidamente às mudanças e abordem as notícias com humildade, vendo-se mais como facilitadores do diálogo do que como guardiões da informação. Vou repetir: vendo-se mais como facilitadores do diálogo do que como guardiões da informação. Do que como os donos da verdade. Isso exige um tipo de jornalista muito diferente dos militantes de redação que vemos nas redes tradicionais. Lembra do Cafezinho anterior? Imparcialidade, Verdade e Impassividade? Pois é.
É fundamental aproveitar as oportunidades que a internet oferece, explorando novas formas de narrativa e engajamento. Reconhecer a internet como uma ferramenta poderosa pode transformar e ampliar o impacto do jornalismo na era digital.
Mas só para quem tiver a humildade de entender que o jogo mudou.