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Portal Café Brasil
Nem tudo se desfaz
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Henrique Viana
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Deduzir ou induzir
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Origem da Covid – seguindo as pistas
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Sem treta
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Pax Aeterna
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É preciso lançar pontes.
Maquiavel é, com alguma freqüência, considerado o primeiro cientista político moderno: nas suas análises, ele teria sido um dos primeiros a rejeitar tanto uma concepção metafísica da natureza ...

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Trivium: Capítulo 4 – Regras de Definição (parte 5)
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  Para cumprir a função de DEFINIÇÃO, esta deve atender alguns requisitos. Do contrário, será apenas enrolação ou retórica vazia. Os requisitos são: 1. CONVERSÍVEL em relação ao sujeito, à ...

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O Brasil e o Dia do Professor
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
O Brasil e o Dia do Professor Aulinha de dois mil réis Apesar das frequentes notícias que vêm a público, dando conta do elevado grau de corrupção existente em nosso país, e da terrível ...

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Trivium: Capítulo 4 – Definição dos Termos (parte 4)
Alexandre Gomes
  Uma definição torna explícita a INTENSÃO* ou significado de um termo, a essência que este termo representa.   *  você deve ter estranhado a palavra INTENSÃO, imaginando que seria ...

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Cafezinho 432 – O vencedor
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As pessoas não se importam com o que você diz, desde ...

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Cafezinho 431 – Sobre Egosidade
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Cafezinho 430 – A desigualdade nossa de cada dia
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Gritaria ideológica em rede social, sustentada em ...

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Cafezinho 429 – Minha tribo
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E no limite, a violência, o xingar, o ofender, o ...

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Cafezinho 15 – Geração T

Cafezinho 15 – Geração T

Luciano Pires -

Em minhas palestras falo de um estudo que mostra que nos 40 mil anos que se passaram desde o momento em que o homem desceu das árvores até inventar a internet, a humanidade produziu 12 bilhões de gigabytes de informação, isso é algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada. Mas no ano de 2002, sozinho, produzimos os mesmos 12 bilhões de giga! Geramos num ano o mesmo que em 40 mil anos… Em 2007 foram mais de 100 bilhões de giga! E hoje são trilhões!

Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso à informação se não temos repertório para dar um sentido à realidade? O resultado é a geração T, aquela gente antenada que sabe tudo que acontece, mas não tem ideia do por que acontece. Aquela turma que se entrega-se à tecnologia de corpo e alma, como uma “vending machine”, sabe aquela máquina automáticas de vender refrigerantes em lata, sabe? Distribuidores de conteúdo de terceiros, focados no processo de distribuição, mas sem qualquer compromisso com o conteúdo distribuído.

Para não ser apenas testemunha, você tem de conhecer questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados, e assim desenvolver seu senso crítico. Mas, cá entre nós, cara, é muito mais fácil e menos comprometedor simplesmente contar para os outros aquilo que você fica sabendo, não é? Repetindo rótulos e narrativas. Distribuindo a opinião dos outros. A geração T não tem a ver com data de nascimento, mas com visão de mundo. É composta das pessoas que não conseguem praticar curiosidade intelectual, só a curiosidade social. E aí, meu caro, minha cara, só dá pra ser é testemunha mesmo, nunca protagonista.