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Luciano Pires -
Este Cafezinho, último da série sobre agrotóxicos, não encerra o assunto, eu vou continuar em outros lugares, como o Podcast Café Brasil. O que aprendi? Primeiro que se houvesse uma opção economicamente viável para os defensivos agrícolas, todo mundo optaria por ela. Não há. Segundo: a discussão é contaminada por ideologias, que impedem que se chegue a consensos. E isso não mudará.
 
Comentei que o problema dos agrotóxicos eram as intoxicações por contato indevido. Veja que curioso: o consumo de defensivos agrícolas era de 140 mil toneladas no ano 2000. Cresceu para 551 mil toneladas em 2016. Quase 300%! No mesmo período, entre os anos de 2000 a 2005, a média anual de notificações de intoxicações por contato foi de 5.680. Entre 2010 a 2016, caiu para 4.238. O consumo de defensivos cresceu quase 300% e os relatos de intoxicação por contato caíram mais de 20%. Ué. Não era pra ter aumentado? Com filas nos hospitais?
 
Apareceram comentários sobre a morte de milhões de abelhas no sul do Brasil, por causa dos agrotóxicos usados na cultura da soja. Fui atrás das fontes primárias do caso relatado e encontrei: “Na representação encaminhada às promotorias, a ApisBio – a Articulação pela Preservação da Integridade dos Seres e da Biodiversidade – relata que uma aplicação aérea de agrotóxico no dia 12 de outubro parece ter relação com a mortandade das abelhas registrada inicialmente no município de Mata, na região central do Rio Grande do Sul. No mesmo dia, o hospital local também atendeu pacientes com sintomas de contaminação por agentes químicos. A aplicação aérea do fipronil é proibida desde 2012 conforme portaria do Ibama.” Entendeu? O problema parece ter sido causado pela aplicação do produto DE FORMA IRREGULAR.
 
Outros leitores enviaram matéria da TV Record mostrando um camponês definhando por ter trabalhado a vida toda com agrotóxicos. Hoje é a esposa que espalha defensivos diariamente, SEM QUALQUER PROTEÇÃO. O camponês disse que foi assim que ele trabalhou a vida toda. Sem qualquer proteção.
 
Outra contestação que recebi de leitores: existe contrabando de produtos e falsificação e muita gente usa PRODUTOS ILEGAIS. E as regras para venda são BURLADAS.
 
Você está entendendo? Agrotóxicos são venenos, perigosos e mortais se usados sem cuidados. Cabe a nós combater a ignorância indo atrás de fontes primárias e conversando com as pessoas no interior do agronegócio, não para ignorar os problemas, mas para separar a histeria da realidade. Eu fiz isso.
 
Os defensivos são essenciais e cada vez mais modernos. As regras para compra, venda e manipulação são extremamente restritivas. Problemas existem pela aplicação de FORMA IRREGULAR, SEM PROTEÇÃO, PRODUTOS ILEGAIS e BURLA. Ou seja, gente quebrando leis e regras.
 
Conclusão? O problema do agrotóxico no Brasil não é dos Ministérios da Agricultura ou Meio Ambiente.
É do Ministério da Justiça.
 
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