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Luciano Pires -

A função primordial de nosso cérebro é sobreviver. Manter-se seguro. Evitar ameaças. Por isso estamos permanentemente à cata de sinais de perigo. Julgamos esses sinais rapidamente, sem tempo para juntar todos os fatos e fazer uma análise criteriosa. Usamos atalhos mentais, num julgamento rápido, transformando pequenos estímulos em algo que pode nos colocar em risco. É quase instintivo. E quanto mais algo está presente em nossa consciência, mais peso emocional carrega. Por isso a propaganda trabalha tanto com a exposição das situações de risco, fazendo-as presentes, ao alcance, prestes a acontecer.

Se você não usar este cartão de crédito, você será mal visto. Seu pobre! Se você não comprar este carrão, você é feio! Se você não tomar esta cerveja não vai pegar as mina! Se você não votar em mim, seu futuro será maligno uahuahuah… Sacou?

O risco esfregado na sua cara, mostrado, ameaçado o tempo todo. Quanto mais familiarizado com o risco, mais peso emocional ele ganha. É por isso que você se pega apavorado com a queda de um avião num país africano e não dá bola para os freios do seu carro que já estão gastos e precisam de revisão. A queda do avião está em todo lugar, no jornal, no rádio, na televisão. O freio não. As consequências da queda do avião, terríveis, estão ali descritas, mostradas… O freio não. E você provavelmente tem um milhão de vezes mais chance de morrer por causa do freio do que por queda de avião.

E colocará energia no medo do avião até parar para avaliar conscientemente, com base em fatos, na lógica, a situação.

Os profissionais de comunicação e marketing sabem disso e trabalham para espalhar o medo, a sensação de risco, durante anos a fio.

E sempre, sempre, alguém ganha com isso.

 

 

A versão completa deste vídeo, com a transcrição do texto, você encontra gratuitamente na home do http://cafebrasilpremium.com.br