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Iscas Intelectuais
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Despiu a fantasia

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Lula despiu de vez a fantasia. Ou seria disfarce? Mal aguentava fazer o papel de vovô bonzinho, socialista light, pai dos pobres, eleito pelo amor e pela “empatia” (que palavra ridícula, gizuiz). A verdade veio de fora, a reboque de um ditador/narcoterrorista que se transformou no melhor amigo do lobo – agora sem disfarce de ovelhinha.

O cinismo da extrema esquerda vem de berço; são indissociáveis. Onde houver extrema esquerda, lá estará a hipocrisia – embora esse seja o menor de seus amplos defeitos. Desde a revolução francesa em 1789, passando pelas comunas de Paris, até a tragédia mundial da revolução russa de 1917, tudo o que o comunismo legou foi tortura, miséria, fome, sadismo, terror, e muita, mas muita incompetência. Os números são imbatíveis, no péssimo sentido. Somadas todas as guerras já havidas na História, adicionando-se todas as desgraças humanas, incluindo terremotos e incêndios devastadores, nada matou mais que o comunismo. Monstros como Mao, Stalin, Pol Pot, Fidel e tantos outros…

A pseudo-intelectualidade brazuca transformou a séria palavra “genocida” em xingamento; banalizaram esse termo terrível. Assim fizeram também com “nazista” e “fascista”, utilizando-os como mera ofensa. Não se sabe o que é pior, se o ridículo da coisa ou a ignorância suprema. Mas nada disso vale quando a realidade se sobrepõe. Aí a extrema esquerda veste a fantasia de amor, carinho, afeto, e finge ser tudo “do bem”, inclusive o ódio.

Todo santo dia a extrema esquerda bate bumbo lembrando do governo militar (1964-1985); trata do período como o inferno na terra, quando tudo de ruim aconteceu. Os generais, segundo eles, fariam Átila, o Huno, sentir-se um mero garoto travesso. Falam do governo Bolsonaro como se fosse um dilúvio piorado e ele próprio uma mistura de Hitler e lobisomem. Mas se calam obsequiosamente quando o chefe convida e recebe com honras de Estado um ditador como o venezuelano Nicolás Maduro para um convescote de vários dias em Brasília. Para piorar o que parecia “impiorável”, Lula afirmou que a Venezuela é uma democracia plena, e que a miséria de lá é culpa dos Estados Unidos. Taspariu. Na cartilha dessa gente, o antiamericanismo infantil é indelével. Ao mesmo tempo, fingem esquecer todos os assassinatos ocorridos na Venezuela desde que o comunismo ascendeu ao poder, os presos políticos, a fome generalizada, a miséria. Fecham os olhos para o maior êxodo da História da América Latina, com 7 milhões de fugitivos venezuelanos, milhares deles pelas ruas e abrigos de todo o Brasil; miseráveis refugiados, 

principal resultado da “democracia” daquele país.

Lula não só endossa toda essa canalhice criminosa como ainda perdoa suas dívidas bilionárias e oferece mais dinheiro – nosso dinheiro – para dar sobrevida àquela ditadura podre. Enquanto isso, os jagunços de Maduro agridem violentamente a jornalista Délis Ortiz, da TV Globo, e ninguém fala nada. É a agressão do bem, é o soco do amor. Cadê as associações de jornalistas, as feministas, os movimentos #metoo da vida, os coletivos da Marielle, os milionários sempre tão “preocupados” com a misoginia, e toda a turma que na época de Bolsonaro queria colocá-lo no pelourinho por 17 eternidades e depois crucificá-lo de cabeça para baixo por ter cometido uma piada grosseira contra determinada jornalista?

O real coletivo da extrema esquerda é o uso de uma fantasia geral e a negação da realidade. Isso é negacionismo de verdade; o mesmo que nega a miséria do comunismo que destrói a vizinha Venezuela e joga a culpa nos EUA, enquanto culpa a Ucrânia por ter sido invadida pela Rússia. É a mesma insanidade de sempre. O lado bom, se é que podemos chamar assim, é que até lulistas de primeira hora como Luciano Huck, Paulo Coelho, Gérson Camarotti e tantos outros decidiram pular fora dessa nau dos insensatos, desse hospício ideológico. Até o comunista Gabriel Boric, presidente do Chile, e os presidentes do Paraguai e do Uriguai expressaram revolta contra as declarações de Lula. Não é loucura, é método. Cai quem quer nessa ladainha criminosa, e até a imprensa européia, sempre a romantizando a extrema esquerda, assustou-se com as garras de fora de presidente brasileiro. 

Enquanto isso, aqui na realidade suja, nenhuma palavra sobre Raynéia Gabrielle Lima, a pobre brasileira assassinada pela ditadura de Daniel Ortega, outro facínora de estimação da canhota. A mesma gente que, no Brasil, exige cadeia e enforcamento pra quem ouse discordar do arrivismo lulista. É a turma que vai ao churrasco levando Itaipava e bebe só as Heineken dos outros. Mas tudo com amor e “empatia”.

Maduro é procurado pela justiça de vários países, em razão de seu envolvimento com o tráfico internacional de drogas; vários de seus comparsas já estão presos. Isso é realidade, não “preconceito”, como quer Lula da Silva. Enquanto não vai para a cadeia – ou rumo a um destino pior – Maduro aterroriza seu povo com mão de ferro, através de milícias armadas e povo desarmado (bingo!), fome, miséria, assassinatos, prisões políticas, judiciário manietado e imprensa inexistente. Ou seja, poder total, absoluto, sob o manto fofo do discurso fofo-hipócrita da extrema esquerda, do ódio do bem, sem ninguém que o afronte em seu país. Tudo com que Lula sonha diariamente.

Lula não tem apenas profunda amizade em relação a Maduro; nem é só admiração. Na verdade, Lula tem inveja dele.

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