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Jorge De Lima - Iscas Olhos&Alma -

Quem somos em 2015? Ser conectado em 2015 é vital. O emprego da tecnologia em massa em redes sociais divide a opinião pública. O mundo físico foi suplantado pelo virtual e o plasma. O  conceito de Guy Debord sobre a cultura na sociedade do espetáculo evidenciam em 2015 a cultura imagética e midiática. A vida vira um espelho que distorce a essência da existência, e você só existe se presente em rede. A vida é feita em poses, e a imagem refletida não condiz com a energia que a criou. Como  sobreviver a isto?

Em 2015 torna se decadente viver na  cultura do espetáculo. Ser In é viver na  cultura do escândalo. Já não mais basta aparecer. Chocar é a regra. Garante mais de um milhão de curtidas nas redes sociais. Visibilidade garante público, anúncios e uma ampla receita pela publicidade. Seja criativo e choque, quebre tabus, regras, tratados. Aparecer é mais importante que ter conteúdo. Neste cenário é natural falar besteira, mostrar ignorância, evidenciar asneiras. Quem faz isto vira pólvora de fogo de artifício, tem sucesso mas é pulverizado nas cinzas. Sobreviver neste paradigma é buscar o bom senso e evitar os escândalos.

Em 2015 torna se naturalizado ser ansioso, urgente, apático, egoísta. As altas tecnologias do cotidiano tornam tudo para ontem. Muita informação e pouca digestão. Tudo é rápido e a vida lenta. Psicopatologias viram epidemias no desajuste da temporalidade psíquica e afetiva. Correr sem destino o slogan. 2 bilhões de indivíduos no planeta com algum tipo de transtorno de ansiedade.

Em 2015 é evidente  o centramento das experiências do individuo. Compartilhar não é dividir. Cada um por si é regra geral. Pensar no outro careta, coisa do passado. Grupos falam de eu não de nós. O que sinto jargão e os outros… Este paradigma é complexo e confuso. Novamente o errado é certo e o volátil presente. Na instabilidade o centramento é regra de subsistência. Salve sua vida depois olhe para os lados. Sobreviver em 2015 exige aprender a dividir, a reencontrar o respeito ao próximo, ou sucumbir.

A vida familiar e afetiva de 2015 reproduz os efeitos acima. Amor virou produto de consumo, e como o sexo,   está na prateleira. Tem peso, prazo de validade, e ofertas… quem dá mais? A identidade de gênero entre os jovens é maleável. Rompimento familiar e afetivo frequente é associado ao caráter utilitário dos relacionamentos. Em 2015 o  egoísmo e o interesse falam mais alto. Pessoas têm preço e se vendem. Sobreviver implica em restituir seu valor real e não se vender.

2015 evidencia uma profunda transformação em nossa civilização que vive em decadência. Acredito que teremos profundas mudanças e transformações a curto e médio prazo. Porém isto custa caro a todos nós. As máscaras cairam e não conseguimos mais as colocar no mesmo lugar. A lei do retorno é imediata… como  sobreviver nestes tempos?

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