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8 atitudes que todo jovem potencial deve ter

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Sidnei Oliveira - Iscas Gerações -

Já faz algum tempo que começamos a perceber uma transformação na forma como as pessoas compartilham e realizam suas atividades. O trabalho colaborativo ocupa cada vez mais espaço nas empresas, desafiando os profissionais a terem um perfil integrador, mantendo abertos todos os canais de conexão.

Isso exige do jovem algumas atitudes mais alinhadas com os objetivos da empresa em que trabalha, para que receba desafios coerentes com todo seu potencial e assim intensifique o desenvolvimento de sua carreira.

O jovem que pretende ser avaliado como potencial precisa desenvolver oito atitudes principais:

SER CONECTADO – Identificando conexões entre situações complexas e ambíguas, muitas vezes sem uma relação óbvia, utilizando-as para chegar a conclusões sobre questões-chave. Para isso, é prioritário desenvolver uma grande intimidade com novas tecnologias e com as ferramentas de conexões, utilizando-as amplamente como instrumentos de produtividade pessoal.

SER FLEXÍVEL – Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento das ferramentas de conexões e das novas tecnologias, usando sua capacidade analítica e conceitual como principal instrumento de adaptação.

CONSTRUIR RELACIONAMENTOS – Desenvolvendo alianças estratégicas e buscando alcançar benefícios mútuos ao promover seus objetivos, sempre em alinhamento com os valores e estratégias pessoais seus e de seus relacionamentos. Garantindo os recursos e ambiente que estimulem a participação de todos em sua equipe. Promovendo a distribuição de atividades de maneira desafiadora, buscando o desenvolvimento individual da equipe, sem comprometer os objetivos e resultados.

VALORIZAR A INDIVIDUALIDADE – Procurando “deixar a própria marca” em suas realizações, fazendo escolhas que promovam suas habilidades e conhecimentos.

PRIORIZAR A INOVAÇÃO – Questionando abertamente o status quo de forma contributiva. Apontando as oportunidades específicas de mudança e sempre que possível, apoiando iniciativas de inovações. Buscando melhorias por intermédio das pessoas, transformando e alinhando os processos em uma desafiadora direção. Considerando sempre a inovação e a mudança como uma oportunidade de promover o desenvolvimento e a motivação da equipe.

FOCAR EM RESULTADOS – Persistindo em seus objetivos com energia, sempre na direção das metas planejadas, superando obstáculos e incertezas. Planejando o tempo todo por contingências, para garantir o atingimento de resultados.

VALORIZAR A ESTRATÉGIA – Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades. Aceitando a interferência em suas decisões e objetivos pessoais. Questionando, testando suposições e discutindo as questões abertamente.

TER ATITUDE – Identificando e lidando com assuntos de forma proativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

Essas são atitudes para os tempos de transformações, em que pessoas de diversas gerações, principalmente as da geração Y, precisam se adaptar para entender os novos conceitos de relacionamentos.

Se não houver por parte do jovem uma postura de constante aprendizado e desenvolvimento dessas atitudes, dificilmente ele será reconhecido como um potencial e estará colocando em risco o próprio crescimento profissional.

Segundo pesquisas, aproximadamente 20% dos líderes nas empresas pertencem à geração Y (nascidos entre 1980 e 1999) e são formados por jovens com elevada qualificação acadêmica. Isso certamente aumenta a expectativa de ascensão, principalmente quando o jovem encontra, nas empresas, profissionais com qualificação acadêmica inferior.

Contudo, isso também traz efeitos negativos, pois a ascensão a postos de liderança não é composta apenas por conhecimento acadêmico, mas também por conhecimento tácito, adquirido com a experiência funcional. A falta desse conhecimento tácito em liderança faz com que o jovem líder seja visto como “sem tato” por sua equipe, por isso é indispensável, para todo jovem que pretende ser um bom líder, desenvolver as atitudes descritas.

Certamente o tempo trará um novo equilíbrio, à medida que essa geração alcançar posições mais consolidadas, nas quais possa demostrar maior maturidade e experiência.

O atual cenário ainda irá pressionar os jovens líderes a uma constante adaptação, pois eles precisam aprender a lidar com os relacionamentos interpessoais usando “ferramentas analógicas”, como as conversas do tipo “olho no olho” e não apenas através dos instrumentos virtuais que eles dominam com facilidade.

 

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