s
Iscas Intelectuais
Cafezinho Live
Cafezinho Live
Luciano Pires, criador e apresentador dos podcasts Café ...

Ver mais

Me Engana Que Eu Gosto
Me Engana Que Eu Gosto
Me engana que eu gosto: dois meio brasis jamais somarão ...

Ver mais

Tá chegando o Podcast Café Brasil 700!
Tá chegando o Podcast Café Brasil 700!
Tá chegando a hora do Podcast Café Brasil 700!

Ver mais

Aplicativos IOS e Android para o Café Brasil Premium!
Aplicativos IOS e Android para o Café Brasil Premium!
MUDANÇAS IMPORTANTES NO CAFÉ BRASIL PREMIUM A você que ...

Ver mais

Café Brasil 741 – A cascata de disponibilidade
Café Brasil 741 – A cascata de disponibilidade
De quando em quando certos temas tomam a sociedade de ...

Ver mais

Café Brasil 740 – O tempo passou na janela
Café Brasil 740 – O tempo passou na janela
O tempo passou na janela. Você viu?

Ver mais

Café Brasil 739 – O deleite – Revisitado
Café Brasil 739 – O deleite – Revisitado
Hoje tratamos da importância de divertir-se enquanto ...

Ver mais

Café Brasil 738 – O encantador de Millennials
Café Brasil 738 – O encantador de Millennials
Todo mês, publicamos no Café Brasil Premium um ...

Ver mais

LíderCast 206 – Alessandro Loiola
LíderCast 206 – Alessandro Loiola
Médico, segunda aparição no LíderCast, por conta de seu ...

Ver mais

LíderCast 205 – Lorenzo Ridolfi
LíderCast 205 – Lorenzo Ridolfi
Um “nerd” fascinado por matemática e por big data, que ...

Ver mais

Comunicado Café Brasil e Omnystudio
Comunicado Café Brasil e Omnystudio
Nos 14 anos em que produzimos podcasts, esta talvez ...

Ver mais

Comunicado sobre o LíderCast
Comunicado sobre o LíderCast
Em função da pandemia e quarentena, a temporada 16 do ...

Ver mais

Sem treta
Sem treta
A pessoa diz que gosta, mas não compartilha.

Ver mais

O cachorro de cinco pernas
O cachorro de cinco pernas
Quantas pernas um cachorro tem se você chamar o rabo de ...

Ver mais

Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
Leitura do Cafezinho 304 – (in) Tolerância
A intolerância é muito maior na geração que mais teve ...

Ver mais

Leitura cafezinho 303 – Cérebro médio
Leitura cafezinho 303 – Cérebro médio
Escolha um tema quente, dê sua opinião e em seguida ...

Ver mais

A Dialética do Confinamento
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
O pensamento, como o próprio real, é dialético: a escolha de um caminho sempre revela mais sobre nós mesmos do que sobre a paisagem. A escuridão sempre ilumina o que está oculto na nossa alma. A ...

Ver mais

Prêmio Nobel de Economia 2020
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Nobel de Economia 2020 Um prêmio em consonância com seu tempo “A teoria dos leilões é uma das construções mais coletivas da teoria econômica, tendo recebido a contribuição de grande número de ...

Ver mais

A lição de Giordano
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
O médico Joseph Giordano esperava um dia tranquilo de trabalho naquele longínquo 30 de março de 1981, como cirurgião-chefe da equipe de traumatologia da Universidade George Washington, situado na ...

Ver mais

Em pauta, a verdade
Luiz Alberto Machado
Iscas Econômicas
Em pauta, a verdade “O mundo do século XXI remete aos navegadores que conquistaram novas terras no século XVI: eles sabiam onde estavam e tinham apenas uma pálida indicação de onde chegariam. ...

Ver mais

Cafezinho 327 – A cascata da disponibilidade
Cafezinho 327 – A cascata da disponibilidade
Como funciona uma cadeia de eventos que pode provocar ...

Ver mais

Cafezinho 326 – O atalho
Cafezinho 326 – O atalho
Enriquecer seu processo de julgamento e tomada de decisão

Ver mais

Cafezinho 325 – Os 35 MLA
Cafezinho 325 – Os 35 MLA
Demos a largada num projeto ambicioso que chamamos de ...

Ver mais

Cafezinho 324 – A regra das 48 horas
Cafezinho 324 – A regra das 48 horas
Quando chega uma notícia bombástica, eu só me pronuncio ...

Ver mais

A lição de Giordano

A lição de Giordano

Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

O médico Joseph Giordano esperava um dia tranquilo de trabalho naquele longínquo 30 de março de 1981, como cirurgião-chefe da equipe de traumatologia da Universidade George Washington, situado na capital de mesmo (sobre)nome.

Perto dali, Ronald Reagan, presidente dos EUA, acabara de ser baleado em plena rua por um psicopata; a limusine presidencial arrancou em direção à Casa Branca, onde uma equipe cirúrgica estava à espera. Entretanto, o agente do serviço secreto Jerry Parr notou que o sangue de Reagan espumava pelo buraco de entrada do projétil. Sabendo que isso significava pulmão perfurado e, conhecedor da urgência e gravidade disso, Parr ordenou ao motorista que desviasse a Limusine para o hospital mais próximo – o da Universidade George Washington.

Já na sala de cirurgia, Reagan gracejou com Giordano e os demais médicos: “Por favor, digam que vocês são todos republicanos.” Giordano, convicto seguidor do partido Democrata, de oposição a Reagan, declarou: “Nós somos todos republicanos hoje, presidente.”

                                   A isso tudo dava-se o nome de Coletivo. Do pensamento coletivo, de consciência coletiva, de unidade nacional, de abandonar divergências políticas em prol de todo um país num momento de grande perigo. Giordano, que nem político era, sabia muito bem que o paciente deitado com uma bala no peito era o presidente da República, e não um inimigo ideológico. O povo americano seguiu o exemplo do cirurgião. Bons tempos, aqueles.

Hoje, o particular se sobrepõe nos EUA. Os atuais democratas transformaram seu partido numa espécie de Psol gringo, que abriga comunistas, anarquistas, Black Blocs, vândalos, muçulmanos ultrarradicais, e outros tipos de aproveitadores, cuja função primordial é implodir o pais mais rico do mundo em defesa de um certo “coletivo”, como eles denominam a si próprios e a essas panelinhas de vagabundos, sempre se fazendo de coitadinhos e exigindo dinheiro para si. Dinheiro do dos pagadores de impostos, obviamente.

Aqui os fatos não discrepam.

Conseguimos seguir ainda pior que os americanos. Aqui na Banânia, é o “salve-se quem puder”, de preferência com o bolso cheio de dinheiro dos pagadores de impostos. Sim, pois “dinheiro público” não existe. Quem paga as contas somos nós. E esse fato incontestável não significa absolutamente NADA para as cúpulas dos 3 poderes dessa nau dos insensatos que convencionou-se chamar de Brasil. Aqui, onde o coisa-ruim assopra, todo mundo acha que merece grana e vantagens sem fazer força ou demonstrar mérito, por vários motivos: desde alguma “reparação histórica”, tão conveniente quanto absurda, até justiça divina ou outra alegação qualquer para desviar grana para o próprio bolso, sempre fingindo estar em busca de justiça social para algum “coletivo”.

Coletivo. Essa palavra foi tão torturada nos últimos anos, que, usada como bandeira, passou a ser confirmação clara de algum grupo que quer tudo para si sem deixar nada para os outros. Viraram a palavra do avesso. Vantagem para algum grupo que é tudo, menos parte da coletividade. O exclusivismo se disfarça, escondido atrás de intenções ditas igualitárias, mas não passa de “ódio do bem” a justificar violência contra qualquer um que ouse pensar diferente dos tais coletivistas, que adoram socializar a pobreza como meio de sobrevivência política.

Os “esquerdistas amantes da paz”, com seu abjeto “ódio do bem” são os mesmos que crêem muito justo, muito correto, desejar em jornais de tiragem mundial a morte do presidente da República, sendo dos EUA ou não. Aconteceu aqui na Banânia, via Folha de São Paulo (já foi um jornal; hoje não passa de um panfleto lulista: https://www.youtube.com/watch?v=4YTmoMHC5s0&app=desktop ) e no New York Times, de mesmo triste fim. Implore pela morte de Donald Trump e será guindado às nuvens celestiais através do “ódio do bem”, essa autoridade moral superior, da qual a esquerda se acha imbuída.

Mas vá desejar mal a alguém da esquerda ou de algum “coletivo” idem… Ai você será coletivamente xingado, agredido, torturado, fuzilado e esquartejado, tudo em nome da paz, do amor e da igualdade social. Que lindo.

Ver Todos os artigos de Fernando Lopes