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Aprenderemos algo?

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Sim… afinal, não é possível que atravessemos esse inferno “coronário” sem tirar algum ensinamento, alguma aprendizagem, disso tudo. No caso do brasileiro, alguma disciplina e respeito, e já tá ótimo. Seria muito bom se as duas qualidades dessem um upgrade nesta terra onde os Macunaímas se reproduzem em progressão geométrica. Não podemos sair dessa fria menores do que entramos.

As famílias, por exemplo. Mães e pais que passaram anos descuidando da educação dos filhos (não a formal, mas os bons modos, as boas maneiras, um pouco de cultura), tentando transferir essa obrigação familiar às escolas, como se os professores fossem os verdadeiros responsáveis. Devem estar profundamente arrependidos. Se não é fácil isolamento de crianças educadas, avaliem as deseducadas. A molecada deve estar pondo fogo nos móveis.

A cúpula do Judiciário: Quem sabe se, entre suspeitas, coronas e quarentenas, certos membros da suprema corte aprendam o valor da humildade. Chega de gastar milhões com lagosta, vinho e uísque importados, “lanchinhos”, viagens ao exterior, jatinhos da FAB para vôos internos. Pensem no povo, caramba. Pensem no coletivo. Comportem-se como juízes de fato, e não como aristocratas entediados por atender à gentalha que observam do alto de sua torre de marfim, dando entrevistas e opiniões sobre tudo, esquecendo-se da máxima: Juiz só fala nos autos do processo. Marco Aurélio Mello, por exemplo, critica tudo e todos com uma nonchalance digna de Luís XVI. Talvez pense em trocar o tratamento a ele dispensado, de vossa excelência para vossa majestade. Se a coisa continuar assim, vão trocar a toga por manto vermelho e coroa, chamando os advogados de “plebeus”. Mais “supremo” e menos “corte”, por favor. O império acabou em 1888. Ao menos no papel.

Os nossos congressistas: tenham vergonha na cara. Gastem menos. Votem logo em plenário, virtual ou não, a decisão de passar todo o dinheiro do fundo partidário/eleitoral, essa canalhice sem tamanho, na qual nós pagamos despesas partidárias. Vai de aluguel de carros a diárias de hotéis, e tudo o mais que se classifica como “campanha eleitoral”. Pensem no povo e deixem esses dois bilhões de reais para uso em hospitais e remédio, nesse período tenebroso de nossa História.

Nossos nobres artistas engajados… tão vigilantes para a defesa de seus projetos “culturais”, embora muitos deles não passem de entretenimento ruim, muitas vezes só ruim mesmo, sem entreter ninguém. Por qual razão não imitam Ivete Sangalo e pedem aos seus amigos políticos, principalmente os de esquerda, sempre tão idolatrados, para que aprovem o fim do fundo partidário em prol da Saúde? Será que os Caetanos Velosos e os Chicos Buarques da vida não vão abraçar essa causa mais do que justa? Ou vão defender o gasto dessa fortuna com seus adorados candidatos de esquerda como “essencial” à democracia pervertida defendida por eles, que nada mais é do que meio de vida de determinados políticos desonestos?

Falando nisso: Alguém sabe, conhece, viu, alguma ONG de extrema-esquerda ajudando hospitais ou doentes que sofrem com Covid-19? Movimentos que passam horas gritando “Marielle vive!” fizeram alguma coisa pelos idosos ou pelos doentes? Os sem-terra, os sem-teto, a UNE, e tantos outros cabidões de mamatas estão fazendo algo pelo Brasil? Ou continuam sendo apenas revolucionários de sofá? Guerrilheiros de twitter? Fazem alguma coisa além de reclamar e pedir dinheiro público?

Gostando ou não de Bolsonaro, aceitando os não as suas bobagens ou seus acertos, a nossa nau dos insensatos é para todos. Não há alternativa. Se naufragarmos, não teremos primeira classe nem bote salva-vidas, nem aristocratas furando a fila do desespero. Nem se o Marco Aurélio exigir, batendo o cetro no chão e pedindo que sua guarda real passe os plebeus na espada.

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